Fundamentos de Farmacologia para Técnico em Farmácia

Autor(es): ACOSTA, W. Renée
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Fundamentos de Farmacologia para o Técnico em Farmácia é a obra mais relevante e focada do mercado, elaborada especificamente para os cursos de Técnico em Farmácia. O livro é: - Focado e conciso: Apresenta as informações mais fundamentais e relevantes para Técnicos em Farmácia, ou seja, os fármacos e suas ações, ao contrário de outros livros de farmacologia, que enfatizam as condições clínicas e as doenças. - Abrangente: Cada capítulo contém informações sobre farmacocinética, farmacodinâmica e farmacoterapêutica, além de interações medicamentosas. - Bem estruturado: Os capítulos são estruturados de modo ideal, por classe de fármacos e por sistemas, para promover o entendimento dos conceitos de farmacologia e dos detalhes das informações sobre os fármacos pelos alunos. - Prático: Características pedagógicas em cada capítulo realçam e reforçam as informações principais. Enquanto o estilo objetivo atrai e motiva os estudantes.

15 capítulos

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CAPÍTULO 1 - Fundamentos de Farmacologia

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CAPÍTULO

1

Fundamentos de Farmacologia

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar as vias de administração geralmente utilizadas e as características próprias de cada uma

Definir farmacocinética, farmacodinâmica e farmacoterapêutica

Descrever o processo de absorção de um fármaco administrado oralmente comparado com um administrado intravenosamente

Listar os fatores que afetam a distribuição de um fármaco

Comparar e diferenciar as maneiras diferentes que os fármacos são metabolizados

Identificar as maneiras pelas quais os fármacos são eliminados do organismo

Diferenciar os modos com que um agonista, um antagonista competitivo e um antagonista não competitivo produzem efeito sobre um receptor

Comparar tolerância ao fármaco e dependência ao fármaco

Listar interações potenciais que geralmente ocorrem entre fármacos

Descrever reações adversas comuns aos fármacos

TERMOS-CHAVE administração bucal – uma via de administração na qual o fármaco é colocado na cavidade entre a bochecha e a gengiva de um paciente administração gástrica – uma via de administração na qual o fármaco é instilado diretamente no sistema gastrintestinal administração intradérmica – uma via de administração na qual as substâncias são injetadas na pele administração intramuscular – uma via de administração na qual os fármacos são injetados diretamente em vários grupos musculares administração intravenosa – uma via de administração na qual substâncias são injetadas diretamente na corrente sanguínea através de uma veia administração oral – uma via de administração na qual o fármaco é tomado pela boca e deglutido administração respiratória – uma via de administração de fármaco que necessita da inalação de gases, aerossóis e pós administração retal – uma via de administração de fármaco para tratar irritação ou infecção local (supositórios, unguentos, cremes ou géis) ou para uma resposta sistêmica

 

CAPÍTULO 2 - Fármacos que Atuam no Sistema Nervoso Autônomo

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CAPÍTULO

2

Fármacos que Atuam no

Sistema Nervoso Autônomo

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Relacionar os nomes comerciais e genéricos dos fármacos geralmente utilizados que atuam no sistema nervoso autônomo

Identificar os usos dos fármacos geralmente empregados que atuam no sistema nervoso autônomo

Comparar os fármacos que atuam no sistema nervoso autônomo com a classificação apropriada

Identificar as reações adversas comuns dos fármacos geralmente utilizados que atuam no sistema nervoso autônomo

Descrever o mecanismo de ação dos agonistas colinérgicos

Comparar os mecanismos de ação dos fármacos adrenérgicos de ação direta, de ação indireta e de ação dual

Identificar os efeitos que os bloqueadores alfa-adrenérgicos têm sobre o organismo

Identificar os efeitos sobre o organismo dos bloqueadores beta-adrenérgicos, incluindo os beta1, beta2 e os não seletivos

TERMOS-CHAVE acetilcolina – neurotransmissor do sistema nervoso parassimpático necessário para a memória e para o pensamento agonistas colinérgicos – fármacos que mimetizam a ação do neurotransmissor acetilcolina astenia – fraqueza; perda de força bloqueadores alfa-adrenérgicos (ou alfabloqueadores) – fármacos que operam interrompendo as ações das catecolaminas, norepinefrina e epinefrina, nos receptores alfa1 e alfa2 bloqueadores beta-adrenérgicos (ou betabloqueadores) – os fármacos bloqueadores adrenérgicos mais utilizados; impedem a estimulação do sistema nervoso simpático ao inibirem a ação das catecolaminas em receptores beta-adrenérgicos bloqueadores beta-adrenérgicos cardiosseletivos – fármacos bloqueadores beta-adrenérgicos seletivos que afetam principalmente os receptores beta1 e reduzem a estimulação do coração bradicardia – frequência cardíaca lenta, geralmente menor que 60 batimentos por minuto broncospasmo – espasmo ou constrição dos brônquios resultando em dificuldade em respirar dispneia – respiração difícil ou forçada; encurtamento da respiração edema – acúmulo de excesso de água no organismo; inchaço fármacos adrenérgicos – fármacos que imitam os efeitos produzidos pelo sistema nervoso simpático, que ativa a resposta de “luta e fuga”; também conhecidos como fármacos simpaticomiméticos fármacos adrenérgicos não catecolamínicos – fármacos de ação direta, indireta ou dual que estimulam o sistema nervoso simpático fármacos anticolinérgicos – veja fármacos bloqueadores colinérgicos

 

CAPÍTULO 3 - Fármacos Neurológicos e Neuromusculares

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CAPÍTULO

3

Fármacos Neurológicos e Neuromusculares

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos relaxantes musculares geralmente utilizados

Correlacionar os relaxantes musculares geralmente utilizados com a classificação apropriada

Identificar as reações adversas comuns dos relaxantes musculares esqueléticos geralmente utilizados

Listar as principais indicações clínicas dos fármacos bloqueadores neuromusculares

Comparar e diferenciar o mecanismo de ação dos fármacos bloqueadores não despolarizantes e despolarizantes

Identificar os fármacos antiparkinsonianos geralmente utilizados pelos nomes patenteado e genérico

Descrever o mecanismo de ação e o uso dos fármacos antiparkinsonianos geralmente utilizados

Correlacionar os nomes patenteado e genérico dos fármacos anticonvulsivantes utilizados

Correlacionar os nomes patenteado e genérico dos fármacos antienxaqueca utilizados

Comparar e diferenciar as vias de administração utilizadas quando da aplicação de fármacos antienxaqueca

 

CAPÍTULO 4 - Fármacos para Dor, Febre e Inflamação

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CAPÍTULO

4

Fármacos para Dor, Febre e Inflamação

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Comparar os nomes patenteado e genérico dos fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação

Identificar a classificação dos fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação

Reconhecer os fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação receitados ou de venda livre

Descrever os diferentes usos do ácido acetilsalicílico

Comparar e diferenciar os mecanismos de ação dos salicilatos, do acetaminofeno e dos AINEs

Listar as reações adversas dos fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação

Comparar as interações comuns entre fármacos e os frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação com o fármaco e a categoria apropriados

Comparar os nomes patenteado e genérico dos agonistas, agonistas-antagonistas mistos e antagonistas opioides com a categoria apropriada

Identificar os anestésicos inalatórios frequentemente utilizados

 

CAPÍTULO 5 - Fármacos Cardiovasculares

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CAPÍTULO

5

Fármacos Cardiovasculares

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos habitualmente empregados para falência cardíaca, arritmias, angina, hipertensão e colesterol alto

Identificar a classificação dos fármacos habitualmente empregados para falência cardíaca, arritmias, angina, hipertensão e colesterol alto

Listar as aplicações dos fármacos habitualmente empregados para falência cardíaca, arritmias, angina, hipertensão e colesterol alto

Descrever os parâmetros de dosagem da digoxina, incluindo a dose de ataque e a dose terapêutica

Correlacionar os antiarrítmicos com a classe correta (I, II, III IV)

Descrever o mecanismo de ação e os parâmetros de dosagem da nitroglicerina

Comparar os mecanismos de ação dos fármacos empregados para tratar a hipertensão

Explicar o fundamento lógico de se empregar fármacos anti-hipertensivos múltiplos para tratar a hipertensão

Definir LDL, HDL e colesterol total e os níveis desejáveis de cada um

 

CAPÍTULO 6 - Fármacos Hematológicos

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CAPÍTULO

6

Fármacos Hematológicos

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Abordar os usos de ferro, vitamina B12 e ácido fólico

