Semiologia Veterinária - A Arte do Diagnóstico, 3ª edição

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Texto completo e moderno sobre semiologia veterinária que conta com a participação de renomados especialistas nas diversas espécies abordadas na obra. A primeira edição, lançada em 2004, alcançou enorme sucesso de vendas e foi adotada em todas as faculdades brasileiras em razão de sua qualidade, profundidade e abrangência. Essa nova edição foi completamente revisada e atualizada e recebeu o acréscimo de novos temas, como a avaliação de recém-nascidos das diferentes espécies animais.

32 capítulos

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Capítulo 1 Introdução à Semiologia

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1

Introdução à

Semiologia

Francisco Leydson F. Feitosa

Introdução

A constante correlação entre as informações obtidas por anam­ne­se e exame físico meticuloso conduz, inva‑ riavelmente, à elaboração de hipóteses diagnósticas, tor‑ nando o dia a dia da prática médica um dos exercícios mentais mais estimulantes. Desse modo, a rotina clínica diá­ria é essencialmente uma atividade que depende da habilidade e do raciocínio, sendo, cada diagnóstico, um desafio, um problema a ser solucionado. A semiologia

é a parte da medicina que estuda os métodos de exame clínico, pesquisa os sintomas e os interpreta, reunindo, assim, os elementos necessários para construir o diag‑ nóstico e presumir a evolução da enfermidade. A palavra semiologia provém do grego, sēmeîon (sintomas/sinais) e logía (ciên­cia/estudo).

Subdivisão da semiologia

As pessoas se esquecem do que ouvem; lembram‑se do que leem; porém, só aprendem, de fato, aquilo que fazem.

(Adão Roberto da Silva)

 

Capítulo 1 Introdução à Semiologia

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1

Introdução à

Semiologia

Francisco Leydson F. Feitosa

Introdução

A constante correlação entre as informações obtidas por anam­ne­se e exame físico meticuloso conduz, inva‑ riavelmente, à elaboração de hipóteses diagnósticas, tor‑ nando o dia a dia da prática médica um dos exercícios mentais mais estimulantes. Desse modo, a rotina clínica diá­ria é essencialmente uma atividade que depende da habilidade e do raciocínio, sendo, cada diagnóstico, um desafio, um problema a ser solucionado. A semiologia

é a parte da medicina que estuda os métodos de exame clínico, pesquisa os sintomas e os interpreta, reunindo, assim, os elementos necessários para construir o diag‑ nóstico e presumir a evolução da enfermidade. A palavra semiologia provém do grego, sēmeîon (sintomas/sinais) e logía (ciên­cia/estudo).

Subdivisão da semiologia

As pessoas se esquecem do que ouvem; lembram‑se do que leem; porém, só aprendem, de fato, aquilo que fazem.

(Adão Roberto da Silva)

 

Capítulo 2 Contenção Física dos Animais Domésticos

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2

Contenção Física dos

Animais Domésticos

Francisco Leydson F. Feitosa

Dificuldades são como montanhas. Só se aplainam quando avançamos sobre elas.

(Émile Zola)

Introdução

A contenção mecânica tem como principal finalidade restringir, tanto quanto possível, a atividade física do animal, na tentativa de avaliar o paciente e/ou executar outros procedimentos (curativos, administração de medi‑ camentos). Tanto para o examinador quanto para alguns proprietários (principalmente de pequenos animais), é sempre um momento delicado dentro do contexto de inter‑relacionamento “proprietário‑veterinário”, visto que há certa relutância, por parte dos donos, no momento de imobilizar esses animais para exame. No entanto, por mais dócil, meigo e inofensivo que seja ou pareça ser o seu paciente, a simples palpação, por exemplo, de uma deter‑ minada estrutura que apresente aumento de sensibilidade fará com que ele se defenda à manipulação não habitual, com mordeduras, coices, chifradas e/ou unhadas. Por esse motivo, não se deve manipular um animal, mesmo que seja para a execução de procedimentos simples, sem que ele esteja adequadamente contido, o que resultará em maior segurança para o examinador, para o auxiliar e para o próprio animal, além de propiciar um exame satisfatório e tranquilo.

