Avaliação Nutricional - Novas Perspectivas, 2ª edição

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Avaliação Nutricional | Novas Perspectivas é uma obra inovadora e abrangente, que agrega a experiência do corpo docente do Centro Universitário São Camilo (SP), entre especialistas de outras instituições de renome.

Aprimorada e bastante atualizada, esta segunda edição apresenta texto totalmente revisado e ampliado com base na evolução do conhecimento científico, e conta com novos capítulos sobre avaliação nutricional em atletas, avaliação da imagem corporal, avaliação em estética e tópicos especiais sobre os marcadores fenotípicos da obesidade generalizada e os métodos não convencionais aplicáveis à nutrição clínica.
Todo esse cuidado garante a estudantes e profissionais de Nutrição e de outras áreas da saúde um conteúdo de qualidade, compatível com a exigência técnica, intelectual e profissional que se torna cada vez maior para a consolidação e a evolução do nutricionista em áreas como Nutrição Clínica, Saúde Pública, Nutrição em Esporte e Estética, Nutrição em Wellness e Transtornos Alimentares.

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14 capítulos

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1 | Introdução à Avaliação Nutricional

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1

Introdução à Avaliação

Nutricional

Sandra Maria Chemin Seabra da Silva, Denise Balchiunas e Lúcia Caruso

Histórico

A profissão de nutricionista surgiu, no Brasil, em 1938, po­ rém, no mundo, a profissão teve início no ­século 17, com a Or­ dem das Irmãs Ursulinas, no Canadá. Da origem brasileira, na década de 1940, até a presente data, a profissão não se prendeu apenas ao setor de Saú­de — determinante comum em outros paí­ses. A evolução da prática profissional em Nutrição, no Bra­ sil, realizou-se sob condições específicas e relacionadas tanto com o processo social como com o setor de Saú­de.

Essa evolução ampliou a formação do profissional, de modo a atender às expectativas sociais nos campos da vigilância nu­ tricional e alimentar, de assistência nutricional ao in­di­ví­duo e aos grupos populacionais, de marketing em alimentação e nu­ trição, entre outros, sem perder de vista sua identidade profis­ sional de origem. Aliada à evolução, a profissão consolidou-se e aspectos legais foram discutidos e inseridos no mercado de trabalho.

 

2 | Aspectos Bioéticos do Cuidado Nutricional

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2

Aspectos Bioéticos do Cuidado Nutricional

Adriana Garcia Peloggia de Castro e Maria Inês Rodrigues

Introdução

Cuidar de alguém que precisa de atenção é um ato proveniente da origem da Medicina, há aproximadamente 25 séculos, por Hipócrates. Em seus procedimentos, ele estruturava o exercício do conhecimento em pilares éticos que ficaram evidentes em seu juramento proposto aos médicos de seu tempo e motivo de reflexão até os dias atuais. O conteú­do já contemplava o modelo da virtude ao reforçar o exercício da profissão com pureza; recusava a maleficência ao destacar que a nenhum paciente seriam administrados venenos nem substâncias abortivas; afirmava a beneficência ao dizer que, ao se entrar em um lar, não se levaria outro propósito que não o bem e a saú­de do doente. Hipócrates também chamava a atenção para a finalidade do agir tratando os doentes da maneira que lhes fosse mais benéfica; lembrava a confidencialidade, enunciava a dignidade e atendia a vulnerabilidade.1

 

3 | Triagem Nutricional | Abordagem na Prática Clínica

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3

Triagem Nutricional |

Abordagem na Prática Clínica

Lúcia Caruso e Maria de Fátima Nunes Marucci

Introdução

A avaliação nutricional é um processo que demanda tempo e equipamentos específicos. É recomendável que todos os pacientes sejam submetidos a esse processo; no entanto, essa prática nem sempre é viá­vel, devido à escassez de recursos humanos e financeiros.

Ao mesmo tempo, algumas condições clínicas estão associadas à subnutrição ou à presença de risco nutricional, como especificado no Quadro  3.1. Risco nutricional é definido como a presença de va­riá­veis que podem prejudicar o estado nutricional, seja pela necessidade de aumento das recomendações dietéticas, em virtude de estresse metabólico, seja por uma condição clínica que impeça, por exemplo, a ingestão alimentar adequada.1

Ao considerar que diferentes situações clínicas podem contribuir para o desenvolvimento de subnutrição, torna-se importante abordar a magnitude desse distúrbio nutricional no ambiente hospitalar.

