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Medium 9788547223410

172. A macrovisão do Sistema Financeiro e sua instabilidade

ABRÃO, Nelson Editora Saraiva PDF Criptografado

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A INSTABILIDADE DOS BANCOS, A

RESPONSABILIDADE DO BANCO CENTRAL E

AS RESTRIÇÕES DE ORDEM FISCAL

Sumário: 172. A macrovisão do Sistema Financeiro e sua instabilidade. 173.

Saneamento das instituições em dificuldade. 174. A responsabilidade real do Banco

Central. 175. As restrições fiscais impostas às instituições financeiras.

172. A macrovisão do Sistema Financeiro e sua instabilidade

As instituições financeiras marcaram época no País, atravessando período áureo, no qual investiram pouco capital e obtiveram polpudos recursos, sob a forma de lucro, conseguindo assim dinamizar a atividade, abrindo agências em diversas localidades, transformando-se, por tal razão, em bancos múltiplos, realizadores de tarefas as mais diversas, desde a simples abertura de conta corrente até a parti­­cipação em planos de seguro de vida ou saúde.

Registrou-se, no passado, por outro ângulo, um vasto número de concessão de registro na modalidade de carta-patente, numa ocasião política propícia para ampliação do mandato presidencial, ense­jando espaço para o surgimento de inúmeros bancos de menor porte, com um capital verdadeiramente reduzido diante de instituições financeiras tradicionais e seculares no mercado.

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Medium 9788553601776

29. Características

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

282

Bruno Z ampier

de na busca da satisfação de um interesse próprio (faculdade de agir/vontade + interesse próprio).

Esse interesse próprio ao qual se busca satisfazer poderá ser um interesse existencial ou patrimonial. Portanto no âmbito do Direito Civil, a atuação do indivíduo estará sempre pautada pelo atendimento de interesses próprios, sejam eles existenciais, patrimoniais ou mesmo ambos.

Por exemplo, ao exercer a faculdade de testar, o sujeito poderá atender a interesses patrimoniais e/ou existenciais. Outro exemplo: ao se casar, o sujeito atenderá a interesses pessoais (existenciais) e/ou patrimoniais. Ao adquirir a propriedade de um imóvel para sua moradia, o sujeito atenderá ao mesmo tempo interesses existenciais e patrimoniais.

Considerando isso, falar em direitos reais remete à busca de interesses patrimoniais. Contudo, essa concepção clássica que atrela os direitos reais a interesses patrimoniais está ultrapassada, uma vez que hoje em dia muitos direitos reais irão atender também a interesses existenciais. Tradicionalmente, os direitos reais eram apontados como a categoria de direitos subjetivos que buscavam atender aos interesses patrimoniais do sujeito titular. Entretanto, atualmente eles buscam muitas vezes atender também a interesses existenciais, como ocorre, por exemplo, na hipótese da propriedade utilizada como moradia por seu titular.

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Medium 9788582602034

Capítulo 9 - Análise de Circuitos em Regime Permanente Senoidal

Mahmood Nahvi; Joseph A. Edminister Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Análise de Circuitos em Regime

Permanente Senoidal

9.1

INTRODUÇÃO

Este capítulo aborda a resposta em regime permanente de circuitos alimentados por fontes senoidais. A resposta também será senoidal. Para um circuito linear, a consideração de uma fonte senoidal não representa uma restrição, já que uma fonte que pode ser descrita por uma função periódica pode ser substituída por uma combinação equivalente de senoides (série de Fourier). Esse aspecto será tratado no Capítulo 17.

9.2

RESPOSTA DOS ELEMENTOS

As relações tensão-corrente para elementos individuais R, L e C foram examinadas no Capítulo 2 e resumidas na Tabela 2-1. Neste capítulo, as funções υ e i serão senos ou cossenos com o argumento ω t. ω é a frequência angular e tem a unidade rad/s. Além disso, ω = 2π f, onde f é a frequência com unidade de ciclos/s ou, mais usualmente, Hertz (Hz).

Considere uma indutância L com i = I cos(ω t + 45°) A [ver Fig. 9-1(a)]. A tensão é

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Medium 9788520430002

Endocrinologia

NOBRE, Fernando Editora Manole PDF Criptografado

Endocrinologia

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4/12/10 3:24:05 PM

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Diabetes Mellitus

Maria Cristina Foss-Freitas

Milton Cesar Foss

Diagnóstico e classificação

Diabetes mellitus (DM) é uma síndrome clínica heterogênea que se caracteriza por anormalidades endócrino-metabólicas que alteram a homeostase metabólica no homem. As anormalidades endócrinas têm como elemento fundamental uma deficiência insulínica absoluta ou relativa, que se manifesta por uma deficiente função secretora de insulina pelo pâncreas e/ou por uma alteração periférica na relação insulina-receptor e eventos pós-receptor1,2. As anormalidades metabólicas envolvem importantes transtornos no metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas do organismo humano, tendo se caracterizado, até historicamente, nas alterações do metabolismo de glicose com a bem conhecida hiperglicemia e suas consequências. Se de um lado a descoberta da insulina e seu uso terapêutico possibilitaram uma diminuição significativa nas complicações agudas do diabetes, particularmente a cetoacidose; de outro, a evolução crônica do diabetes tem se apresentado com uma prevalência crescente de complicações macro e microvasculares. Essas complicações degenerativas da síndrome diabética, notadamente a lesão aterosclerótica e o risco cardiovascular, as complicações microvasculares de retina e rins e a neuropatia, colocam-se como um sério problema de saúde pública, pois pioram a qualidade de vida do diabético, são incapacitantes e importante causa de mortalidade. A base etiopatogênica dessa síndrome envolve fatores genéticos e ambientais3,4,5.

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Medium 9788553603008

2. Pressupostos de validade do negócio jurídico

GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLONA FILHO, Rodolfo Editora Saraiva PDF Criptografado

c) forma prescrita ou não defesa em lei.

Tal elenco, amplamente divulgado pela doutrina sob a denominação de pressupostos de validade do negócio jurídico, não reflete, todavia, a magnitude científica e amplitude teórica do plano de validade do negócio jurídico.

Entende-se que a lei não é posta para definir, classificar ou sistematizar institutos jurídicos, por ser este o labor da doutrina, mas não se pode deixar de reconhecer, por outro lado, que este rol legal é insuficiente, senão lacunoso e impreciso.

Nesse sentido, pertinente é a crítica de MARCOS BERNARDES DE MELLO:

“Essa enumeração legal, como se vê, é insuficiente, incompleta, porque não menciona todas as causas de invalidade, deixando-se de referir-se, explicitamente, à possibilidade do objeto e sua compatibilidade com a moral (cuja falta implica nulidade – Código Civil, art. 145, II), como também à inexistência de deficiência de negócios jurídicos, dentre os quais se incluem os vícios que afetam a manifestação da vontade e outros que comprometem a perfeição e causam a invalidade, por anulabilidade, do ato jurídico (Código Civil, art. 147), além da anuência de outras pessoas, que, em certas situações, é exigida”3.

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