Anatomia para o Curso de Odontologia Geral e Específica, 4ª edição

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Anatomia para o Curso de Odontologia Geral e Específica alia texto claro e objetivo a primorosas imagens, comparadas às dos melhores atlas de anatomia humana, para oferecer a estudantes e profissionais um conteúdo de excelência. Revisada e atualizada, esta quarta edição apresenta projeto gráfico modernizado e novo capítulo sobre Músculos do Pescoço. Seu conteúdo contempla não só as regiões da cabeça e do pescoço, mas também as demais regiões do corpo humano, respeitando sempre a Terminologia Anatômica Internacional. Trata-se de um livro que, pela objetividade e praticidade, torna suave o caminho daqueles que se dedicam ao estudo da anatomia.

37 capítulos

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1 - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA

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1

Introdução ao Estudo da Anatomia

Generalidades

O ramo do conhecimento que se ocupa do estudo da forma é a morfologia.

Esse estudo é feito tanto macro como microscopicamente; assim, a anatomia, bem como a histologia, que estuda os tecidos, e a própria embriologia, que estuda o desenvolvimento do indivíduo, fazem parte de um todo. No entanto, a anatomia reveste-se de certa peculiaridade, já que pode ser estudada de diversas maneiras: comparando indivíduos de espécies diferentes (anatomia comparada), por meio de imagem (anatomia da imagem), descrevendo as características raciais (anatomia antropológica), estudando os relevos morfológicos encontrados na superfície corpórea do indivíduo (anatomia de superfície), entre outras.

Em geral, a disciplina de Anatomia é apresentada nos cursos descrevendo conjuntos de órgãos que desempenham uma mesma função agrupados em sistemas (anatomia sistêmica ou descritiva) ou por meio de dissecção (anatomia topográfica).

Neste livro pretendemos fazer uma abordagem sistêmica da anatomia.

 

2 - OSTEOLOGIA

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Osteologia

Generalidades

Osteologia, como o próprio termo indica, é o estudo dos ossos. No entanto, ela inclui também o estudo de estruturas cartilagíneas, o que no conjunto acaba constituindo o esqueleto. Portanto, esqueleto nada mais é que um conjunto de ossos e cartilagens que se interligam (por meio de junturas ou articulações) para formar o arcabouço do corpo do indivíduo.

Funções dos ossos e do esqueleto

Proteção

Sua função protetora pode ser facilmente entendida, bastando para isso observarmos a caixa torácica, responsável pela proteção de órgãos importantes, como os pulmões e o coração. O próprio crânio, que protege uma parte impor‑ tante do sistema nervoso central, o encéfalo, e mesmo o canal vertebral, que protege a medula espinal, são também exemplos bem ilustrativos dessa função.

Sustentação e conformação do corpo

Essa talvez seja sua função mais óbvia, pois, como dissemos, o esqueleto forma o arcabouço do corpo do indivíduo, servindo, assim, de suporte para as partes moles e dando forma ao corpo.

 

3 - ESQUELETO CRANIOCERVICAL

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Esqueleto Craniocervical

Conceito

O esqueleto craniocervical é a porção do esqueleto axial composta pela união dos ossos do crânio (cabeça óssea) e vértebras cervicais (Figura 3.1).

Crânio ou cabeça óssea

Com finalidade didática, divide-se o crânio em duas porções: neurocrânio e viscerocrânio (Figura 3.2).

Neurocrânio

Compreende a porção do crânio ou cabeça óssea composta por oito ossos que envolvem e protegem a porção cefálica do sistema nervoso central, o encéfalo. Ele pode ser dividido em duas partes: calvária (abóbada craniana ou calota craniana) e base do crânio.

Essa divisão está baseada, convencionalmente, em um plano transversal que passa por dois pontos craniométricos, a glabela e o ínio (protuberância occipital externa), situados, respectivamente, sobre a linha mediana nos ossos frontal (anteriormente) e occipital (posteriormente). Assim, tudo que estiver acima desse plano é considerado calvária, e abaixo, base do crânio (Figura 3.3).

 

4 - FOSSAS, CAVIDADES E BASE EXTERNA DO CRÂNIO

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Fossas, Cavidades e

Base Externa do Crânio

Generalidades

As estruturas ósseas que compõem o neurocrânio e o viscerocrânio estão moldadas de acordo com o desenvolvimento das vísceras craniais e faciais e suas respectivas funções.