 

Capítulo 2 Contenção Física dos Animais Domésticos

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2

Contenção Física dos

Animais Domésticos

Francisco Leydson F. Feitosa

Dificuldades são como montanhas. Só se aplainam quando avançamos sobre elas.

(Émile Zola)

Introdução

A contenção mecânica tem como principal finalidade restringir, tanto quanto possível, a atividade física do animal, na tentativa de avaliar o paciente e/ou executar outros procedimentos (curativos, administração de medi‑ camentos). Tanto para o examinador quanto para alguns proprietários (principalmente de pequenos animais), é sempre um momento delicado dentro do contexto de inter‑relacionamento “proprietário‑veterinário”, visto que há certa relutância, por parte dos donos, no momento de imobilizar esses animais para exame. No entanto, por mais dócil, meigo e inofensivo que seja ou pareça ser o seu paciente, a simples palpação, por exemplo, de uma deter‑ minada estrutura que apresente aumento de sensibilidade fará com que ele se defenda à manipulação não habitual, com mordeduras, coices, chifradas e/ou unhadas. Por esse motivo, não se deve manipular um animal, mesmo que seja para a execução de procedimentos simples, sem que ele esteja adequadamente contido, o que resultará em maior segurança para o examinador, para o auxiliar e para o próprio animal, além de propiciar um exame satisfatório e tranquilo.

 

Capítulo 3 Contenção Química

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3

Contenção Quí­mica

Seção A | Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Valéria Nobre L. S. Oliva

Seção B | Contenção Química de Equinos e Ruminantes

Antonio José de Araujo Aguiar

A busca de excelência não deve ser um objetivo, e sim, um hábito.

(Aristóteles)

Feitosa 03.indd 33

Seção A

Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Introdução

Muitas vezes, é necessário conter os pequenos animais por meio de fármacos, para que o exame clínico rea­li­zado pelo médico‑veterinário seja satisfatório e seguro.

Sob o efeito de tranquilizantes ou sedativos, animais agressivos, agitados ou estressados podem ser mais bem examinados, possibilitando menores alterações paramé‑ tricas decorrentes do estresse, evitando agressões ao pro‑ fissional que os examina.

Conter quimicamente um animal não deve significar, contudo, apenas imobilizá‑lo, mas diminuir o estresse da manipulação, com conforto e segurança para o paciente e para o médico‑veterinário.

 

Capítulo 3 Contenção Química

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3

Contenção Quí­mica

Seção A | Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Valéria Nobre L. S. Oliva

Seção B | Contenção Química de Equinos e Ruminantes

Antonio José de Araujo Aguiar

A busca de excelência não deve ser um objetivo, e sim, um hábito.

(Aristóteles)

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Seção A

Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Introdução

Muitas vezes, é necessário conter os pequenos animais por meio de fármacos, para que o exame clínico rea­li­zado pelo médico‑veterinário seja satisfatório e seguro.

Sob o efeito de tranquilizantes ou sedativos, animais agressivos, agitados ou estressados podem ser mais bem examinados, possibilitando menores alterações paramé‑ tricas decorrentes do estresse, evitando agressões ao pro‑ fissional que os examina.

Conter quimicamente um animal não deve significar, contudo, apenas imobilizá‑lo, mas diminuir o estresse da manipulação, com conforto e segurança para o paciente e para o médico‑veterinário.

 

Capítulo 4 Exame Físico Geral ou de Rotina

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4

Exame Físico Geral ou de Rotina

Francisco Leydson F. Feitosa

Não se especialize. Peregrine pela generalidade.

Sabendo mais, o especialista sabe melhor.

