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Medium 9788527734929

11 Cotovelo, Punho e Mão

CARVALHO, Marco Antonio P.; LANNA, Cristina Costa Duarte; BERTOLO, Manoel Barros et al Grupo Gen ePub Criptografado

As enfermidades reumáticas de partes moles, também denominadas reumatismos extra-articulares, englobam um grupo de doenças cujo denominador comum, do ponto de vista clínico, são a dor musculoesquelética e a rigidez articular. Nelas, estão envolvidos músculos, tendões e suas bainhas, ligamentos, bursas, ênteses e nervos periféricos, e a sintomatologia pode ser local ou regional. Podem se constituir em manifestações de doenças reumáticas sistêmicas, como a artrite reumatoide, o lúpus eritematoso sistêmico, a gota e a esclerodermia. Em outras ocasiões, ocorrem secundariamente às enfermidades sistêmicas não reumáticas, como as infecções, as endocrinopatias, as neoplasias, as doenças metabólicas e as doenças hematológicas. Em outros pacientes, a causa é localizada, podendo acontecer secundariamente a traumatismos agudos locais, a calos de fratura e a alterações anatômicas congênitas, como tendões extranumerários e hipertrofia ligamentar etc. Entretanto, ainda em outra porcentagem de pacientes, a etiologia não pode ser definida e é considerada de natureza idiopática. Certamente, acontecimentos de vida diária podem contribuir para o aparecimento das enfermidades reumáticas de partes moles. Poder-se-ia presumir que os processos degenerativos dos tecidos periarticulares, associados às atividades relacionadas com o trabalho, com práticas desportivas e com as próprias atividades de vida diária, atuariam como fatores contributivos, mas não necessários, para o desenvolvimento dessas doenças. As tendinites/tenossinovites, as bursites, as síndromes de compressão nervosa periférica e a distrofia simpático-reflexa são, em geral, doenças do grupo das enfermidades reumáticas de partes moles.

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Medium 9788520430460

27. Nuvens de termos aplicadas à análise da Pós-Graduação Interdisciplinar

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

27

Nuvens de termos aplicadas

à análise da pós-graduação interdisciplinar

Vinícius Medina Kern| Engenheiro civil, EGC–UFSC

Alexandre Leopoldo Gonçalves| �Cientista da computação, EGC–UFSC

Alessandro Botelho Bovo| Cientista da computação, Instituto Stela e EGC–UFSC

E

ste capítulo tem objetivo duplo: apresentar a descoberta de conhecimen‑ to em texto ou KDT (do inglês Knowledge Discovery In Text) como técnica da engenharia do conhecimento para análise e apoio à tomada de deci‑ são na pós‑graduação interdisciplinar; e explicar como foram compostas as nuvens de termos (word clouds) que ilustram o início de cada parte deste livro, construídas com o software Wordle (Feinberg, 2009). A composição das nu‑ vens requer a extração de termos presentes no texto (incluindo sua identifica‑

ção, contagem e organização), etapa inicial de KDT, além da aplicação de um algoritmo de leiaute gráfico.

A engenharia do conhecimento, em uma definição clássica, é “uma disciplina que envolve integrar conhecimento em sistemas computacionais para resol‑ ver problemas complexos que usualmente requereriam um alto nível de pe‑ rícia humana” (Feigenbaum e McCorduck, 1983). Schreiber et al. (2000) a apresentam como apoiadora da gestão do conhecimento, em especial na ex‑ ternalização – a conversão de conhecimento tácito para conhecimento explí‑ cito. KDT, KDD (do inglês Knowledge Discovery In Databases) e ontologias (re‑

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Medium 9788553603121

15. Comunicabilidade ou incomunicabilidade da qualificadora

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

A questão pragmática: como se deve, afinal, operacionalizar essa individualiza­

ção penal? Quer-nos parecer que a questão é singela: em princípio, para o partícipe, aplica-se literalmente o disposto no art. 29, § 2º, não se lhe reconhecendo a quali­ ficadora pelo concurso; para o autor, embora seja o executor efetivo da conduta tipificada, não contava ou não desejava a contribuição de ninguém, e mesmo assim a recebeu. Ora, apesar de, teoricamente, a simples anuência de um na ação do outro ser suficiente para configurar o concurso de pessoas, a nosso juízo, para a configuração da qualificadora, as circunstâncias mudam um pouco de figura, pela gravidade das consequências, uma vez que dobra a pena aplicável, e isso não se pode ignorar.