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos anticoagulantes habitualmente usados

Descrever a necessidade de uma dupla verificação em todos os pedidos e prescrições para a heparina

Comparar e diferenciar os dois tipos de heparina

Explicar os parâmetros de monitoramento para pacientes que tomam anticoagulantes

Descrever a complexidade das formas de apresentação da heparina, incluindo as dosagens conhecidas

Listar os agentes empregados para reverter o sangramento causado pela heparina e pela varfarina

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos trombolíticos habitualmente usados

Comparar e diferenciar o uso de anticoagulantes com trombolíticos

Identificar o cronograma para o início de terapia trombolítica

TERMOS-CHAVE

ácido fólico – uma vitamina B que é importante para o funcionamento normal de células vermelhas e brancas (leucócitos) do sangue anemia – uma diminuição do número de hemácias (células vermelhas do sangue) anemia megaloblástica – anemia resultante de uma deficiência de vitamina B12 ou de ácido fólico anemia perniciosa – uma condição caracterizada por diminuição da produção gástrica de ácido clorídrico e deficiência de fator intrínseco anemia perniciosa por deficiência de vitamina B12 – um tipo especial de anemia caracterizada por uma deficiência de fator intrínseco darbepoetina alfa – uma glicoproteína que estimula a produção de hemácias epoetina alfa – uma glicoproteína que estimula a produção de hemácias eritropoetina – um hormônio que estimula as células da medula óssea a produzir hemácias fármacos anticoagulantes – fármacos usados para reduzir a capacidade do sangue de coagular fármacos antiplaquetários – fármacos usados para impedir a formação de coágulos sanguíneos em artérias

 

CAPÍTULO 7 - Fármacos Respiratórios

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CAPÍTULO

7

Fármacos Respiratórios

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos respiratórios habitualmente usados

Identificar a classificação dos fármacos respiratórios habitualmente usados

Listar os usos dos fármacos respiratórios habitualmente usados

Identificar os fármacos respiratórios habitualmente usados com uma gama significativa de interações com outros fármacos

Comparar e diferenciar o uso de agonistas beta2-adrenérgicos de ação curta com os agonistas beta2adrenérgicos de ação longa

Identificar os grupos em particular que podem necessitar de cuidados especiais quando em uso de corticosteroides

Explicar o mecanismo de ação de um modificador de leucotrienos e de um estabilizador de mastócitos

Abordar as complicações de doses das metilxantinas

Comparar e diferenciar os usos de expectorantes com os de antitussígenos

Identificar os medicamentos que estão disponíveis em venda livre e os que necessitam de receituário

 

CAPÍTULO 8 - Fármacos Gastrintestinais

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154

Capítulo 8

CAPÍTULO

8

Fármacos Gastrintestinais

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Relacionar os nomes genéricos e patenteados dos fármacos gastrintestinais habitualmente empregados

Identificar a classificação dos fármacos gastrintestinais habitualmente empregados

Identificar os usos dos fármacos gastrintestinais habitualmente empregados

Organizar os fármacos gastrintestinais habitualmente empregados na categoria correta do receituário das tabelas (II-V) ou de fármacos de venda livre

Listar os fármacos empregados para tratar a Helicobacter pylori e construir um plano de tratamento bem-sucedido

Comparar e diferenciar os usos de antiácidos, antagonistas do receptor H2, inibidores da bomba de próton e outros fármacos antiulcerosos

Comparar e diferenciar os diferentes tipos de laxantes baseados no mecanismo de ação e por quanto tempo eles agem

Comparar e diferenciar os usos e os mecanismos de ação do carvão vegetal ativado e do xarope de ipecacuanha no tratamento de envenenamento

 

CAPÍTULO 9 - Fármacos Anti-infecciosos

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CAPÍTULO

9

Fármacos Anti-infecciosos

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes genéricos e patenteados de fármacos anti-infecciosos habitualmente empregados

Identificar a classificação dos fármacos anti-infecciosos habitualmente empregados

Explicar por que a resistência aos antimicrobianos está aumentando

Explicar a diferença entre bactericidas e bacteriostáticos

Listar as reações adversas aos aminoglicosídios

Identificar e justificar as alternativas anti-infecciosas para pacientes que são alérgicos a penicilinas, cefalosporinas ou eritromicinas

