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Medium 9788530983574

7. - Do Direito Real de Aquisição. O Compromisso Irretratável de Compra e Venda de Imóveis

TARTUCE, Flávio Grupo Gen PDF Criptografado

7

DO DIREITO REAL DE AQUISIÇÃO.

O COMPROMISSO IRRETRATÁVEL

DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS

Sumário: 7.1 Primeiras palavras sobre o compromisso de compra e venda. Evolução histórica legislativa – 7.2 Diferenças conceituais entre o compromisso de compra e venda registrado e não registrado na matrícula do imóvel – 7.3 Requisitos de validade e fatores de eficácia do compromisso irretratável de compra e venda de imóvel – 7.4

Inadimplemento das partes no compromisso irretratável de compra e venda de imóvel: 7.4.1 Inadimplemento por parte do promitente vendedor; 7.4.2 Inadimplemento por parte do compromissário comprador – 7.5 Questões controvertidas atuais sobre o compromisso irretratável de compra e venda. Interações entre os direitos reais e pessoais. A Súmula 308 do Superior Tribunal de Justiça e suas decorrências. O “contrato de gaveta”. Outras questões atuais relativas à crise do mercado imobiliário – 7.6

Resumo esquemático – 7.7 Questões correlatas – Gabarito.

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Medium 9788520430941

SUPINO RETO NO APARELHO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

118

TREINAMENTO DE FORÇA

SUPINO RETO NO APARELHO

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

▪ Parte clavicular do deltoide

Esse é um bom exercício de tórax para iniciantes ou pessoas que ficam tensas ao trabalhar com pesos livres. Não se esqueça de ajustar o aparelho para a sua altura e para o comprimento de seus membros inferiores.

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Bíceps braquial

Tríceps braquial

Redondo maior

Serrátil anterior

Parte clavicular do deltoide

Reto do abdome

CRUCIFIXO NO APARELHO

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

▪ Parte clavicular do deltoide

Esse pode ser um bom exercício complementar ao supino reto no aparelho

(ver acima). Ele permite que você trabalhe os músculos do tórax com uma grande amplitude de movimento e, ao mesmo tempo, mantém seu corpo bem estabilizado.

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Parte clavicular do deltoide

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Medium 9788553610662

17. AÇÕES DE INICIATIVA DO CONTRIBUINTE E EXECUÇÃO FISCAL

MESSA, Ana Flavia Editora Saraiva PDF Criptografado

EXAME DA OAB UNIFICADO – 1ª FASE

§ 3º Os Estados entregarão aos respectivos Municípios vinte e cinco por cento dos recursos que receberem nos termos do inc. II, observados os critérios estabelecidos no art. 158, parágrafo único, I e II.

§ 4º Do montante de recursos de que trata o inc. III que cabe a cada Estado, vinte e cinco por cento serão destinados aos seus Municípios, na forma da lei a que se refere o mencionado inciso.

IR e IPI

Diante das referidas determinações e para melhor fixação, iremos destacar a seguir o que vem sendo questionado com maior frequência:

ITR

50% ao Município em que estiver situado o bem, caso a União fiscalize e arrecade.

100% ao Município caso ele fiscalize e arrecade, na forma da lei.

IPVA

50% do produto da arrecadação será destinado ao Município em que estiver licenciado o veículo.

ICMS

25% do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação será destinado ao Município.

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Medium 9788527715935

Cap. 106 Agentes Antineoplásicos

Silva, Penildon Grupo Gen PDF Criptografado

106

Agentes Antineoplásicos

Carlos Sampaio Filho, Vanessa Dybal Bertoni, Claudia Sampaio,

Alex Pimenta e Miguel Ângelo Brandão

INTRODUÇÃO

Em edições anteriores deste compêndio de farmacologia, este capítulo era denominado Agentes Quimioterápicos. Mais do que nunca, a antiga nomenclatura seria hoje obsoleta, inadequada e injusta. A terapia antineoplásica vive uma verdadeira revolução. As poucas drogas quimioterápicas disponíveis para utilização na prática clínica até poucos anos atrás, embora ainda úteis e frequentemente indicadas, representam no momento apenas uma pequena parcela dos recursos terapêuticos atuais.

Nos últimos anos, novas drogas quimioterápicas passaram por estudos clínicos e foram liberadas para a comunidade. Apesar de maior atividade antitumoral e menor toxicidade, o fundamento racional por trás da ação dessas moléculas estava baseado em conceitos relativamente antigos do ciclo celular. Essas drogas se caracterizam por interromper ou conturbar etapas importantes da reprodução celular, levando as células em fase de duplicação à morte celular. Infelizmente, em muitas situações, as etapas passíveis de bloqueio são comuns a células malignas e células normais do hospedeiro, resultando em baixo índice terapêutico e elevado dano a tecidos funcionais, causando expressiva toxicidade.

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Medium 9788582714959

Capítulo 93. Olho Vermelho

Alberto Augusto Alves Rosa; José Luiz Möller Flôres Soares; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

OLHO VERMELHO

CAPÍTULO 93

OLHO VERMELHO

MARIANA COSTA HOFFMEISTER

ANA LAURA FISCHER KUNZLER

DIANE RUSCHEL MARINHO

HEITOR TOMÉ DA ROSA FILHO

CONCEITO ► Olho vermelho é a queixa ocular mais comum em emer-

gência. Representa inflamação ocular, que pode ser causada por diversas condições (Tabela 93.1), sendo manifestação tanto de doença oftalmológica quanto sistêmica.

O quadro geralmente é benigno, mas, em alguns casos, há necessidade de avaliação de urgência com oftalmologista.

► Olho vermelho corresponde a 15% das consultas com oftalmologistas. Conjuntivite é a causa mais comum de olho vermelho.

ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS

AVALIAÇÃO DO PACIENTE ► Inicia com anamnese, questionando dura-

ção dos sintomas, lateralidade, alteração na visão, dor, sensação de corpo estranho, fotofobia, secreção ocular, uso de lentes de contato e história de trauma. Em relação ao exame físico, a medida da acuidade visual e os achados no exame ocular com lanterna são cruciais na determinação da necessidade de referenciar o paciente. A observação geral do paciente pode fornecer dados para evidenciar se o problema provavelmente é benigno e tratável inicialmente pelo clínico de atenção primária ou se requer encaminhamento.

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