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Medium 9788584930180

1.3.4 Financiador

Benemond, Fernanda Henneberg Grupo Almedina PDF Criptografado

o negócio jurídico built to suit

1.3.3 Construtora

Como mencionado, o empreendedor pode contratar os serviços de construção para o empreendimento. Em princípio, a construtora participa somente da realização da obra e/ou reforma substancial, cujo término ou entrega marca o fim de sua participação no built to suit.

Ainda sobre o papel da construtora no built to suit, afirma Fábio Cilli80:

A prática de mercado mostra que a construtora atua como um agente que, em grande parte dos casos, tem o primeiro contato com o usuário. Ou seja, é frequente que o usuário procure primeiramente a construtora, pensando já no produto final alugado, sendo que a mesma pode acabar realizando parceria com empreendedores ou investidores interessados no built to suit. A construtora, portanto, atualmente,

é muito importante no mercado de built to suit brasileiro, levando-se em conta este primeiro contato com o usuário. Quando ela coordena o processo desde o início, se torna responsável pela qualidade da construção do produto segundo a matriz de necessidades do usuário, e também por influenciar a inserção de mercado do imóvel.

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Medium 9788520435649

Da invenção do sutiã até os anos 1950

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

Da invenção do sutiã até os anos 1950

Na década de 1890, surgiram as primeiras versões da lingerie, que acabou por se tornar um item indispensável no guarda-roupa das mulheres. A princípio um tipo de espartilho dividido, o brassière foi aperfeiçoado por uma série de estilistas empreendedoras, até que nos anos 1930 a produção em massa permitiu que o sutiã fosse acessível a todas. Os novos tecidos elásticos e a invenção das taças deixaram o sutiã mais confortável e sofisticado, e o busto se tornava uma zona erógena cada vez mais importante. Provavelmente, a história do sutiã atingiu o seu apogeu com as belas Sweater Girls, como Lana Turner, que usavam sutiãs cônicos para valorizar ao máximo seus atributos.

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IW Lingerie 070-103 Ch3 UK.indd 71

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Pedido de patente de

Mary Phelps para o

“brassière frente única”

IW Lingerie 070-103 Ch3 UK.indd 72

25/4/13 8:28 AM

Da invenção Do sutiã até os anos 1950

A invenção do sutiã

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Medium 9788536322100

40 Iowa Gambling Task

Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

Avaliação Neuropsicológica 375

tirar uma carta de cada vez, podendo alternar entre as pilhas da forma que quiser.

Cada vez que o probando vira uma carta recebe uma recompensa monetária em dinheiro simbólico. No entanto, em algumas ocasiões, sem que possa prever quando, ele também será punido e deverá pagar uma determinada multa. O probando começa o jogo com $ 2000,00 e deve procurar ganhar o máximo de dinheiro que conseguir. Para isso deve aprender a escolher mais cartas dos montes que apresentam melhor relação de custo e benefício, o que só pode ser analisado na medida em que faz escolhas nos diferentes montes. O esquema de recompensa e punição de cada monte é pré-determinado. As cartas das pilhas A e B pagam maiores valores (por exemplo, $100,00), mas suas punições são mais altas (podendo chegar a $1250,00).

As cartas das pilhas C e D pagam menores quantias (por exemplo, $50,00) e suas punições são mais brandas (variando entre

$25,00 e $250,00). Em longo prazo, optar pelas pilhas C e D apresenta mais vantagem em termos de custo e benefício do que optar pelas pilhas A e B, que, apesar de oferecerem um ganho imediato alto, também apresentam multas maiores.

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Medium 9788530985776

Capítulo VII – Prisão e Liberdade Provisória

Guilherme de Souza Nucci Grupo Gen ePub Criptografado

Prisão é a privação da liberdade, coibindo-se, por meio do recolhimento ao cárcere, o direito natural e constitucional do ser humano de ir, vir e permanecer (art. 5.º, caput). Há várias possibilidades no ordenamento jurídico brasileiro (prisão civil, prisão disciplinar militar, prisão-pena), interessando-nos, no entanto, apenas a prisão cautelar (ou processual), decorrente da necessidade do processo penal. Estas se subdividem em: a) prisão preventiva; b) prisão em flagrante; c) prisão temporária; d) prisão em decorrência de pronúncia; e) prisão em decorrência de sentença penal condenatória; f) prisão para condução coercitiva. Temos sustentado que a condução coercitiva é uma forma de prisão, cuja finalidade é a busca da prova, geralmente testemunhal. Note-se: caso a pessoa, intimada a depor em juízo, não compareça nem justifique a ausência, pode o juiz mandar conduzi-la coercitivamente. Quem cumpre esse mandado, como regra, é o oficial de justiça, com o apoio da polícia. Havendo resistência, a testemunha será algemada e levada à força ao fórum, onde aguardará o magistrado chamar. Até que isso ocorra, a pessoa está detida, com sua liberdade cerceada. Parece-nos nitidamente uma prisão, embora dure algumas horas.

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Medium 9788527735100

Capítulo 9 Boas Práticas em Microbiologia

Alane Beatriz Vermelho, Antônio Pereira, Rosalie Coelho, Thaïs Souto-Padrón Grupo Gen ePub Criptografado

Uma das grandes preocupações de quem trabalha com microbiologia ou pratica atividades que envolvam técnicas microbiológicas está no fato de que é necessário preservar o material estéril durante a manipulação da amostra, ou seja, é imprescindível garantir assepsia total do trabalho, em relação tanto ao material quanto às condutas do manipulador. De certa maneira, esse assunto foi muito bem abordado e discutido nos primeiros capítulos deste livro, portanto a intenção agora é explicar, discutir e responder a algumas dúvidas e perguntas frequentes e, assim, auxiliar o leitor na tarefa de evitar uma contaminação externa que possa prejudicar todo o trabalho com o material de estudo, seja dentro de um laboratório de pesquisa ou de diagnóstico clínico.

O grande e célebre microbiologista Louis Pasteur (1822-1895) postulou, e provou experimentalmente, que não existe geração espontânea. Desta forma, é importante sempre lembrarmos que: material esterilizado, seja sólido ou líquido e em sistemas hermeticamente fechados, não sofre contaminação espontânea de dentro para fora ou ainda de fora para dentro do recipiente. Ou seja, contaminação de material estéril por fungos, bactérias ou até mesmo por vírus só ocorre por inoculação ou manipulação indevida do operador. Sendo assim, temos de ter em mente que trabalhar com total rigor no que diz respeito à manipulação de forma asséptica é imprescindível para alcançar sucesso experimental ou êxito no diagnóstico.

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