Bases da parasitologia médica

Autor(es): Luís Rey
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Um clássico na literatura da área de saúde no País!

Para superar as barreiras de comunicação e estimular a difusão das informações científicas na área da saúde, são indispensáveis esforços múltiplos e diversificados dos profissionais que possam contribuir para isso. Os livros didáticos constituem instrumento importante para um trabalho sistematizado de formação profissional, de disseminação do conhecimento e de conscientização dos que devem exigir soluções ou aplicar medidas efetivas contra as grandes endemias ou os fatores de má saúde.

O êxito das edições anteriores de Bases da Parasitologia Médica, que justificou várias reimpressões, foi o motor básico para convencer o autor da importância de manter a obra atualizada. Razão pela qual todos os capítulos foram revistos para esta 3ª edição, tendo sempre presente o propósito de manter o caráter compacto do texto. A terminologia foi adaptada ainda mais à nomenclatura internacional, com o propósito de facilitar a busca de informações complementares em bancos de dados e na bibliografia mundial.

Principais características da obra:

 

Uma das principais referências sobre Parasitologia no Brasil

As doenças emergentes e o agravamento de algumas parasitoses em pacientes imunodeficientes mereceram atenção especial

Há capítulo sobre AIDS e parasitoses nesta edição

 

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45 capítulos

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1. Os Parasitos, o Ambiente e o Homem

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1

Os Parasitos, o Ambiente e o Homem

O AMBIENTE E OS ORGANISMOS VIVOS

Interdependência dos organismos e cadeias alimentares

Sistemas ecológicos

TIPOS DE RELAÇÕES ENTRE OS SERES VIVOS

Competição entre organismos

Competição por um nicho ecológico

Predatismo

Associação entre organismos

Forésia

Comensalismo

Parasitismo

Mutualismo e simbiose

O AMBIENTE E OS ORGANISMOS

VIVOS

Interdependência dos Organismos e Cadeias Alimentares

Qualquer pessoa chamará de “parasita” um indivíduo que viva à custa de outro, ou da sociedade a que pertence, incluindo nesse conceito uma censura ou condenação por oportunismo, abuso ou mau caráter. Muitos pensam a mesma coisa dos microrganismos e animais parasitos, mesmo quando não se lhes possa atribuir responsabilidade consciente e moral por esse tipo de comportamento.

De fato, os parasitos dependem de outros seres vivos, eventualmente dos seres humanos, que, por uma razão ou por outra, tornaram-se seus hospedeiros, muito involuntariamente.

 

2. Principais Grupos de Protozoários e Metazoários em que Há Parasitos do Homem ou seus Vetores

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2

Principais Grupos de Protozoários e

Metazoários em que Há Parasitos do Homem ou seus Vetores

NOMENCLATURA CIENTÍFICA

REINO PROTISTA: SUB-REINO PROTOZOA

SUBFILO SARCODINA

SUPERCLASSE RHIZOPODA: CLASSE LOBOSEA

Ordem Amoebida

Subordem Tubulina

Subordem Acanthopodina

Ordem Schizopyrenida

FILO SARCOMASTIGOPHORA

SUBFILO MASTIGOPHORA

CLASSE ZOOMASTIGOPHOREA

Ordem Kinetoplastida

Subordem Trypanosomatina

Ordem Retortamonadida

Ordem Diplomonadida

Subordem Diplomonadida

Ordem Trichomonadida

FILO APICOMPLEXA

CLASSE SPOROZOEA (= SPOROZOA)

SUBCLASSE GREGARINIA

SUBCLASSE COCCIDIA

Subordem Adeleina

Subordem Eimeriina

Família Eimeriidae

Família Sarcocystidae

Família Cryptosporidiidae

Subordem Haemosporina

Família Plasmodiidae

Família Haemoproteidae

Família Leucocytozoidae

FILO CILIOPHORA

REINO ANIMALIA: SUB-REINO METAZOA

 

3 Tripanossomíase por Trypanosomacruzi: Doença de Chagas

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3

Tripanossomíase por Trypanosoma cruzi: Doença de Chagas

CARACTERIZAÇÃO DO PARASITO

Ciclo e formas evolutivas em hospedeiros vertebrados

Ciclo e formas evolutivas em hospedeiros invertebrados

TRIPANOSSOMÍASE AMERICANA

Infectividade

Resistência ao parasitismo

Patologia

Mecanismos patogênicos

Alterações anátomo e fisiopatológicas

Sintomatologia e formas clínicas

A tripanossomíase humana encontrada nas Américas é conhecida por doença de Chagas, tripanossomíase (ou tripanossomose) americana, e tem por agente causal o Trypanosoma cruzi, flagelado que determina no homem quadros clínicos com características e consequências muito diversas.