Essa relação funcional e estrutural caracteriza o conjunto de cavidades denominadas:

��

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Cavidade do crânio – envolve as estruturas do encéfalo

Cavidade orbital – envolve as estruturas do bulbo do olho

Cavidade nasal – envolve as porções altas do sistema respiratório

Cavidade oral – envolve as porções iniciais do sistema digestório.

Cavidade do crânio

A cavidade do crânio aloja o encéfalo e as meninges, algumas partes dos nervos cranianos e vasos sanguíneos.

O limite superior da cavidade do crânio está representado pelos ossos ou partes dos ossos que constituem a lâmina interna da calvária.

O limite inferior é constituído pelos ossos ou partes dos ossos que constituem a base interna do crânio. Os demais limites, anterior, posterior e laterais, são formados, respectivamente, pelos ossos ou parte dos ossos que constituem a lâmina interna da calvária e base interna do crânio nas porções anterior, posterior e laterais.

 

5 - MAXILA E MANDÍBULA

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Maxila e Mandíbula

Maxila

Osso par, localizado no centro da face, inferiormente ao frontal e ao etmoide e anteriormente ao processo pterigoide do osso esfenoide e ossos palatinos. A maxila é composta por um corpo e quatro processos.

O corpo da maxila, que contém em seu interior o seio maxilar, tem a forma de uma pirâmide triangular, portanto apresenta três faces e uma base.

Face nasal (medial)

A face nasal da maxila (Figura 5.1) constitui a base da pirâmide e contribui para formar a parede lateral da cavidade nasal, local onde se situa o hiato maxilar, uma abertura ampla e irregular que dá acesso ao seio maxilar. Posteriormente a essa abertura, há uma região áspera relacionada à lâmina perpendicular do osso palatino, e anteriormente a ela, um sulco vertical, o sulco lacrimal.

Anteriormente à extremidade inferior do sulco lacrimal há uma crista rugosa e horizontal denominada crista conchal, que permite a articulação com a concha nasal inferior.

 

6 - TOPOGRAFIA DENTOALVEOLAR

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Topografia Dentoalveolar

Generalidades

O conhecimento da relação existente entre os dentes superiores e inferiores com processos alveolares e regiões ósseas vizinhas é de grande importância para muitas especialidades em odontologia. Sabemos, por exemplo, que a disseminação de uma infecção de origem dental pelas regiões vizinhas depende dessa relação.

Vejamos primeiramente a relação dos dentes superiores e inferiores com os processos alveolares e em seguida com as regiões ósseas vizinhas. Vale lembrar, antes de mais nada, que os processos alveolares são partes das maxilas e mandíbula, que envolvem grande parte das raízes dentais e, ainda, que as lâminas

(tábuas) ósseas vestibular e palatina (lingual no caso dos dentes inferiores) são constituídas pela cortical vestibular ou palatina (lingual), esponjosa alveolar e cortical alveolar (Figuras 6.1 e 6.2).

Relação dos dentes superiores com as lâminas (tábuas)

ósseas vestibular e palatina

Dentes incisivos e caninos

 

7 - PONTOS CRANIOMÉTRICOS

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Pontos Craniométricos

Generalidades

Sabemos que uma das maiores preocupações da odontologia é com o estudo do crescimento do complexo craniofacial e das anomalias craniofaciais que ocorrem, muitas vezes, em virtude de maloclusão. Esses estudos são feitos com o auxílio da craniometria e da cefalometria.

A craniometria é o procedimento pelo qual obtemos medidas diretamente no crânio (no crânio macerado). A cefalometria é o procedimento pelo qual obtemos medidas da cabeça do indivíduo vivo por meio de radiografias (cefalometria radiológica). Para a obtenção dessas medidas temos que ter pontos de referência, os chamados pontos craniométricos, que são, portanto, pontos localizados no esqueleto da cabeça (Figuras 7.1 a 7.6), usados como referência em craniometria e cefalometria.

Pontos craniométricos localizados no neurocrânio

Vejamos primeiramente os pontos localizados exatamente no plano sagital mediano (PSM).

