Prática de Enfermagem, 10ª edição

Autor(es): NETTINA, Sandra M.
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Didática e objetiva, esta obra oferece uma rica fonte de informações sobre as melhores práticas de enfermagem, sendo um importante recurso para a formação do estudante, a capacitação profissional e o atendimento de qualidade. Esta décima edição de Prática de Enfermagem foi inteiramente revisada e ampliada, ganhou novas figuras e tabelas, além de vários boxes sobre a fisiopatologia de doenças importantes. Os cuidados de enfermagem também foram amplamente adaptados à realidade atual, para abordar novos tratamentos, e o tópico Principal ponto de decisão foi acrescentado a muitas diretrizes de procedimento para destacar o passo a passo de determinadas ações. Todo esse aprimoramento tem como objetivo facilitar o acesso às informações no movimentado ambiente clínico e traduzir esse conhecimento na melhor assistência ao cliente.

61 capítulos

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1 - Prática e Processo de Enfermagem

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1

Prática e Processo de Enfermagem

Prática de enfermagem, 2

Conceitos básicos da prática de enfermagem, 2

Cuidado de enfermagem seguro, 4

Processo de enfermagem, 5

Etapas do processo de enfermagem, 5

Enfermagem no atendimento domiciliar e na comunidade, 8

Prática de enfermagem

Conceitos básicos da prática de enfermagem

O papel da enfermeira e o âmbito da prática de enfermagem têm sido ampliados desde que Florence Nightingale desenvolveu o primeiro modelo para educação de enfermagem em 1873. Hoje, a ênfase está voltada para o cuidado de enfermagem ba­sea­do em evidências e as práticas preventivas de saú­de. O entendimento dos conceitos básicos da prática de enfermagem, inclusive papéis e teorias de enfermagem, habilitação e questões legais, ajuda a melhorar o desempenho profissional.

Definição de enfermagem

1. Enfermagem é arte e ciên­cia.

2. No passado, a ênfase estava no cuidado ao cliente doente; hoje, a promoção da saú­de é enfatizada.

 

2 - Padrões de Cuidado e Aspectos Éticos e Legais

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2

Padrões de Cuidado e

Aspectos Éticos e Legais

Introdução, 12

Conceitos éticos essenciais, 12

Respeito ao in­di­ví­duo e à sua autonomia, 12

Beneficência, 13

Não maleficência, 13

Justiça, 13

Dilemas éticos, 13

Princípios éticos conflitantes, 13

Exemplos de dilemas éticos e possíveis respostas, 13

Aspectos legais da prática de enfermagem profissional, 14

Responsabilidade, 14

Defesa dos interesses dos clientes, 15

Confidencialidade, 15

Consentimento informado, 15

Âmbito de prática, habilitação e especialização, 16

Padrões de prática, 16

Garantia da qualidade e redução dos eventos adversos, 17

Gerenciamento das ações de responsabilização legal, 18

Imperícia, 18

Triagem, orientação e aconselhamento telefônicos, 19

Prática telefônica bem-sucedida, 20

Introdução

Conceitos éticos essenciais

As enfermeiras estão na linha de frente do sistema de atenção à saú­ de. Desse modo, não é surpreendente que essas profissionais com­ ponham a equipe de saú­de, a quem os clientes mais confiam sua saú­de e seu bem-estar. Além desse privilégio, as enfermeiras arcam com deveres iguais de responsabilidade e imputabilidade quanto ao cumprimento dos princípios éticos e dos padrões de cuidado apli­ cáveis à profissão. Esforços mais intensivos devem ser envidados na profissão no sentido de aplicar deliberada e sistematicamente os re­ sultados de pesquisas para uma prática diá­ria, ba­sea­da em evidência, e, desse modo, aumentar a segurança dos clientes, melhorar os resul­ tados alcançados e reduzir riscos e eventos adversos.

 

3 - Promoção da Saúde e Cuidados Preventivos

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3

Promoção da Saú­de e

Cuidados Preventivos

Conceitos de promoção e prevenção, 21

Princípios de promoção da saú­de, 21

Teorias de mudança comportamental, 22

Ensino ao cliente e educação em saú­de, 25

Algumas ­áreas de promoção da saú­de, 25

Conceitos de promoção e prevenção

Princípios de promoção da saú­de

A promoção da saú­de é definida como medidas adotadas para desenvolver um nível elevado de bem-estar e é rea­li­zada por meio de modificações do comportamento pessoal e do ambiente onde os in­ di­ví­duos vivem.