A infecção apresenta uma fase aguda, com lesões localizadas, e outra fase, crônica, que pode produzir quadros clínicos variados e incuráveis. Destacam-se, por sua gravidade, a cardiopatia chagásica que ocorre em 27% dos casos, as dilatações de órgãos cavitários, que afetam principalmente o aparelho digestivo (megaesôfago, megacólon etc.) em 6% dos infectados, e distúrbios neurológicos em 3%. As lesões cardíacas são responsáveis por elevada mortalidade, especialmente na fase crônica da doença, que pode sobrevir mesmo 10 a 20 anos depois do processo agudo.

 

4 Tripanossomíase por Trypanosomacruzi: Epidemiologia e Controle

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4

Tripanossomíase por Trypanosoma cruzi: Epidemiologia e Controle

EPIDEMIOLOGIA DA TRIPANOSSOMÍASE AMERICANA

Distribuição geográfica e prevalência

Elementos da cadeia epidemiológica

Os triatomíneos

Espécies de importância médica

Hospedeiros vertebrados do Trypanosoma cruzi

Mecanismos e ciclos de transmissão

Tripanossomíase endêmica e infecções naturais

EPIDEMIOLOGIA DA

TRIPANOSSOMÍASE AMERICANA

Distribuição Geográfica e Prevalência

O Trypanosoma cruzi faz parte de um ecossistema que é exclusivamente americano, sendo encontrado em extensas áreas do

Continente, desde o sul dos Estados Unidos até o sul da Argentina e do Chile (entre as latitudes de 42ºN e 49ºS).

Como enzootia, a tripanossomíase encontra-se em quase todos os territórios habitados por triatomíneos, porém a distribuição da doença de Chagas humana é menos ampla, limitada aos lugares em que houve domiciliação dos triatomíneos. Em certas regiões a infecção humana não ocorre ou só se verifica esporadicamente. Estimou-se que 90 milhões de pessoas viviam em áreas onde havia risco de infecção (Fig. 4.1) e 16 a 18 milhões estariam infectadas.

 

5 Leishmaníases Cutâneas e Mucocutâneas do Novo Mundo

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5

Leishmaníases Cutâneas e

Mucocutâneas do Novo Mundo

AGENTES ETIOLÓGICOS DAS LEISHMANÍASES

O gênero Leishmania

Complexo “Leishmania braziliensis”

Complexo “Leishmania mexicana”

Complexo “Leishmania donovani”

Leishmaníases cutâneas do Velho Mundo

Ciclo biológico e formas evolutivas das leishmânias

Relações parasito/hospedeiro vertebrado

No hospedeiro não-imune

No hospedeiro com imunidade

Hospedeiros invertebrados: flebotomíneos

LEISHMANÍASE MUCOCUTÂNEA POR LEISHMANIA

BRAZILIENSIS

Patologia e imunologia

Lesões cutâneas

Lesões mucosas

Sintomatologia e formas clínicas

Diagnóstico

Tratamento

Ecologia e epidemiologia

Distribuição geográfica

Fontes de infecção: animais reservatórios e vetores

Transmissão

Controle

LEISHMANÍASE CUTÂNEA POR LEISHMANIA

PANAMENSIS

LEISHMANÍASE CUTÂNEA POR LEISHMANIA

GUYANENSIS

LEISHMANÍASE CUTÂNEA POR LEISHMANIA

 

6 Leishmaníase Visceral

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6

Leishmaníase Visceral

OS PARASITOS DO COMPLEXO “LEISHMANIA

DONOVANI”