 

4 | Anamnese Nutricional e Inquéritos Dietéticos

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4

Anamnese Nutricional e Inqué­ritos Dietéticos

Andréa Fraga Guimarães e Andrea Polo Galante

O atendimento nutricional visa à promoção da saú­de do paciente por meio da recupe­ração ou manutenção do estado nutricional. Para isto, o nutricionista necessita ter em mãos o diagnóstico nutricional, pois, quanto mais preciso ele for, mais coerente é a prescrição dietética diante dos objetivos pretendidos. O diagnóstico nutricional deriva de informações obtidas pela anam­ne­se nutricional, complementadas por dados dietéticos, antropométricos, bioquí­micos e de composição corporal.

A anam­ne­se disponibiliza dados subjetivos e é complementada por dados objetivos fornecidos pelos demais indicadores do estado nutricional do paciente.

Anamnese nutricional

Podemos entender o significado da anam­ne­se nutricional no tratamento dietético ao consultar a literatura especializada em propedêutica e/ou semiologia, ­áreas que estudam os meios utilizados pelo profissional da saú­de para a definição do diagnóstico.1-3 Desse modo, toda a discussão desenvolvida neste capítulo em torno da anam­ne­se nutricional foi ba­sea­da nos conceitos e nas considerações estabelecidos por tais referências.1-3

 

5 | Aplicações Práticas da Ingestão Dietética de Referência

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5

Aplicações Práticas da Ingestão

Dietética de Referência

Andrea Polo Galante, Flavia Schwartzman e Silvia Maria Voci

Ingestão dietética de referência

As ingestões dietéticas de referência (DRI, dietary reference intakes) constituem novos e mais amplos valores de refe­ rência para a ingestão de nutrientes para in­di­ví­duos e grupos e substituem as antigas ingestões dietéticas recomendadas

(RDA, recommended dietary allowances) e dietary standards/ recommended nutrient intakes (RNI), padrões de referência dos

EUA e Canadá, respectivamente.

As DRI foram estabelecidas conjuntamente pelos EUA e Ca­ nadá, tendo como referência a população desses paí­ses, e foram publicadas no perío­do de 1997 a 2004.

As DRI diferem das antigas RDA e RNI em vários aspectos.

Em primeiro lugar, porque apresentam quatro valores de refe­ rência e não apenas um. Em segundo lugar, seu objetivo não é somente a prevenção de deficiên­cias nutricionais, como era o das antigas RDA e RNI, mas também a diminuição do risco de doen­

 

6 | Antropometria e Composição Corporal

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6

Antropometria e

Composição Corporal

Clara Korukian Freiberg, Luciana Rossi e Deise Cristina Oliva Caramico

Introdução

O termo antropometria tem sua origem do grego: anthropo, que significa homem, e metron, medida.1 Por definição, a antropometria envolve a obtenção de medidas físicas de um indivíduo para relacioná-las com um padrão que reflita o seu crescimento e desenvolvimento.2 Essas medidas físicas compõem a avaliação nutricional.3 Pela antropometria, é possível, primeiramente, estudar a composição corporal humana e os seus diversos constituintes; normalmente a massa corporal total é expressa pelas respectivas porcentagens de gordura e massa magra,4 e, posteriormente, especificar quais desses componentes estão relacionados com os processos de saúde, doença e qualidade de vida do indivíduo.5 Nesse último caso, o estudo da composição corporal encontra relevância e aplicação na avaliação e no acompanhamento de indivíduos saudáveis, doentes crônicos ou agudos6 e também em praticantes de atividade física7 e até mesmo em atletas de alto nível.8 Consequentemente, o estudo da composição corporal, que já perdura por mais de 100  anos, con­ti­nua a ser uma ­área ativa na ciên­cia básica e pesquisa clínica e abre ampla perspectiva no entendimento de processos relacionados com a mortalidade e morbidade, referentes a doen­ças como obesidade, alterações no processo de crescimento e desenvolvimento, aptidão física, treinamento e desempenho esportivos, nutrição, diferenças socioculturais, entre outras diversas áreas de pesquisa.5,9

 

7 | Interpretação de Exames Laboratoriais | Importância na Avaliação Nutricional

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7

Interpretação de Exames

Laboratoriais | Importância na

Avaliação Nutricional

Liliana Paula Bricarello, Luciana Trindade Teixeira Rezende,

Renata Basso e Valter Luiz da Costa Jr.

Introdução

A solicitação de exames laboratoriais pelo nutricionista é extremamente importante para o acompanhamento do paciente.

Sem os resultados dos exames não é possível adequar o tratamento dietético, verificar a adesão à dieta prescrita, tampouco monitorar as evoluções metabólicas do paciente.

