Semiologia - Bases para a Prática Assistencial

Autor(es): ANDRIS, Deborah A.
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Aprenda em 30 segundos ou em 30 minutos. Quer você deseje uma revisão rápida dos elementos fundamentais de um histórico de saúde ou uma explicação detalhada quanto às técnicas e os conceitos semiológicos, Semiologia | Bases para a Prática Assistencial possibilita que você selecione a quantidade certa de informações para qualquer situação clínica enfrentada pela enfermagem. Consulta rápida - Leia os resumos das colunas externas, que possibilitam encontrar, em segundos, os aspectos fundamentais de cada área da semiologia. Estudo detalhado - Leia os textos das colunas internas, que contêm explicações abrangentes e minuciosas, como em nenhum outro texto similar, sobre tudo de que você precisa para tomar decisões adequadas e prestar a seus clientes uma assistência resolutiva, de acordo com as necessidades apresentadas. Principais características: - Pranchas coloridas que ilustram em detalhes os principais pontos de referência anatômica e os estados patológicos mais comuns; - Diretrizes completas que abrangem a obtenção do histórico de saúde do cliente, a avaliação física e a interpretação dos achados em todos os sistemas corporais; - Tabelas, quadros, algoritmos e ilustrações de consulta rápida complementam e detalham as explicações sobre os principais conceitos; - Destaques à técnicas específicas que são essenciais para a obtenção dos melhores resultados de avaliação; - Considerações especiais que identificam as diferenças de idade, sexo e etnia nos achados da avaliação; - Os relatos sobre os achados anormais resumem as causas típicas de centenas de sinais e sintomas; - Os itens sobre alertas clínicos identificam as situações de emergência reveladas durante a avaliação e mostram as melhores maneiras de intervir.

17 capítulos

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Pranchas coloridas, PC 1 a PC16

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PC1

Identificação de pontos de referência cardiovasculares e localização dos ruídos cardíacos

Esta ilustração mostra onde estão os pontos de referência críticos usados na avaliação cardiovascular. Na ausculta dos ruídos cardíacos, coloque o estetoscópio sobre os quatro diferentes focos mostrados abaixo. Os focos de ausculta são identificados pelos nomes das valvas cardíacas, mas não se localizam diretamente sobre elas. Em vez disso, estão localizados ao longo das direções do sangue quando passa através das câmaras e valvas do coração.

Área esternoclavicular

Incisura supra-esternal

Foco aórtico

Foco pulmonar

Espaço intercostal

Foco tricúspide

Foco mitral

Apêndice xifóide

Foco epigástrico

Linha medioesternal

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Linha hemiclavicular

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PC2

Ciclo das bulhas cardíacas

2

Ao auscultar o tórax do cliente e perceber o “tum-ta”, você está ouvindo as bulhas cardíacas, primeiro B1 (tum) e em seguida

 

1 História de Saúde

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1

História de Saúde

A obtenção da história de saúde, 2

Preparação para a história de saúde, 2

Como se comunicar efetivamente, 2

Como anotar, 3

Como conseguir dados objetivos e subjetivos, 4

Como entrevistar o cliente, 4

Como inspecionar estruturas e sistemas, 15

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2

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

Histórico da enfermagem

Duas partes: história de saúde e avaliação física

Ajuda a estabelecer um plano de assistência adequado

História de saúde

Informações sobre fisiologia, psicologia, aspectos culturais e psicossociais

História da queixa atual

Influências de estilo de vida, família e cultura

A obtenção da história de saúde

A realização da história (ou histórico) de saúde é o primeiro entre dois passos essenciais no processo histórico de enfermagem. Embora essas etapas possam ser um pouco demoradas, é importante completá-las com precisão e na sua totalidade.

 

2 Técnicas Fundamentais do Exame Físico

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2

Técnicas Fundamentais do Exame Físico

Exame físico, 20

Como se preparar para o exame, 20

Os instrumentos, 22

Como fazer o exame geral, 26

Técnicas de exame físico, 35

Registro dos achados, 41

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20

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

Exame físico

Exame físico

Determina sinais vitais, altura e peso

Examina todos os órgãos e sistemas corporais

Possibilita a orientação do cliente

Aperfeiçoa as habilidades de raciocínio crítico

Orienta seu plano de assistência

Preparação

Reserve tempo para se preparar

Planeje sua abordagem e sua conduta

Inicie lavando as mãos diante do cliente

Após a história de saúde, proceda à parte prática da avaliação. Durante o exame físico, você usará os sentidos e uma abordagem sistemática para coletar informações acerca da saúde do cliente. O exame físico completo — adequado para exames de saúde periódicos — incluem uma pesquisa geral, a determinação dos sinais vitais, da altura e do peso e o exame de todos os órgãos e sistemas corporais.