(Silvano Raia)

Introdução

A rea­li­zação de um exame físico geral ou de rotina é necessária por inúmeros motivos, dentre os quais é pos‑ sível destacar:

■■ Em virtude da impossibilidade de se estabelecer comu‑ nicação verbal entre homem e animal, a tarefa de iden‑ tificar a estrutura ou o órgão do corpo do animal que está comprometido depende do conhecimento do entrevistado e da habilidade e experiência do exami‑ nador em obtê‑la, o que torna fundamental, nessa fase, o exame físico geral nos casos em que a história é vaga e inespecífica

■■ Muitas vezes, a queixa principal não apresenta relação direta com o sistema primariamente comprometido

■■ O exame físico geral torna possível avaliar, rotineira‑ mente, o estado atual de saú­de do paciente (melhora/ piora/estagnação)

■■ Por possibilitar a identificação do comprometimento de outros sistemas ou estruturas do corpo (neo­pla­sia mamária = metástase pulmonar)

 

Capítulo 4 Exame Físico Geral ou de Rotina

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4

Exame Físico Geral ou de Rotina

Francisco Leydson F. Feitosa

Não se especialize. Peregrine pela generalidade.

Sabendo mais, o especialista sabe melhor.

(Silvano Raia)

Introdução

A rea­li­zação de um exame físico geral ou de rotina é necessária por inúmeros motivos, dentre os quais é pos‑ sível destacar:

■■ Em virtude da impossibilidade de se estabelecer comu‑ nicação verbal entre homem e animal, a tarefa de iden‑ tificar a estrutura ou o órgão do corpo do animal que está comprometido depende do conhecimento do entrevistado e da habilidade e experiência do exami‑ nador em obtê‑la, o que torna fundamental, nessa fase, o exame físico geral nos casos em que a história é vaga e inespecífica

■■ Muitas vezes, a queixa principal não apresenta relação direta com o sistema primariamente comprometido

■■ O exame físico geral torna possível avaliar, rotineira‑ mente, o estado atual de saú­de do paciente (melhora/ piora/estagnação)

■■ Por possibilitar a identificação do comprometimento de outros sistemas ou estruturas do corpo (neo­pla­sia mamária = metástase pulmonar)

 

Capítulo 5 Semiologia de Animais Recém-nascidos

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5

Semiologia de Animais

Recém‑nascidos

Seção A | Semiologia de Recém‑nascidos

Ruminantes e Equídeos

Francisco Leydson F. Feitosa, Fernando José Benesi

Seção B | Semiologia de Recém‑nascidos de Companhia | Cães e Gatos

Maria Lucia Gomes Lourenço

As crianças acham tudo em nada, os homens não acham nada em tudo.

(Giacomo Leopardi)

Feitosa 05.indd 69

Seção A

Semiologia de Recém‑nascidos

Ruminantes e Equídeos

Introdução

Nas últimas décadas, a hipiatria e a buiatria – a medicina dos cavalos e dos ruminantes domésticos, respectivamente – têm avançado muito e, em diversos casos, chega a equiparar‑se à medicina humana. Dessa maneira, espera‑se que, cada vez mais, passem a ser especializadas; contudo, o estudo de recém‑nascidos na veterinária não tem acompanhado o seu desenvol‑ vimento com a mesma intensidade. Estudos relativos à fisiologia e à assistência neonatal nas diversas espécies ainda são escassos, o que contribui para o baixo grau de treinamento técnico e ineficiên­cia do monitoramento e reanimação neonatal que costumam ser praticados. Na verdade, em animais pecuá­rios, a referida especialidade ainda é á­ rea que caminha a passos lentos. Na perinatolo‑ gia humana, por exemplo, consegue‑se, com galhardia, não somente a sobrevivência de pacientes de alto risco, mas também a quase certeza de que os mesmos terão, no futuro, qualidade de vida satisfatória. Atualmente, crianças nascidas prematuras, de mães com 6 meses de gestação, e pesando cerca de 600  g, geralmente conse‑ guem sobreviver sem qualquer complicação, fato impro‑ vável há alguns anos. Na veterinária, em contrapartida, cordeiros que nascem 6 dias antes da data prevista para o parto apresentam risco enorme de morrerem antes das

 

Capítulo 5 Semiologia de Animais Recém-nascidos

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Semiologia de Animais

Recém‑nascidos

Seção A | Semiologia de Recém‑nascidos

Ruminantes e Equídeos

Francisco Leydson F. Feitosa, Fernando José Benesi

Seção B | Semiologia de Recém‑nascidos de Companhia | Cães e Gatos

Maria Lucia Gomes Lourenço

As crianças acham tudo em nada, os homens não acham nada em tudo.

