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Medium 9788597008111

7 - Polo sobre Avaliação Quantitativa e Qualitativa

Gilberto e Andrade Martins, Carlos Renato Theóphilo Grupo Gen PDF Criptografado

7

Polo sobre avaliação quantitativa e qualitativa

7.1 Introdução

O homem, visando entender a realidade, promove pesquisa – processo de estudo, construção, investigação e busca – que relaciona e confronta informações, fatos, dados e evidências visando à solução de um problema sobre a realidade social. Dessa forma, o pesquisador procura encontrar nexos entre diversas variáveis relacionadas ao seu objeto de estudo. Para melhor entender o que é uma pesquisa qualitativa

– uma avaliação qualitativa –, é importante também saber o que é uma pesquisa quantitativa – avaliação quantitativa. As pesquisas quantitativas são aquelas em que os dados e as evidências coletados podem ser quantificados, mensurados. Os dados são filtrados, organizados e tabulados, enfim, preparados para serem submetidos a técnicas e/ou testes estatísticos. A análise e interpretação se orientam através do entendimento e conceituação de técnicas e métodos estatísticos. Uma pesquisa tradicional sobre intenção de voto, por exemplo, é uma pesquisa quantitativa. No entanto, em função de propósitos de certas pesquisas e abordagens metodológicas empreendidas, os tipos das informações, dados e evidências obtidas não são passíveis de mensuração. Pedem descrições, compreensões, interpretações e análises de informações, fatos, ocorrências, evidências que naturalmente não são expressas por dados e números. Nestes casos, as técnicas de coleta são mais específicas, como,

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Medium 9788553131297

7.4 COPRODUTOS, SUBPRODUTOS E SUCATAS (RESÍDUOS)

Osni Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 7

Custeio por absorção – outros tópicos

113

Os razonetes ficarão assim:

Departamento A

900.000,00 800.000,00

100.000,00

Departamento B

800.000,00

750.000,00

1.550.000,00 1.216.250,00

333.750,00

Departamento C

1.216.250,00

510.000,00

1.726.250,00 1.492.668,00

233.582,00

7.4 ` COPRODUTOS, SUBPRODUTOS E SUCATAS (RESÍDUOS)

7.4.1 Conceito de produção conjunta

Até o presente momento, supusemos que os materiais diretos (MD) e a mão de obra direta

(MOD) pudessem sempre ser identificados com os produtos fabricados e que os custos indiretos de fabricação (CIF) pudessem ser atribuídos aos produtos através de um critério de rateio que refletisse o fluxo efetivo de tais gastos que fossem incorporados às unidades acabadas.

Entretanto, existem processos industriais em que as coisas não são tão claras, em que há uma série de custos que não são facilmente atribuíveis aos produtos resultantes.

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Medium 9788527732925

CAPÍTULO 5 Lipídios e Membranas Biológicas

BROWN, T.A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 5

Lipídios e Membranas

Biológicas

Objetivos do Estudo

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

 Reconhecer que os lipídios reúnem um grupo diverso de compostos com uma variedade de funções bioquímicas

 Descrever a estrutura básica de um ácido graxo

 Compreender as diferenças entre ácidos graxos saturados e insaturados e reconhecer por que determinados ácidos graxos são necessários como parte da dieta humana saudável

 Familiarizar-se com as estruturas e as funções dos eicosanoides e das vitaminas lipossolúveis

 Compreender como as propriedades anfifílicas de certos lipídios permitem que eles formem bicamadas da membrana

 Descrever o modelo em mosaico fluido da estrutura da membrana e reconhecer a importância das jangadas ou balsas lipídicas dentro dessa estrutura

 Saber como os ácidos graxos se combinam para produzir triacilgliceróis, e entender como os sabões e as ceras são derivados de triacilgliceróis

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Medium 9788553611331

6.2. CAPACIDADE PROCESSUAL

Carla Teresa Martins Romar, Pedro Lenza Editora Saraiva PDF Criptografado

158 Direito Processual do Trabalho Esquematizado®

Carla Teresa Martins Romar

estendendo-se em favor do cônjuge supérstite, companheiro ou companheira, com união estável, maior de 60 anos (art. 71, §§ 1º e 2º, Lei n. 10.741/2003).

Dentre os processos de idosos, dar-se-á prioridade especial aos maiores de 80 anos (art. 71, § 5º).

A prioridade no processamento de ações envolvendo litigantes idosos também se aplica no processo do trabalho.

JJ

6.1.3.  Litigante pessoa com deficiência

A Lei n. 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) prevê expressamente que passam a ter prioridade os procedimentos judiciais que têm pessoas com deficiência como parte interessada, em todos os atos e diligências (art. 9º,

VII).

Trata-se de uma evolução em relação à legislação anterior (Lei n. 7.853/89), que não continha previsão nesse sentido.

Vale ressaltar que desde 2005 a questão era tratada pelo Tribunal Superior do Trabalho na Instrução Normativa n. 29, estabelecendo procedimentos que permitam assegurar a prioridade na tramitação no TST dos processos em que é parte pessoa portadora de deficiência, desde que, porém, a causa discutida em juízo tenha como fundamento a própria deficiência.

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Medium 9788547215019

62 - LETRA DE CÂMBIO

Nelson Godoy Bassil Dower, Sérgio Gabriel, Carlos Eduardo Jadon, Renato Rubens Blasi, Luiz Roberto Carboni Souza, Claudio Mikio Suzuki Editora Saraiva PDF Criptografado

62

LETRA DE

CÂMBIO

62.1 ORIGEM

A letra de câmbio praticamente começou a se formar na Itália, no século

XIV. Para não transportar dinheiro de uma cidade para outra, estando uma pessoa sujeita a emboscadas e perdas, procurava um banqueiro de sua própria cidade que tivesse relação comercial com outro banqueiro da cidade aonde se pretendia dirigir, e entregava-lhe o dinheiro. Em troca, recebia uma carta, uma ordem de pagamento, que dava tal incumbência ao banqueiro da outra cidade, que lhe faria o pagamento. Assim, em vez de as pessoas transportarem dinheiro, transportavam a carta, documento representativo da soma a ser paga. Essa prática deu origem ao atual título de crédito, hoje de uso universal.

Facilmente podemos perceber a intervenção de, pelo menos, três pessoas nessa operação: o banqueiro que recebia o dinheiro e expedia a carta – o sacador; o banqueiro que recebia a carta – o tomador ou beneficiário; e o encarregado do pagamento – o sacado.

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