 

3 Avaliação da Saúde Mental

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3

Avaliação da

Saúde Mental

A avaliação da saúde mental, 45

Obtenção do histórico de saúde, 45

Como avaliar o estado mental, 49

Como avaliar o comportamento autodestrutivo, 55

Testes para avaliar o estado psicológico e mental, 56

Exame físico, 59

Classificação dos transtornos mentais, 59

Transtornos psiquiátricos, 59

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44

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

Avaliação da saúde mental

Ajuda a reconhecer anormalidades

Aponta problemas, forças e preocupações psicossociais

Identifica como os problemas psicossociais afetam a saúde

A avaliação da saúde mental

Os cuidados efetivos com o cliente exige que sejam considerados tanto os aspectos psicológicos como os fisiológicos da saúde. Um cliente que procura ajuda clínica devido a dor no peito, por exemplo, talvez deva ser avaliado também quanto a ansiedade ou depressão. Conhecer a função e as estruturas básicas do cérebro ajudará você a realizar um exame da saúde mental abrangente e reconhecer quaisquer anormalidades. (Veja o Capítulo 8, Sistema Neurológico, p. 187, para mais detalhes.)

 

4 Estado Nutricional

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4

Estado Nutricional

Estado nutricional, 64

Avaliação nutricional, 66

Histórico nutricional completo, 67

Distúrbios nutricionais, 83

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64

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

Estado nutricional

Estado nutricional

Revela os desequilíbrios reais e os desequilíbrios potenciais

Inclui os dados da triagem nutricional, antecedentes clínicos, exame físico e exames laboratoriais

Fatos sobre a nutrição normal

Envolve a ingestão, a digestão, a absorção, o transporte, a utilização e a excreção

Inclui carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais e água

Exige a função normal do sistema digestivo

Depende das enzimas salivares e de outras enzimas do trato GI para a quebra dos nutrientes

Fatos sobre os carboidratos

Compostos de carbono, hidrogênio e oxigênio

Fonte primária de energia

50 a 60% da ingestão alimentar

 

5 Sistema Cardiovascular

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5

Sistema Cardiovascular

O sistema cardiovascular, 88

Obtenção do histórico de saúde, 95

Histórico do sistema cardiovascular, 100

Interpretação dos achados, 116

Distúrbios do sistema cardiovascular, 117

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88

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

E

mbora as pessoas estejam vivendo mais, elas apresentam um número cada vez maior de afecções crônicas ou seqüelas de afecções agudas. Independente de onde você exerça sua profissão, freqüentemente irá tratar de clientes cardiovasculares. Para fornecer cuidados efetivos a estes clientes, você precisa compreender claramente a anatomia e a fisiologia cardiovascular, os procedimentos de avaliação e como interpretar os seus resultados.

O sistema cardiovascular

O sistema cardiovascular

O coração bombeia sangue para todos os

órgãos e tecidos

Distribui sangue oxigenado aos tecidos e remove os produtos residuais

 

6 Sistema Respiratório

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6

Sistema Respiratório

O sistema respiratório, 130

Obtenção do histórico de saúde, 136

Histórico do sistema respiratório, 141

Interpretação dos achados, 155

Distúrbios do sistema respiratório, 155

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130

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

O sistema respiratório

O sistema respiratório

Vias respiratórias

Pulmões

Tórax ósseo

Músculos respiratórios

SNC

O sistema respiratório inclui as vias respiratórias, os pulmões, o tórax ósseo, os músculos respiratórios e o sistema nervoso central (SNC). Todos agem em conjunto para fornecer oxigênio para a corrente sanguínea e remover o excesso de gás carbônico do corpo. O conhecimento das estruturas e funções básicas do sistema respiratório vai ajudá-la a fazer a avaliação respiratória completa e reconhecer qualquer anormalidade. (Veja o quadro O sistema respiratório.)

Anatomia

Vias respiratórias e pulmões

 

7 Aparelho Digestivo

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7

Aparelho Digestivo

O aparelho digestivo, 162

Obtenção do histórico de saúde, 166

Histórico do aparelho digestivo, 172

Interpretação dos achados, 182

Distúrbios do aparelho digestivo, 182

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162

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

O aparelho digestivo

Fornece nutrientes essenciais para o organismo

Formado pelo canal alimentar e por

órgãos acessórios

Serve para a digestão e a eliminação

Anatomia

Tubo oco, que começa na boca e termina no ânus, contendo músculo liso, vasos sanguíneos e tecido nervoso

Fibras circulares e longitudinais

Boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso

Fatos sobre a boca

A digestão começa com a mastigação, a salivação e a deglutição

A língua fornece a sensação de paladar

Glândulas parótidas, submandibulares e sublinguais produzem saliva

Fatos sobre a faringe

 

8 Sistema Neurológico

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8

Sistema Neurológico

O sistema neurológico, 188

Obtenção do histórico de saúde, 195

Histórico do sistema neurológico, 197

Interpretação dos achados, 217

Distúrbios do sistema neurológico, 217

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188

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

O sistema neurológico

Controla a função corporal e está relacionado a todos os sistemas corporais

Compreende o SNC, o sistema nervoso periférico e o SNA, integrando todas as atividades físicas, intelectuais e emocionais

Fatos sobre o SNC

Inclui o cérebro e a medula espinhal

Coleta e interpreta estímulos motores e sensoriais voluntários e involuntários

Fatos sobre o encéfalo

Consiste em córtex cerebral, tronco cerebral e cerebelo

Coleta, integra e interpreta todos os estímulos

Inicia e monitora a atividade motora voluntária e involuntária

Fatos sobre o cérebro

Proporciona as capacidades de pensamento e raciocínio

 

9 Sistema Musculoesquelético

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9

Sistema

Musculoesquelético

O sistema musculoesquelético, 224

Obtenção do histórico de saúde, 228

Histórico do sistema musculoesquelético, 232

Interpretação dos achados, 241

Distúrbios do sistema musculoesquelético, 242

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224

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

O do sistema musculoesquelético

Constituído de músculos, tendões, ligamentos, ossos, cartilagem, articulações e bursas

Dá forma e capacidade de movimento ao corpo humano

Produzem movimentos esqueléticos

Fatos sobre os músculos

Existem três tipos de músculos: viscerais

(involuntários, lisos), esqueléticos

(voluntários, estriados) e cardíaco

O músculo se desenvolve quando as fibras musculares existentes sofrem hipertrofia

Fatos sobre os tendões

Fixam os músculos ao periósteo

Possibilitam que os ossos se movimentem

Fatos sobre os ligamentos

 

10 Mamas e Axilas

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10

Mamas e Axilas

As mamas e as axilas, 250

Obtenção do histórico de saúde, 253

Avaliação das mamas e das axilas, 255

Interpretação dos achados, 261

Distúrbios da mama e da axila, 261

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250

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

As mamas e as axilas

As mamas e as axilas

Envolvem as funções social, psicológica e biológica

Exigem a avaliação cuidadosa, lembrando-se da sensibilidade da cliente

Fatos sobre as mamas

Também chamadas glândulas mamárias

Incluem mamilos de tecido erétil pigmentado circundados pela aréola

Também incluem os tubérculos de

Montgomery

Considerações especiais

Os pigmentos dos mamilos e das aréolas são diferentes nas diferentes raças, sendo mais escuros em pessoas de pele mais escura

Estruturas de sustentação

Incluem os tecidos glandular, fibroso e adiposo

Incluem a cauda de Spence

 

11 Sistema Geniturinário Feminino

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11

Sistema Geniturinário

Feminino

O sistema geniturinário feminino, 268

Obtenção do histórico de saúde, 273

Histórico do sistema geniturinário feminino,

Interpretação dos achados, 287

Distúrbios do sistema geniturinário feminino, 287

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268

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

O sistema geniturinário feminino

O sistema geniturinário feminino

Envolve o trato urinário e as estruturas e

órgãos reprodutores

Os distúrbios podem causar efeitos amplos em outros sistemas corporais

Podem produzir sintomas leves; os problemas subjacentes passam facilmente despercebidos

Sistema urinário

Formado por rins, ureteres, bexiga e uretra

Remove os detritos do organismo

Regula o equilíbrio ácido-base e hidroeletrolítico

O sistema geniturinário (GU) compreende o trato urinário e as estruturas e

órgãos reprodutores. Os distúrbios desse sistema podem ter efeitos amplos em outros sistemas corporais. Por exemplo, a disfunção ovariana pode alterar o equilíbrio endócrino e a disfunção renal pode afetar a produção do hormônio eritropoietina, que regula a produção de glóbulos vermelhos.

