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Medium 9788527731256

45 - Fisiologia Digestiva e Microbiologia Intestinal dos Ruminantes

William O. Reece, H. Hugh Dukes Grupo Gen PDF Criptografado

Jesse P. Goff

Pré‑estômagos da vaca, 505

Contrações de eructação, 510

Fermentação no rúmen, 506

Timpanismo, 510

Considerações energéticas, 507

Contrações de regurgitação, 510

Fontes de proteínas, 507

Contração abomasal, 511

Fungos e protozoários no rúmen, 507

Reflexo do sulco reticular em ruminantes neonatais, 511

Absorção dos ácidos graxos voláteis através da parede do rúmen, 508

Camelídeos, 512

Motilidade do pré‑estômago dos ruminantes, 509

Ecologia microbiana do tubo digestório, 512

Contrações de mistura, 509

Os ruminantes formam um grupo amplo e diversificado de mamíferos. As espécies domesticadas, como a vaca, a ovelha, a cabra, o búfalo de água e o camelo, utilizam carboidratos estruturais de origem vegetal que os humanos são incapazes de digerir para obter a energia necessária na produção de leite e carne destinados ao consumo humano e fibras na confecção de roupas. Em muitas áreas do mundo, os ruminantes ainda for‑ necem grande parte do “cavalo‑vapor” para o trabalho agrícola e o transporte. Todos os ruminantes apresentam uma caracte‑ rística em comum: “afloramentos” especialmente adaptados do esôfago, denominados pré‑estômagos, que possibilitam o arma‑ zenamento da ingesta e a fermentação bacteriana para digerir os materiais que não podem ser decompostos pelas enzimas dos mamíferos. Existem variações no formato e no tamanho das várias estruturas esofágicas utilizadas como recipientes de fer‑ mentação pelos ruminantes. A anatomia da vaca será utilizada para ilustrar os princípios básicos compartilhados pela maioria dos ruminantes.

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Medium 9788553603121

4. Tipo objetivo: adequação típica

Cézar Roberto Bitencourt Editora Saraiva PDF Criptografado

sujeito passivo, quando produz alteração de local que lhe pertence, mas que se en­ contra especialmente protegido por lei; a proteção legal de determinado local, com efeito, cria restrições ao direito de domínio em prol do interesse público.

Sujeito passivo é uma pessoa jurídica de direito público interno, União, Estado ou Município, primariamente, uma vez que o crime lesa seu patrimônio; secunda­ riamente, o particular, proprietário ou possuidor do local protegido.

4. Tipo objetivo: adequação típica

A conduta tipificada é alterar, isto é, mudar, desfigurar local especialmente protegido por lei. A alteração implica mudança do estado anterior ou preexistente3.

É indispensável a existência de previsão legal protegendo o local atingido. Faltando o elemento normativo — sem licença da autoridade competente —, isto é, havendo licença especial de autoridade competente, não se configurará o delito. Não há ne­ cessidade de produção de dano, sendo suficiente a modificação de aspecto ou des­ figuração do visual. O objeto da ação será sempre constituído por imóvel.

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Medium 9788547214982

INTRODUÇÃO

Ana Luísa de Almeida, Ana Paula Borges, Carmen Migueles, Marco Tulio Zanini, Sérgio Leal Caldas Editora Saraiva PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

Q

ual é a relevância dos elementos intangíveis na construção de valor nas empresas? Como se formam os ativos intangíveis? Como a cultura de uma empresa pode contribuir para a conquista de seus resultados? Confiança interpessoal pode ser um fator para a construção do valor econômico? Qual o valor da reputação organizacional para a sustentabilidade da empresa? Qual a relação entre o estilo de gestão de uma empresa e o fortalecimento de sua marca? Como a liderança pode estar relacionada ao desempenho de uma organização?

Estudos sobre o desempenho organizacional ainda suscitam várias questões sobre até que ponto e de que forma elementos intangíveis podem efetivamente influenciar a eficiência nas empresas e a construção do valor econômico. A expressão “gestão integrada de ativos intangíveis” reflete um esforço por expressar o nosso entendimento sobre estas questões e ilustra uma ideia central: a de que a gestão dos ativos intangíveis precisa ser feita de forma integrada e de que é necessária uma construção estratégica para tratá-los. Isso demanda o desenvolvimento de uma competência organizacional distinta, a ser decomposta em competências de líderes e equipes.

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Medium 9788536313696

3. A Filosofia como Biologia: Explicações evolucionista sem filosofia

Havi Carel Grupo A PDF Criptografado

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3

A FILOSOFIA

COMO BIOLOGIA

Explicações evolucionistas em filosofia

Bence Nanay

Introdução

A assim chamada abordagem evolucionista está se tornando cada vez mais popular em vários ramos da filosofia. Explicações evolucionistas são com freqüência usadas não apenas na filosofia da mente (conteúdo mental, consciência), na ética (altruísmo, responsabilidade) e na epistemologia

(epistemologia evolucionista), mas também em estética e filosofia política

(teoria dos memes). A proposta geral é que, já que os seres humanos evoluíram da mesma maneira que outros animais, a mente humana, a linguagem, o conhecimento, a sociedade, a arte e a moralidade deveriam ser todas examinadas como fenômenos biológicos. Uma vez que a evolução desempenha um papel crucial na explicação dos fenômenos biológicos, há boas razões para supor que isso também seja verdadeiro para as faculdades humanas supramencionadas.

Se queremos avaliar os méritos dessa abordagem já bem difundida, há uma forte necessidade de uma análise filosófica da natureza das explicações evolucionistas usadas nesses argumentos filosóficos. Na primeira parte deste capítulo, começo analisando a estrutura geral das explicações evolucionistas: nelas não há restrições quanto ao explanandum (o que está sendo explicado), mas o explanans (por meio do qual o explanandum

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Medium 9788536516325

2.3 O que é a Tabela ASCII

André Luíz Navarro Garcia Manzano Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Estudo Dirigido de Windows 10 Home

2.2  O que é byte

O bit é a menor unidade de informação, mas sozinho não efetua muita coisa, daí a necessidade de haver mais bits para se poder ler o que esse conjunto de sinais quer informar.

Se houvesse apenas dois bits, seriam possíveis apenas estas quatro combinações, representadas nos seguintes termos:

▶▶ {0;0}, {0;1}, {1;0} e {1;1}.

Como não dá para trabalhar muito com essas combinações, chegou-se a um número suficiente para guardar todos os sinais representados do alfabeto, de pontuação e números.

Por sua vez, BYTE (BinarY TErm) é determinado como sendo oito posições em que

é possível receber os sinais binários e daí formar uma combinação de 256 caracteres

(28 = 256). Veja a Figura 2.1, que mostra a representação do que é byte e sua disposição.

Figura 2.1  Exemplos fictícios de duas variações de bytes.

Então, um byte é equivalente a um caractere (letras, números ou símbolos). Para controlar esses 256 caracteres, desenvolveu-se uma tabela padrão de armazenamento de cada código e seu sinal correspondente.

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