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Medium 9788553601776

4. Sistema Nacional das Unidades de Conservação – SNUC

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

1064

Erika Bechara

em suas estruturas administrativas de meio ambiente), deverá definir as unidades de conservação a ser beneficiadas com os recursos da compensação bem como as ações a ser desenvolvidas em prol das UCs beneficiárias com os recursos da compensação ambiental, que englobam, dentre outras, a regularização fundiária e demarcação das terras das UCs; a elaboração, revisão ou implantação de plano de manejo e o desenvolvimento de estudos necessários à criação de nova UC (art. 33 do

Decreto n. 4.340/2002).

A compensação ambiental pode ser executada de forma direta ou indireta. A execução direta ocorre quando o próprio empreendedor realiza as ações em prol das UCs beneficiárias, a partir das determinações ou orientações do órgão ambiental (p. ex., contrata a empresa responsável pela elaboração do plano de manejo da UC). A execução indireta ocorre quando, nos termos autorizados pela Lei n. 13.668/2018, o empreendedor deposita o valor da compensação ambiental em um fundo administrado por instituição financeira oficial, para que esta faça a sua gestão e aplicação em benefício das UCs beneficiárias.

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Medium 9788582715215

Capítulo 8. Crianças em idade escolar

Fred R. Volkmar, Lisa A. Wiesner Grupo A PDF Criptografado

8

Crianças em idade escolar

As crianças com TEAs enfrentam novos desafios nos ensinos fundamental e médio. As expectativas mudam de acordo com a crescente maturidade psicológica e física, com novas perspectivas de independência e aprendizagem autodirigida. As transições dentro da escola e com frequência entre escolas apresentam outros desafios. Várias opções estão disponíveis – desde a educação totalmente convencional até a totalmente especial. Muitas das mesmas considerações sobre os problemas e os programas relevantes para crianças menores (Capítulo 7) continuam a se aplicar, embora com maior

ênfase no desempenho acadêmico.

No primeiro ano escolar surgem as primeiras divergências importantes na aprendizagem de muitas crianças com TEAs. Algumas delas terão feito progresso substancial, e outras continuarão a enfrentar desafios significativos. Ainda não sabemos por que algumas parecem se sair melhor do que outras, mesmo em programas que parecem muito parecidos e adequados.

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Medium 9788582710906

Capítulo 53 - Pancreatite aguda

Rafael Barberena Moraes; Márcio Manozzo Boniatti; Paulo Ricardo C. Cardoso; Thiago Lisboa; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

PRINCIPAIS CAUSAS DE HDB

FATOR CONDIÇÃO

FREQUÊNCIA

Anatômico Diverticulose

33%

Inflamatório

Colites: isquêmica, infecciosa, actínica

Doença inflamatória intestinal

18%

Vasculares

Malformações arteriovenosas

Teleangiectasias; angiodisplasia

8%

Neoplasias Pólipos

Carcinoma

19%

Outros Hemorroidas

Úlceras

Pós-colonoscopia

18%

PANCREATITE AGUDA

QUADRO 52.6

LEITURAS SUGERIDAS 

Hoster IL, Kuipers EJ. Management of acute nonvariceal upper gastrointestinal bleeding: current policies and future prospective. World J Gastroenterol. 2012;18(11):1202-7.

Garcia-Tsao G, Bosch J. Management of varices and variceal hemorrhage in cirrhosis. N Engl J Med. 2010;362:823-32.

Lau JY, Barkun A, Fan D, Kuipers EJ, Yang Y, Chan FK. Challenges in the management of acute petic ulcer bleeding.

Lancet. 2013;381(9882):2033-43.

Lhewa DY, Strate LL. Pros and cons of colonoscopy in management of acute lower gastrointestinal bleeding. World

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Medium 9788527721882

10 - Nematódeos Intestinais

FERREIRA, Marcelo Urbano Grupo Gen PDF Criptografado

10

Nematódeos

Intestinais

Marcelo Urbano Ferreira

CC

Nematódeos, 102

CC

Ascaris e a ascaríase, 102

CC

Trichuris e a tricuríase, 106

CC

Ancilostomídeos e ancilostomíase, 106

CC

Strongyloides e estrongiloidíase, 110

CC

Enterobius e a enterobíase, 112

CC

Diagnóstico laboratorial das infecções por nematódeos intestinais, 113

CC

Tratamento das infecções por nematódeos intestinais, 115

CC

Prevenção e controle das infecções por nematódeos intestinais, 116

CC

Bibliografia, 119

CC

Leitura sugerida, 120

Urbano 10.indd 101

7/8/2012 14:34:12

Parasitologia Contemporânea

Os nematódeos ou nematoides são helmintos cilíndricos e alongados, geralmente com simetria bilateral, pertencentes ao filo Nematoda. Existem inúmeras espécies de vida livre de nematódeos que vivem na água e no solo; são os metazoários mais abundantes na Terra. O parasitismo parece ter surgido em diversos momentos da evolução dos nematódeos; todos os principais grupos desses helmintos compreendem espécies de vida parasitária. Os nematódeos parasitos vivem em plantas, moluscos, anelídeos, artrópodes e vertebrados. Na classificação clássica, os principais nematódeos que parasitam o trato digestivo de populações humanas do Brasil agrupam-se na classe

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Medium 9788584290376

H. A receita dos voos galináceos

Claudio de Moura Castro Grupo A PDF Criptografado

135 h. A receita dos voos galináceos

Gaviões fazem voos extraordinários quase sem fazer força. Avestruzes não saem do chão. Já as galinhas, ficam no meio do caminho, pois são capazes de fazer voos curtos.

Aprendemos mais quando voamos, quando ousamos enfrentar o desconhecido. Ou seja, não é uma boa ideia imitar os avestruzes, ficando plantados com os pés no chão.

Aprendemos quando há desafios, quando tentamos voar, ultrapassando o que já sabemos. De fato, se o assunto é muito fácil, não desperta curiosidade, não exige esforço, não nos faz crescer. Se fizermos como os avestruzes, caminhamos na mediocridade, sem ousadias. Voar é preciso.

Mas, se tentarmos ser gaviões, o salto pode ser maior do que as pernas, ou melhor, maior do que nossas asas. Se queremos voar alto demais, perdemos pé. Não entendemos nada, não juntamos coisa com coisa. E, sobretudo, não juntamos o novo com o que pertence ao nosso mundo conhecido. É frustrante e improdutivo.

Em suma, temos que dosar o desafio de acordo com a nossa capacidade naquele momento.

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