Ao solicitar exames, o nutricionista deve seguir a Resolução do

Conselho Federal de Nutricionistas no 306/2003, que dispõe sobre a solicitação de exames laboratoriais na ­área de nutrição clínica:1

Art. 1o Compete ao nutricionista a solicitação de exames laboratoriais necessários à avaliação, à prescrição e à evolução nutricional do cliente-paciente.

Art. 2o O nutricionista, ao solicitar exames laboratoriais, deve avaliar adequadamente os critérios técnicos e científicos de sua conduta, estando ciente de sua responsabilidade frente aos questionamentos técnicos decorrentes.

 

8 | Avaliação do Gasto Energético

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8

Avaliação do Gasto Energético

Calorimetria direta

Luciana Rossi

Origem da mensuração da energia térmica dos seres vivos

A unidade de medida de calor, o joule, tem como origem os estudos da Física sobre o Princípio de Conservação de Energia (1842) descrito por Mayer: “as energias são entidades conversíveis, mas indestrutíveis...” (Nussenzveig, 1987; Einstein e Infeld, 1962).1,2 Assim, das especulações sobre a natureza da energia térmica e suas transformações, nasceu o problema da determinação do equivalente mecânico do calor, que foi resolvido pelo cervejeiro e cientista amador de 30 anos, o inglês James Prescott Joule. Porém coube ao físico-matemáticofisiologista Hermann von Helmholtz, em seu livro intitulado

Sobre a conservação da energia, mostrar que esse princípio se aplicava a todos os fenômenos mecânicos, térmicos, elétricos, magnéticos e, principalmente, na área da Biologia, no que concerne ao metabolismo dos seres vivos (Einstein e Infeld, 1962).2

 

9 | Avaliação Nutricional em Diferentes Situações

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9

Avaliação Nutricional em Diferentes Situações

Infância

Recém-nascidos

Maria José Guardia Mattar e Mônica Santiago Galisa

A avaliação nutricional de recém-nascidos (RN), principalmente de prematuros, visa à detecção precoce de crescimento anormal, implicando mudança de terapia no pré-natal e no pós-natal, com o objetivo de reduzir a morbimortalidade neste perío­do.

Avaliar a nutrição do recém-nascido é um mecanismo fundamental tanto no diagnóstico da nutrição intrauterina, como no acompanhamento do crescimento extrauterino, por isso é fundamental estabelecer um roteiro como o sugerido a seguir:

• Anamnese com ênfase nos dados maternos

• Exame físico (corresponde a uma avaliação sumária da nutrição intrauterina)

• Classificação do RN

• Antropometria

• Avaliação da oferta nutricional por meio, basicamente, de balanços de nutrientes, água, proteí­na etc.

• Avaliação laboratorial.1

A classificação do RN poderá ser rea­li­zada segundo a idade gestacional (IG) e/ou o peso ao nascer (PN), conforme os seguintes critérios:

 

10 | Avaliação da Imunocompetência

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10

Avaliação da

Imunocompetência

Marcelo Macedo Rogero

Introdução

O funcionamento adequado do sistema imune é crucial para a saú­de humana, e a nutrição representa um determinante crítico da resposta imune. Dados epidemiológicos e clínicos sugerem que deficiên­cias nutricionais alteram a imunocompetência e aumentam o risco de infecção. Atualmente, pesquisas na ­área de nutrição têm enfocado o papel de diferentes nutrientes e compostos bioativos dos alimentos que promovem o aumento da imunocompetência e, consequentemente, acarretam melhora da saú­de e redução do risco de doen­ças.

A avaliação das alterações induzidas pela dieta sobre a função imune requer abordagem metodológica meticulosa que propicie a determinação de diversos parâmetros imunológicos. Contudo, atualmente, não existe um marcador que isoladamente caracterize o efeito de uma intervenção dietética sobre a resistência a infecções ou outras doen­ças relacionadas com o sistema imune.

Sistema imune

 

11 | Métodos Não Convencionais Aplicáveis na Avaliação Nutricional Clínica

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11

Métodos Não Convencionais

Aplicáveis na Avaliação

Nutricional Clínica

Avaliação da Massa Muscular

Vera Silvia Frangella, Maria Alice de Gouveia Pereira,

Ângela Lucia da Rosa e Viviane Erina Yamashiro

Introdução

Escala Egen Klassifikation

A medida da massa magra ou m

­ uscular, em seres humanos,

é obtida ao se extrair a gordura corporal do peso total do in­ di­ví­duo. A massa magra é constituí­da de conteú­do mineral

ósseo, proteí­nas e água intra e extracelular, e sua mensuração possibilita diagnosticar possíveis anormalidades nutricionais que podem ser resultantes de alterações metabólicas, além de identificar precocemente os riscos à saú­de e perda de massa

