Crie suas própias Pastas

Selecione capítulos de diferentes livros e organize-os em sua própria pasta, de forma simples e rápida. Você pode ainda personalizar a capa e disponibilizar o conteúdo em nossa loja para seus alunos ou colegas.

Educação
Pesquisa
Lazer

Capítulos Selecione um ou vários capítulos para montar sua Pasta

Medium 9788553610662

16. REFERÊNCIAS

MESSA, Ana Flávia; ANDREUCCI, Ricardo Antonio Editora Saraiva PDF Criptografado

PROCESSO Civil quaisquer direitos da tripulação, devendo tais acontecimentos serem ratificados com juramento do capitão perante a autoridade competente do primeiro lugar onde chegar.

A petição inicial conterá a transcrição dos termos lançados no livro Diário da Navegação e deverá ser instruída com cópias das páginas que contenham os termos que serão ratificados, dos documentos de identificação do comandante e das testemunhas arroladas, do rol de tripulantes, do documento de registro da embarcação e, quando for o caso, do manifesto das cargas sinistradas e a qualificação de seus consignatários, traduzidos, quando for o caso, de forma livre para o português. A petição inicial deverá ser distribuída com urgência e encaminhada ao juiz, que ouvirá, sob compromisso a ser prestado no mesmo dia, o comandante e as testemunhas em número mínimo de 2 (duas) e máximo de 4 (quatro), que deverão comparecer ao ato independentemente de intimação. Tratando-se de estrangeiros que não dominem a língua portuguesa, o autor deverá fazer-se acompanhar por tradutor, que prestará compromisso em audiência. Caso o autor não se faça acompanhar por tradutor, o juiz deverá nomear outro que preste compromisso em audiência.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527730150

Capítulo 6 - Transferência de Energia no Corpo

McARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Grupo Gen PDF Criptografado

Transferência de

Energia no Corpo

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

●●

Identificar os fosfatos de alta energia e discutir as suas contribuições para a energização do trabalho biológico

●●

Quantificar as reservas corporais de trifosfato de adenosina (ATP) e de fosfocreatina (PCr) e citar exemplos de atividades físicas nas quais cada fonte energética predomina

●●

Discutir a dinâmica da formação de lactato e seu acúmulo no sangue durante o aumento da intensidade do exercício

●●

Descrever o papel do ciclo do ácido cítrico no metabolismo energético

●●

Esboçar as vias gerais para a liberação de energia durante o catabolismo de macronutrientes

●●

Esboçar o transporte de elétrons-fosforilação oxidativa

●●

Discutir o papel do oxigênio no metabolismo energético

●●

Comparar o rendimento de ATP a partir do catabolismo de uma molécula de carboidrato, gordura e proteína

●●

Listar as importantes funções dos carboidratos no metabolismo energético

Ver todos os capítulos
Medium 9788547223410

174. A responsabilidade real do Banco Central

ABRÃO, Nelson Editora Saraiva PDF Criptografado

INSTABILIDADE DOS BANCOS

375

Naturalmente, as instituições públicas, bancos ou caixas precisam de parcerias, abertura de capital via oferta pública, posto que não podem repousar ganhos fundados na folha de pagamento de servidores — reserva de mercado — quando na realidade se divisam operações bancárias além das fronteiras.

Cumpre deixar claro que o padrão de risco é medido por normas internacionais, da Basileia, e cabe ao Banco Central monitorar de perto este contexto, sem tensão, mas com o ritmo voltado para acompanhar eventuais instabilidades, dando solução imediata, sem provocar reação em cadeia.

174. A responsabilidade real do Banco Central

O Banco Central do Brasil exerce o comando da política econômica e monetária, monitorando o mercado, intervindo quando preciso, determinando um conjunto de medidas que se compatibilizem com o mecanismo de estabilização da moeda e preservação sistemática dos interesses dos investidores.

Entrementes, os técnicos do Banco Central têm demonstrado letargia e falta de pulso na verificação do problema, resultando em uma tomada de ordem que instabiliza o mercado ou privilegia determinada entidade. Não cabe descer a detalhes, por não ser esse o objetivo específico deste estudo, mas a evidência denota que múltiplos fatores pretéritos, do conhecimento direto do Banco Central, interferiram marcantemente na situação ruinosa de algumas instituições financeiras, bastando para tanto invocar os casos do

Ver todos os capítulos
Medium 9788547202880

CAPÍTULO VI - DA COMPETÊNCIA

Edilson Pereira Nobre Junior Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO VI

DA COMPETÊNCIA

Por Theresa Christine de Albuquerque Nóbrega

Art. 11. A competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmente admitidos.

No âmbito do direito administrativo, a noção de competência apresenta várias abordagens dogmáticas, pois a terminologia recorta muitos institutos desse ramo do Direito, em matérias concernentes à organização da Administração Pública, ao ato administrativo, aos servidores públicos e ao controle da Administração.

O conceito de competência apresenta variáveis que derivam da observação de particularidades dos institutos jurídicos vinculados à sua definição, mas

Celso Antônio Bandeira de Mello faz menção à terminologia, focalizando o sentido mais amplo, ao registrar que a competência pode ser conceituada como

“o círculo compreensivo de um plexo de deveres públicos a serem satisfeitos mediante o exercício de correlatos e demarcados poderes instrumentais, legalmente conferidos para a satisfação de interesses públicos (Melo, 2005, p. 1.320).

Ver todos os capítulos
Medium 9788547213046

DO DIREITO PESSOAL

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

DO DIREITO PESSOAL

Título I

DO CASAMENTO

Capítulo I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Sumário: 1. Conceito. 2. Natureza jurídica. 3. Caracteres do casamento. 4. Finalidades do casamento.

1. Conceito

O casamento, como todas as instituições sociais, varia com o tempo e os povos. Washington de Barros Monteiro1 afirma não existir, provavelmente, em todo o direito privado instituto mais discutido. Enquanto numerosos filósofos e literatos o defendem, chamando-o de “fundamento da sociedade, base da moralidade pública e privada” ou “a grande escola fundada pelo próprio Deus para a educação do gênero humano”, outros o condenam, censurando-lhe a constituição e a finalidade, como Schope­ nhauer, para quem, “em nosso hemisfério monógamo, casar é perder metade de seus direitos e duplicar seus deveres”.

Inúmeras são as definições de casamento apresentadas pelos escritores, a partir da de Modestino, da época clássica do direito romano, muitas delas refletindo concepções ou tendências filosóficas ou religiosas. A aludida definição é do século III e reflete as ideias predominantes no período clássico: Nuptiae sunt conjunctio maris et feminae, consortium omnis vitae, divini et humani juris communicatio, ou seja, casamento é a conjunção do

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos