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Medium 9788582713471

Capítulo 22. Crianças e a psicologia do esporte

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

22

Crianças e a psicologia do esporte

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Discutir a importância de estudar a psicologia do atleta jovem

Explicar as principais razões que levam as crianças a praticar e a deixar de praticar esportes

Discutir a importância das relações entre pares no esporte infantojuvenil

Descrever os efeitos de estresse e burnout em atletas jovens

Identificar e explicar como aplicar práticas efetivas de treinamento de crianças

Discutir o papel da participação dos pais no esporte infantojuvenil

Cerca de 45 milhões de crianças praticam esportes

nos Estados Unidos. O que as motiva? O esporte competitivo é muito estressante para elas? Por que tantas crianças abandonam o esporte após os 12 anos de idade?

Há algo errado com a forma como elas estão sendo treinadas? Essas perguntas estão entre as mais importantes que tentaremos responder neste capítulo.

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Medium 9788521633884

Parte I - 2 - A Natureza dos Materiais

GROOVER, Mikell P. Grupo Gen PDF Criptografado

Parte I �Propriedades dos

Materiais e Atributos do Produto

2

2

A Natureza dos

Materiais

Sumário

2.1 Estrutura Atômica e os Elementos

2.2 Ligações entre Átomos e Moléculas

2.3 Estruturas Cristalinas

2.3.1 Tipos de Estruturas Cristalinas

2.3.2 Imperfeições em Cristais

2.3.3 Deformação em Cristais Metálicos

2.3.4 Grãos e Contornos de Grão em Metais

2.4 Estruturas Não Cristalinas (Amorfas)

2.5 Materiais de Engenharia

O conhecimento dos materiais é fundamental no estudo de processos de fabricação. No Capítulo 1, a manufatura foi definida como um processo de trans‑ formação de material. É fator determinante para o sucesso da operação o comportamento do material em condições de esforços, temperaturas e outros parâmetros físicos específicos de um dado processo.

Determinados materiais oferecem boas respostas a determinados tipos de processos de fabricação e po‑ dem responder deficientemente ou inviabilizar ou‑ tros processos. Quais são as características e proprie‑ dades dos materiais que determinam a capacidade de serem transformados por diferentes processos?

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Medium 9788584930586

Capítulo XVIO Planejamento Tributário e o Propósito Negocialem Face do Princípio da Legalidade

Borges (coord.), Antônio de Moura; Meira (coord.), Liziane Angelotti; Valadão (coord.), Marcos Aurélio Pereira Grupo Almedina PDF Criptografado

Capítulo XVI

O Planejamento Tributário e o Propósito Negocial em Face do Princípio da Legalidade ari carrion frandoling *

1

Sumário: 1. Introdução; 2. Planejamento Tributário: Breves Considerações; 3. Doutrina do Propósito Negocial; 4. Norma Geral Antielisão Brasileira; 5. Princípio da

Legalidade; 6. Propósito Negocial, Simulação e Dissimulação; 7. Considerações

Finais; 8. Referências Bibliográficas.

1. Introdução

Este capítulo tem por objetivo analisar os impactos causados pela ausência de norma geral antielisiva no ordenamento jurídico brasileiro, cuja função seria delimitar de forma clara e objetiva os direitos de os contribuintes organizarem suas atividades econômicas mediante a escolha dos

* Mestrando em Direito pela Universidade Católica de Brasília; Pós-Graduado em Educação a Distância (UGF, 2011); MBA Executivo em Finanças e Negócios (ESAB, 2007);

Pós-Graduado em Direito do Trabalho (Uninove, 1999); Bacharel em direito (1996);

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Medium 9788530983581

5. - Da União Estável

TARTUCE, Flávio Grupo Gen PDF Criptografado

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DA UNIÃO ESTÁVEL

Sumário: 5.1 Introdução – 5.2 Conceito de união estável e seus requisitos – 5.3 Diferenças entre união estável e concubinato. A questão das uniões estáveis plúrimas ou paralelas. A monogamia como princípio da união estável – 5.4 Efeitos pessoais e patrimoniais da união estável – 5.5 União de pessoas do mesmo sexo ou união homoafetiva – 5.6 Resumo esquemático – 5.7 Questões correlatas – Gabarito.

5.1

INTRODUÇÃO

A união estável ou união livre sempre foi reconhecida como um fato jurídico, seja no Direito Comparado, seja entre nós. Por certo é que hoje, a união estável assume um papel relevante como entidade familiar na sociedade brasileira, eis que muitas pessoas, principalmente das últimas gerações, têm preferido essa forma de união em detrimento do casamento.

Na verdade, em um passado não tão remoto o que se via era a união estável como alternativa para casais que estavam separados de fato e que não poderiam se casar, eis que não se admitia no Brasil o divórcio como forma de dissolução definitiva do vínculo matrimonial. Hoje, tal situação vem sendo substituída paulatinamente pela escolha dessa entidade familiar por muitos casais na contemporaneidade. Em suma, no passado, a união estável era constituída, em regra, por falta de opção. Hoje, muitas vezes, por clara opção.

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Medium 9788530977894

Capítulo XLII – Sociedade

RIZZARDO, Arnaldo Grupo Gen PDF Criptografado

XLII

Sociedade

1.

ENQUADRAMENTO NO CÓDIGO CIVIL, CARACTERES E CONCEITO

De início, necessário esclarecer a profunda modificação introduzida, sobre a matéria, pelo Código Civil de 2002, relativamente ao Código de 1916.

A sociedade passou a integrar o Livro II da Parte Especial, que abrange o direito de empresa, o qual foi dividido em quatro títulos, contendo o segundo a sociedade.

Não incluiu o atual Código a sociedade entre as espécies de contratos, numa total mudança em relação ao sistema anterior. Introduziu um novo campo do direito, que

é o societário. Na verdade, trata-se a sociedade de um contrato, cuja perfectibilização requer a satisfação e o cumprimento de direitos e obrigações. Daí manter a natureza contratual, justamente em face da distribuição de direitos e obrigações. Basta a simples leitura do começo do art. 981 para constatar a tipicidade de contrato, dada a expressa previsão: “Celebram contrato de sociedade as pessoas...” De sorte que totalmente apropriado que o estudo da matéria entre na parte do direito civil que trata dos contratos.

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