Artigos Científicos - Como Redigir, Publicar e Avaliar

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Existem muitas publicações sobre como elaborar o trabalho científico, mas são escassos os livros exclusivos a respeito de como produzir metodicamente relatos científicos destinados à publicação. Esta obra, redigida em texto claro, didático e abrangente, aborda minuciosamente esse tema. Nela, o leitor encontra reunida ampla gama de tópicos que, frequentemente, só teria acesso em várias fontes dispersas. Há um capítulo sobre título de artigos, um sobre como relatar os autores, outro sobre introdução e, enfim, um sobre cada item de um texto científico. Além de particularidades e ilustrações das diversas seções de um artigo, há sugestões que visam ao aperfeiçoamento da comunicabilidade, comentários acerca do que não fazer – a antítese da boa redação – e orientações para material adicional de leitura. Artigos Científicos: Como Redigir, Publicar e Avaliar preenche uma lacuna no mercado, tornando possível aos leitores disporem de farto material que irá auxiliá-los a redigir, apresentar e interpretar criticamente textos científicos.

24 capítulos

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Capítulo 1 - Pesquisa e Comunicação Científica

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1

Pesquisa e

Comunicação Científica

Somos aprendizes de uma arte na qual ninguém se torna mestre.

Ernest Hemingway, 1898-1961, escritor norte-americano, a propósito da arte de escrever.

1.1

1.2

1.3

1.4

1.5

1.6

1.7

1.8

1.9

1.10

1.11

1.12

1.13

Introdução, 2

Necessidade da divulgação das pesquisas, 2

Preparação de artigo científico, 2

Publicação de artigo científico, 3

Evolução da comunicação científica nas ciências da saúde, 3

Revolução digital e comunicação autor-editor, 3

Informações científicas na internet, 4

Periódicos de acesso livre, 4

Competição para publicar, 5

Raciocínio científico, 5

Sugestões, 5

Comentário final, 6

Referências, 6

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mensagem subjacente neste livro é de que uma pesquisa só termina quando os seus resultados são divulgados de forma adequada. O artigo científico é a maneira mais eficiente de fazê-lo. Este capítulo introdutório contém generalidades sobre esses temas, e os assuntos nele tratados são retomados nos demais capítulos.

 

Capítulo 2 - Canais de Comunicação Científica

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2

Canais de Comunicação

Científica

Se lemos algo com dificuldade, o autor fracassou.

Jorge Luís Borges, 1899-1986, escritor argentino.

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2.2

2.3

2.4

2.5

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2.11

2.12

2.13

2.14

Introdução, 8

O que é periódico científico, 8

Tipos de periódico científico e suas características, 9

O que é artigo científico, 10

Tipos de artigo científico e suas características, 10

O que é artigo científico original, 10

Público-alvo do artigo científico, 11

Instruções aos autores, 12

Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), 12

Normas de Vancouver, 12

Que normas adotar?, 15

Sugestões, 15

Comentário final, 15

Referências, 15

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U

ma sábia decisão do autor de texto científico é selecionar atentamente o veículo de comunicação que utilizará para a divulgação dos resultados de sua pesquisa. A escolha certa promove o artigo e o autor na comunidade científica. Escolha errada tem o efeito oposto. Esconde o texto das pessoas que seriam os seus leitores preferenciais, aquelas que o citariam e fariam os resultados da investigação serem conhecidos da comunidade científica. A seleção do periódico depende de muitos fatores, dentre os quais, o teor da mensagem e a audiência a alcançar. Diversos tópicos relacionados à comunicação entre o autor e seu público são tratados no capítulo, dentre os quais, os tipos de periódico e de artigo, a clientela-alvo e as normas de publicação.

 

Capítulo 3 - Planejamento, Redação e Revisão do Texto

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3

Planejamento, Redação e Revisão do Texto

Escrita clara é a escrita impossível de ser mal entendida.

Quintiliano, filósofo romano nascido na Espanha, século I d.C.

