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Medium 9788577807154

Publicidade na Internet

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF Criptografado

Publicidade na Internet

A novidade é parte do potencial da publicidade na Internet como oportunidade criativa. Ela é uma mídia experimental e em constante evolução, o que significa que praticamente tudo é possível. Não existem mentores ou modelos a serem seguidos ou copiados: a mídia está aberta a interpretações novas e originais. No entanto, a Internet está sobrecarregada de informações, assim, é crucial ser mais criativo do que o anúncio concorrente.

A grande vantagem da mídia é sua interatividade com os usuários: comunicação de duas vias instantânea, quer eles queiram ou não! Ninguém é obrigado a se tornar um geek, mas existem grandes vantagens em se compreender a mídia e saber utilizar programas como Image Ready, Fireworks e Flash para criar imagens gráficas e animações.

Viral

O desenvolvimento de computadores potentes e o aumento do uso da Internet banda larga possibilitaram a transmissão rápida de dados e informações. Um sexto da população mundial tem acesso à Internet, portanto, era inevitável que as agências de publicidade descobrissem o potencial dessa mídia para a promoção das marcas e produtos de seus clientes. É apenas uma questão de tempo para que uma parcela maior de profissionais mais talentosos passe a trabalhar nesse mercado animado e relativamente novo.

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Medium 9788547229023

3. DIRETRIZES GERAIS DA POLÍTICA URBANA

ROSSI, Licínia Editora Saraiva PDF Criptografado

estatuto da cidade – lei n. 10.257/2001

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e o tombamento em geral (...). Faltava-nos uma lei federal orgânica e sistemática, abrangente de todos os assuntos urbanísticos, um Código de Urbanismo ou uma

Lei Geral de Urbanismo, como já possuem os Países mais adiantados no assunto10”11.

2. COMPETÊNCIA

Conforme fixa o art. 24, I, da CF, a competência para legislar sobre Direito Urbanístico é concorrente da União, dos Estados e do Distrito Federal.

O Estatuto da Cidade fixou normas gerais sobre Direito Urbanístico, sendo possível que as demais entidades federativas expeçam normas sobre matéria específica.

3. DIRETRIZES GERAIS DA POLÍTICA URBANA

As diretrizes gerais da política urbana encontram previsão no art. 2º do Estatuto da Cidade e são: a) garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana,

à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações; b) gestão democrática por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade na formulação, na execução e no acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano; c) cooperação entre os governos, a iniciativa privada e os demais setores da sociedade no processo de urbanização, em atendimento ao interesse social; d) planejamento do desenvolvimento das cidades, da distribuição espacial da população e das atividades econômicas do município e do território sob sua área de influência, de modo a evitar e corrigir as distorções do crescimento urbano e seus efeitos negativos sobre o meio ambiente;

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Medium 9788582603925

Capítulo 10 - A mecânica operacional dos mercados de opções

John C. Hull Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

A mecânica operacional dos mercados de opções

A

s opções foram introduzidas no Capítulo 1. Este capítulo explica como os mercados de opções são organizados, qual terminologia é utilizada, como os contratos são negociados, como os requerimentos de margem são estabelecidos e assim por diante. Os capítulos posteriores examinarão temas como estratégias de negociação que envolvem opções, a determinação dos preços de opções e os modos como os portfólios de opções podem ser hedgeados. Este capítulo analisa principalmente as opções sobre ações, mas também apresenta material introdutório sobre opções de moeda, opções de índice e opções sobre futuros. Mais detalhes sobre esses instrumentos se encontram nos Capítulos 17 e 18.

As opções são fundamentalmente diferentes dos contratos a termo e futuros.

Uma opção dá ao titular o direito de fazer algo, mas ele não precisa exercitar esse direito. Em um contrato futuro ou a termo, por outro lado, as duas partes se comprometerem com alguma ação. Não custa nada firmar um contrato a termo ou futuro

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Medium 9788580554502

Capítulo 64 - Farmacologia ocular

Randa Hilal-Dandan; Laurence Brunton Grupo A PDF Criptografado

IX

Seção

64

Capítulo

Farmacologia de sistemas especiais

Farmacologia ocular

O olho é um órgão sensorial especializado que se encontra relativamente isolado do acesso sistêmico pelas barreiras hematorretiniana, hematoaquosa e hematovítrea; como consequência, o olho exibe algumas propriedades farmacodinâmicas e farmacocinéticas incomuns.

ESTRUTURAS EXTRAOCULARES

O olho é protegido pelas pálpebras e órbita, que forma uma cavidade óssea no crânio com várias fissuras e foramens que permitem a passagem dos nervos, músculos e vasos (Figura 64-1). Na órbita, os tecidos conectivo (i.e., cápsula de Tenon) e adiposo e seis músculos extraoculares sustentam e alinham os olhos para a visão. A região retrobulbar está situada logo atrás do olho (ou globo). O conhecimento da anatomia docular e orbital é importante para a aplicação periocular segura dos fármacos, inclusive injeções subconjuntivais, subtenonianas e retrobulbares.

A superfície externa das pálpebras é coberta por uma camada fina de pele; a superfície interna é revestida pela parte palpebral da conjuntiva, uma mucosa vascularizada em continuidade com a conjuntiva bulbar. Na reflexão das conjuntivas palpebral e bulbar, há um espaço conhecido como fórnice, que se localiza em posições superior e inferior por trás das pálpebras superior e inferior, respectivamente. Em geral, os fármacos tópicos são aplicados no fórnice inferior, também conhecido como fundo-de-saco inferior.

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Medium 9788547229948

137. Cumulação da demarcatória com reivindicatória

THEODORO JÚNIOR, Humberto Editora Saraiva PDF Criptografado

A respeito do tema, confira-se o que ficou consignado, também, nos ns. 93 a 96, retro.

137. Cumulação da demarcatória com reivindicatória

Acirrado tem sido o debate em torno da cumulatividade ou não das ações de demarcação e de reivindicação num mesmo procedimento.

A corrente que se bate pela não cumulatividade entende que a pretensão demarcatória é inconciliável com a reivindicatória, pois, no dizer de Whitaker: a) é essencial a certeza do prédio na reivindicatória, que deve necessariamente ser individuado com precisão de limites, para que o pedido seja tratado em juízo; enquanto b) o pedido demarcatório se baseia justamente na ausência ou imprecisão dos limites do imóvel litigioso112.

O argumento, porém, é falho porque se refere apenas a uma das formas de cumulação processual ou seja, a cumulação simultânea.

Acontece, porém, que existe também a forma de cumulação sucessiva de pedidos. Primeiro deve-se atender a uma pretensão e, em consequência desse acolhimento, resulta uma outra pretensão, dita consequente ou eventual.

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