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Medium 9788547230005

8.6. QUESTÕES

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

476 Macroeconomia Esquematizado®

Luiza Sampaio

Representando uma função em que a renda (ou produto) é sempre igual à despe‑ sa planejada, constrói­‑se uma linha de 45º dividindo os eixos onde se encontram a despesa planejada, a renda e o produto (Y) da economia. Observe o gráfico da Figu‑ ra 8.31. Todos os pontos localizados na reta de 45º possuem uma despesa planejada igual à renda e ao produto.

Figura 8.31.  O equilíbrio entre a renda e a despesa planejada

Despesa planejada

Despesa planejada = Y

45º

Y

A cruz Keynesiana se constrói quando se une o gráfico da Figura 8.30 com o da Figura 8.31, o que pode ser constatado no gráfico da Figura 8.32:

Figura 8.32.  A cruz Keynesiana

Despesa planejada

Despesa planejada = Y

Despesa planejada = Ca + c (Y – T) + I + G

A

45º

Y

O ponto “A” representa o equilíbrio da economia. Qualquer ponto acima ou à direita de “A” representa um acúmulo não planejado nos estoques, o que levará as empresas a reduzirem seu nível de produção até atingir o ponto “A”. Da mesma ma‑ neira, qualquer ponto à esquerda ou abaixo de “A” representa uma falta do produto, o que levará as empresas a aumentarem sua produção até atingirem o ponto “A”.

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Medium 9788582715154

Capítulo 10 - Atividades de laboratório com animais não humanos

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto de Medeiros Grupo A ePub Criptografado

Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Realizar modelagem de comportamentos simples;

2Conduzir reforçamento contínuo de um comportamento;

3Realizar procedimento de extinção;

4Analisar gráficos de frequência e comparar os efeitos do reforçamento e da extinção sobre o comportamento;

5Realizar um treino discriminativo;

6Identificar padrões comportamentais de diferentes esquemas de reforça-mento;

7Registrar frequência de comportamentos simples.

Os livros de psicologia, das mais diversas áreas e abordagens, apresentam uma grande gama de teorias sobre uma infinidade de assuntos relativos ao ser humano e, em alguns casos, aos organismos vivos em geral (em se tratando da psicologia, organismos pertencentes ao reino animal). Nesses livros você pode encontrar, por exemplo, dezenas de teorias sobre a aprendizagem, muitas das quais fornecem explicações bastante diferentes para um mesmo fenômeno. Por que tantas teorias sobre um mesmo assunto? Todas elas estão certas e se completam? Existem várias teorias porque nenhuma é, de fato, correta ou completa?

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Medium 9788553611096

RECURSO EXTRAORDINÁRIO

PEREIRA, Leone; SCALÉRCIO, Marcos; MINTO, Tulio Martinez Editora Saraiva PDF Criptografado

R

333

RECURSO EXTRAORDINÁRIO

SUM-100 AÇÃO RESCISÓRIA. DECADÊNCIA (incorporadas as Orientações Jurisprudenciais ns. 13, 16, 79, 102, 104, 122 e 145 da SBDI-2) – Res. n. 137/2005, DJ 22, 23 e 24-8-2005

I – O prazo de decadência, na ação rescisória, conta-se do dia imediatamente subsequente ao trânsito em julgado da última decisão proferida na causa, seja de mérito ou não. (ex-Súmula 100 – alterada pela Res. n. 109/2001, DJ

20-4-2001)

II – Havendo recurso parcial no processo principal, o trânsito em julgado dá-se em momentos e em tribunais diferentes, contando-se o prazo decadencial para a ação rescisória do trânsito em julgado de cada decisão, salvo se o recurso tratar de preliminar ou prejudicial que possa tornar insubsistente a decisão recorrida, hipótese em que flui a decadência a partir do trânsito em julgado da decisão que julgar o recurso parcial. (ex-Súmula 100 – alterada pela Res. n.

109/2001, DJ 20-4-2001)

III – Salvo se houver dúvida razoável, a interposição de recurso intempestivo ou a interposição de recurso incabível não protrai o termo inicial do prazo decadencial. (ex-Súmula 100 – alterada pela Res. n. 109/2001, DJ 20-4-2001)

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Medium 9788553605156

19.7. Pressupostos Gerais da Responsabilidade Civil por Dano

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

Para Jonas, o poder se torna objetivamente responsável por aquele que lhe foi confiado. O exercício do poder (aí incluídos os poderes privados, como o

“poder familiar”) sem a observação do dever é, então, “irresponsável”, ou seja, representa uma quebra da relação de confiança presente na responsabilidade.

“Assim, aquilo que liga a vontade ao dever, o poder, é justamente o que desloca a responsabilidade para o centro da moral” (Jonas, 2006, p. 217). Sob o ponto de vista do direito, a noção de Jonas de responsabilidade como determinação do que se tem a fazer se enquadraria como obrigação de fazer, ao lado da tradicional obrigação de reparar, que era o campo até então da responsabilidade civil negocial e extranegocial.

O direito progressivamente encaminha-se no sentido da regulação da responsabilidade preventiva, inclusive na legislação processual. Ao tratar da tutela de urgência, o CPC, art. 300, prevê sua concessão quando houver “perigo de dano”.

Procura-se evitar com essa medida que o dano se perfaça. A tutela de ur­gência, de acordo com o grau de perigo, pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia.

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Medium 9788547229948

145. Conflito entre títulos e posse

THEODORO JÚNIOR, Humberto Editora Saraiva PDF Criptografado

A usucapião, outrossim, é sempre forma de eliminar o conflito de títulos. Pois, quando além do título, um dos vizinhos exerce a posse efetiva de seu imóvel, dentro dos limites descritos no seu documento de aquisição da propriedade por prazo suficiente para configurar a prescrição aquisitiva, torna-se inócua a confrontação de títulos entre os vizinhos. A usucapião consolida a propriedade daquele que possui o imóvel, efetiva e ininterruptamente, sem oposição, dentro dos limites certos apontados em seu título. Pouco importa, in casu, saber qual dos dois títulos é mais antigo, porque a posse eliminou qualquer deficiência que porventura pudesse ser localizada no título do prescribente.

Note-se, outrossim, que a disputa entre confrontantes pode-se basear em títulos com diferentes forças de identificação do imóvel.

Assim, lembram Tancredo Martins e Octávio Martins, invocando antiga lição de Macedo Soares, que “os títulos que dão dimensões claras ou os limites precisos do prédio preferem aos que são mudos ou confusos acerca dessas circunstâncias”9.

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