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3.2

3.3

3.4

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3.9

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3.11

3.12

3.13

3.14

3.15

Ingredientes para escrever, 18

Planejamento da redação, 19

Projeto de pesquisa, 19

Anotações sobre a pesquisa, 19

Reflexão e redação, 20

Esboço e versão inicial, 21

Apresentações preliminares dos resultados da pesquisa, 21

Formas de melhorar a redação, 21

Qualidades de um bom texto, 21

Revisão do próprio texto pelo autor, 22

Revisões externas, 23

Recados ao escritor iniciante, 23

Sugestões, 24

Comentário final, 24

Referências, 24

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Capítulo 4 - Estrutura do Artigo Científico

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Estrutura do

Artigo Científico

A simplicidade é o último degrau da sabedoria.

Victor Hugo, 1802-1885, escritor francês.

4.1

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4.7

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4.15

Advento dos periódicos científicos, 28

Subdivisão progressiva dos textos científicos, 28

Lógica do texto científico, 29

Estrutura do relato de uma investigação, 29

Transparência do relato, 30

Evidências científicas, 32

Hierarquia das evidências, 32

Diretrizes gerais parao relato de investigações, 33

Diretrizes específicas para o relato de investigações, 34

Diretrizes de redação científica: vale a pena?, 34

Quem é o responsável pela redação?, 38

Por onde começar a redação?, 38

Sugestões, 39

Comentários finais, 39

Referências, 39

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Capítulo 5 - Introdução do Artigo

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5

Introdução do Artigo

O que se conhece bem se enuncia claramente. E as palavras para dizêlo chegam com facilidade.

Nicolas Boileau, 1637-1711, escritor francês.

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5.6

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5.21

Para que serve a seção de introdução, 42

Estrutura da seção de introdução, 42

Apresentação do tema e justificativa para a investigação, 42

Relevância do tema, 43

Originalidade da investigação, 44

Lacunas no conhecimento, 44

Redação do geral para o específico, 46

Suposições do leitor e do escritor, 46

Ligação com a literatura científica, 46

Fontes de informação científica, 47

Revisão narrativa (tradicional), 47

Revisão sistemática, 48

Metanálise, 49

Objetivo da investigação, 49

Hipótese, 51

Tamanho da seção de introdução, 52

 

Capítulo 6 - Método

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Método

O método é a ferramenta com a qual o ser humano constrói o seu conhecimento.

Aristóteles, 384-322 a.C, filósofo grego.

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6.28

O que se entende por método?, 58

Para que serve a seção de método, 58

Estrutura da seção de método, 59

Tipos de delineamento, 60

Cenário da pesquisa, 62

Seleção de participantes para estudo, 63

População fonte e população externa, 64

Elegibilidade dos participantes, 65

Tipos de amostra, 65

Amostra institucional e amostra populacional, 67

Tipos de grupo-controle, 68

O que informar sobre a seleção dos participantes para estudo, 68

Coleta de dados para a pesquisa, 69

Avaliação cega, 70

 

Capítulo 7 - Resultados

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7

Resultados

O objetivo da ciência é substituir as aparências por fatos e as impressões por demonstrações.

François Magendie, 1783-1855, fisiologista francês.

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Para que serve a seção de resultados, 82

Seleção das informações a apresentar, 82

Estrutura da seção de resultados, 82

Seleção de participantes para o estudo, 83

Perdas de participantes, 85

Características basais dos participantes no estudo, 86

Resultados principais, 87

Especificação dos resultados principais, 87

Efeito do acaso nos resultados, 88

Intervalo de confiança, 88

Valor p, 90

Características basais dos grupos, 91

Confundimento(ou confusão de efeitos), 92

 

Capítulo 8 - Discussão

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8

Discussão

A ciência nada mais é do que o senso comum refinado e disciplinado.

Gunnar Myrdal, 1898-1987, economista sueco.

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Para que serve a seção de discussão, 104

Estrutura da seção de discussão, 104

Realce para os achados principais da pesquisa, 104

Validade da investigação, 105

Limitações da própria investigação, 106

Limitações relacionadas ao tipo de delineamento, 107

Aspectos positivos da investigação, 108

Comparação crítica com a literatura, 108

Viés como explicação para os resultados das investigações, 109

Acaso como explicação para os resultados das investigações, 110

 

Capítulo 9 - Referências Bibliográficas

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9

Referências

Bibliográficas

Seria útil que o leitor fosse mais particularmente informado.

