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Medium 9788582714775

Capítulo 7. Linguagem

Leandro F. Malloy-Diniz, Daniel Fuentes, Paulo Mattos, Neander Abreu Grupo A PDF Criptografado

7

Linguagem

LETICIA LESSA MANSUR

THARSILA MOREIRA GOMES DA COSTA

MARCELA LIMA SILAGI

Este capítulo enfoca a avaliação da linguagem do adulto com lesões neurológicas. Introduz o tema com a definição de linguagem, apresenta os objetivos e fundamentos para a construção de instrumentos da avaliação e examina os processos de avaliação nos diversos métodos e instrumentos de coleta de dados de linguagem.

A linguagem é definida a partir de aspectos biológicos e sociais, que exprimem seu caráter essencial de favorecer a adaptação do indivíduo ao ambiente. No contexto da neuropsicologia, a avaliação da linguagem não pode ser concebida de forma dissociada de componentes linguísticos, cognitivos e sociais.

O componente cognitivo refere-se à transformação dos múltiplos inputs do ambiente em conhecimento, à organização, ao armazenamento, à recuperação e à transformação.

O componente linguístico diz respeito aos aspectos fonológicos e sintáticos, organizados segundo regras, e aos aspectos semânticos e pragmáticos; diz respeito ao conteúdo lexical (dicionário) e dos discursos.

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Medium 9788584930081

PREFÁCIO

Daniel Freire e Almeida Grupo Almedina PDF Criptografado

PREFÁCIO

“A Tributação do Comércio Eletrónico nos Estados Unidos da América e na União Europeia”, dissertação de Mestrado na Faculdade de Direito de Coimbra, representa um passo muito importante no tratamento científico do tema.

O Doutor Daniel Freire e Almeida ao tratar do comércio eletrónico, elabora uma dupla perspectiva fundamental: a visão internacional (EUA e UE) e a tributação.

O comércio eletrónico teve o mérito de ultrapassar “naturalmente” as fronteiras nacionais.

Por muito que estas estejam esbatidas, ainda têm um peso importante nas repre­sentações individuais e colectivas, separando culturas, economias e sistemas jurídicos. Ora, o comércio eletrónico tende a ignorar a diversidade de sistemas jurídicos que contata. Escolhendo só um destes sistemas, a caminho de criar o seu próprio Direito. Desperta aqui um novo Direito dos comerciantes

(eletrónicos), tal como na Idade Média surgiu o Direito dos comerciantes a nível europeu.

O Autor concentra a sua análise nos ordenamentos jurídicos dos EUA e da

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Medium 9788530990084

Capítulo XV – Classificação dos Bens

Caio Mário da Silva PEREIRA Grupo Gen ePub Criptografado

70. Móveis e imóveis. 71. Bens fungíveis e infungíveis. 72. Bens consumíveis e não consumíveis. 73. Bens divisíveis e indivisíveis. 74. Bens singulares e coletivos. 75. Bens principais e acessórios. 76. Bens públicos e privados. Regime das minas. 77. Bens disponíveis e indisponíveis. Bem de família. Tombamento artístico e histórico.

De Page, Traité Élémentaire, V, nos 555 e ss.; Planiol, Ripert e Boulanger, I, nos 2.514 e ss.; Clóvis Beviláqua, Teoria Geral, § 29; Ruggiero e Maroi, Istituzioni, § 67; Oertmann, Introducción al Derecho Civil, § 24; Enneccerus, Kipp e Wolff, Tratado, I, § 114; Cunha Gonçalves, Tratado, vol. III, tomo I, nos 29 e ss.; Colin e Capitant, Cours, I, nos 723 e ss.; Mazeaud et Mazeaud, Leçons de droit civil, I, nos 280 e ss.; Ferrara, Trattato, nos 165 e ss.; Von Tuhr, Derecho Civil, I, § 18; Barassi, Il diritto reale nel nuovo codice, nos 39 e ss.;Vicente Ráo, O Direito e a Vida dos Direitos, II, nos 168 e ss.; Serpa Lopes, Curso, I, nos 166 e ss.; Orlando Gomes, Introdução, nos 122 e ss.; Paulo Nader, Curso de Direito Civil. Parte Geral, nos 79 e ss.

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Medium 9788547223809

14. Comércio de brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo (art. 26)

CAPEZ, Fernando Editora Saraiva PDF Criptografado

encaminhá-las no prazo de 48 horas ao Comando do Exército, para destruição, sob pena de responsabilidade pela omissão. Tal disposição legal restou revogada pela Lei n. 11.706/2008.

Convém registrar que, em 9 de maio de 2017, o presidente Michel

Temer assinou decreto (Decreto n. 8.938, de 21 de dezembro de 2016) referente ao porte de arma, o qual afeta diretamente o Estatuto do Desarmamento, na medida em que foi modificado o destino das armas apreendidas por policiais e pelas Forças Armadas. A regulamentação antiga dispunha que todo armamento obtido em operações deveria ser tirado de circulação e incinerado, porém, a partir de agora, o Exército e o Ministério da Justiça podem autorizar que equipamentos como fuzis e metralhadoras possam ser reutilizados por órgãos de segurança ligados aos Estados, desde que apresentem boa condição de uso, além de não ultrapassar a quantidade máxima permitida de cada armamento pelas instituições.

14. COMÉRCIO DE BRINQUEDOS, RÉPLICAS E

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Medium 9788527718967

Capítulo 9 - Administração de Medicamentos por Infusão Intravascular

Sílvia Storpirtis, María Nella Gai, Daniel Rossi de Campos, José Eduardo Gonçalves Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Administração de Medicamentos por Infusão Intravascular

Sílvia Storpirtis, María Nella Gai, Daniel Rossi de Campos e José Eduardo Gonçalves

INTRODUÇÃO

A infusão intravascular (IV) é uma modalidade de administração de medicamentos empregada especialmente em pacientes hospitalizados, impossibilitados de recebê-los por outra via, ou em casos de emergência. Entretanto, nenhuma outra via fornece uma entrada sistêmica de fármaco no organismo de modo tão preciso e facilmente controlável (TOZER e ROWLAND, 2009).

Essa modalidade é adequada para fármacos que apresentam meia-vida de eliminação muito curta, fato que obrigaria sua administração a intervalos de dosagem muito reduzidos quando utilizadas outras vias.

Uma das principais vantagens dessa via de administração

é que, ao contrário do que ocorre com a via extravascular, em que o fármaco continua entrando no organismo após a administração, a concentração plasmática do fármaco logo começa a diminuir quando a infusão é descontinuada (TOZER e ROWLAND, 2009).

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