RELAÇÕES PARASITO-HOSPEDEIRO

Infectividade e resistência

Patologia

Sintomatologia

Formas clínicas

DIAGNÓSTICO DA LEISHMANÍASE VISCERAL

Métodos parasitológicos

Métodos sorológicos e imunológicos

TRATAMENTO E PROGNÓSTICO DA LEISHMANÍASE

VISCERAL

ECOLOGIA E EPIDEMIOLOGIA DA LEISHMANÍASE

VISCERAL

Distribuição geográfica e prevalência

Fatores ecológicos da distribuição

Fontes de infecção e reservatórios

Os insetos vetores: flebotomíneos

CONTROLE DA LEISHMANÍASE VISCERAL

A leishmaníase visceral (também denominada calazar) é doença endêmica em várias regiões do mundo, mas também capaz de produzir surtos epidêmicos graves. Caracteriza-se clinicamente por manifestar-se com febre irregular, esplenomegalia, anemia e, em sua fase terminal, quando não tratada, caquexia e elevada taxa de mortalidade.

 

7 Flagelados das Vias Digestivas e Geniturinárias: Tricomoníase e Giardíase

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7

Flagelados das Vias Digestivas e

Geniturinárias: Tricomoníase e Giardíase

TRICHOMONAS VAGINALIS E TRICOMONÍASE

Morfologia e fisiologia

Infectividade e resistência ao parasitismo

Patologia e sintomatologia

Diagnóstico

Tratamento

Epidemiologia e profilaxia

TRICHOMONAS TENAX

PENTATRICHOMONAS HOMINIS

Na luz de vários órgãos cavitários do homem e da mulher, encontram-se muitas vezes alguns flagelados parasitos. Mas apenas duas espécies são patogênicas: Trichomonas vaginalis e Giardia intestinalis.

Quanto às demais, nenhum dano causam. Persiste, contudo, certo interesse em seu estudo porque o diagnóstico diferencial com as espécies patogênicas depende de um conhecimento adequado, quando menos, de sua morfologia.

Os flagelados que vivem no aparelho digestivo (Fig.

7.1) são:

Trichomonas tenax, na boca;

Giardia intestinalis, no duodeno;

Pentatrichomonas hominis, Chilomastix mesnili, Enteromonas hominis e Retortamonas intestinalis, no intestino.

 

8 Amebas Parasitas do Homem

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8

Amebas Parasitas do Homem

AMEBAS ESTRITAMENTE PARASITAS, DA FAMÍLIA

ENDAMOEBIDAE

Gênero Entamoeba

Entamoeba hartmanni

Entamoeba coli

Entamoeba gingivalis

Gênero Endolimax: Endolimax nana

Gênero Iodamoeba: Iodamoeba bütschlii

AMEBAS DE VIDA LIVRE EVENTUALMENTE

PATOGÊNICAS

As amebas que se encontram frequentemente nos exames de fezes humanas são protozoários da ordem Amoebida. Muitas pertencem à família Endamoebidae e uma delas — Entamoeba histolytica — é responsável pela amebíase. Várias outras vivem como inquilinos inofensivos de nosso intestino.

Mas, na família Acanthamoebidae, que compreende seres normalmente de vida livre, há espécies que já foram isoladas das fezes, das vias aéreas superiores, e de casos de meningoencefalite granulomatosa.

Em outro grupo de amebas de vida livre (ordem Schizopyrenida), caracterizadas pela existência de uma fase flagelada em seu ciclo vital, também há uma espécie que pode esporadicamente adaptar-se ao parasitismo e invadir o sistema nervoso, onde produz meningoencefalite geralmente fatal: é a

 

9 Amebíase

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9

Amebíase

MORFOLOGIA E BIOLOGIA DA ENTAMOEBA

HISTOLYTICA

Ciclo parasitário

Organização da Entamoeba histolytica

Fisiologia da Entamoeba histolytica

INFECTIVIDADE E IMUNIDADE NA AMEBÍASE

PATOLOGIA DA AMEBÍASE

Patogenicidade e virulência

Localizações intestinais

Localizações hepáticas

Outras localizações

FORMAS CLÍNICAS E SINTOMATOLOGIA

Amebíase intestinal

Complicações da amebíase intestinal

Amebíase hepática

Amebíase pleuropulmonar e de outros órgãos

DIAGNÓSTICO DA AMEBÍASE

Pesquisa de Entamoeba histolytica

Diagnóstico imunológico

TRATAMENTO DA AMEBÍASE

Amebicidas da luz intestinal

Amebicidas teciduais

EPIDEMIOLOGIA DA AMEBÍASE

Distribuição geográfica

Fontes de infecção amebiana

Transmissão da amebíase

Endemicidade e epidemias

CONTROLE DA AMEBÍASE

Amebíase é a infecção produzida por Entamoeba histolytica. Sua importância decorre de ter uma distribuição geográfica de amplitude mundial, elevada incidência, e acompanhar-se, em certa proporção dos casos, de quadros patológicos graves, eventualmente fatais.

 

10 Os Esporozoários e as Coccidíases

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10

Os Esporozoários e as Coccidíases

CICLO VITAL DOS ESPOROZOÁRIOS

FAMÍLIAS E GÊNEROS DE INTERESSE MÉDICO

COCCÍDIOS E COCCIDÍASES

ISOSPORA BELLI E ISOSPORÍASE

O parasito e seu ciclo

Patologia e clínica

Diagnóstico e tratamento

Epidemiologia e profilaxia

SARCOCYSTIS E SARCOCISTOSE

Os parasitos e seu ciclo

Patologia e clínica

Epidemiologia e profilaxia

CRYPTOSPORIDIUM E CRIPTOSPORIDÍASE

Os agentes etiológicos

Quadro clínico da criptosporidíase

Diagnóstico e tratamento

Epidemiologia e profilaxia

Os esporozoários formam um agrupamento de protozoários muito homogêneo, que constitui a classe Sporozoea (= Sporozoa). Além de serem todos parasitos obrigatórios e apresentarem um ciclo biológico onde se alternam a reprodução sexuada e a reprodução assexuada, caracterizam-se porque, em determinadas fases de sua vida, possuem no polo anterior de seu corpo alongado umas estruturas celulares especiais que formam o complexo apical, destinado à sua fixação e penetração nas células dos organismos hospedeiros.

 

11 Toxoplasmose

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11

Toxoplasmose

ORGANIZAÇÃO E ULTRAESTRUTURA DO

TOXOPLASMA GONDII

FISIOLOGIA E CICLO VITAL

Hábitat do parasito

Ciclo biológico e reprodução

RELAÇÕES PARASITO-HOSPEDEIRO NA

TOXOPLASMOSE

Infectividade

Resistência ao parasitismo

Patologia e clínica

DIAGNÓSTICO DA TOXOPLASMOSE

Diagnóstico parasitológico

Diagnóstico imunológico

Exames neurológicos

TRATAMENTO DA TOXOPLASMOSE

Medicamentos disponíveis

Terapêutica nas diversas formas clínicas

EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DA TOXOPLASMOSE

Distribuição geográfica e prevalência

Transmissão da toxoplasmose

Controle da toxoplasmose

A toxoplasmose é uma zoonose que infecta o gato e inúmeras outras espécies de vertebrados homeotérmicos. Ela tem por causa o Toxoplasma gondii, um esporozoário que desenvolve parasitismo intracelular e ocorre com muita frequência na população humana sob a forma de infecção crônica assintomática. Mas é capaz de determinar nos indivíduos adultos um quadro agudo febril, com linfadenopatia; e, nas crianças, uma forma subaguda de encefalomielite e coriorretinite. A forma congênita é particularmente grave. Sua importância decorre de: a) ser uma infecção cosmopolita e estar muito difundida: 15 a

 

12 Malária: Os Plasmódios Humanos

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12

Malária: Os Plasmódios Humanos

CICLO EVOLUTIVO DOS PLASMÓDIOS

No hospedeiro vertebrado (homem)

No hospedeiro invertebrado (inseto)

MORFOLOGIA E ULTRAESTRUTURA DOS PLASMÓDIOS

FISIOLOGIA DOS PLASMÓDIOS

CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA DOS PLASMÓDIOS,

NO HOMEM

Plasmodium falciparum

Plasmodium vivax

Plasmodium malariae

Plasmodium ovale

ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS DAS HEMÁCIAS

PARASITADAS

A malária continua sendo uma das mais importantes doenças parasitárias, mesmo quando as medidas de controle e os medicamentos modernos tenham reduzido sua extensão geográfica ou sua incidência em muitas áreas.

