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Medium 9788547210014

c a p í t u l o 10 - Gestão de materiais, logística e sustentabilidade na cadeia de suprimentos

ALIGLERI, Lilian; ALIGLERi, Luiz Antonio Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10

Gestão de materiais, logística e sustentabilidade na cadeia de suprimentos

introdução

As empresas estão inseridas em uma cadeia complexa de agentes colaborativos, de modo que as atividades interorganizacionais se tornam cada vez mais frequentes e intensas.

Isso implica novos posicionamentos e capacidades gerenciais.

O atual arranjo sistêmico exige das empresas uma nova compreensão de sustentabilidade, que não poderá estar centrada unicamente no fabricante. As designações de

“empresa” e de “produto sustentável” passam a ser de toda a cadeia produtiva da qual elas fazem parte.

Os fluxos de materiais e informações precisam considerar os impactos socioambientais, exigindo dos dirigentes uma visão holística que integre novos valores organizacionais e inovações gerenciais ao longo da cadeia produtiva.

Nessa perspectiva, este capítulo apresenta:

os elementos envolvidos na gestão de estoque e os desafios ambientais; a cadeia de suprimentos e sua interação com questões socioambientais; um modelo para a gestão sustentável da cadeia de suprimentos; a logística direta e sua relação com a logística verde; diferentes dimensões e implicações da logística reversa na atividade industrial.

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Medium 9788582713112

Capítulo 28 - Psicodiagnóstico nas psicoses

Claudio Simon Hutz (Org.); Denise Ruschel Bandeira (Org.); Clarissa Marceli Trentini (Org.); Jefferson Silva Krug (Org.) Grupo A PDF Criptografado

28

PSICODIAGNÓSTICO NAS PSICOSES

Katiane Silva

Paulo Belmonte-de-Abreu

T

rabalhar com psicoses sempre foi – e con­ tinua sendo – um desafio para os profis­ sionais da área da saúde devido à comple­ xidade dos sintomas, sua sobreposição com sintomas de outras condições clínicas, sua f­alta de lógica formal, além de certa resistência em nos aproximarmos do funcionamento ­ psicológico primitivo que as psicoses denunciam e que fazem parte de todos nós, pelo menos em alguns momen­ tos, como no devaneio diurno, no sonho, no estado febril ou em vivências de trauma intenso.

Embora as psicoses sejam descritas como en­ tidades nosológicas definidas nos m

­ anuais classificatórios, como a esquizofrenia ou o trans­ torno esquizoafetivo, estudos recentes em popu­ lações sadias e em grupos clínicos distintos evi­denciaram a presença desses quadros em dife­ rentes diagnósticos, variando em intensidade, duração e efeito e levando os profissionais da saú­ de mental a reconsiderar a perspectiva dimensio­ nal não só na descrição das psicoses, como tam­ bém na compreensão dos transtornos mentais.

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Medium 9788547223779

42. Direitos das pessoas com deficiência e das pessoas com transtornos mentais

RAMOS, André de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

concessiva de liminar de 23-3-2017). Além disso, houve o uso de expressões excessivamente genéricas para impor esses limites à liberdade de ensinar, que podem gerar um indesejável efeito inibidor (“chilling effect”) pelo qual os docentes e servidores deixam expor o pluralismo de ideias sobre certo tema em face do receio de serem punidos de alguma forma.

Em 2017, o STF, também por decisão liminar do Min. Roberto Barroso, suspendeu lei municipal (Município de Paranaguá/PR) que vedava o ensino sobre gênero e orientação sexual, bem como a utilização desses termos nas escolas. Além da temática da competência privativa da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional (art. 22, XXIV, da CF/88, ver acima), para o Min. Barroso a proibição de tratar de conteúdos em sala de aula sem justificativa plausível, atenta contra o direito à educação que deve promover o (i) pleno desenvolvimento da pessoa, (ii) a sua capacitação para a cidadania, bem como o (iii) desenvolvimento humanístico do país (CF/88, arts. 205 e 214).

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Medium 9788527726993

23 Princípios e Regras da Dietoterapia Chinesa

ARANTES, Andrea Maciel Grupo Gen ePub Criptografado

Em geral, nos tratamentos da medicina tradicional chinesa, a fitoterapia tem grande destaque e, obviamente, o uso de ervas é muito mais efetivo do que o consumo de alimentos (por isso as ervas são mais utilizadas para tratamento do que para prevenção). Assim, a dietoterapia chinesa atua na promoção de saúde, mas de maneira mais branda em relação à fitoterapia, devendo ser utilizada como complemento às demais terapias chinesas ou qualquer outra terapêutica.

Nesse sentido, o objetivo não é apenas curar, mas também corrigir hábitos alimentares que sustentam diversas doenças, tornando esta ferramenta mais acessível à população do que os demais recursos da medicina tradicional chinesa.

Assim, além dos sabores e da natureza de cada alimento, é importante saber quando e como utilizá-los, para aproveitá-los de modo terapêutico.

Antes de entender as oito regras terapêuticas (Zhong Yi Ba Fa), é necessário identificar os sinais de desequilíbrio dentro da teoria de diferenciação dos oito princípios (Ba Gang Bian Zheng).

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Medium 9788547223236

Capítulo V - DA PARTILHA

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo V

DA PARTILHA

Sumário: 1. Conceito. 2. Espécies de partilha. 3. Partilha em vida.

4. Regras sobre a partilha. 5. Sobrepartilha.

1. Conceito

Terminado o inventário, partilham-se os bens entre os herdeiros e cessionários, separando-se a meação do cônjuge supérstite.

Segundo o magistério de Carlos Maximiliano, “partilha é a divisão do espólio entre os sucessores do falecido. Também a definem como ope­ ração jurídica por meio da qual se confere uma quota exclusiva e concreta aos que possuem em comum uma sucessão e na mesma têm apenas uma quota ideal”1.

Para Pontes de Miranda, “partilha é a operação processual pela qual a herança passa do estado de comunhão pro indiviso, estabelecido pela morte e pela transmissão por força da lei, ao estado de quotas completa­ mente separadas, ou ao estado de comunhão pro indiviso, ou pro diviso, por força da sentença”2.

Com a partilha desaparece o caráter transitório da indivisão do acervo hereditário determinado pela abertura da sucessão. Cessa, com o seu advento, a comunhão hereditária, desaparecendo a figura do espólio, que será substituída pelo herdeiro a quem coube o direito ou a coisa objeto da causa3.

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