(Giacomo Leopardi)

Feitosa 05.indd 69

Seção A

Semiologia de Recém‑nascidos

Ruminantes e Equídeos

Introdução

Nas últimas décadas, a hipiatria e a buiatria – a medicina dos cavalos e dos ruminantes domésticos, respectivamente – têm avançado muito e, em diversos casos, chega a equiparar‑se à medicina humana. Dessa maneira, espera‑se que, cada vez mais, passem a ser especializadas; contudo, o estudo de recém‑nascidos na veterinária não tem acompanhado o seu desenvol‑ vimento com a mesma intensidade. Estudos relativos à fisiologia e à assistência neonatal nas diversas espécies ainda são escassos, o que contribui para o baixo grau de treinamento técnico e ineficiên­cia do monitoramento e reanimação neonatal que costumam ser praticados. Na verdade, em animais pecuá­rios, a referida especialidade ainda é á­ rea que caminha a passos lentos. Na perinatolo‑ gia humana, por exemplo, consegue‑se, com galhardia, não somente a sobrevivência de pacientes de alto risco, mas também a quase certeza de que os mesmos terão, no futuro, qualidade de vida satisfatória. Atualmente, crianças nascidas prematuras, de mães com 6 meses de gestação, e pesando cerca de 600  g, geralmente conse‑ guem sobreviver sem qualquer complicação, fato impro‑ vável há alguns anos. Na veterinária, em contrapartida, cordeiros que nascem 6 dias antes da data prevista para o parto apresentam risco enorme de morrerem antes das

 

Capítulo 6 Sistema Digestório

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6

Sistema Digestório

Seção A | Considerações Preliminares

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção B | Semiologia do Sistema

Digestório de Ruminantes

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção C | Semiologia do Sistema

Digestório de Equinos

Luiz Cláudio Nogueira Mendes, Juliana Regina Peiró

Seção D | Semiologia do Sistema

Digestório de Cães e Gatos

Flávia Toledo, Pedro Luiz de Camargo

O pouco que sei devo‑o a minha ignorância.

(Sacha Guitry)

Seção A

Considerações Preliminares

Introdução

Aparelho ou sistema digestório é o nome dado ao conjunto de órgãos responsáveis pela captação, digestão e absorção de substâncias nutritivas. É constituí­do de um tubo digestivo (boca, esôfago, estômago – pré‑estô‑ magos e abomaso, em animais ruminantes –, alças intestinais, reto e ânus) e de órgãos anexos (glândulas salivares, pân­creas, fígado e ve­sícula biliar). A maior cavidade corporal é a abdominal, in­ter­me­diá­ria entre a torácica e a pélvica, separada anteriormente pelo dia‑ fragma e, em sentido caudal, pelas estruturas que cons‑ tituem a pelve.

 

Capítulo 6 Sistema Digestório

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6

Sistema Digestório

Seção A | Considerações Preliminares

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção B | Semiologia do Sistema

Digestório de Ruminantes

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção C | Semiologia do Sistema

Digestório de Equinos

Luiz Cláudio Nogueira Mendes, Juliana Regina Peiró

Seção D | Semiologia do Sistema

Digestório de Cães e Gatos

Flávia Toledo, Pedro Luiz de Camargo

O pouco que sei devo‑o a minha ignorância.

