Exercícios Corretivos para Disfunções de Quadril e Ombro

Autor(es): Evan Osar
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As disfunções de movimentos – em especial no ombro e quadril – geradas principalmente por desordens do controle motor são motivo de grande procura por médicos, quiropratas, fisioterapeutas e profissionais de condicionamento físico. Assim, com o objetivo de proporcionar uma ampla visão do assunto e munir os profissionais do movimento humano de conhecimentos que lhes ajudem a oferecer um atendimento mais completo e eficaz, aspectos de anatomia funcional, da cinesiologia, das disfunções comuns e de estratégias com exercícios corretivos são aqui reunidos e explorados, tornando esta obra uma referência indispensável a todos que se dedicam a estas áreas da saúde.

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Como este livro é organizado

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Como este livro é organizado

Este livro é projetado em três partes para ajudá-lo a tirar o maior proveito da informação nele contida. A primeira parte é uma introdução ao movimento e os componentes do paradigma do movimento, incluindo músculos, articulações, proprioceptores e padrões fundamentais de movimento. Ela também aborda alguns dos problemas subjacentes que são reconhecidos como essenciais ao desenvolvimento e

à predominância das disfunções de movimento. A segunda parte aborda anatomia funcional e cinesiologia dos complexos do ombro e quadril, incluindo algumas das disfunções comuns, bem como vários conceitos importantes para a melhora da função nessas regiões. (Uma avaliação do tronco, quadril e ombros também está incluída nessa seção.) A terceira parte irá demonstrar o exercício corretivo e a progressão de movimento baseados nos princípios que foram estabelecidos nas duas primeiras seções do livro.

Este livro também reúne: 1) tabelas com descrições dos exercícios, incluindo preparação, alinhamento, estratégias de ativação e percepções do que seu paciente ou aluno possa estar sentindo; 2) tabelas com dicas clínicas. Todas elas são desenvolvidas para lhe proporcionar técnicas clinicamente aplicáveis, estratégias e/ou soluções para ajudá-lo a tornar a informação conectada e proporcionar ainda mais relevância para você e seu aluno/paciente.

 

Agradecimentos

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Agradecimentos

Qualquer pessoa que tenha se dedicado a escrever um livro ou a realizar qualquer atividade que leve alguns intensos meses de esforço dedicado entende os desafios, a ginástica mental, as frustrações e as euforias que fazem parte da inevitável jornada em direção à conclusão da tarefa. Também entende as pessoas especiais por trás dos bastidores, que com frequência permanecem anônimas, ainda que sejam fundamentais para a conclusão bem-sucedida da tarefa.

Primeiramente, agradeço a Jonathan Hutchings e Lotus Publishing por terem me dado a oportunidade e a liberdade criativa para produzir algo que, espero, beneficie o esforço. Um autor não poderia ter um profissional ou uma editora mais conveniente do que eles para trabalhar.

Um agradecimento especial também à minha amiga e colega Laree Draper: reconheço todo o apoio dela e de seu marido, Dave.

Ao grande número de mentores e gigantes do esforço que me ensinaram, inspiraram e motivaram a continuar a aprender e crescer, sou eternamente grato. Embora sejam muitos para mencionar, vários se destacam pelo papel particular que desempenharam em minha evolução enquanto especialista do movimento.

 

Sumário

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Sumário

PARTE 1

Introdução ao movimento: os elementos funcionais

Capítulo 1 O sistema funcional do movimento................................................................................. 3

Biomecânica ...................................................................................................................... 3

Cinesiologia ....................................................................................................................... 6

Capítulo 2 Desenvolvendo o movimento......................................................................................... 28

Modelo de ontogênese da função..................................................................................... 28

Padrões de movimento fundamentais............................................................................... 32

O padrão de autoperpetuação da disfunção do movimento.............................................. 34

Centralização articular...................................................................................................... 36

 

Introdução

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Introdução

Este livro não foi escrito para fazer você concordar com os conceitos nele contidos. Ele não foi escrito para dizer que este é o modo de se fazer as coisas. Com mais certeza aind a, ele não foi escrito para dizer que assim é como as coisas sempre serão. Ele também não tem a pretensão de afirmar que esta abordagem funciona 100% do tempo para 100% das pessoas com as quais você irá interagir em sua profissão. Este livro foi escrito com um único propósito: fazer você pensar. Se a leitura deste livro lhe fizer parar e pensar, se levantar questões ou se desafiar o seu processo de pensamento, então eu fiz o meu trabalho bem feito.

Com a abundância de recursos disponíveis para o profissional do fitness e da saúde, o que torna este livro tão diferente dos outros de mesmo assunto? Esta citação simples, porém profunda, feita por James

­Dyson, (fundador da Dyson, fabricante de aparelhos a vácuo), resume bem – “Nós consertamos os problemas óbvios que os outros parecem ignorar”. Essa maravilhosa afirmação ressoa porque, enquanto especialista do movimento, estou constantemente trabalhando para encontrar a melhor solução para as disfunções do movimento – seja de meus clientes, pacientes ou alunos em treinamento, abordando as falhas de movimento óbvias que outros profissionais ignoraram.

