Educação Física no Ensino Superior - Educação Física na Escola: Implicações para a Prática

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Este livro é um produto absolutamente coletivo, resultado do encontro de 11 professoras e professores de Educação Física que vêm se reunindo há muitos anos, abrigados pelo Laboratório de Estudos e Trabalhos Pedagógicos em Educação Física (LETPEF). As autoras e os colaboradores apontam suas crenças quanto ao papel da Educação Física para a formação do cidadão que conhece parte da cultura corporal de movimento, que usufrui efetivamente dela para se beneficiar das inúmeras possibilidades advindas da prática, como melhorar a saúde, lazer, comunicar-se, enfim, tornar-se autônomo. Sugerem que em todas as práticas seja possibilitado ao aluno refletir sobre o que ele está fazendo, as finalidades, os valores e as atitudes envolvidos. Adotam a classificação de conteúdos em atitudinais, procedimentais e conceituais, que permitiu apresentarem as suas propostas para os jogos/conhecimento sobre o corpo/esporte/capoeira/ginástica/ dança e lutas.

15 capítulos

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1 O CONTEXTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

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O Contexto da Educação Física na Escola

1

SURAYA CRISTINA DARIDO

LUIZ SANCHES NETO

1.1 O contexto anterior ao surgimento das novas concepções a partir da década de 1980

1.1.1 Higienismo e militarismo

1.1.2 Esportivista

1.1.3 Recreacionista

1.2 Quando e por que as coisas começaram a mudar?

1.3 Algumas abordagens pedagógicas da Educação Física escolar

1.3.1 Psicomotricidade

1.3.2 Abordagem desenvolvimentista

1.3.3 Abordagem construtivista-interacionista

1.3.4 Abordagem crítico-superadora

1.3.5 Abordagem crítico-emancipatória

1.3.6 Saúde renovada

1.3.7 Parâmetros Curriculares Nacionais

1.3.8 Comentários finais

1.4 Referências bibliográficas

Os objetivos e as propostas educacionais da Educação Física foram se modificando ao longo dos últimos anos, e todas as tendências, de algum modo, ainda hoje influenciam a formação do profissional e suas práticas pedagógicas. Na Educação Física, assim como em outros componentes curriculares, não existe uma única forma de se pensar e implementar a disciplina na escola.

 

2 CULTURA CORPORAL DE MOVIMENTO

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Cultura Corporal de Movimento

2

ZENAIDE GALVÃO

LUIZ HENRIQUE RODRIGUES

LUIZ SANCHES NETO

2.1 Entendimentos da Educação Física

2.1.1 Cinesiologia

2.1.2 Motricidade humana

2.1.3 Cultura corporal de movimento

2.1.4 Ciências do esporte

2.1.5 Aptidão física

2.2 Importância da cultura corporal de movimento para a Educação Física

2.2.1 Identidade pedagógica da Educação Física

2.2.2 Origens da cultura corporal de movimento

2.3 Os sentidos da cultura e da cultura corporal de movimento

2.4 Nossa concepção de Educação Física

2.5 Referências bibliográficas

Neste capítulo, apresentamos vários entendimentos possíveis à Educação Física e justificamos nossa escolha pela Cultura Corporal de Movimento. Analisamos também suas origens e seus sentidos, bem como os sentidos da cultura de modo geral. Além disso, apresentamos a concepção de Educação Física que defendemos: com base na

Cultura Corporal de Movimento.

 

3 OS OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

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Os Objetivos da

Educação Física na Escola

3

IRENE CONCEIÇÃO ANDRADE RANGEL

LUCIANA VENÂNCIO

LUIZ HENRIQUE RODRIGUES

LUIZ SANCHES NETO

SURAYA CRISTINA DARIDO

3.1

3.2

3.3

3.4

3.5

3.6

Democratizar o acesso à Educação Física – todos os alunos têm direito

A busca pela autonomia

Reflexão crítica enquanto uma das possibilidades da Educação Física na escola

A saúde enquanto uma das possibilidades da Educação Física na escola

O lazer enquanto uma das possibilidades da Educação Física na escola

Referências bibliográficas

Vivemos um desafio histórico, de avançarmos na concepção de uma escola para poucos, para a concepção de uma escola para todos e cuja garantia de direitos se fundamente em uma escola com qualidade social, que permita e garanta o acesso e a permanência aos que nela ingressam. Democratizar o acesso à educação básica é resgatar o conceito de cidadania como eixo norteador das práticas educativas e sociais.

 

4 ASPECTOS LEGAIS DA EDUCAÇÃO FÍSICA E INTEGRAÇÃO À PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ESCOLA

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Aspectos Legais da

Educação Física e Integração à

Proposta Pedagógica da Escola

4

EDUARDO VINÍCIUS MOTA E SILVA

LUCIANA VENÂNCIO

4.1 Aspectos legais da Educação Física na escola

4.1.1 O sistema escolar

4.1.2 Legislação educacional brasileira básica

4.1.3 A LDB

4.1.4 Estrutura didática da educação nacional

4.1.5 Estrutura administrativa da educação nacional

4.1.6 Projeto pedagógico da escola

4.1.7 A Educação Física na LDB

4.1.8 A Educação Física na rede estadual paulista

4.1.9 Turmas de treinamento

4.2 Integração da Educação Física à proposta pedagógica da escola

4.3 Referências bibliográficas

Neste capítulo, apresentaremos a legislação educacional brasileira básica, procurando mostrar o quanto esses conhecimentos são importantes para uma boa ação do professor. Além disso, destacaremos a importância de a Educação Física estar integrada ao projeto pedagógico da escola.

4.1 Aspectos legais da Educação Física na escola

 

5 OS CONTEÚDOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

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Os Conteúdos da

Educação Física na Escola

5

SURAYA CRISTINA DARIDO

5.1 Para além do fazer: a dimensão conceitual, procedimental e atitudinal

5.1.1 Dimensão conceitual

5.1.2 Dimensão procedimental

5.1.3 Dimensão atitudinal

5.2 As influências e tendências da Educação Física e implicações para os conteúdos escolares

5.3 Por que diversificar e aprofundar os conteúdos

5.4 Referências bibliográficas

Neste capítulo, discutiremos o conceito de conteúdo, as dimensões dos conteúdos atitudinais, conceituais e procedimentais propostas por Coll (2000), as influências dessa classificação para a Educação Física escolar e, por fim, analisaremos brevemente como ao longo do tempo a Educação Física privilegiou um ou outro tipo de conteúdo, da ginástica passando para o esporte e as novas propostas que visam a diversificação e aprofundamento dos conhecimentos.

5.1 Para além do fazer: a dimensão conceitual, procedimental e atitudinal

 

6 NOVAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS

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Novas Formas de

Organização dos Conteúdos

6

LUIZ HENRIQUE RODRIGUES

ZENAIDE GALVÃO

6.1 Projetos interdisciplinares

6.2 Projetos transdisciplinares e os temas transversais na Educação Física

6.2.1 Ética

6.2.2 Pluralidade cultural

6.2.3 Meio ambiente

6.2.4 Trabalho e consumo

6.2.5 Orientação sexual

6.2.6 Saúde

6.3 Planejamento participativo

6.4 Referências bibliográficas

As discussões sobre a organização dos conteúdos escolares têm sofrido grandes influências que surgem a partir do entendimento do conceito de contextualização.

Machado (2002) argumenta que “durante a permanência na escola, a contextualização favorece a construção de significados, constituindo uma estratégia fundamental para a mobilização do conhecimento a serviço da inteligência ou dos projetos das pessoas”

(p. 150). Chama a atenção, porém, para a necessidade de se refletir sobre a prevalência dos conteúdos disciplinares como suporte para a estrutura escolar.

 

7 O ENSINO REFLEXIVO COMO PERSPECTIVA METODOLÓGICA

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O Ensino Reflexivo como

Perspectiva Metodológica

7

IRENE CONCEIÇÃO ANDRADE RANGEL

LUIZ SANCHES NETO

SURAYA CRISTINA DARIDO

TELMA CRISTIANE GASPARI

ZENAIDE GALVÃO

7.1 Ensino reflexivo como uma perspectiva metodológica

7.2 Coeducação e a Educação Física na escola

7.3 Interação professor-aluno

7.4 O papel da mídia no imaginário dos alunos

7.5 A cultura escolar

7.6 Referências bibliográficas

Apresentamos neste capítulo alguns aspectos metodológicos que entendemos como importantes para um trabalho em Educação Física escolar. Compreendemos que o contexto de cada escola, com suas singularidades, é que determinará a opção do professor pela metodologia apropriada, porém, não podemos nos furtar a expressar algumas possibilidades que delineiam nosso pensamento sobre este assunto.

Metodologia não é apenas um conjunto de meios utilizados pelo professor para alcançar determinado objetivo, mas também o estudo do próprio meio em que o ensino estará imerso. Nossa proposta caminha na direção do entendimento de que o professor, ao optar por determinada forma de agir, deve estar constantemente refletindo sobre sua prática social, como ser um professor que, além de pensar sobre suas ações, e, consequentemente, nas reações de seus alunos (interação professor 3 aluno), é integrante de uma escola e de uma sociedade, ou seja de uma cultura escolar.

 

8 AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

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Avaliação em Educação

Física na Escola

8

SURAYA CRISTINA DARIDO

8.1 Avaliação em Educação Física: percurso ao longo das tendências pedagógicas

8.2 Avaliação em Educação Física: a prática dos professores

8.3 Questões da avaliação escolar em Educação Física

8.3.1 Por que avaliar?

8.3.2 Quem avalia?

8.3.3 Como avaliar?

8.3.4 O que avaliar?

8.3.5 Quando avaliar?

8.4 Avaliação e as dimensões dos conteúdos

8.4.1 Avaliação na dimensão conceitual

8.4.2 Avaliação na dimensão atitudinal

8.4.3 Avaliação na dimensão procedimental

8.5 Nota/conceito nas aulas de Educação Física

8.6 Referências bibliográficas

Por que temos que avaliar? Talvez esta seja a melhor questão para iniciarmos um debate que aborda o tema da avaliação, sem dúvida um dos mais polêmicos na área da

Educação e também da Educação Física.

Em uma perspectiva mais tradicional de ensino, a avaliação teve uma função bastante seletiva, pois consistia em separar os que tinham condições de superar os obstáculos da nota e do vestibular daqueles que não chegavam lá. Para isso, avaliavam-se quase que exclusivamente os resultados obtidos pelos alunos, em especial as suas capacidades cognitivas.

 

9 CONHECIMENTO SOBRE O CORPO

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Conhecimento Sobre o Corpo

LUIZ SANCHES NETO

LUIZ ALBERTO LORENZETTO

9

9.1 Conceitos

9.1.1 O que é conhecer o próprio corpo?

9.1.2 O que se espera que o aluno saiba?

9.2 Relação com a Educação Física

9.2.1 Saúde coletiva e hábitos saudáveis

9.2.2 Qualidade de vida e gerenciamento autônomo da atividade corporal

9.2.3 Interação ambiental, aspectos pessoais e interpessoais

9.3 Os conteúdos relacionados com o conhecimento sobre o corpo e suas dimensões

9.3.1 Possibilidades de trabalhar com a dimensão conceitual dos conteúdos

9.3.2 Possibilidades de trabalhar com a dimensão procedimental dos conteúdos

9.3.3 Possibilidades de trabalhar com a dimensão atitudinal dos conteúdos

9.4 Como se trabalha o conhecimento sobre o corpo na prática?

9.5 Considerações sobre a avaliação

9.6 Integrando conceitos, atitudes e procedimentos

9.7 Referências bibliográficas

Neste capítulo, apresentamos a importância do conhecimento sobre o corpo, iniciando com os conceitos atribuídos ao corpo em diferentes épocas. Analisamos as dicotomias e a relação do corpo com a Educação Física. Propomos vários conteúdos referentes ao corpo que podem ser elaborados e consideramos como suas dimensões podem ser trabalhadas nas aulas.

 

10 JOGOS E BRINCADEIRAS

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Jogos e Brincadeiras

IRENE CONCEIÇÃO ANDRADE RANGEL

SURAYA CRISTINA DARIDO

10

10.1 Brincadeiras e jogos na escola

10.1.1 Conceito e importância do jogo

10.1.2 Jogo enquanto patrimônio cultural da humanidade

10.1.3 As facilidades dos jogos e brincadeiras como conteúdos escolares

10.2 Jogos em uma dimensão conceitual, atitudinal e procedimental

10.2.1 Dimensão conceitual

10.2.1.1 Conhecer o repertório de jogos e brincadeiras dos familiares de diferentes gerações e compreender a dinâmica da produção dos jogos na cultura

10.2.1.2 Distinguir as características do esporte e do jogo, especificamente conhecer as diferentes formas de organização do espaço, dos recursos materiais, das regras e das formas de organização conforme as necessidades do grupo

10.2.1.3 Conhecer as variações das brincadeiras e jogos

10.2.1.4 Entender o jogo na perspectiva do lazer e da qualidade de vida

10.2.1.5 Compreender as relações entre o jogo competitivo e o cooperativo

 

11 ESPORTE

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Esporte

ZENAIDE GALVÃO

LUIZ HENRIQUE RODRIGUES

EDUARDO VINÍCIUS MOTA E SILVA

11

11.1 Esporte

11.1.1 Uma breve viagem

11.1.2 Conceitos

11.1.3 Classificação

11.1.3.1 O esporte-educação

11.1.3.2 O esporte-participação

11.1.3.3 O esporte-performance

11.1.4 Caracterização

11.1.4.1 Os esportes coletivos

11.1.4.2 Os esportes individuais

11.1.4.3 Os esportes de aventura

11.2 O esporte nas aulas de Educação Física

11.2.1 O esporte regulamentado

11.2.2 O esporte como algo a ser aprendido

11.2.3 O esporte como algo a que se assiste

11.2.4 O esporte como algo a ser refletido

11.2.4.1 Criticar o esporte significa ser contra o esporte?

11.2.4.2 Tratar criticamente o esporte é ser contra a técnica esportiva?

11.2.4.3 Os valores de rendimento se opõem ao lúdico?

11.2.4.4 O único caminho para a verdadeira crítica ao esporte é o abandono da vivência em prol do discurso filosófico e sociológico?

 

12 DANÇA

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Dança

TELMA CRISTIANE GASPARI

12

12.1 Conceitos e classificações

12.1.1 Objetivos

12.2 Conteúdos relacionados com a dança

12.2.1 Passo

12.3 Metodologia

12.3.1 A dança e as dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais dos conteúdos: como trabalhar?

12.3.2 Dimensão conceitual do conteúdo

12.3.3 Dimensão procedimental do conteúdo

12.3.4 Dimensão atitudinal do conteúdo

12.3.5 Por onde começar o trabalho com a dança?

12.3.6 Possibilidades e exemplos de projetos interdisciplinares

12.3.7 Orientações didáticas

12.4 Dança: diálogos com a mídia

12.4.1 Espaço e vestimenta adequada

12.5 Avaliação

12.5.1 O que, como e quando avaliar?

12.6 Referências bibliográficas

Não é raro ouvirmos falar que o Brasil é o país das danças ou um país dançante. Esta nossa “fama” é bem pertinente, se levarmos em consideração a diversidade de manifestações rítmicas e expressivas existentes de norte a sul. Sem contar a imensa repercussão de nível internacional de algumas delas, como o Carnaval.