Níveis de prevenção

1. A prevenção de doen­ças tem como objetivo evitar problemas ou atenuar suas conse­quências quando ocorrem. a. Prevenção primária é evitar, em absoluto, a ocorrência de um problema de saú­de. b. Prevenção secundária é detectar precocemente um pro­ blema de saú­de e tomar medidas para acelerar a recupe­ ração. c. Prevenção terciá­ria é cuidar para atenuar os efeitos do pro­ blema de saú­de e evitar complicações a longo prazo.

 

4 - Genética e Aplicações em Saúde

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4

Genética e Aplicações em Saúde

Genética humana, 33

Princípios básicos, 33

Aplicação clínica, 34

Distúrbios genéticos, 34

Genética humana

No contexto de atenção à saú­de, genética humana é o estudo da etiologia, da patogenia e da história natural das doen­ças humanas afetadas por fatores genéticos. Estes se estendem além da visão limitada de síndromes genéticas singularmente definidas e englobam in­fluên­cias na saú­de, ocorrência de distúrbios complexos, respostas biológicas in­di­vi­duais às doen­ças, tratamentos e abordagens terapêuticas médicas potenciais e estratégias de prevenção ou cura.

Essa compreensão extraordinária ficou evidente com base nos resultados do Projeto Genoma Humano. Esse esforço colaborativo internacional estendeu-se por 15 anos e foi concluí­ do em 2003. Uma das metas significativas do Projeto Genoma

Humano era identificar os cerca de 25.000 genes humanos. Esses avanços e os conhecimentos gerados con­ti­nuarão a afetar significativamente a prestação de cuidados de saú­de e a prática de enfermagem. Avaliações genéticas, rastreamento, testes, tratamento dirigido, aconselhamento familiar e aspectos legais,

 

5 - Exame Físico do Adulto

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Unidade

1

Considerações Gerais em Saú­de

5

Exame Físico do Adulto

História de saú­de do cliente, 46

Princípios gerais, 46

Técnicas de entrevista, 46

Componentes, 46

Conclusão da história de saú­de, 49

Exame físico, 49

Princípios gerais, 49

História de saú­de do cliente

Princípios gerais

1. O primeiro passo para o cuidado de um cliente e para a solicitação de sua cooperação ativa é obter uma história de saú­de cuidadosa e completa. a. Diante de quaisquer preocupações e problemas do cliente, a história de saú­de detalhada é o fundamento sobre o qual se baseiam a coleta de dados e o processo de avaliação. b. A abrangência da história obtida depende das informações disponíveis no prontuá­rio do cliente e na confiabilidade do seu relato.

2. No relacionamento enfermeira-cliente, o tempo dispendido inicialmente com a obtenção de informações detalhadas sobre o que o cliente sabe, pensa e sente quanto aos seus problemas evita erros que demandam tempo e incompreensões mais tarde.

 

6 - Tratamento Intravenoso

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6

Tratamento Intravenoso

Considerações gerais, 78

Objetivos, 78

Assimilação fisiológica das soluções de infusão, 78

Infusão IV rápida, 80

Infusão con­tí­nua ou intermitente utilizando dispositivos de controle, 80

Infusões intermitentes, 84

Função da enfermeira no tratamento intravenoso, 89

Complicações do tratamento intravenoso, 93

Tipos de administração intravenosa, 80

Considerações gerais

Objetivos

Os objetivos do tratamento intravenoso (IV) são:

1. Manter ou repor as reservas corporais de água, eletrólitos, vita‑ minas, proteí­nas, gorduras e calorias dos clientes incapacitados de manter uma ingestão adequada por via oral.

2. Normalizar o equilíbrio acidobásico.

3. Regularizar o volume dos componentes sanguí­neos.

4. Administrar infusões seguras e eficazes de fármacos utilizando o acesso ­vascular apropriado.

5. Monitorar a pressão venosa central (PVC).

6. Fornecer nutrição enquanto o sistema digestório estiver em

 

7 - Enfermagem Perioperatória

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7

Enfermagem Perioperatória

Considerações gerais e avaliação, 97

Introdução, 97

Segurança perioperatória, 97

Cirurgia ambulatorial, 98

Consentimento informado |

Autorização para a cirurgia, 100

Fatores de risco cirúrgico e medidas preventivas, 101

Cuidados pré‑operatórios, 103

Orientação ao cliente, 103

Preparação da ­área cirúrgica, 104

Medicação pré‑operatória, 105

Admissão do cliente cirúrgico, 105

Cuidados intraoperatórios, 106

Anestesia e complicações associadas, 106

Cuidados pós‑operatórios, 108

Unidade de recupe­ração pós‑anestésica, 108

Desconfortos pós‑operatórios, 110

Dor pós‑operatória, 111

Considerações gerais e avaliação

Introdução

Enfermagem perioperatória é um termo usado para descrever os cui‑ dados de enfermagem prestados durante toda a experiência cirúr‑ gica de um cliente: cuidados pré‑operatórios, intraoperatórios e pós‑operatórios.