­muscular.1,2

Como visto no Capítulo  5, vários métodos são utilizados para a avaliação do estado nutricional e da massa magra com determinada precisão, como antropometria, bioimpedância

(BIA), bioquí­micos, densitometria óssea (DEXA, dual-energy x-ray absorptiometry), hidrodensitometria ou pesagem hidros­ tática, isótopos marcados, análise da ativação de nêutrons in vivo e ressonância magnética (RM). Contudo, o custo da aplica­

 

12 | Avaliação Nutricional em Estética

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Avaliação Nutricional em Estética

Cinthia Roman Monteiro

Introdução

A nutrição é uma á­ rea nova que surgiu em 1938 e foi regula­ mentada apenas em 1967, por meio da promulgação da Lei no

5.276/67, revogada em 1991, quando foi decretada e sanciona­ da a Lei no 8.234/91,1 vigente nos dias atuais.

Segundo a Resolução do Conselho Federal de Nutricionis­ tas — CFN no 334/20042 — o nutricionista é o profissional de saú­de, que, atendendo aos princípios da ciên­cia da Nutrição, tem como função contribuir para a saú­de dos in­diví­duos e da coletividade, zelando pela preservação, promoção e recupe­ ração da saúde. Dentro das áreas específicas de atuação deter­ minadas pela Resolução do CFN no 380/2005,3 são descritas

8,  sendo elas: alimentação coletiva, saú­de coletiva, nutrição clínica, docência, indústria de alimentos, nutrição em espor­ te, marketing na ­área de alimentação e nutrição. Percebe-se, portanto, que a á­ rea Nutrição e Estética ainda não foi regu­ lamentada.

 

13 | Avaliação da Imagem Corporal

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13

Avaliação da Imagem Corporal

Marle S. Alvarenga

Introdução

Embora a formação profissional em nutrição não foque a imagem corporal, o corpo está diretamente relacionado com nosso estado nutricional e, portanto, o nutricionista deve estar preparado para lidar com questões que envolvem a imagem corporal, uma vez que podem afetar os hábitos alimentares e a motivação para mudanças comportamentais – além de serem sintomas de algumas doen­ças que exigem tratamento nutricional, destacando-se os transtornos alimentares.

Histórico e definições

Um dos primeiros teó­ricos da imagem corporal (IC) definiu o construto “a figura que formamos em nossa mente sobre os nossos corpos”; e também descreveu a IC como fenômeno biopsicossocial, com dimensões neurológicas, psicológicas e sociais (Schilder, 1950).1 Atualmente, a definição mais aceita de IC é a proposta por Slade (1994),2 como “a figura que temos em nossa mente a respeito do tamanho, da estrutura e da forma do nosso corpo e os sentimentos a respeito dessas características da unidade do corpo e de suas partes constituintes”. Sendo assim, a IC não é apenas como vemos os nossos corpos, mas também, o que pensamos sobre o corpo, o que sentimos por ele e o que fazemos em prol dele.

 

14 | Avaliação Nutricional de Atletas

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Avaliação Nutricional de Atletas

Crianças e Adolescentes

Marcia Nacif, Renata Furlan Viebig e Luciana Rossi

A participação de crianças e adolescentes em atividades esportivas é parte do processo de socialização, pois além dos benefícios para a saú­de, oferece oportunidades de lazer e desenvolvimento de melhor aptidão física que leva à melhoria da autoestima (Juzwiak et  al., 2000).1 Além disso, a participação das crianças e adolescentes em eventos esportivos proporciona oportunidade de divertimento, interação social e desenvolvimento de suas habilidades motoras (Raya et al., 2007).2

A atividade física regular é comportamento que, juntamente com a genética, nutrição e o ambiente estimula o crescimento físico normal (Federação Internacional de Medicina Esportiva,

1997)3 e contribui para que o in­di­ví­duo alcance seu potencial de crescimento geneticamente determinado (Maffulli et al., 2002).4

Quando realizada de maneira orientada, a prática de atividade física na infância contribui para a prevenção de diversas enfermidades, tais como diabetes melito, hipertensão arterial e obesidade, as quais têm sido constatadas em idades cada vez mais precoces (Bergamasco et al., 2008; Raya et al., 2007).5, 2 A experiência no esporte pode diminuir a necessidade de insulina, auxiliar na perda de peso e causar hipertrofia do ­músculo cardía­co e consequente ganho de força de contração, proporcionando queda na fre­quência cardía­ca. Adicionalmente, o treinamento físico durante a infância e adolescência é associado ao aumento do conteú­do mineral ósseo e massa óssea, sendo estes efeitos mais aparentes em esportes de suporte do peso corporal (Benetti et al., 2005).6

 

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