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Medium 9788553606832

II — A CONTA CORRENTE BANCÁRIA

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CONTRATO DE CONTA CORRENTE

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II — A CONTA CORRENTE BANCÁRIA

92. Conta corrente ordinária e conta corrente bancária

A conta corrente bancária apresenta uma série de diferenças em relação ao contrato de conta corrente ordinária, decorrentes da própria finalidade visada pelas partes na instauração da avença. Assim, “na base da conta corrente bancária, existe indubitavelmente um mandato, ainda que de conteúdo indeterminado, pelo qual o banco, assumindo o serviço de caixa do cliente, se obriga ao cumprimento dos atos e negócios jurídicos solicitados pelo correntista”12.

É óbvio que o banco assume esse serviço de caixa do cliente, mas em troca da prestação de fundos necessários. Esses fundos são obtidos por depósitos do cliente ou de terceiros em seu favor, ou pelas operações ativas que o banco realiza a benefício daquele, como cobranças, recebimento de juros, dividendos etc. Mas “na conta corrente bancária falta aquilo que é o elemento essencial do con­trato de conta corrente, a ‘reciprocidade das remessas’, porque a faculdade de dar impulso à relação é do correntista, e não do banco, o qual se limita a cumprir as ordens dele recebidas; nem os credita­mentos que ele faz em conta têm caráter de ‘remessa’ em sentido técnico, porque os pagamentos são feitos pelo banco a título de restituição das somas recebidas (depósito) ou de cumprimento do crédito concedido”13.

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Medium 9788582714775

Capítulo 2. O neuropsicólogo e seu paciente: a construção de uma prática

Malloy-Diniz, Leandro F.; Leandro F.; Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

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O neuropsicólogo e seu paciente: a construção de uma prática

MARIA JOANA MADER-JOAQUIM

O desenvolvimento tecnológico é surpreendente nos dias de hoje. As invenções do século XX transformaram a vida do cidadão comum de um modo que, em 1900, só livros de ficção poderiam sugerir. A primeira metade do século XX viu a transformação do transporte, das carroças e dos bondes aos aviões, encurtando, assim, as distâncias entre as pessoas. A segunda metade transformou a comunicação, passando da simples carta manuscrita ao e-mail pela internet e, hoje, textos e imagens são transmitidos a uma velocidade inimaginável há poucas décadas. A internet revolucionou a comunicação científica e pessoal. Quais as modificações esperadas para os próximos 50 anos?

Quais serão os novos hábitos diários?

As duas últimas décadas do século XX proporcionaram um avanço das técnicas de imagem para exames do corpo humano lançando luz sobre as estruturas cerebrais.

Dessa forma, hoje, permitem maior precisão diagnóstica tanto de localização como de causa das doenças no sistema nervoso central (SNC). Outras áreas, como a biologia e a genética, igualmente avançaram com seus microscópios. Compreender a complexidade do funcionamento cerebral é absolutamente necessário para o bom desenvolvimento da prática clínica de

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Medium 9788582604403

Capítulo 12 - Os elementos do Grupo 2

Mark Weller; Tina Overton; Jonathan Rourke; Fraser Armstrong Grupo A PDF Criptografado

12

Os elementos do Grupo 2

Parte A: Aspectos principais

12.1 �Os elementos

18

H

14

15

16

17

Li Be

B

C

N

O

F Ne

Na Mg

Al

K Ca

Ga

12.5 �Usos dos elementos e seus compostos

Rb Sr

In

12.6 �Hidretos

Cs Ba

Tl

12.3 �Propriedades anômalas do berílio

Parte B: Uma visão mais detalhada

2

He

13

12.2 �Compostos simples

1

12.4 �Ocorrência e obtenção

12.7 �Haletos

12.8 �Óxidos, sulfetos e hidróxidos

12.9 �Nitretos e carbetos

12.10 �Sais de oxoácidos

12.11 �Solubilidade, hidratação e berilatos

12.12 �Compostos de coordenação

12.13 �Compostos organometálicos

Neste capítulo veremos a ocorrência e a obtenção dos ele‑ mentos do Grupo 2 e estudaremos as propriedades quími‑ cas dos seus compostos simples, complexos e compostos organometálicos. Ao longo do capítulo faremos compara‑

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Medium 9788580555417

Capítulo 15 - Teste de uso do produto

Merle Crawford; Anthony Di Benedetto Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Teste de uso do produto

INFORMAÇÕES PRELIMINARES

O primeiro resultado do desenvolvimento técnico é um protótipo, que é conferido em comparação com a declaração de protocolo que orientou seu desenvolvimento e talvez submetido ao mercado para um teste de conceito de protótipo confirmatório. A metodologia para isso é essencialmente a mesma do teste de conceito original, com a exceção de que temos uma expressão mais tangível da ideia. Normalmente, o usuário final não é convencido de que o protótipo funcionará e, por isso, um trabalho de desenvolvimento mais amplo é realizado. O ciclo continua até que a empresa tenha uma boa aproximação do que o produto final será – um protótipo do qual as partes interessadas gostam.

Nesse momento, a maioria das empresas gosta de preparar certa quantidade de protótipos, seja na bancada de trabalho (isto é, uma única unidade funcional de um novo controle remoto, feita pelos designers) ou em uma instalação piloto de produção em pequena escala. E pela primeira vez elas podem oferecer ao usuário final um conceito de produto que se encontra em uma forma para uso prolongado – acabou a necessidade de ficar supondo se o produto conseguiria ou poderia satisfazer as necessidades, com base em testes de laboratório ou de bancada. Nossa responsabilidade é idealizar um método para testar a experiência dos usuários finais com o novo produto, e chamamos esse procedimento de teste de uso do produto (product use testing – PUT) ou teste de campo ou teste com o usuário. Às vezes ele é chamado de teste de aceitação do mercado, embora esse termo possa significar também teste de mercado, como no

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Medium 9788582715314

Capítulo 5 - Internet e dependência de jogos entre jovens no espectro autista: uma população especialmente vulnerável

Kimberly S. Young, Cristiano Nabuco de Abreu, Mônica Giglio Armando Grupo A ePub Criptografado

Debra Moore

Pesquisas recentes mostraram que os jovens no espectro autista são especialmente propensos a desenvolver comportamentos problemáticos de jogos de internet (Finkenauer, Pollmann, Begeer, & Kerkhof, 2012; Mazurek & Engelhardt, 2013; Romano, Osborne, Truzoli, & Reed, 2013). Embora não seja nenhuma surpresa, considerando as características biológicas, emocionais e sociais dessa população, o problema ainda não é amplamente reconhecido por pais, educadores ou clínicos. À medida que o número de jovens afetados aumenta, é vital que a conscientização cresça e as intervenções terapêuticas comecem a incluir as necessidades específicas desse grupo. Este capítulo examina os principais marcadores diagnósticos do autismo, explica como eles se relacionam com uma maior vulnerabilidade ao transtorno do jogo pela internet (TJI), apresenta maneiras proativas de diminuir essa suscetibilidade e propõe modificações específicas aos protocolos de tratamento atuais.

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