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Medium 9788547224806

10.5 Modelos padronizados de demonstrações contábeis

RIBEIRO, Osni Moura Saraiva - Uni PDF Criptografado

1.1.1.02 Bancos conta Movimento

Função: representa o valor dos bens numerários da empresa, depositado em conta-corrente bancária.

Funcionamento: debitada pelas entradas de dinheiro na conta-corrente bancária, provenientes de depósitos efetuados em dinheiro ou em cheques, de avisos de créditos efetuados pelos bancos etc.; creditada pelas saídas de dinheiro da conta bancária decorrentes de saques por emissão de cheques, ordens de pagamentos, avisos de débitos efetuados pelos bancos etc.

Natureza do saldo: devedor.

10.5 �

Modelos padronizados de demonstrações contábeis

Nesta parte do Plano de Contas, deverão constar modelos das demonstrações contábeis que serão elaboradas periodicamente pelo setor de contabilidade da empresa.

Capítulo 10 – Plano de contas

CB_4.cap10.indd 17

179

27/10/17 19:07

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Medium 9788527733496

6 - Anatomia da Resposta Imune

DELVES, Peter J. et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Anatomia da Resposta

Imune

Principais tópicos

006Delves.indd 159

Localização do sistema imune, 160

Sistema imune cutâneo, 160

Imunidade das mucosas, 161

Sangue e sistema linfático, 165

Tecido linfoide organizado, 166

Endereçamento dos linfócitos, 166

Linfonodos, 167

Baço, 171

A medula óssea como importante local de síntese de anticorpos, 171

O fígado contém uma variedade de células do sistema imune, 172

Locais imunologicamente privilegiados, 172

Processamento do antígeno, 173

25/04/18quarta-feira 16:27

160 Parte 1 | Fundamentos de Imunologia

Para lembrar

As repostas imunes adquiridas são mediadas por linfócitos específicos para antígenos. A frequência de cada especificidade na população é baixa, e, portanto, os clones relevantes de linfócitos são selecionados pelo antígeno para a sua expansão por meio de extensa proliferação. As células T citotóxicas e a maioria das células B, ambas específicas para antígenos, necessitam do auxílio das células T auxiliares antígeno-específicas. Além disso, as células T auxiliares CD4+ exigem que o antígeno seja apresentado a elas por células apresentadoras de antígeno profissionais MHC da classe II+. Essas rigorosas interações celulares determinam que, diferentemente das respostas inatas, as respostas imunes adquiridas precisam ser iniciadas em um ambiente altamente estruturado.

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Medium 9788547222680

19.1. Conceito e Características do Comodato

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XIX

Empréstimo

Sumário: 19.1. Conceito e características do comodato. 19.2. Deveres do comodante. 19.3. Direitos e deveres do comodatário. 19.4. Extinção do comodato.

19.5. Mútuo. 19.6. Mútuo em dinheiro. 19.7. Direitos e deveres das partes no mútuo. 19.8. Extinção do mútuo.

19.1. Conceito e Características do Comodato

O comodato é o empréstimo gratuito de coisa não fungível. Quem empresta denomina-se comodante; quem toma emprestado, comodatário. A finalidade desse tipo de empréstimo é o uso da coisa por parte do comodatário, durante certo tempo, findo o qual deve restituí-la, nas condições recebidas. A grande distinção é com o outro contrato de empréstimo, o mútuo. Segundo o consenso da doutrina, o comodato é empréstimo de uso, enquanto o mútuo é empréstimo de consumo. No mútuo, o domínio da coisa emprestada é transferido ao mutuário, enquanto no comodato apenas se transfere a posse temporária.

A coisa pode ser móvel ou imóvel. O comodato abrange não apenas a coisa principal, mas igualmente suas pertenças, salvo se o contrato as tiver excluído.

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Medium 9788584291243

Capítulo 6 - Vá Além dos Estilos de Aprendizagem

Peter C. Brown; Henry L. Roediger III; Mark A. McDaniel Grupo A PDF Criptografado

6

VÁ ALÉM DOS ESTILOS

DE APRENDIZAGEM

Todos os alunos são diferentes, e todo o acesso a uma alta função, como nos diz Francis Bacon, é por uma tortuosa escada em espiral.1

Analise a história de Bruce Hendry. Nascido em 1942, às margens do

Mississippi, ao norte de Minneapolis, filho de um operador de máquinas e uma dona de casa, Bruce é apenas mais um menino estadunidense com joelhos esfolados e vontade de ficar rico. Quando o assunto são homens que enriquecem sozinhos, a história muitas vezes soa familiar. Não é uma história desse tipo.

Bruce Hendry enriqueceu sozinho, mas a história está na tortuosa escada em espiral, em como ele encontrou seu rumo, e de que modo sua trajetória nos ajuda a entender as diferenças de como as pessoas aprendem.

A ideia de que os indivíduos têm estilos de aprendizagem distintos existe há tempo suficiente para tornar-se parte do folclore da prática educativa e uma parte essencial de como muitas pessoas se autopercebem. A premissa básica diz que as pessoas captam e reprocessam as novas informações de forma diferente: por exemplo, algumas aprendem melhor com conteúdos visuais, e outras aprendem melhor com o texto escrito ou conteúdos auditivos. Além disso, a teoria sustenta: pessoas que recebem aulas que não correspondem a seu estilo de aprendizagem têm prejuízos ao aprender.

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Medium 9788547227623

6.3. Assistência jurídica

BRITO, Alexis Couto de Editora Saraiva PDF Criptografado

Assistência ao preso  |  135

cimentos e dos reclusos; das condições sanitárias, da calefação, da iluminação e da ventilação do estabelecimento; da qualidade e da limpeza das roupas e da cama dos reclusos; da observância das regras relativas à educação física e desportiva quando esta seja organizada por pessoal não especializado.

Em atendimento assistencial à saúde do recluso, o governo federal adotou importante medida por meio de seus Ministérios da Saúde e da

Justiça. Com a edição da Portaria Interministerial n. 628/2002, aprovaram o Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário e definiram que a atenção integral às pessoas presas será cofinanciada pelos setores de saúde e de justiça dos níveis federal e estadual, mediante um convênio com as secretarias estaduais. O Plano Nacional de Saúde foi alterado com a edição da Portaria Interministerial n. 1.777/2003, que expressamente revogou a Portaria n. 628/2002. Na atual Portaria n. 2.048/2009, do

Ministério da Saúde, que aprova o Regulamento do Sistema Único de

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