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Medium 9788520429754

Capítulo 18 - Experiências na Gestão do Saneamento em Bacias Hidrográficas

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

18

Experiências na Gestão do Saneamento em

Bacias Hidrográficas

Cleverson Vitório Andreoli

Engenheiro Agrônomo, Sanepar

Candice Schauffert Garcia

Engenheira Civil, RHA Engenharia e Consultoria SS Ltda.

Jonas Heitor Kondageski

Engenheiro Ambiental, Sanepar

Rafael Cabral Gonçalves

Engenheiro Ambiental, Sanepar

Nicolás Lopardo

Engenheiro Civil, Sanepar

INTRODUÇÃO

Os serviços de saneamento básico no Brasil evoluíram da concepção sanitarista, período iniciado em meados do século XIX até a década de

1930, para a proposta técnico‑econômica ao longo do século XX e, após a

Constituição Federal de 1988, para o atual período ambiental. A forma co‑ mo o saneamento básico foi entendido em cada um desses momentos nor‑ teou a conformação de sua oferta, regulação e investimentos. No período

Experiências na Gestão do Saneamento em Bacias Hidrográficas

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sanitarista, as propostas sobre os serviços de esgotamento sanitário foram influenciadas pelas ideias higienistas amplamente disseminadas na Europa, dando o poder público prioridade de atendimento às regiões centrais das ci­dades, coletando os efluentes produzidos e conduzindo‑os para áreas com menor adensamento populacional. A concepção era de barreira sanitária, afastando o agente causal do hospedeiro.

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Medium 9788584290802

Capítulo 01 -Matemática e resoluçãode problemas

Katia Stocco Smole; Maria Ignez Diniz Grupo A PDF Criptografado

Matemática e resolução de problemas

Introdução

Matemática e resolução de problemas são duas ideias que sempre estão juntas. Não se concebe aprender matemática se não for para resolver problemas; por outro lado, resolver problemas necessariamente inclui alguma forma de pensar matemática. Mesmo os problemas diários ou profissionais exigem que os dados sejam analisados e que alguma estratégia seja pensada para sua resolução, que, depois de executada, precisa ser avaliada para verificação se, de fato, permitiu ou não chegar à solução da situação inicial.

Nas aulas de matemática, a resolução de problemas tem assumido ao longo do tempo diferentes papéis, dependendo da concepção que se tem de por que ensinar matemática e de como se acredita que seja ensinar e aprender.

Em uma dessas concepções, a resolução de problemas pode ser entendida como a meta do ensino de matemática. Nessa perspectiva, o ensino de matemática, seus conceitos, técnicas e procedimentos devem ser ensinados antes, para que depois o aluno possa resolver problemas. Tudo se passa como se o aluno precisasse possuir todas as informações e os conceitos envolvidos na situação-problema para depois poder enfrentá-la. Dito dessa forma, é possível perceber que, nessa concepção, a matemática é importante em si mesma, a resolução de problemas é uma consequência do saber matemático, e, ao resolver problemas, o aluno demonstra se de fato aprendeu ou não matemática. Essa foi a visão da resolução de problemas do denominado modelo tradicional de ensino e a forma predominante de ensino no Brasil até os anos 1960.

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Medium 9788547210649

Referências

RAMOS, Helen Cristina do Lago Editora Saraiva PDF Criptografado

Referências

AMARAL, Francisco. Direito Civil: Introdução. 8. ed. rev., atual. e aum. Rio de Janeiro: Renovar, 2014.

________ et al. (Coords.). Comentários à Constituição do Brasil. São Paulo: Saraiva/Almedina, 2013.

BITTAR, Carlos Alberto. Os direitos da personalidade. 3. ed. Rio de Janeiro:

Forense, 1999.

CARNACCHIONI, Daniel Eduardo. Curso de direito civil: Parte Geral. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2013.

CARPENA, Heloísa, “O abuso do Direito no Código de 2002, relativização de direitos na ótica civil-constitucional”. In: TEPEDINO, Gustavo

(Coord.). A Parte Geral do novo Código Civil. Estudos na perspectiva civil-constitucional. Rio de Janeiro: Renovar, 2007.

CORREIA, Atalá. Estatuto da Pessoa com Deficiência traz inovações e dúvidas. Disponível em: . Acesso em:

15 dez. 2015.

DIAS, Maria Berenice. Manual de direito das famílias. 8. ed. rev. e atual. São

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Medium 9788582714775

Capítulo 30. Práticas esportivas

Malloy-Diniz, Leandro F.; Leandro F.; Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

30

Práticas esportivas

GUILHERME MENEZES LAGE

O esporte, entendido como um construto complexo, caracterizado pela interação de diferentes dimensões, como a biológica, a motora, a social e a cognitiva, transcende as fronteiras de determinado domínio do conhecimento (Lage, Ugrinowitsch,

& Malloy-Diniz, 2010). Entre as inúmeras vertentes de investigação e atuação profissional no esporte, a neuropsicologia do esporte é um campo fértil e promissor.

A neuropsicologia do esporte agrega conhecimentos de dois outros campos: a psicologia do esporte e a neuropsicologia (Barth et al., 1989; Powell & Barber-Foss, 1999).

O principal campo de investigação e aplicação do exame neuropsicológico no esporte encontra-se na análise do impacto da concussão cerebral sobre a cognição de atletas.

A origem da neuropsicologia do esporte data da década de 1980. Neuropsicólogos da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, que investigavam os efeitos das lesões cerebrais traumáticas (LCTs) sobre a cognição, utilizaram pela primeira vez o esporte como um laboratório para investigar a relação entre LCT e cognição

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Medium 9788582603673

Capítulo 4 – Consumidor e bem-estar social

Michael R. Solomon Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4 Consumidor e bem-estar social

Objetivos do capítulo

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá compreender por que

1. A ética comercial é um bom negócio.

2. As empresas têm a obrigação de oferecer produtos seguros e funcionais como parte de suas atividades comerciais.

3. O comportamento do consumidor influencia diretamente as principais questões de política pública enfrentadas por nossa sociedade.

4. O comportamento do consumidor pode ser prejudicial aos indivíduos e à sociedade.

T

racy, distraída, conduz seu carrinho de compras pelos corredores do supermercado apanhando os produtos que ela costuma comprar semanalmente. Ela pega uma embalagem de sabão Tide e, quando está prestes a colocá-la no carrinho, para de repente: ela acabou de se lembrar de que havia resolvido pensar um pouco mais sobre o impacto ambiental dos produtos de limpeza e de outros produtos que leva para casa. Quando seu filho Jon voltou da escola e lhe perguntou o que estava fazendo para ajudar a preservar o mundo para a próxima geração, ela ficou constrangida por não conseguir lhe responder. E era

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