René Descartes, 1596-1650, filósofo francês.

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Para que servem as referências bibliográficas, 132

Literatura convencional, 132

Literatura não convencional (ou cinzenta), 132

Seleção das referências para compor o artigo, 132

Relevância da referência, 134

Acessibilidade da referência, 134

Atualidade da referência, 134

Tipos de citação, 135

Precaução com as citações, 135

Enfatizar o fato científico ou o cientista, 136

Estilo de citação no texto, 136

Sistema numérico de citação, 137

Sistema autor-data de citação, 138

Citação no texto: considerações adicionais, 139

 

Capítulo 10 - Título

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10

Título

Deve-se empregar as palavras na linguagem científica, com o mesmo rigor com que se empregam os símbolos em matemática.

Plácido Barbosa, Dicionário de Terminologia Médica Portuguesa, 1917.

10.1 Para que serve o título, 148

10.2 Especificidade do título, 148

10.3 Tipos de título, 149

10.4 Título indicativo , 149

10.5 Título informativo, 149

10.6 O que deve conter o título, 150

10.7 O que não deveconter o título, 152

10.8 Tamanho do título, 153

10.9 Título abreviado, 154

10.10 Sugestões, 154

10.11 Comentário final, 155

10.12 Referências, 155

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título é a parte mais lida de um texto, o seu cartão de visita.1 Logo, há razão suficiente para o autor dedicar máxima importância na sua elaboração. Veremos, no capítulo, particularidades que podem ser úteis para compor o título de um artigo científico.

 

Capítulo 11 - Autoria

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Autoria

A vida do naturalista seria feliz se ele tivesse apenas que observar e nunca escrever.

Charles Darwin, naturalista inglês, 1809-1882.

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11.16

Para que serve o nomedo autor no trabalho científico, 158

O que é um autor, 158

Condições a cumprir para aparecer como autor, 159

Condições que não justificam aparecer como autor, 160

Escolha dos nomes para a lista de autores, 160

Autoria em pesquisa de grupo multicêntrico, 161

Aumento do número de autores por artigo, 161

Participação na pesquisa e autoria do relato, 162

Autor convidado, 163

Autor fantasma, 163

Afiliação institucional e outras informações sobre o autor, 163

Agradecimentos, 164

Fontes de financiamento, 164

Sugestões, 165

Comentário final, 165

 

Capítulo 12 - Resumo

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Resumo

Uma hora de síntese supõe anos de análise.

Fernando de Azevedo, sociólogo brasileiro, 1894-1974.

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12.20

Localização do resumo no artigo científico, 168

Para que serve o resumo, 168

Tipos de resumo, 168

Resumo indicativo, 169

Resumo informativo, 169

Resumo narrativo, 170

Resumo estruturado, 170

Resumo estruturado de artigo original, 170

Resumo estruturado de artigo de revisão, 170

Avaliação da qualidade do resumo, 171

Características do mau resumo, 172

Tamanho do resumo, 173

Resumo estendido, 173

Minirresumo, 173

Idioma do resumo, 174

Preparação do resumo, 174

Diretrizes para a preparação de resumos, 174

Sugestões, 175

Comentário final, 176

 

Capítulo 13 - Palavras-chave

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Palavras-chave

A ciência nada mais é do que o senso comum refinado e disciplinado.

Gunnar Myrdal, economista sueco, 1898-1987.

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13.23

Introdução, 180

Periódico indexado, 180

Para que servem as palavras-chave, 181

Sistemas de palavras-chave, 181

Pesquisa em base de dados, 182

Bases de dados bibliográficos internacionais, 183

MEDLINE/PubMed, 184

Web of Science, 184

EMBASE, 185

Scopus, 185

Google Acadêmico, 185

Bases de dados bibliográficos regionais, 186

LILACS, 186

SciELO, 186

Biblioteca Virtual de Saúde, 186

Revisões críticas da literatura, 187

Biblioteca Cochrane, 188

Portal de periódicos da Capes, 188

 

Capítulo 14 - Escolha do Periódico

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Escolha do Periódico

O nosso saber pode ser aumentado de duas maneiras: pela adição de conhecimentos novos e pela simplificação do conhecimento existente.