 

8 - Enfermagem em Oncologia

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8

Enfermagem em Oncologia

Considerações gerais e avaliação, 129

Etiologia, detecção e prevenção, 129

Procedimentos e tratamento, 134

Manejo cirúrgico, 134

Quimioterapia, 134

Radioterapia, 146

Terapia biológica, 149

Considerações especiais no tratamento do câncer, 150

Manejo da dor, 150

Considerações gerais e avaliação

O câncer pode ser considerado uma doen­ça crônica em vez de uma doen­ça terminal, exigindo, portanto, tratamento contínuo. Abrange mais de 100 condições diferentes, caracterizadas pelo crescimento descontrolado de células anormais e sua disseminação. Os meca‑ nismos normais de crescimento e proliferação estão comprometi‑ dos, resultando em alterações morfológicas distintas das células e em aberrações nos padrões histológicos (Tabela 8.1).

A célula maligna tem a capacidade de invadir o tecido circun‑ dante e os linfonodos regionais. Em geral, o câncer primário tem história natural e padrão de disseminação previsíveis.

 

9 - Cuidado do Adulto Idoso ou Incapacitado

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9

Cuidado do Adulto Idoso ou Incapacitado

Considerações gerais e avaliação, 158

Alterações normais do envelhecimento, 158

Avaliação funcional, 163

Avaliação psicossocial, 164

Preservação da saú­de, 166

Prevenção primária, 166

Prevenção secundária, 167

Prevenção terciá­ria, 168

Problemas especiais de saú­de do adulto idoso, 173

Resposta alterada aos fármacos, 173

Estado nutricional alterado, 175

Incontinência urinária, 176

Retenção urinária, 177

Incontinência fecal, 177

Considerações Gerais e Avaliação

Essencialmente, a avaliação geriá­trica abrangente (AGA) consiste em compreender plenamente as necessidades de saú­de dos adultos idosos. A AGA é rea­li­zada por uma equipe multiprofissional, que, geralmente, inclui uma enfermeira geriá­trica, um geriatra e um as­ sistente social. Outros membros dessa equipe podem ser farmacêu­ ticos, fisioterapeutas e nutricionistas. O Hartford Institute of Ge­ riatric Nursing fornece vários recursos para a avaliação dos adultos idosos em sua página na internet (www.consultgerirn.org/resources).

 

10 - Função e Tratamento Respiratórios

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Unidade

2

Saú­de Respiratória

10

Função e Tratamento

Respiratórios

Considerações gerais e avaliação, 191

Função respiratória, 191

Dados subjetivos, 192

Dados objetivos, 193

Exames laboratoriais, 193

Radiologia e exames de imagem, 200

Outros exames diagnósticos, 201

Procedimentos e modalidades terapêuticas gerais, 205

Estabilização da via respiratória artificial, 205

CONSIDERAÇÕES GERAIS E AVALIAÇÃO

Função respiratória

A função principal do sistema pulmonar (pulmões e circulação pul­ monar) é fornecer oxigênio (O2) às células e remover dió­xido de car­ bono (CO2) dos tecidos (troca gasosa). A adequação da oxigenação e da ventilação é determinada pela pressão parcial de oxigênio arterial

(PaO2) e pela pressão parcial de dió­xido de carbono (PaCO2). O sis­ tema pulmonar também funciona como reservatório de sangue para o ven­trículo esquerdo, quando é necessário reforçar o débito cardía­ co; como protetor da circulação sistêmica quando filtra restos/partí­ culas; como regulador do volume de líquidos, de modo que a água possa ser mantida fora dos alvéo­los; e como órgão efetor de funções metabólicas (inclusive produção de surfactante) e endócrinas.

 

11 - Distúrbios Respiratórios

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11

Distúrbios Respiratórios

Distúrbios agudos, 269

Insuficiên­cia respiratória, 269

Síndrome de angústia respiratória aguda, 272

Bronquite aguda, 274

Pneumonia, 275

Pneumonia por aspiração, 281

Embolia pulmonar, 282

Tuberculose, 285

Pleurisia, 290

Derrame pleural, 291

Abscesso pulmonar, 292

Câncer de pulmão |

Câncer broncogênico, 293

Distúrbios crônicos, 296

Bronquiectasia, 296

Doença pulmonar obstrutiva crônica, 297

Cor pulmonale, 307

Doença pulmonar intersticial

(fibrose pulmonar), 309

Fibrose pulmonar idiopática, 310

Distúrbios agudos

Insuficiên­cia respiratória

A insuficiên­cia respiratória refere-se a uma alteração na função do sistema de troca gasosa da respiração, que afeta a eliminação de oxigênio (insuficiên­cia respiratória hipóxica) e/ou de dió­xido de carbono