O ponto mediano de maior projeção anterior do osso frontal recebe o nome de glabela, localizado entre os dois arcos superciliares.1 Ao ponto de encontro das suturas sagital e coronal denomina-se bregma. Um pouco mais posteriormente, no encontro da sutura sagital com a sutura lambdóidea, temos o ponto lambda. O ponto mediano de maior projeção posterior é denominado opistocrânio (localizado geralmente no occipital).

 

8 - ANÁLISE FUNCIONAL DO ESQUELETO FACIAL | ZONAS DE RESISTÊNCIA

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8

Análise Funcional do Esqueleto

Facial | Zonas de Resistência

Generalidades

Sabemos que as forças funcionais que incidem sobre o esqueleto craniofacial

é que determinam sua arquitetura.

Indiscutivelmente, as forças mastigatórias são as que exercem maior influência sobre esse esqueleto. Quando elas incidem sobre os dentes são transmitidas aos ossos pelas fibras do ligamento dentoalveolar e, portanto, ao esqueleto facial, que por sua vez encontra-se fixado à base do crânio. Essas forças devem ser conduzidas até a base do crânio, onde serão anuladas, percorrendo zonas de maior resistência encontradas no es queleto facial.

Essas zonas de maior resistência são os pilares, formados por substância

óssea compacta e encontrados nas maxilas,1 e as trajetórias, feixes ordenados de substância óssea esponjosa encontrados na mandíbula.

Zonas de resistência da maxila

Existem na maxila três pilares:

Pilar canino

O pilar canino (Figuras 8.1 e 8.2) inicia-se na região do alvéolo do canino superior, contorna inicialmente a margem lateral da abertura piriforme, continuando-se no processo frontal da maxila até a extremidade medial do arco superciliar e captando forças da região de incisivos, canino e primeiro pré-molar.

 

9 - SISTEMA ARTICULAR | ARTROLOGIA

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Sistema Articular | Artrologia

Generalidades

Artrologia é o estudo das junturas ou articulações. Estas, por sua vez, correspondem às conexões existentes entre quaisquer partes rígidas do esqueleto quer sejam ossos, cartilagens, ou mesmo dentes.

Classificação das articulações

O critério mais importante adotado para a classificação das articulações é aquele que leva em conta o tipo de tecido que se interpõe às superfícies que se articulam. Basicamente existem três tipos de articulações: fibrosas, cartilagíneas e sinoviais.

Fibrosas

As articulações fibrosas são aquelas que apresentam tecido conectivo fibroso interposto às superfícies que se articulam. A grande maioria dessas articulações situa-se no crânio e apresenta pouquíssima mobilidade. Consideramos os seguintes tipos de articulações fibrosas: suturas, sindesmoses e gonfoses.

Suturas

São articulações fibrosas que ocorrem exclusivamente no crânio. De acordo com o formato das margens ósseas que se articulam, podemos classificá-las nos seguintes tipos:

 

10 - ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

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Articulação Temporomandibular

Generalidades

A articulação temporomandibular (ATM) é uma articulação altamente especializada, que se distingue de todas as demais articulações por uma série de características. Para entender isso, é suficiente lembrar que, quando examinamos uma ATM, devemos sempre examinar a contralateral, porque uma alteração afeta, de certo modo, também esta, assim como os músculos envolvidos nos movimentos mandibulares, dentes e periodonto, e muitas vezes até estruturas da região cervical.

Classificação

Como sabemos, a ATM é classificada como uma articulação do tipo sinovial.

Essa classificação leva em conta o tipo de tecido que se interpõe aos elementos que se articulam. As articulações sinoviais, por sua vez, são classificadas morfológica e funcionalmente. Morfologicamente, ela é classificada como uma articulação condilar, mais especificamente bicondilar, porque temos dois côndilos envolvidos; e funcionalmente é classificada como uma articulação triaxial, isto é, se movimenta em torno de três eixos.

 

11 - SISTEMA MUSCULAR

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Sistema Muscular

Generalidades

Sabemos que uma das propriedades fundamentais do organismo animal é a reação frente a um estímulo externo. Isso permite a adaptação do indivíduo ao meio ambiente e garante, muitas vezes, sua sobrevivência.