(Sacha Guitry)

Seção A

Considerações Preliminares

Introdução

Aparelho ou sistema digestório é o nome dado ao conjunto de órgãos responsáveis pela captação, digestão e absorção de substâncias nutritivas. É constituí­do de um tubo digestivo (boca, esôfago, estômago – pré‑estô‑ magos e abomaso, em animais ruminantes –, alças intestinais, reto e ânus) e de órgãos anexos (glândulas salivares, pân­creas, fígado e ve­sícula biliar). A maior cavidade corporal é a abdominal, in­ter­me­diá­ria entre a torácica e a pélvica, separada anteriormente pelo dia‑ fragma e, em sentido caudal, pelas estruturas que cons‑ tituem a pelve.

 

Capítulo 7 Sistema Circulatório

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7

Sistema Circulatório

Seção A | Semiologia do Sistema

Circulatório de Equinos e Ruminantes

Daniel Mendes Netto

Seção B | Semiologia do Sistema

Circulatório de Cães e Gatos

Aparecido Antonio Camacho, Carlos Jose Mucha

Há uma qualidade pior do que a dureza do coração: é a moleza da cabeça.

(Theodore Roosevelt)

Feitosa 07.indd 207

Seção A

Semiologia do Sistema Circulatório de Equinos e Ruminantes

Introdução

Neste capítulo, serão abordados os meios e os méto‑ dos semiológicos utilizados para examinar um paciente equino ou ruminante, manifestando sinais sugestivos de doen­ça do sistema circulatório, bem como os cuidados necessários à rea­li­zação de um completo e acurado exame semiológico desse sistema que pertence a uma á­ rea ainda pouco conhecida por muitos clínicos autônomos, mas já bastante desenvolvida e aperfeiçoada no Brasil e no mundo: a cardiologia veterinária de animais de grande porte. Serão apresentadas as noções básicas e, para melhor compreensão e aprofundamento, será necessária a con‑ sulta a livros especializados em cardiologia de equinos e ruminantes.

 

Capítulo 7 Sistema Circulatório

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7

Sistema Circulatório

Seção A | Semiologia do Sistema

Circulatório de Equinos e Ruminantes

Daniel Mendes Netto

Seção B | Semiologia do Sistema

Circulatório de Cães e Gatos

Aparecido Antonio Camacho, Carlos Jose Mucha

Há uma qualidade pior do que a dureza do coração: é a moleza da cabeça.

(Theodore Roosevelt)

Feitosa 07.indd 207

Seção A

Semiologia do Sistema Circulatório de Equinos e Ruminantes

Introdução

Neste capítulo, serão abordados os meios e os méto‑ dos semiológicos utilizados para examinar um paciente equino ou ruminante, manifestando sinais sugestivos de doen­ça do sistema circulatório, bem como os cuidados necessários à rea­li­zação de um completo e acurado exame semiológico desse sistema que pertence a uma á­ rea ainda pouco conhecida por muitos clínicos autônomos, mas já bastante desenvolvida e aperfeiçoada no Brasil e no mundo: a cardiologia veterinária de animais de grande porte. Serão apresentadas as noções básicas e, para melhor compreensão e aprofundamento, será necessária a con‑ sulta a livros especializados em cardiologia de equinos e ruminantes.

 

Capítulo 8 Semiologia do Sistema Respiratório

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8

Semiologia do

Sistema Respiratório

Seção A | Semiologia do Sistema

Respiratório de Grandes Animais

Roberto Calderon Gonçalves, Francisco Leydson F. Feitosa

Seção B | Semiologia do Sistema

Respiratório de Pequenos Animais

Wagner Luis Ferreira

A vida é tão passageira... Tão frágil. Cada respiração pode ser a última.

(Coringa Quinn)

Seção A

Semiologia do Sistema Respiratório de Grandes Animais

Introdução

O sistema respiratório é capaz de desenvolver várias funções no organismo animal. A mais importante delas está relacionada com as trocas gasosas, por meio das quais são rea­li­zadas a oxigenação sanguí­nea e a liberação de gás carbônico nos alvéo­los pulmonares. A troca gasosa é cha­ mada de hematose, e, para que ocorra, é necessária a apro­ ximação do ar inalado com o sangue na barreira alveo­ locapilar. Outras funções do sistema respiratório são: (1) manutenção do equilíbrio acidobásico; (2) atuação como um dos reservatórios sanguí­neos do organismo; (3) filtra­

 

Capítulo 8 Semiologia do Sistema Respiratório

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8

Semiologia do

Sistema Respiratório

Seção A | Semiologia do Sistema

Respiratório de Grandes Animais

Roberto Calderon Gonçalves, Francisco Leydson F. Feitosa

Seção B | Semiologia do Sistema

Respiratório de Pequenos Animais

Wagner Luis Ferreira

A vida é tão passageira... Tão frágil. Cada respiração pode ser a última.