Listar os sintomas típicos de uma reação de hipersensibilidade aos anti-infecciosos habitualmente empregados

Listar as precauções gerais e as interações de que o paciente deve estar ciente quando da tomada de uma tetraciclina, de uma fluoroquinolona ou de uma sulfonamida

Comparar o emprego da vancomicina ao de outros anti-infecciosos

Identificar os usos dos antivirais habitualmente empregados

 

CAPÍTULO 10 - Fármacos Anti-inflamatórios, Antialérgicos e Imunossupressores

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CAPÍTULO

10

Fármacos Anti-inflamatórios,

Antialérgicos e Imunossupressores

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos anti-inflamatórios, antialérgicos e imunossupressores geralmente empregados

Identificar a classificação dos fármacos anti-inflamatórios, antialérgicos e imunossupressores geralmente empregados

Identificar os usos dos fármacos respiratórios geralmente empregados

Explicar o mecanismo de ação e os efeitos dos anti-histamínicos sedativos e não sedativos

Descrever as diferenças de como os anti-histamínicos, os estabilizadores de mastócitos e os antagonistas do receptor de leucotrienos agem para tratar as alergias

Explicar o mecanismo de ação e os efeitos dos glicocorticoides

Identificar as reações alérgicas comuns aos imunossupressores não corticosteroides

Explicar como agem os imunossupressores em pacientes transplantados

Comparar e diferenciar o uso de uricosúricos e de outros fármacos antigota no tratamento da gota

 

CAPÍTULO 11 - Fármacos Psicotrópicos

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CAPÍTULO

11

Fármacos Psicotrópicos

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes genéricos e patenteados dos fármacos psicotrópicos habitualmente empregados

Identificar a classificação dos fármacos psicotrópicos habitualmente empregados

Identificar os usos dos fármacos psicotrópicos habitualmente empregados

Correlacionar os nomes genéricos e patenteados dos fármacos psicotrópicos habitualmente empregados com a tabela apropriada

Diferenciar um sedativo de um hipnótico

Comparar e diferenciar o mecanismo de ação dos antidepressivos e dos estabilizadores do humor

Identificar os fármacos e os alimentos que interagem com os inibidores da monoamina oxidase

Comparar e diferenciar o emprego de vias de administração orais e parenterais para os antipsicóticos

Listar os efeitos extrapiramidais vistos com os antipsicóticos típicos

Descrever as posologias comuns para os estimulantes no tratamento do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade

 

CAPÍTULO 12 - Fármacos Endócrinos

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CAPÍTULO

12

Fármacos Endócrinos

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos endócrinos habitualmente empregados

Identificar a classificação dos fármacos endócrinos habitualmente empregados

Identificar os empregos dos fármacos endócrinos habituais

Comparar e diferenciar diabetes do tipo 1 de diabetes do tipo 2, incluindo os medicamentos empregados para cada tipo

Descrever a escala móvel da dose de insulina

Explicar as vantagens e as desvantagens do tratamento de reposição hormonal

Explicar o mecanismo de ação dos contraceptivos orais e da contracepção de emergência

Abordar quando um contraceptivo oral apenas com progestinas seria melhor em vez de um contraceptivo de combinação progestina com estrogênio

Descrever as dosagens dos fármacos tireoidianos encontradas para vários nomes patenteados e genéricos e explicar as características de algumas das dosagens

TERMOS-CHAVE antagonistas da tireoide – veja fármacos antitireoidianos contraceptivos de emergência – fármacos empregados para impedir a gravidez somente após o coito não protegido ou em situações nas quais os contraceptivos são conhecidos ou suspeitos de terem falhado contraceptivos hormonais – fármacos usados regularmente para prevenir a gravidez; também conhecidos como contraceptivos orais ou pílulas anticoncepcionais diabetes do tipo 1 – uma condição crônica, geralmente diagnosticada durante a infância, na qual o organismo não produz insulina suficiente diabetes do tipo 2 – uma condição crônica na qual muito pouca insulina é produzida ou as células não podem utilizar de modo apropriado a insulina que é produzida estrogênios – substâncias que mimetizam os efeitos de um hormônio feminino natural fármacos antidiabetogênicos orais – fármacos usados para tratar o diabetes do tipo 2 que são administrados pela boca fármacos antitireoidianos – fármacos que atuam como antagonistas dos hormônios tireoidianos; também conhecidos como antagonistas tireoidianos fármacos da hipófise anterior – fármacos que mimetizam os efeitos dos hormônios produzidos na hipófise anterior

