Crie suas própias Pastas

Selecione capítulos de diferentes livros e organize-os em sua própria pasta, de forma simples e rápida. Você pode ainda personalizar a capa e disponibilizar o conteúdo em nossa loja para seus alunos ou colegas.

Educação
Pesquisa
Lazer

Capítulos Selecione um ou vários capítulos para montar sua Pasta

Medium 9788547227517

16.2. LUCROS SOCIAIS E SUA DESTINAÇÃO

CAMPINHO, Sergio Editora Saraiva PDF Criptografado

364

Curso de direito comercial – SOCIEDADE ANÔNIMA

16.2. LUCROS SOCIAIS E SUA DESTINAÇÃO

A partir das demonstrações financeiras4 levantadas, será apurado o lucro que a companhia tiver obtido no exercício social e decidida a sua destinação.

Verificado o resultado positivo do exercício, dele serão realizadas, por disposição legal, certas deduções. Primeiramente, incidem as provisões para pagamento do Imposto sobre a Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Implementadas tais provisões, procede-se à absorção dos prejuízos acumulados dos exercícios anteriores, se houver (art. 189 da Lei n. 6.404/76 e Lei n. 7.689/88).

Sobre o saldo remanescente serão deduzidas, em ordem sucessiva, as participações das debêntures (arts. 56 e 187, VI), dos empregados5, dos administradores e das partes beneficiárias (art. 190). Cumpre ressaltar que essas participações nos lucros do exercício são facultativas, dependendo, desse modo, de orientação adotada pela própria companhia. Isso porque a participação do debenturista no lucro é um dos direitos que a debênture pode conferir, e a participação de empregados, administradores e titulares de partes beneficiárias depende de previsão estatutária.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605271

Capítulo 10 - Facilitação de workshops

Marc Stickdorn, Adam Lawrence, Markus Hormess, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Isto é Design de Serviço na Prática

10

FACILITAÇÃO DE

WORKSHOPS

Os workshops são o principal formato de trabalho do design de serviço.

Como podemos mantê-los envolventes, relevantes e produtivos?

Comentários de especialistas

Arne van Oosterom

Carola Verschoor

Arthur Yeh

Ivan Boscariol

Belina Raffy

Renatus Hoogenraad

Isto é Design de Serviço na Prática

10

FACILITAÇÃO DE WORKSHOPS

10.1 Principais conceitos da facilitação�������������������������������392

10.4.3 A sala��������������������������������������������������������������������������������� 408

10.1.1 Consentimento����������������������������������������������������������������� 392

10.4.4 Ferramentas e adereços�������������������������������������������������� 409

10.1.2 Status��������������������������������������������������������������������������������� 393

10.4.5 Visualização����������������������������������������������������������������������� 409

Ver todos os capítulos
Medium 9788536531458

Capítulo 7: Aplicações Básicas com Matrizes de Uma Dimensão

José Augusto N. G. Manzano, Jayr Figueiredo de Oliveira Editora Saraiva PDF Criptografado

anotações

capítulo

7

Aplicações Básicas com Matrizes de

Uma Dimensão

A utilização de matrizes em programação é bastante ampla, que vai desde o uso direto, quando o programador constrói a estrutura de dados e faz o seu controle operacional, até o uso indireto, quando o programador usa um sistema de gerenciamento de banco de dados para auxiliar na construção e no controle das operações em tabelas de dados.

O Capítulo 6 apresentou uma técnica de programação que possibilita o uso e o armazenamento de um grande conjunto de dados em uma única variável de estrutura composta, denominada matriz.

Este capítulo traz exemplos práticos da técnica de programação baseada no uso de matrizes de uma dimensão. Mostra três algoritmos clássicos, muito utilizados, um de classificação de elementos, e os outros dois, de pesquisa de elementos.

7.1  Ser Programador

A partir da segunda metade do século XX e início do século XXI, muitas pessoas passaram a ter muita pressa de realizar seus compromissos diários. Parece que, se não agirem assim, o mundo vai acabar, que estão fora de moda, e que esse “vírus” contaminou ou está contaminando a todos, principalmente profissionais da área de desenvolvimento de programas e sistemas para computadores, que acabam esquecendo o lado bom da profissão em detrimento da pressa dos outros, tornando o trabalho de programação algo terrível.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547210670

15. São Paulo Poder Executivo: a) Presidente da República,Governadores e Prefeitos: eleição, reeleição, perda do mandato,impedimento, substituição, sucessão, vacância, responsabilidadee atribuições; b) Ministros de Estado, Conselho da Repúblicae Conselho

Guilherme Krahenbuhl Silveira Fontes Piccina Editora Saraiva PDF Criptografado

15. � São

Poder Executivo: a) Presidente da República,

Governadores e Prefeitos: eleição, reeleição, perda do mandato, impedimento, substituição, sucessão, vacância, responsabilidade e atribuições; b) Ministros de Estado, Conselho da República e Conselho de Defesa Nacional. Paraná Poder Executivo.

Composição, estrutura, atribuições, eleições, imunidades.

Presidente da República e Vice-Presidente da República.

Governadores e Prefeitos. Responsabilidades do Chefe do

Poder Executivo. Ministros de Estado. Conselho da República e Conselho de Defesa Nacional

Paulo

Em comparação aos pontos relativos aos Poderes Legislativo (ponto 14) e

Judiciário (ponto 16), podemos afirmar que o ponto ora em análise (ponto 15)

é, normalmente, o menos explorado nos certames da Defensoria Pública.

De toda forma, para efeito desses concursos, podemos apontar que os principais aspectos a serem estudados pelo candidato são: a) as normas constitucionais relativas à vacância, impedimento, exercício provisório do cargo de Presidente e perda do cargo; b) as normas atinentes ao procedimento de responsabilização do Presidente da República nos crimes de responsabilidade e nos crimes comuns.

Ver todos os capítulos
Medium 9788581140568

Capítulo 10 - Asma na unidade de emergência

VALÉRIO, Cynthia; AMERICANO, Rubia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

Asma na unidade de emergência

Natália Piazzi de Faria

Diana Israel

Marcelo Consentino

Definição

Asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, a qual é manifestada clinicamente por episódios recorrentes de dispneia, sibilância, constrição torácica e tosse.

É caracterizada por hiperresponsividade brônquica e obstrução variável do fluxo aéreo, reversível de maneira espontânea ou com tratamento.

Todos os pacientes com asma podem apresentar uma exacerbação da doença. Tal agravamento é caracterizado por aumento progressivo na dispneia, tosse, sibilância ou constrição torácica, acompanhado de diminuição do fluxo expiratório, quantificada por medidas funcionais pulmonares, como o pico de fluxo expiratório (PFE) ou o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1). A gravidade da crise varia de um quadro leve até um ameaçador à vida. Em geral, a deterioração progride ao longo de horas, dias ou até semanas. Com menos frequência, a crise avança de forma rápida, em minutos, colocando em risco a vida do paciente.1

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos