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Medium 9788527729383

25 - Escabiose

GAMBA, Mônica Antar; PETRI, Valéria; COSTA, Mariana Takahashi Ferreira Grupo Gen PDF Criptografado

Seção C • Infestações

Rosilene Farias Calixto

Introdução

A escabiose é uma dermatose ectoparasitária causada pelo

ácaro fêmea Sarcoptes scabiei (variação hominis), também denominada sarna, entre outras sinonímias, como coruba, jareré, pereba e pira. É uma doen­ça cosmopolita, tem ocorrência universal e pode ou não estar vinculada a hábitos de higiene, sem preferência por sexo, raça ou idade.

Transmissão

O modo de transmissão da escabiose ocorre por contato direto pessoa para pessoa, principalmente pelo contato íntimo; por exemplo, durante relações sexuais. É menos frequente pelo compartilhamento de roupas (incluem-se as de cama), pois, na maioria dos casos, os ácaros não sobrevivem por mais do que 3  dias fora das condições i­deais da pele humana.

O ácaro pode perfurar e penetrar a pele em aproximadamente 2,5  min, além de causar lesões em forma de ve­ sículas, pápulas ou pequenos sulcos, nos quais ele deposita seus ovos. Uma pessoa infestada tem, geralmente, 10 a 15

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Medium 9788527725132

Capítulo 1 – Introdução

CAMPBELL, William W Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1 Introdução

JJ

Campbell 01.indd 3

Bibliografia, 6

8/5/2014 17:11:44

4  Seção A  |  Introdução importância do exame neurológico para o diagnós­ tico das doen­ças do sistema nervoso não pode ser subestimada. Em nenhum outro ramo da medicina

é possível construir um quadro clínico tão exato – em relação

à localização e à anatomia patológica – quanto no da neurolo­ gia. Isso requer perspicácia diagnóstica e pleno conhecimento no campo de anatomia e fisiologia do sistema nervoso, do su­ primento vascular, da neuropatologia, da psicologia, da psi­ quiatria, da neurofarmacologia e das especialidades relaciona­ das. Além disso, a prática da neurologia requer conhecimentos de neurorradiologia, eletroencefalografia, eletromiografia, neuroquí­mica, microbiologia, genética, neuroendocrinologia, neurotransmissores, imunologia, epidemiologia, bem como do sistema neuromuscular.

O diagnóstico neurológico é uma correlação de dados na avaliação do sistema nervoso humano em condições de saú­de e de doen­ça – uma síntese de todos os detalhes obtidos por anam­ne­se, exame físico e estudos complementares. O teci­ do nervoso constitui cerca de 2% do corpo humano, mas é distribuí­do para todas as partes do organismo. Se os demais tecidos fossem dissolvidos, restaria uma imensa rede de fibras além do encéfalo, do tronco encefálico e da medula espinal.

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Medium 9788597017625

Parte I: 2 - Competência

CAMPOS, Walfredo Cunha Grupo Gen PDF Criptografado

2

COMPETÊNCIA

2.1 COMPETÊNCIA DOS INTEGRANTES DO TRIBUNAL DO JÚRI

Prevê o art. 447 do CPP que o Tribunal do Júri é composto por um juiz togado, seu presidente, e por 25 jurados que serão sorteados dentre os alistados, 7 dos quais constituirão o Conselho de Sentença em cada sessão de julgamento.

A competência dos integrantes deste órgão colegiado heterogêneo que é o Júri encontra-se perfeitamente delimitada: o Conselho de Sentença delibera, através de respostas a quesitos (indagações escritas), a respeito de matéria de fato e se o acusado deve ser absolvido (art. 482 do CPP); o juiz presidente, por sua vez, deve prolatar sentença condenatória ou absolutória, conforme a decisão dos jurados, e decidir todas as questões de direito surgidas durante a sessão, além de exercer a coordenação dos trabalhos (arts.

492-493 e 497 do CPP).

Trata-se, assim, de competência funcional horizontal por objeto do juízo: cada integrante do mesmo órgão jurisdicional, sem prevalência de um sobre o outro, exerce sua parte, seu trecho, de competência. Como tal espécie de competência é de natureza absoluta, seu desrespeito acarreta a nulidade absoluta do julgamento, o que ocorreria se, por exemplo, o Conselho de Sentença passasse a dirigir os trabalhos da sessão e decidir questões de direito, enquanto o juiz presidente solucionasse questões de fato.

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Medium 9788520437636

14. Selênio

ROSS, A. Catharine; CABALLERO, Benjamin; COUSINS, Robert J. Editora Manole PDF Criptografado

14

Selênio*

Roger A. Sunde

Formas químicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225

Considerações dietéticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226

Fontes alimentares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226

Biodisponibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227

Inter-relações nutriente-nutriente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227

Metabolismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227

Absorção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227

Transporte. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228

Incorporação em proteína. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228

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Medium 9788553172009

8.4. Princípios

NEVES, Cícero Robson Coimbra Editora Saraiva PDF Criptografado

No vigente Código de Processo Civil, embora não mais expressamente haja referência às condições da ação, pode-se identificar dinâmica semelhante, ou seja, ainda que não haja a menção expressa às condições da ação, há a exigência de que para se postular em juízo estejam presentes o interesse e a legitimidade

(art. 17 do CPC), assim como é possível a extinção do processo, sem resolução de mérito, quando ausentes os mesmos requisitos (art. 485, VI, do CPC). Há ainda a menção de que, na contestação, antes de discutir o mérito, o réu deve postular a ausência de interesse ou a ilegitimidade da parte (art. 337, IX, do CPC).

Parece , portanto, que, ao consagrar a possibilidade de extinção de processo sem resolução de mérito por ausência de requisitos, o novo CPC manteve a opção, ao menos como linha mestra, da teoria eclética, ainda que alguns entendam que a perda do título “condições da ação” na nova lei implique desnaturação para

“requisitos processuais” necessários à concretização da tutela de mérito465.

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