Uma das formas importantes de reação manifesta-se por meio do ato de se afastar de um estímulo nocivo, o que só é possível graças às células especializadas em contração e relaxamento, denominadas células musculares. Essas células se agrupam para formar os músculos, que se fixam por suas extremidades e movem os segmentos do corpo por encurtamento da distância existente entre essas extremidades, ou seja, por contração.

Tipos de músculos

Quando a contração de um músculo resulta de um ato de vontade dizemos que esse é um músculo voluntário, porém quando a contração muscular foge ao controle consciente do indivíduo, trata-se de um músculo involuntário.

Os músculos voluntários distinguem-se histologicamente dos involuntários por apresentarem estriações transversais, sendo, por isso, estriados.

 

12 - MÚSCULOS DA FACE | MÚSCULOS DA MÍMICA OU DA EXPRESSÃO FACIAL

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Músculos da Face | Músculos da

Mímica ou da Expressão Facial

Generalidades

Esses músculos são também chamados cutâneos da cabeça, músculos da mímica ou músculos da expressão facial. Apresentam em comum o fato de terem sua inserção na camada profunda da pele.

Uma vez inseridos na pele da face, esses músculos podem movê-la, modificando assim as expressões faciais. Além dessa função, atuam no fechamento das pálpebras, na abertura e fechamento dos lábios e auxiliam na preensão dos alimentos e na fala.

Esses músculos apresentam ainda em comum a sua inervação, proporcionada pelo nervo facial.

Para facilitar seu estudo, agruparemos essa musculatura da seguinte maneira:

�� Primeiro grupo – músculo da região cervical (Figura 12.1)

�� Segundo grupo – músculos localizados ao redor das cavidades oral e nasal

(Figuras 12.2 a 12.5)

�� Terceiro grupo – músculos localizados ao redor da cavidade orbital (Figuras 12.2 e 12.5)

�� Quarto grupo – músculos localizados ao redor do pavilhão da orelha

 

13 - MÚSCULOS DA LÍNGUA

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Músculos da Língua

Generalidades

A língua, como sabemos, é um órgão essencialmente muscular, o que explica sua grande mobilidade. Ela se apresenta revestida externamente por mucosa, exercendo importantes funções na mastigação, na deglutição, como órgão gustativo e na fala.

Está localizada no soalho da cavidade oral, entre a mandíbula (anteriormente), o osso hioide (inferiormente), a faringe (posteriormente) e o processo estiloide (posterossuperiormente).

É constituída pelo corpo da língua, que corresponde aos dois terços anteriores do órgão, e pela raiz da língua, seu terço posterior.

No corpo da língua reconhecemos o dorso da língua, voltado superiormente

(na sua porção mais anterior); a face inferior da língua, em contato com o soalho da cavidade oral; a margem da língua, que é o limite entre o dorso e a face inferior; e, ainda, o ápice da língua (“ponta” da língua).

Os músculos da língua são divididos em dois grupos: músculos extrínsecos

 

14 - MÚSCULOS DO PALATO MOLE (VÉU PALATINO) E DA FAUCE

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Músculos do Palato Mole

(Véu Palatino) e da Fauce

Generalidades

O palato mole (véu palatino) é uma dobra fibromuscular presa à margem posterior do palato duro. Em sua margem livre apresenta, no plano mediano, uma projeção cônica de comprimento variável, a úvula palatina; e lateralmente prolonga-se por duas pregas, uma anterior, denominada arco palatoglosso, e outra posterior, o arco palatofaríngeo.

Músculo tensor do véu palatino

�� Origem – fossa escafóidea, região adjacente da asa maior do esfenoide e parede da tuba auditiva. Após seguirem um trajeto inferior e contornarem o hâmulo pterigóideo, as fibras chegam horizontalmente no véu palatino

(Figuras 14.1 e 14.2)

�� Inserção – margem posterior do osso palatino, mucosa do véu palatino e aponeurose palatina (membrana fibrosa formada pelos tendões dos dois músculos tensores)

�� Função – tensionar lateralmente o véu palatino e abrir o canal da tuba auditiva, promovendo assim a equalização das pressões externa e interna da orelha média.

 

15 - MÚSCULOS DA MASTIGAÇÃO E MÚSCULOS SUPRA E INFRA-HIÓIDEOS | MOVIMENTOS MANDIBULARES

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Músculos da Mastigação e

Músculos Supra e Infra-hióideos

| Movimentos Mandibulares

Generalidades

Os movimentos mandibulares ocorrem por conta dos músculos da mastigação e dos supra e infra-hióideos.