Assim, a simples dúvida sobre a anuência do autor em aceitar a ajuda do partícipe já recomenda, em relação a ele, o não reconhecimento da qualificadora.

Enfim, a casuística é sempre rica no oferecimento de detalhes e, consequente­ mente, de alternativas.

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Medium 9788547203375

ÉTICA PROFISSIONAL E ESTATUTO DA ADVOCACIA E DA OAB

Ana Flavia Messa Editora Saraiva PDF Criptografado

ÉTICA PROFISSIONAL e Estatuto da Advocacia e da OAB

Marcel Kléber Mendes

Advogado. Bacharel em Direito pela Universidade de Mogi das

Cruzes. Especialista em Direito do Trabalho e em Direito do

Consumidor pela FMU. Professor de Direito do Trabalho e de

Ética Profissional em cursos preparatórios para Exame da OAB.

Professor de Direito no curso de Administração de Empresas da

Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo.

Sumário

1. DA ATIVIDADE DE ADVOCACIA – 2. NULIDADE DE ATOS – ART. 4º DO EAOAB – 3. ATIVIDADES SUJEITAS À LEI N.

8.906/94 – 4. PROCURAÇÃO – ART. 5º DO EAOAB – 5. SUBSTABELECIMENTO – 6. ESTÁGIO PROFISSIONAL – 7. IDENTIDADE PROFISSIONAL – 8. EXERCÍCIO DA ADVOCACIA – 9. DEFESA JUDICIAL DOS DIREITOS E PRERROGATIVAS –

10. DOS DIREITOS DOS ADVOGADOS – 11. DA INSCRIÇÃO – ART. 8º DO EAOAB: 11.1 Inscrição do estagiário – 12.

INSCRIÇÃO SUPLEMENTAR – 13. CANCELAMENTO DA INSCRIÇÃO – ART. 11 DO EAOAB – 14. LICENCIAMENTO DA

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Medium 9788553603343

6.7. QUESTÕES

SPITZCOVSKY, Celso Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Estrutura da Administração Pública

275

Tempo de Serviço, inclusive para fins de exibição em juízo, independentemente do período em discussão.

525.

A Câmara de Vereadores não possui personalidade jurídica, apenas personalidade judiciária, somente podendo demandar em juízo para defender os seus direitos institucionais.

JJ 6.7. QUESTÕES

1. (Promotor de Justiça Substituto — MPE-GO —2016) Por terem personalidade jurídica de direito público e designarem espécie de descentralização por serviços, as autarquias possuem todas as prerrogativas ou poderes decorrentes do regime jurídico administrativo.

Feita a afirmação acima, assinale a alternativa incorreta: a) A autarquia possui autonomia financeira. Seus recursos, não importa se oriundos de trespasse estatal ou hauridos como produto da atividade que lhe seja afeta, configuram recursos e patrimônio próprios. b) a autarquia, como pessoa jurídica pública, usualmente persegue objetivos públicos, sem finalidades lucrativas. c) os bens das autarquias são inalienáveis e imprescritíveis, podendo, no entanto, ser adquiridos pela via do usucapião, conforme autoriza o artigo 191 da Constituição da República, bem como o artigo 102 do Código Civil brasileiro. d) Os Conselhos de fiscalização profissional, por possuírem natureza jurídica de autarquia corporativa, devem se submeter aos princípios constitucionais concernentes à Administração Pública, inclusive o da exigência de realização de concurso público para contratação de pessoal.

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