 

Capítulo 1. O sistema funcional do movimento

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Capítulo 1

O sistema funcional do movimento

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais do movimento

Explicar e identificar as funções principais dos músculos

BIOMECÂNICA

Compreender o movimento requer uma introdução breve à biomecânica. Biomecânica é o estudo do movimento e das forças internas e externas que agem sobre o corpo. Este estudo é principalmente baseado na observação da mecânica articular, nas forças internas e nas cargas, bem como nos efeitos da gravidade, do momento e das forças de reação do solo.

Cinesiologia é o estudo do movimento baseado na atividade do sistema muscular. É importante ter uma compreensão básica da biomecânica envolvida com o movimento para permitir uma melhor apreciação da atividade cinesiológica do sistema muscular.

A observação do ciclo da marcha humana fornece um olhar um tanto exclusivo na biomecânica da extremidade inferior. O ciclo da marcha humana, como muitos movimentos na vida, é uma série de eventos com carga e sem carga que ocorrem de uma maneira orquestrada por meio da cadeia cinética. Para ajudar a demonstrar a biomecânica, bem como fornecer um exemplo do porque os músculos agem de uma maneira particular, uma avaliação um tanto básica do ciclo da marcha será fornecida adiante.

 

Capítulo 3. O complexo do ombro

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Capítulo 3

O complexo do ombro

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais do complexo do ombro

Identificar as principais regiões de disfunção dentro do complexo do ombro

Compreender a mecânica ideal do complexo do ombro

O ombro é um sistema complexo de articulações que trabalham juntas para permitir uma grande amplitude de mobilidade da extremidade superior. O complexo do ombro age para sustentar a extremidade superior, permitindo a colocação específica da mão nas ações de puxar, empurrar, levantar e arremessar.

ESTRUTURA DO COMPLEXO DO OMBRO

O complexo do ombro é formado por quatro articulações: glenoumeral (GU), escapulotorácica (ET), acromioclavicular (AC) e esternoclavicular (EC). A ação coletiva dessas quatro articulações torna o complexo do ombro o complexo articular mais móvel do corpo. Contudo, essa mobilidade tem um preço: a estabilidade. Para compreender exatamente como a estabilidade é criada, um conhecimento básico da cinemática e da anatomia funcional do ombro é necessário.

 

Capítulo 5. Avaliação

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Capítulo 5

Avaliação

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais da avaliação do ombro e quadril

Identificar as regiões principais de disfunção dentro dos complexos do ombro e quadril

Identificar os condutores principais de disfunção do ombro e quadril

“As pessoas só veem o que estão preparadas para ver.” (Ralph Waldo Emerson)

A avaliação adequada é importante antes de trabalhar com um indivíduo, independentemente de seu treinamento prévio ou objetivos funcionais atuais. A avaliação irá conduzir a estratégia de exercício corretivo que o treinador ou terapeuta irá utilizar e irá permitir que se determine quando o indivíduo pode progredir apropriadamente. Além disso, a avaliação irá ditar o exercício domiciliar do cliente, e a educação apropriada no processo de avaliação irá ajudar o treinador ou terapeuta a educar o paciente em autopercepção e feedback. Em outras palavras, se o cliente não retornar à terapia ou ao treinamento por um tempo, por razões financeiras, geográficas, plano de saúde, ou outras razões, a autoavaliação pode ajudar o indivíduo a monitorar seu próprio progresso, independente do terapeuta ou treinador.

 

Capítulo 7. Padrões corretivos para os complexos do ombro e do quadril

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Capítulo 7

Padrões corretivos para os complexos do ombro e do quadril

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais do exercício corretivo e paradigma do movimento

Identificar as principais regiões necessárias para melhorar a função

Desenvolver as estratégias específicas para os exercícios corretivos e padrões de movimento fundamentais

COMPLEXO DO OMBRO

DISFUNÇÕES NOS PADRÕES DA EXTREMIDADE SUPERIOR

Identificar padrões de movimento disfuncionais é a primeira etapa na estratégia corretiva, porque se a disfunção não for identificada, o indivíduo irá perpetuar seus padrões habituais. Portanto, o profissional do fitness ou terapeuta deve ter por hábito perceber os sinais de padrões disfuncionais que podem ser identificados visualmente e por meio de palpação. O profissional do fitness ou terapeuta irá observar a capacidade do indivíduo para estabilizar proximalmente enquanto realiza respiração diafragmática, sendo capaz de dissociar as extremidades à medida que realiza seus padrões de movimento. A seção seguinte irá observar disfunções comuns no ombro e na extremidade superior, enquanto que a próxima seção irá observar disfunções similares, visto que elas se relacionam com o quadril e a extremidade inferior. Além disso, o leitor é encorajado a rever o capítulo de avaliação na Parte II para observações adicionais.