Músculos da mastigação

Os músculos da mastigação são quatro de cada lado: masseter, temporal, pterigóideo medial e pterigóideo lateral.

Músculo masseter

Esse músculo apresenta dois feixes, um superficial e outro profundo (Figura 15.1 A e B). O feixe superficial origina-se na margem inferior do arco zigomático, porém nunca ultrapassa a sutura temporozigomática. A partir daí, suas fibras se dirigem no sentido posteroinferior, inserindo-se nos dois terços inferiores da face lateral do ramo da mandíbula, chegando até o ângulo da mandíbula.

O feixe profundo origina-se ao longo de todo o arco zigomático, até adiante do tubérculo articular do temporal.

As fibras do feixe profundo dirigem-se inferiormente e inserem-se na porção mais anterior e superior da face lateral do ramo da mandíbula, atingindo a base do processo coronoide.

 

16 - MÚSCULOS DO PESCOÇO

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16

Músculos do Pescoço

Generalidades

Os músculos do pescoço, também denominados músculos cervicais, são capazes de atuar sobre a cabeça ou na parte cervical da coluna vertebral.

Para que a cabeça se mantenha equilibrada sobre a coluna vertebral em posição ereta, o crânio – relacionado com a primeira vértebra cervical por meio da articulação atlantoccipital – sofre a ação coordenada de vários músculos que chegam à sua base provenientes de diferentes locais e dispostos em vários sentidos.

Os músculos do pescoço podem ser dispostos nas seguintes camadas:

�� Superficial – platisma

�� Média – supra e infra-hióideos, esternocleidomastóideo

�� Profunda: yy Grupo pré-vertebral yy Grupo paravertebral yy Grupo pós-vertebral.

Camada superficial

Músculo platisma

Embora seja um músculo do pescoço, o platisma tem importante atuação na face. Por esse motivo é descrito com os músculos da expressão facial (ver

Capítulo 12).

Camada média

 

17 - SISTEMA CIRCULATÓRIO

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17

Sistema Circulatório

Generalidades

Sabe-se que para o organismo crescer e manter sua vitalidade, há necessidade de que ele receba um adequado suprimento alimentar.

Uma das funções básicas do sistema circulatório é exatamente transportar esse suprimento nutritivo às células de todo o organismo. Além disso, também ocorre transporte de oxigênio até as células por meio desse sistema; portanto, o sangue circulante transporta material nutritivo absorvido após a digestão dos alimentos, bem como oxigênio que é incorporado ao sangue quando este circula pelos pulmões.

Cabe ainda ao sistema circulatório o transporte de resíduos metabólicos e gás carbônico desde os locais onde foram produzidos até os órgãos excretores.

Pelo sangue são transportados também os hormônios, que são secreções das glândulas endócrinas, localizadas em regiões diversas do corpo.

O sangue contém células especializadas na defesa orgânica (contra substâncias estranhas e microrganismos), além de ser responsável pela manutenção da temperatura corpórea.

 

18 - ARTÉRIAS DA CABEÇA E DO PESCOÇO

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Artérias da Cabeça e do Pescoço

Generalidades

A aorta, maior artéria do corpo, sai do ventrículo esquerdo do coração tendo inicialmente trajeto ascendente, que corresponde à parte ascendente da aorta, depois se arqueia em direção posterior e para a esquerda, formando o arco da aorta, seguindo então um trajeto descendente, que corresponde à parte descendente da aorta.

A partir do arco da aorta, originam-se os seguintes troncos arteriais, da direita para a esquerda: tronco braquiocefálico, artéria carótida comum esquerda e artéria subclávia esquerda. O tronco braquiocefálico, por sua vez, emite a artéria carótida comum direita e a artéria subclávia direita (Figura 18.1).

Sistema Carótico

A artéria carótida comum tem origem no lado direito a partir do tronco braquiocefálico e no lado esquerdo diretamente no arco da aorta. Tem trajeto ascendente no pescoço e, quando atinge a margem superior da cartilagem tireóidea da laringe, emite dois ramos terminais em ambos os lados, as artérias carótidas externa e interna (Figura 18.2).

 

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