(insuficiên­cia respiratória hipercápnica). A insuficiên­cia respiratória hipoxêmica (tipo I) caracteriza-se por queda do nível de oxigênio arterial (PaO2) abaixo de 60 mmHg (hipoxemia), com pressão de dió­ xido de carbono arterial (PaCO2) normal ou baixa. Trata-se do tipo mais comum de insuficiên­cia respiratória, habitualmente associada a doen­ças agudas do pulmão.

 

12 - Função Cardiovascular e Modalidades de Tratamento

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Unidade

3

Saú­de Cardiovascular

12

Função Cardiovascular e

Modalidades de Tratamento

Considerações gerais e avaliação, 316

Manifestações comuns das cardiopatias, 316

História de enfermagem, 318

Exame físico, 319

Exames laboratoriais, 320

Radiologia e exames de imagem, 321

Outros exames diagnósticos, 324

Procedimentos gerais e modalidades de tratamento, 329

Monitoramento hemodinâmico, 329

Marca‑passo cardía­co, 339

Desfibrilação e cardioversão, 347

CONSIDERAÇÕES GERAIS E avaliação

Manifestações comuns das cardiopatias

Nos clientes com doen­ça cardía­ca, a dor torácica é a manifestação clínica mais comum e a segunda queixa principal mais frequente nos serviços de emergência. As cardiopatias também podem ser caracte­ rizadas por dispneia (dificuldade de respirar), palpitações, fraqueza, fadiga, tontura, síncope, sudorese ou problemas digestivos.

!

Alerta de enfermagem  Mulheres e clientes idosos e/ou diabéticos podem não apresentar os sintomas típicos da síndrome coronariana aguda (SCA). Esse diagnóstico deve ser considerado nesses grupos de clientes quando eles referem outros sintomas, como dor na região lom‑ bar, náu­seas, fadiga, dispneia, tontura, sudorese fria, dor na mandíbula e dor no braço direito (sem dor torácica).

 

13 - Distúrbios Cardíacos

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13

Distúrbios Cardíacos

Distúrbios cardía­cos, 371

Doença das artérias coronárias, 371

Infarto do miocárdio, 377

Hiperlipidemia, 385

Choque cardiogênico, 388

Endocardite infecciosa, 391

Endocardite reumática (cardiopatia reumática), 394

Miocardite, 396

Pericardite, 398

Miocardiopatia, 400

Insuficiên­cia cardía­ca, 402

Edema pulmonar agudo, 408

Valvopatia cardíaca adquirida, 410

Arritmias cardía­cas, 413

Distúrbios cardía­cos

b. Com o passar do tempo, a placa sofre espessamento, estende-se e calcifica-se, causando estreitamento do lúmen.

Doença das artérias coronárias c. A hemorragia e ulceração finais da placa podem causar obstrução coronariana significativa.

Base em evidências Fraker TD, Fihn SD. 2007  2. A angina de peito é causada pelo fluxo sanguí­neo inadequado pachronic angina focused update of the ACC/AHA ra o miocárdio, e constitui a manifestação mais comum da DAC.

 

14 - Distúrbios Vasculares

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14

Distúrbios Vasculares

Procedimentos gerais e modalidades de tratamento, 422

Terapia anticoa­gulante, 422

Terapia trombolítica, 426

Cuidados ao cliente submetido a cirurgia ­vascular, 428

Distúrbios das veias, 429

Trombose venosa, 429

Insuficiên­cia venosa crônica, 434

Úlcera de estase, 435

Veias varicosas, 436

Distúrbio vasospástico | Fenômeno de Raynaud, 447

Distúrbios das artérias, 438

Arteriosclerose e aterosclerose, 438

Doença arterial periférica oclusiva (aorta e artérias distais), 440

Aneurisma, 443

Oclusão arterial aguda, 445

Distúrbios hipertensivos, 448

Hipertensão arterial, 448

Hipertensão maligna, 456

Procedimentos gerais e modalidades de tratamento

Terapia anticoa­gulante

Base em evidências Institute for Clinical Systems

Improvement (ICSI). (2011) Antithrombotic therapy supplement. Bloomington, MN: Author.