 

13 GINÁSTICA

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Ginástica

LUCIANA VENÂNCIO

EDUARDO AUGUSTO CARREIRO

13

13.1 Ginástica na escola

13.1.1 Ginástica: conceitos e significados das práticas corporais

13.1.2 Ginástica na história

13.1.3 Movimento ginástico europeu

13.1.4 Ginástica e a Educação Física no Brasil

13.2 A ginástica e as dimensões dos conteúdos

13.3 Metodologia: possibilidades e sugestões

13.3.1 A ginástica na escola hoje

13.3.2 O que os alunos devem saber sobre a ginástica como conteúdo da cultura de movimento

13.3.3 As representações da ginástica e das práticas corporais

13.3.4 Ginástica e algumas de suas possibilidades

13.3.5 Materiais alternativos

13.3.5.1 Exemplo de utilização de materiais alternativos nas aulas

13.3.5.2 Materiais oficiais da ginástica rítmica

13.3.6 Proposta de aplicação

13.3.7 Ginástica e inclusão

13.3.8 A questão de gênero na ginástica

13.3.9 Ginástica presente na mídia

13.4 Avaliação

 

14 LUTAS

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Lutas

EDUARDO AUGUSTO CARREIRO

14

14.1 Lutas na escola

14.1.1 Conceitos e importância das lutas

14.1.2 Apresentação de algumas manifestações de lutas

14.1.2.1 O que os alunos “ganham” praticando lutas

14.2 O que os alunos devem saber sobre lutas

14.2.1 O que se espera que o professor saiba?

14.3 As dimensões dos conteúdos e as lutas nas aulas de Educação Física escolar

14.4 Algumas estratégias possíveis

14.4.1 “Construindo” espaços apropriados

14.4.2 As quedas e os golpes

14.4.2.1 As quedas

14.4.3 Sugestões de atividades alternativas

14.4.3.1 Equilíbrio/desequilíbrio

14.4.3.2 Força e resistência

14.5 Um exemplo de luta “formal” – o judô em destaque

14.5.1 Os golpes

14.5.2 Concentração e filosofia

14.6 Lutas e mídia

14.7 Referências bibliográficas

14.1 Lutas na escola

Dentre os conteúdos que podem ser apresentados na Educação Física escolar, as lutas são um dos que possivelmente encontram mais resistência, levantados geralmente os argumentos de que há falta de espaço, falta de material, falta de roupa adequada e, sobretudo, pela associação às questões de violência.

 

15 CAPOEIRA

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Capoeira

LAÉRCIO SCHWANTES IÓRIO

SURAYA CRISTINA DARIDO

15

15.1 Capoeira na escola

15.1.1 As origens da Capoeira

15.1.2 Desdobramentos da Capoeira: Angola e regional

15.1.2.1 Capoeira Angola

15.1.2.2 Capoeira Regional

15.1.3 Capoeira: luta, jogo, dança ou esporte?

15.1.3.1 Capoeira como luta

15.1.3.2 Capoeira como jogo

15.1.3.3 Capoeira/dança/ritual religioso

15.1.3.4 Capoeira/esporte

15.1.3.5 Afinal, o que é Capoeira?

15.1.4 O ritual do jogo da Capoeira

15.1.4.1 Instrumentos musicais utilizados na Capoeira

15.1.4.2 Os outros instrumentos que compõem a roda de Capoeira Angola

15.1.5 O papel da escola para o não preconceito e a Capoeira

15.2 Capoeira numa dimensão conceitual, atitudinal e procedimental e alguns aspectos metodológicos

15.2.1 Implicações para a prática pedagógica: as origens da Capoeira

15.2.2 Implicações para a prática pedagógica: Capoeira Angola e Capoeira regional

 

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