Em verdade, depois dos êxitos alcançados na luta contra essa endemia na década de 1960, o problema voltou a agravar-se em muitos países, a partir de 1970, de tal forma que, segundo a OMS (1998), mais de dois bilhões de pessoas (ou 40% da população mundial) vivem hoje em áreas onde há risco de infecção e 300 a 500 milhões estavam parasitados em 1997. Estima-se que o número de óbitos causados anualmente pela malária esteja entre 1,5 e 2,7 milhões.

 

13 Malária: A Doença

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13

Malária: A Doença

INFECTIVIDADE DOS PLASMÓDIOS HUMANOS

RESISTÊNCIA AO PARASITISMO

Imunidade natural

Imunidade adquirida

Mecanismos imunológicos

PATOLOGIA DA MALÁRIA

Mecanismos patogênicos

Alterações anátomo e fisiopatológicas

QUADROS SINTOMÁTICOS NA MALÁRIA

Quadro clínico habitual

Variações clínicas da malária

Malária grave por Plasmodium falciparum

Nefropatias maláricas

Síndrome esplenomegálica tropical

DIAGNÓSTICO DA MALÁRIA

Diagnóstico laboratorial

Diagnóstico clínico

INFECTIVIDADE DOS PLASMÓDIOS

HUMANOS

A malária ou paludismo é também conhecida por impaludismo, febre palustre, febre intermitente ou, de acordo com suas formas clínicas, por febre terçã benigna, febre terçã maligna e febre quartã. No Brasil, tem também outros nomes populares, como: maleita, sezão, tremedeira, batedeira ou, simplesmente, febre. Seus agentes são esporozoários do gênero Plasmodium.

 

14 Malária: Epidemiologia e Controle

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14

Malária: Epidemiologia e Controle

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA MALÁRIA

O ECOSSISTEMA: FOCOS NATURAIS E ZONAS

MALARÍGENAS

OS INSETOS VETORES: ANOFELINOS

Caracteres gerais e biologia

Principais vetores nas Américas

OS HOMENS: FONTES DE INFECÇÃO E

HOSPEDEIROS SUSCETÍVEIS

EPIDEMIOLOGIA DA MALÁRIA

O meio: clima e malária

Transmissão e tipos de malária

CONTROLE OU ERRADICAÇÃO DA MALÁRIA

Objetivos e estratégias

Controle da malária

AÇÃO ANTIVETORIAL

Controle de insetos adultos

Operações antilarvárias

EXAUSTÃO DAS FONTES DE INFECÇÃO

Profilaxia individual

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA

MALÁRIA

O ECOSSISTEMA: FOCOS NATURAIS E

ZONAS MALARÍGENAS

As áreas malarígenas do mundo foram divididas em 12 regiões, cada qual com características epidemiológicas próprias e mais ou menos homogêneas, se bem que a malária deva ser considerada sempre como um problema local. Sua distribuição

 

15 Balantidíase e Outras Protozooses

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15

Balantidíase e Outras Protozooses

BALANTIDIUM COLI E BALANTIDÍASE

O parasito

Patologia da balantidíase

Sintomatologia, diagnóstico e tratamento

Epidemiologia e profilaxia

PNEUMOCYSTIS CARINII E PNEUMOCISTOSE

O parasito

Patologia e clínica

Diagnóstico e tratamento

Epidemiologia e profilaxia

Apenas por economia de espaço, neste livro, estamos reunindo em um mesmo capítulo dois parasitos tão diferentes e tão afastados quanto a suas posições na classificação dos seres vivos: Balantidium coli, um ciliado parasito do porco e o único que eventualmente infecta o homem; e Pneumocystis carinii

(mas também P. jiroveci), microrganismo unicelular cuja posição sistemática permanece incerta.

