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Medium 9788547224806

10.4 Manual de Contas

RIBEIRO, Osni Moura Editora Saraiva PDF Criptografado

A finalidade das Contas de Compensação é permitir o controle dos atos administrativos relevantes, isto é, aqueles que possam afetar futuramente a situação patrimonial da empresa. Quando, por exemplo, a empresa assina contrato com uma companhia seguradora, o valor segurado deve ser registrado por meio das contas de compensação.

Pela inexpressiva importância que a contabilização dos atos administrativos representa nesta fase dos seus estudos, apresentamos apenas dois exemplos de contabilização: um envolvendo seguros, na Seção 14.2.2.1, e outro envolvendo cobrança simples de duplicatas, na Seção 17.1.2.

10.3.3.1  Contas de Apuração do Resultado

Contas de Apuração do Resultado são contas transitórias por meio das quais se apuram contabilmente os resultados bruto e líquido do exercício. Já vimos a conta Resultado do Exercício. Nos capítulos a seguir, aprenderemos a utilizar as demais.

10.4  Manual de Contas

O Manual de Contas tem, por finalidade, apresentar informações detalhadas acerca de cada conta, servindo de guia para que o contabilista possa registrar uniformemente todos os eventos responsáveis pela gestão do patrimônio da empresa.

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Medium 9788520433447

1. Fundamentos em prescrição de exercícios físicos

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Fundamentos em prescrição de exercícios físicos

capítulo

Marcos Doederlein Polito

Juliano Casonatto

A conduta para a prescrição de exercícios físicos é ampla e deve considerar alguns aspectos, tais como: características individuais de quem está submetido ao treinamento (status de saúde, dados antropométricos, disponibilidade de tempo, alimentação e repouso), recursos disponíveis (infraestrutura para o treinamento) e objetivos (objetivos desejados versus objetivos possíveis).

Não obstante, é importante definir alguns termos comumente utilizados no âmbito da prescrição de exercícios. Eventualmente,

“atividade física” é confundida com o termo “exercício”. Atividade física significa qualquer forma de movimento voluntário em que haja gasto energético. Nessa perspectiva, atividade física pode ser desde tarefas domésticas até um esporte de alto rendimento. Por outro lado, “exercício” significa o controle da atividade física. É quando são estabelecidos valores para a duração (volume) e para o nível de esforço (intensidade) da atividade física. Em linhas gerais, esses valores devem ser prescritos de acordo com as características e os anseios do praticante.

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Medium 9788572889698

Capítulo 7 – Cartilagem

GLEREAN, Álvaro; SIMÕES, Manuel de Jesus Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Cartilagem

7

Estela Sasso Cerri

Paulo Sérgio Cerri

Rejane Daniele Reginato

Eduardo Katchburian

A cartilagem é uma variedade de tecido conjuntivo que apresenta a matriz firme, porém flexível, o que confere resistência a tensões mecânicas. Possui grande concentração de matriz, e células especializadas que nela ficam aprisionadas.

Funções da Cartilagem

Sustentação: está relacionada à arquitetura e sustentação do corpo. É um dos primeiros sistemas de sustentação do corpo, e no curso da ontogênese logo é substituída por tecido ósseo, porém permanecendo em alguns locais do esqueleto, como nas articulações, ou ainda no arcabouço de algumas estruturas e órgãos, como na parede do pavilhão auditivo, no nariz, na laringe, na traqueia e nos brônquios.

Amortecimento: a flexibilidade e a resistência da cartilagem à compressão permitem que ela atue na absorção de choques.

Movimento: sua superfície lisa permite o movimento com pouco atrito, uma vez que recobre as superfícies articulares dos ossos (tal como ocorre nas articulações sinoviais).

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Medium 9788520427446

Capítulo 2. Direito, cultura e sentido jurídico. Direito e sociedade

ALVES, Alaôr Caffé Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Direito, cultura e sentido jurídico.

Direito e sociedade

22.  Sistema jurídico como sistema fechado e autônomo.

Uma crítica

Não restam dúvidas de que as questões preliminares antes expostas perturbam o modelo de ciência jurídica formalizado e que procura autonomizar o saber jurídico.1 Se se entende que o critério da identificação jurídica é independente dos fatos, do ser, então o direito se põe com autonomia em face das relações sociais que pretende disciplinar. Por aqui se pode concluir que o jurídico, do ponto de vista formal, não se encontra nem pode encontrar-se fora de si mesmo, devendo ter uma autossuficiência própria, não dependente de outra coisa externa a si mesmo. O jurídico, nesse caso, delimita um mundo completo a partir dele mesmo.

Essa concepção caracteriza a independência do jurídico frente à realidade na qual está imerso. Tal realidade só pode ser pensada como jurídica a partir do espaço jurídico, visto que fora dele nada pode ser caracterizado como tal. Exemplo dessa concepção é a teoria sistêmica da última fase de Niklas Luhmann. A proposta nesse sentido não releva senão o aspecto sistêmico ou estrutural, sem enfocar a dimensão histórica e prática pela qual a realidade extrajurídica passou a ser jurídica. Elimina-se o traspasse; é como se o critério jurídico tivesse uma existência atemporal, isto é, a forma jurídica seria sempre válida por si mesma, sem origem, sem início genético, sem nomogênese, como se existisse eternamente à espera de sua utilização, sob o comando de sua própria regra, de sua pró1

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Medium 9788553602766

CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

DO DIREITO PESSOAL

Título I

DO CASAMENTO

Capítulo I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Sumário: 1. Conceito. 2. Natureza jurídica. 3. Caracteres do casamento. 4. Finalidades do casamento.

1. Conceito

O casamento, como todas as instituições sociais, varia com o tempo e os povos. Washington de Barros Monteiro1 afirma não existir, provavelmente, em todo o direito privado instituto mais discutido. Enquanto numerosos filósofos e literatos o defendem, chamando-o de “fundamento da sociedade, base da moralidade pública e privada” ou “a grande escola fundada pelo próprio Deus para a educação do gênero humano”, outros o condenam, censurando-lhe a constituição e a finalidade, como Schope­ nhauer, para quem, “em nosso hemisfério monógamo, casar é perder metade de seus direitos e duplicar seus deveres”.

Inúmeras são as definições de casamento apresentadas pelos escritores, a partir da de Modestino, da época clássica do direito romano, muitas delas refletindo concepções ou tendências filosóficas ou religiosas. A aludida definição é do século III e reflete as ideias predominantes no período clássico: Nuptiae sunt conjunctio maris et feminae, consortium omnis vitae, divini et humani juris communicatio, ou seja, casamento é a conjunção do

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