(Coringa Quinn)

Seção A

Semiologia do Sistema Respiratório de Grandes Animais

Introdução

O sistema respiratório é capaz de desenvolver várias funções no organismo animal. A mais importante delas está relacionada com as trocas gasosas, por meio das quais são rea­li­zadas a oxigenação sanguí­nea e a liberação de gás carbônico nos alvéo­los pulmonares. A troca gasosa é cha­ mada de hematose, e, para que ocorra, é necessária a apro­ ximação do ar inalado com o sangue na barreira alveo­ locapilar. Outras funções do sistema respiratório são: (1) manutenção do equilíbrio acidobásico; (2) atuação como um dos reservatórios sanguí­neos do organismo; (3) filtra­

 

Capítulo 9 Sistema Reprodutor

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9

Sistema Reprodutor

Seção A | Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Nereu Carlos Prestes

Seção B | Semiologia da Glândula

Mamária de Éguas, Cadelas e Gatas

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção C | Semiologia da Glândula

Mamária de Ruminantes

Eduardo Harry Birgel

Seção D | Semiologia do Sistema

Reprodutor Masculino

Alicio Martins Júnior, Francisco Leydson F. Feitosa

Cada parto é um parto.

(Paul Claudel)

Feitosa 09.indd 287

Seção A

Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Anatomia geral básica

O sistema reprodutivo das fêmeas é formado por ovários, ovidutos, cornos e corpo uterino, cerviz, vagina, vestíbulo e vulva. As estruturas internas são sustentadas pelo ligamento largo: mesovário que sustenta o ovário; mesossalpinge que ancora o oviduto e mesométrio, que mantém o útero. Nervos autônomos inervam o ovário, o oviduto e o útero, enquanto as fibras sensitivas e parassimpáticas do nervo pudendo atendem vagina, vulva e clitóris. Embriologicamente, os ductos de Müller fundem‑se na porção caudal para origi‑ nar o útero, a cerviz e a porção anterior do canal vaginal. O oviduto torna‑se sinuoso, adquirindo epitélio diferenciado e fimbrias pouco antes do nascimento.

 

Capítulo 9 Sistema Reprodutor

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9

Sistema Reprodutor

Seção A | Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Nereu Carlos Prestes

Seção B | Semiologia da Glândula

Mamária de Éguas, Cadelas e Gatas

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção C | Semiologia da Glândula

Mamária de Ruminantes

Eduardo Harry Birgel

Seção D | Semiologia do Sistema

Reprodutor Masculino

Alicio Martins Júnior, Francisco Leydson F. Feitosa

Cada parto é um parto.

(Paul Claudel)

Feitosa 09.indd 287

Seção A

Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Anatomia geral básica

O sistema reprodutivo das fêmeas é formado por ovários, ovidutos, cornos e corpo uterino, cerviz, vagina, vestíbulo e vulva. As estruturas internas são sustentadas pelo ligamento largo: mesovário que sustenta o ovário; mesossalpinge que ancora o oviduto e mesométrio, que mantém o útero. Nervos autônomos inervam o ovário, o oviduto e o útero, enquanto as fibras sensitivas e parassimpáticas do nervo pudendo atendem vagina, vulva e clitóris. Embriologicamente, os ductos de Müller fundem‑se na porção caudal para origi‑ nar o útero, a cerviz e a porção anterior do canal vaginal. O oviduto torna‑se sinuoso, adquirindo epitélio diferenciado e fimbrias pouco antes do nascimento.

 

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