Claude Bernard, fisiologista francês, 1813-1878.

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14.16

14.17

Número de periódicos científicos, 194

Fatores que influenciam a escolha do periódico, 194

Qualidade da produção científica, 195

Indexação do periódico, 195

Classificação dos periódicos pelo número de citações, 196

Fator de impacto do periódico, 197

Usos do fator de impacto, 198

Pesquisas do Primeiro Mundo, 199

Principais usuários do fator de impacto, 200

Indicadores de produção científica, 201

Índice h, 201

Classificação QUALIS, 202

Idioma de comunicação entre cientistas, 203

Opções de publicação, 205

 

Capítulo 15 - Complementação do Artigo

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Complementação do Artigo

Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar.

A busca da excelência não deve ser um objetivo e sim um hábito.

Aristóteles, 384-322 a.C, filósofo grego.

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15.18

Número de revisões do texto, 210

Submissão do texto às críticas, 210

Erros e exageros, 211

Padronizações, 211

Abreviaturas, 212

Unidades de medida, 214

Números, 215

Notas explicativas, 216

Redação científica em inglês, 216

Repetição de ideias e palavras, 217

Vícios de linguagem, 219

Tempos verbais e afins, 219

Voz ativa e voz passiva, 220

Frases longas, 220

Tipo de letra, 221

Sugestões, 221

Comentário final, 222

Referências, 222

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Capítulo 16 - Submissão do Artigo para Publicação

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Submissão do Artigo para Publicação

Os editores e revisores levam muitas horas lendo originais e, portanto, valorizam o recebimento de originais que são fáceis de ler e de editar.

Comissão Internacional de Editores de Revistas Médicas (Grupo de Vancouver)

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Exigências dos editores, 224

Material para submissão, 224

Folha de rosto, 225

Carta de apresentação, 225

Transferência de direitos autorais, 227

Permissão para reprodução, 227

Publicação repetida, 227

Responsabilidadepela autoria, 230

Declaração de conflito de interesses, 230

Forma de envio do material para submissão, 230

Lista de itens essenciais, 231

Errata, 232

Submissão múltipla, 232

Pagamento para publicar, 233

Sugestões, 233

 

Capítulo 17 - Avaliação de Artigo Científico

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17

Avaliação de Artigo

Científico

Para o homem de ciência, tão exato e preciso deve ser o raciocínio quanto exata e precisa a expressão falada e escrita em que ele se exterioriza.

Plácido Barbosa, Dicionário de Terminologia Médica Portuguesa, 1917.

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17.25

Fluxo dos artigos submetidos para publicação, 236

Editor e estrutura de apoio, 237

Revisão por pares, 238

Revisor, 239

Roteiro para a revisão, 239

Procedimento na revisão por pares, 240

Decisão sobre publicação, 241

Razões para rejeição, 242

Prazos de publicação, 242

Distorções na avaliação do artigo, 243

Preconceito editorial, 243

Viés de publicação, 244

Registro de ensaio clínico, 245

 

Capítulo 18 - Estatística

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Estatística

A teoria das probabilidades nada mais é do que o bom senso representado por cálculos.

Pierre Simon de Laplace, matemático francês, 1749-1827.

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18.23

Incorporação da estatística na pesquisa em saúde, 256

O estatístico como revisor de artigo científico, 256

Avaliação do relato das técnicas estatísticas , 256

Diretrizes para o relato de aspectos estatísticos, 257

Análise estatística e programas de computação, 257

Onde situar a informação estatística no artigo científico original, 257

Três suposições básicas, 258

Roteiro para avaliação estatística, 259

Lista para checagem de aspectos estatísticos, 259

Hipóteses estatísticas, 259

Tipos de erro, 261

 

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