É a administração de medicações para alcançar os seguintes objetivos:

 

15 - Distúrbios Neurológicos

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Unidade

4

Saúde Neurológica e Sensorial

15

Distúrbios Neurológicos

Considerações gerais e avaliação, 459

Radiologia e exames de imagem, 459

Outros exames complementares, 465

Procedimentos gerais e modalidades de tratamento, 469

Manejo de enfermagem ao cliente com alteração do estado de consciên­cia, 469

Manejo de enfermagem ao cliente com aumento da pressão intracraniana, 472

Monitoramento intracraniano, 475

Manejo de enfermagem ao cliente submetido a cirurgia intracraniana, 478

Distúrbios dos nervos cranianos, 479

Paralisia de Bell, 479

Neuralgia do trigêmeo |

Tique doloroso, 481

Doença ­vascular cerebral, 482

Insuficiên­cia ­vascular cerebral, 482

Acidente ­vascular encefálico, 485

Ruptura de aneurisma intracraniano, 491

Ruptura de malformação arteriovenosa intracraniana, 496

Distúrbios infecciosos, 498

Meningite, 498

Encefalite, 501

Abscessos cerebrais e espinais, 504

 

16 - Distúrbios Oculares

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16

Distúrbios Oculares

Introdução, 555

Definições de termos, 555

Abreviaturas comuns, 555

Especialistas em cuidados ­oculares, 555

Dados subjetivos, 556

Exame ­ocular, 556

Radiologia e exames de imagem, 558

Procedimentos gerais e modalidades de tratamento, 559

Instilação de fármacos, 559

Irrigação ­ocular, 559

Aplicação de curativo ou tampão ­ocular, 559

Remoção de corpo estranho ­ocular, 559

Remoção de lentes de contato, 559

Cirurgia ­ocular, 567

Distúrbios oculares comuns, 571

Distúrbios da conjuntiva e das pálpebras, 571

INTRODUÇÃO

Definições de termos

1. Acomodação: ajuste, por estruturas ­oculares envolvidas na foca‑ lização, da visão de objetos a diferentes distâncias, aumentando a convexidade da lente (produzida pela contração dos m

­ úsculos ciliares).

2. Acuidade ­visual: medida da capacidade de um cliente ver obje‑ tos distantes ou próximos (distância de leitura), em comparação com o padrão de capacidade ­visual de um in­di­ví­duo normal.

 

17 - Distúrbios do Ouvido, Nariz e Garganta

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17

Distúrbios do Ouvido,

Nariz e Garganta

Considerações gerais e avaliação, 584

História, 584

Exames diagnósticos, 585

Procedimentos e modalidades terapêuticas gerais, 587

Cirurgia nasal, 587

Cirurgia do ouvido, 589

Doenças da boca e da mandíbula, 592

Candidía­se, 592

Infecção por herpes simples | Tipo 1, 593

Distúrbios temporomandibulares, 593

Fraturas maxilofaciais e mandibulares, 594

Distúrbios do nariz, da garganta e dos seios paranasais, 596

Rinopatias, 596

Epistaxe, 597

Sinusite, 598

Faringite, 600

Distúrbios do ouvido, 601

Perda da audição, 601

Otite externa, 603

Impactação de cerume e corpos estranhos, 604

Otite média aguda, 605

Otite média crônica e mastoidite, 608

CONSIDERAÇÕES GERAIS E AVALIAÇÃO

História

Com base na história de saú­de do cliente, incluindo sinais e sinto­ mas, padrões de saú­de atuais e história patológica pregressa, é possí­ vel detectar problemas do ouvido, do nariz e da garganta (ONG) e elaborar um plano de cuidados in­di­vidualizados.

 

18 - Distúrbios Gastrintestinais

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Unidade

5

Saúde Gastrintestinal e Nutricional

18

Distúrbios Gastrintestinais

Considerações gerais de avaliação, 623

Dados subjetivos, 623

Exame físico, 625

Exames laboratoriais, 626

Radiologia e exames de imagem, 627

Procedimentos endoscópicos, 628

Procedimentos gerais e modalidades de tratamento, 630

Como aliviar a constipação intestinal e a impactação fecal, 630

Sondagens nasogástrica e nasoentérica, 633

Cuidados com o cliente submetido a cirurgia gastrintestinal, 639

Cuidados com o cliente submetido a cirurgia de ostomia, 642

Distúrbios esofágicos, 649

Doença do refluxo gastresofágico e esofagite, 649

Hérnia de hiato, 650

Traumatismo e perfurações do esôfago, 651

Distúrbios da motilidade do esôfago, 652

Divertículo esofágico, 655

Câncer de esôfago, 656

Distúrbios gastroduodenais, 657

Sangramento gastrintestinal, 657

Doença ulcerosa péptica, 659

 

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