 

12 Sistema Geniturinário Masculino

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12

Sistema Geniturinário

Masculino

O sistema geniturinário masculino, 296

Obtenção do histórico de saúde, 298

Avaliação do sistema geniturinário masculino, 302

Interpretação dos achados, 309

Distúrbios do sistema geniturinário masculino, 309

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296

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

O sistema geniturinário masculino

Inclui os órgãos e as estruturas urinárias e reprodutivas

Causa grande variedade de efeitos nos outros sistemas do corpo

Coloca em risco a qualidade de vida, a auto-estima e a sensação de bem-estar do cliente

Sistema urinário

Formado pelos rins, ureteres, bexiga e uretra

Mantém a homeostasia, regulando o equilíbrio hidroeletrolítico

Os rins são responsáveis pela filtração, reabsorção e secreção

A uretra passa pelos tecidos eréteis do pênis

Sistema reprodutivo

A uretra também faz parte desse sistema; conduz o sêmen e a urina

 

13 Sistema Tegumentar

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13

Sistema Tegumentar

Pele, pêlos e unhas, 316

Obtenção do histórico de saúde, 320

Avaliação da pele, dos pêlos e das unhas, 323

Interpretação dos achados, 332

Distúrbios da pele, dos pêlos e das unhas, 332

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316

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

Pele, pêlos e unhas

A pele cobre as estruturas internas do corpo e protege contra as agressões do mundo externo

Ela ajuda a detectar anormalidades e altera-se com as condições gerais de saúde

Pele, pêlos e unhas

A pele cobre as estruturas do corpo e protege contra as agressões do meio exterior. Junto com os pêlos e as unhas, a pele constitui uma janela para a visualização das alterações que estão ocorrendo dentro do corpo. Como enfermeira, você freqüentemente observa a pele, os pêlos e as unhas dos seus clientes e provavelmente poderá ser a primeira a detectar anormalidades. Suas habilidades apuradas de avaliação ajudarão a obter um quadro confiável das condições gerais de saúde dos seus clientes.

 

14 Olhos

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14

Olhos

Os olhos, 344

Obtenção do histórico de saúde, 348

Avaliação dos olhos, 352

Interpretação dos achados, 358

Distúrbios oculares, 359

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344

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

Uma revisão dos olhos

Distúrbios podem interferir com a capacidade funcional do cliente

À medida que a população envelhece, a incidência da cegueira vem aumentando

As causas de perda da visão são retinopatia diabética, glaucoma, cataratas e degeneração macular

Estruturas do olho

Transmitem imagens visuais para serem interpretadas no cérebro

O bulbo ocular ocupa a órbita óssea

Nervos, tecidos adiposos e vasos sanguíneos amortecem e nutrem o olho

Nervos, músculos e estruturas extraoculares

Seis nervos cranianos inervam o olho, os músculos oculares e o aparelho lacrimal

A ação dos seis músculos oculares controla os movimentos do olho

As estruturas extra-oculares protegem e lubrificam o olho

 

15 Orelhas, Nariz e Garganta

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15

Orelhas, Nariz e Garganta

As orelhas, o nariz e a garganta, 366

Obtenção do histórico de saúde, 370

Avaliação das orelhas, do nariz e da garganta, 373

Interpretação dos achados, 383

Distúrbios da orelha, do nariz e da garganta, 383

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366

Semiologia | Bases para a Prática Assistencial

Exame das orelhas, do nariz e da garganta

Detecta limitações nos sentidos da audição, do olfato e do paladar

Revela indícios importantes que apontam para problemas em outros sistemas

Orelhas

A anatomia e a fisiologia desempenham funções importantes na audição

Estruturas da orelha

Orelha externa, média e interna

Orelha externa

Contém a concha da orelha (aurícula ou pavilhão auricular) e o canal auditivo

O terço externo do canal auditivo é formado por uma estrutura óssea

Os dois terços internos são formados por osso recoberto por pele fina

O canal auditivo externo é revestido por glândulas que secretam cerume e transmitem o som à orelha média

 

Apêndices

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Apêndices

Guia de consulta rápida a valores de exames laboratoriais, 393

Guia de consulta rápida para avaliação da cabeça aos pés, 403

Alterações dos resultados laboratoriais dos clientes idosos, 413

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20/1/2006 12:14:12

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20/1/2006 12:14:13

393

Apêndices

Guia de consulta rápida a valores de exames laboratoriais

A

Acidez esofágica pH > 5,0

Alanina aminotransferase (ALT)

8 a 50 UI/l (SI: 0,14 a 0,85 μkat/l)

Ácido 5-hidroxindolacético, urina

2 a 7 mg/24 horas (SI: 10,4 a 36,6 μmol/dia)

Aldosterona, soro

Posição supina: 3 a 16 ng/dl (SI: 80 a 440 pmol/l)

Posição ortostática: 7 a 30 ng/dl (SI: 190 a

832 pmol/l)

Ácido fólico, soro

1,8 a 9 ng/ml (SI: 4 a 20 nmol/l)

Aldosterona, urina

3 a 19 μg/24 horas (SI: 8 a 51 nmol/dia)

Ácido gástrico, teste de estimulação

Homens: 18 a 28 mEq/hora

Mulheres: 11 a 21 mEq/hora

 

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