Os Pneumocystis são parasitas oportunistas, isto é, cuja presença só se faz notar quando o hospedeiro venha a sofrer de uma imunodepressão de qualquer natureza, tornando-se então muito virulentos.

dispostos em fileiras helicoidais, cujo batimento coordenado assegura ao protozoário movimentação rápida e direcional, além de produzir correntes líquidas no meio, que dirigem as partículas alimentícias em direção ao citóstoma. Como nos demais ciliados, a membrana apresenta arquitetura complexa, devido à infraciliatura e às depressões e cristas que se elevam entre as fileiras de cílios. No citoplasma encontram-se dois vacúolos pulsáteis, um na região anterior e outro na posterior (Fig. 15.1).

 

16 Esquistossomíase Mansônica: O Parasito

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16

Esquistossomíase Mansônica:

O Parasito

TREMATÓDEOS PARASITOS DO HOMEM

O CICLO DO SCHISTOSOMA MANSONI

OS HELMINTOS ADULTOS

Organização e morfologia

Fisiologia

TREMATÓDEOS PARASITOS DO

HOMEM

Os trematódeos são helmintos da classe Digenea (ver Cap. 2 e

Quadro 2.3), inteiramente adaptados ao parasitismo. Muitas espécies atacam a população humana nas regiões tropicais e temperadas do mundo, particularmente nas áreas menos desenvolvidas.

Clonorchis sinensis, Fasciolopsis buski e Paragonimus westermani encontram-se entre as grandes endemias do Extremo

Oriente e de outras áreas, assim como Heterophyes heterophyes no delta do Nilo e na Ásia. Outras espécies infectam o homem com menor frequência ou raramente. Mas as esquistossomíases estão entre as doenças de alta endemicidade, sobretudo na Ásia, na África, na América do Sul e em algumas ilhas do Caribe.

As esquistossomíases, denominadas também esquistossomoses ou bilharzioses, são doenças produzidas por helmintos trematódeos do gênero Schistosoma que têm como principais agentes etiológicos, para o homem, as espécies: S. mansoni, S. haematobium e S. japonicum.

 

17 Esquistossomíase Mansônica: A Doença

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17

Esquistossomíase Mansônica:

A Doença

A INFECÇÃO ESQUISTOSSOMÓTICA

RESISTÊNCIA AO PARASITISMO

Processos inespecíficos de defesa

Imunidade adquirida

PATOLOGIA DA ESQUISTOSSOMÍASE

Fase aguda (inicial)

Fase crônica

QUADROS CLÍNICOS

Esquistossomíase aguda

Esquistossomíase crônica

Esquistossomíase associada a outras infecções

DIAGNÓSTICO DA ESQUISTOSSOMÍASE

Exame de fezes

Eclosão de miracídios

Biópsia retal

Métodos imunológicos

TRATAMENTO DA ESQUISTOSSOMÍASE

O parasitismo por Schistosoma mansoni é na maioria dos casos assintomático ou oligossintomático; mas pode produzir alterações anatomopatológicas cujo caráter e gravidade cobrem extensa gama de situações, o que imprime a essa doença grande polimorfismo e, em muitos casos, prognóstico incerto. Em algumas áreas, 4 a 5% dos doentes desenvolvem lesões hepatoesplênicas graves.

Sua elevada frequência, na população de muitas regiões (ver

 

18 Epidemiologia e Controle da Esquistossomíase nas Américas

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18

Epidemiologia e Controle da

Esquistossomíase nas Américas

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E PREVALÊNCIA

O ECOSSISTEMA E A TRANSMISSÃO DA

ESQUISTOSSOMÍASE

Fontes de infecção

Os focos de transmissão

Risco de infecção e aquisição da carga parasitária

Moluscos hospedeiros intermediários

O hábitat e as populações malacológicas

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E

PREVALÊNCIA

Uma ou mais formas de esquistossomíase foram assinaladas em 76 países de três continentes: América, África e Ásia, onde centenas de milhões de indivíduos estão expostos ao risco de infecção. O número provável de casos tem sido estimado, pela

OMS, em cerca de 200 milhões.

A esquistossomíase mansônica é doença autóctone da África, onde os maiores focos encontram-se no Delta do Nilo e na faixa intertropical ao sul do Saara.

Os países mais atingidos são o Egito, o Sudão, a República

Centro-Africana e a República Malgaxe (Madagáscar). Na Ásia, apenas a Arábia Saudita, o Iêmen e Oman apresentam focos de esquistossomíase mansônica (Fig. 18.1).

 

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