 

Capítulo 10. Exercícios contraindicados

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Capítulo 10

Exercícios contraindicados

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar padrões contraindicados para clientes com disfunção de ombro ou de quadril

Embora seja impreciso categorizar um exercício como “bom” ou “ruim” (eles seriam mais bem classificados como “apropriado” ou “não apropriado”), existem vários exercícios que são contraindicados para pacientes e clientes que experimentam algumas das disfunções de movimento mais comuns que foram discutidas neste livro.

PADRÕES CONTRAINDICADOS PARA

O CLIENTE COM DISFUNÇÃO DO OMBRO

Para o cliente com uma articulação de ombro dolorosa e/ou instável, existem vários exercícios contraindicados, incluindo remadas verticais, mergulhos, elevações anteriores e laterais com haltere e o supino com barra. Um problema com esses exercícios é que os clientes com uma articulação escapulotorácica instável tendem a sobrecarregar a coluna cervical e torácica superior, bem como a articulação glenoumeral à medida que eles realizam esses padrões. Tais clientes ficarão mais satisfeitos em trabalhar por meio de padrões de exercícios corretivos discutidos anteriormente, e depois realizar menos padrões desafiadores, alcançando esses padrões se eles quiserem ou precisarem realizá-los para esporte ou por questões estéticas. Causas adicionais de preocupação com esses exercícios são listadas abaixo.

 

Capítulo 11. Conclusão

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Capítulo 11

Conclusão

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Resumir os princípios-chave de melhora da função e de desenvolvimento de padrões de movimento ideais apresentados neste livro

“Se pudéssemos dar a cada indivíduo a quantidade certa de nutrição e exercício físico, não tão pouca e não muita, teríamos encontrado o caminho mais seguro para a saúde.” (Hipócrates)

PRINCÍPIOS DO MOVIMENTO FUNCIONAL

A filosofia fundamental deste livro é baseada nos três princípios básicos de movimento que são frequentemente negligenciados nas atividades de reabilitação, exercício corretivo e condicionamento físico.

À primeira vista, esses princípios podem parecer muito simplistas para requerer consideração quando se busca uma solução para os múltiplos níveis de disfunção que são vistos na maioria dos clientes. Contudo, uma vez que o impacto que essas pequenas correções podem ter sobre os sistemas nervoso e neuromusculofascial é reconhecido e compreendido, começa-se a perceber que um programa de exercício que negligencia esses princípios simples poderia ser considerado negligente, até mesmo prejudicial. É possível ainda considerar a probabilidade de que muitas das prescrições de exercícios mais comuns e dicas corretivas podem, na verdade, exacerbar em vez de corrigir os padrões de movimento disfuncionais.

 

Terminologia principal

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Terminologia principal

ABREVIAÇÕES

AC = articulação acromioclavicular

GU = articulação glenoumeral

CF = articulação coxofemoral

TMF = teste muscular funcional

LPQ = complexo lombo-pélvico-quadril

TMM = teste muscular manual

NME = sistema neuromusculoesquelético

ASI = articulação sacroilíaca

EC = articulação esternoclavicular

ET = articulação escapulotorácica

TL = toracolombar

CTP = cilindro toracopélvico

ATIVAÇÃO

São técnicas para estimular o sistema proprioceptivo a aumentar a força ou a resposta do sistema muscular. As técnicas para ativação incluem visualização, contrações isométricas, palpação (de inserções musculofasciais, ligamentos, pele ou cápsula articular) e respiração.

INIBIÇÃO ARTROGÊNICA

Inibição muscular causada por alongamento excessivo, compressão excessiva, edema e/ou transtorno interno de uma articulação.

INIBIÇÃO AUTOGÊNICA

Um reflexo protetor regulado pelos órgãos tendinosos de Golgi que causam inibição muscular em resposta a aumentos excessivos na tensão muscular.

 

Índice

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Índice

A

Abdução, 56

Abdução do ombro, 119

Abdução do quadril, 119

Acima da cabeça, mecânica, 65

agachamento, 265

alcance, 252

Aderência do ombro, 40

Aderência do tronco, 40

estabilidade, 224

Aderência dos dedos do pé, 40

Adução, 56

Adutores, 86, 88

Agachamento com bola, 261

Agachamento profundo, 283-284

Agachamento unilateral, 266

Agachamento unilateral, 267

Agachamento, 32, 89, 93, 95, 104, 131-132,

241-242, 254, 259

Agonistas, xviii, 62, 99, 293-298

Ajuste patelar, 78

Alada, escápula, 57-58

Alargamento do gradil costal, 159

Alcance unilateral, 251

Alinhamento ideal, 145

Alongamento, 141

Amortização, xiv

Amplificador hidráulico, 150

Amplitude de movimento do tornozelo, 113

Amplitude de movimento interna, 112

Anatomia funcional, viii

Ângulo da base sacral, 76

Ângulo de torção femoral, 78

 

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