 

CAPÍTULO 13 - Fármacos que Atuam no Equilíbrio Hidreletrolítico

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CAPÍTULO

13

Fármacos que Atuam no

Equilíbrio Hidreletrolítico

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Listar os quatro fármacos que repõem eletrólitos (fármacos de reposição eletrolítica) e identificar se eles são tipicamente encontrados no líquido intra ou extracelular

Identificar os usos dos quatro fármacos de reposição eletrolítica

Comparar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos de reposição eletrolítica geralmente usados

Identificar situações que possam causar diminuição dos estoques de eletrólitos ou que podem necessitar de reposição eletrolítica

Explicar por que a concentração de potássio é diferente da de muitos outros fármacos geralmente receitados

Descrever a faixa comum de concentração para um suplemento de cálcio que está sendo usado para impedir a osteoporose

Listar as funções do sódio no organismo

Identificar fármacos alcalinizantes e acidificantes pelos nomes patenteado e genérico

Descrever os empregos dos fármacos alcalinizantes e acidificantes

 

CAPÍTULO 14 - Fármacos Antineoplásicos

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CAPÍTULO

14

Fármacos Antineoplásicos

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos antineoplásicos habitualmente empregados

Identificar a classificação dos fármacos antineoplásicos habitualmente empregados

Identificar a(s) via(s) de administração dos fármacos antineoplásicos habitualmente empregados

Descrever os mecanismos de ação para as diferentes classificações dos fármacos antineoplásicos

Identificar os fármacos antineoplásicos que necessitam de outras condições de armazenamento que não a temperatura ambiente

Listar as reações adversas mais comuns produzidas pelos fármacos antineoplásicos

TERMOS-CHAVE alcaloides da vinca – fármacos derivados da planta vinca que são usados para tratar vários tipos diferentes de câncer alquilação – uma reação química que impede as moléculas de DNA de se replicar de modo apropriado alquilação bifuncional – um processo no qual moléculas do fármaco formam uma ligação entre dois pares de bases do DNA, o que causa efeitos citotóxicos alquilação monofuncional – um processo no qual as moléculas do fármaco reagem com uma parte de um par de bases do DNA, causando danos à célula análogos de pirimidina – fármacos que matam as células cancerosas por interferirem com a função dos nucleotídios pirimidínicos (compostos químicos empregados na formação de DNA) análogos de purina – fármacos empregados no tratamento de leucemias que se tornam parte do DNA e afetam a replicação desse último análogos do ácido fólico – fármacos que interferem com o modo do organismo de usar ácido fólico análogos do hormônio liberador de gonadotropina – fármacos que baixam o nível de testosterona no organismo e que são empregados como tratamento paliativo do câncer de próstata avançado androgênios – derivados sintéticos da testosterona, o hormônio masculino de ocorrência natural antiandrogênios – fármacos que bloqueiam a ação dos androgênios, os hormônios masculinos

 

APÊNDICE - Respostas às Questões de Teste Rápido

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APÊNDICE

Respostas às Questões de

Teste Rápido

Capítulo 1

Responder as questões seguintes se verdadeiras ou falsas.

Respostas das seguintes questões de múltipla escolha.

1.

2.

3.

4.

5.

1.

2.

3.

4.

5.

a c d c a

Responda cada uma das seguintes questões em uma a três frases.

1. Tolerância ao fármaco ocorre quando um paciente desenvolve uma resposta diminuída a ele com o passar do tempo, necessitando de doses maiores para produzir a mesma resposta. A dependência a um fármaco é quando um paciente exibe uma necessidade física ou psicológica ao fármaco. A dependência com frequência leva a sintomas de retirada quando o paciente cessa de tomar o fármaco.

2. Possíveis respostas podem incluir uma das quatro seguintes: efeitos aditivos, potencialização, efeitos antagônicos, absorção diminuída ou aumentada e metabolismo e excreção diminuídos ou aumentados.

3. Farmacocinética envolve a absorção, a distribuição, o metabolismo e a excreção de um fármaco.

 

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