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Medium 9788520431528

II – A Filosofia Analítica

Paulo Ghiraldelli Jr. Manole PDF Criptografado

II

A Filosofia Analítica

Da “virada linguística” à filosofia de Donald Davidson

O neoplatonismo de Frege

A filosofia analítica teve início nos trabalhos de um austríaco interessado antes em lógica e matemática que em filosofia, Gottlob Frege (1848-1925). A lógica de Frege se desenvolveu sem que ele tivesse uma intencional preocupação, ao menos inicialmente, com problemas filosóficos em um sentido amplo. Suas questões envolviam matemática e aritmética ou, talvez, filosofia da matemática. Todavia, suas investigações adentraram o campo semântico de uma maneira abrangente e, ao serem criticadas por

Bertrand Russell (1872-1970) e, depois, aproveitadas e recriticadas por

Lud­wig Wittgenstein (1889-1951), preencheram capítulos básicos da filosofia analítica.

Os estudos semânticos, quando tomados filosoficamente, mostraram-se como uma forma de os filósofos analíticos tratarem da tradicional discussão metafísica a respeito de o que é. Compreender “o que é” para que palavras e expressões fossem portadoras de significados era uma maneira de retomar a discussão sobre as possibilidades internas da linguagem em dizer ou não algo do mundo.

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Medium 9788580553048

Caso 33

Eugene C. Toy; Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

CASO 33

Um homem de 42 anos procura uma psiquiatra afirmando que sua vida “está se desmantelando”. Ele explica que, desde que a namorada de dois meses o deixou, tem estado “inconsolável”. Menciona que está tendo dificuldade para dormir à noite, pois fica lamentando sua perda. Quando solicitado a descrever a namorada, diz: “Ela era o amor da minha vida, simplesmente linda, linda”.

Não consegue dar outro detalhe sobre ela. Fala que saíram juntos cinco vezes, mas que sabia que ela era a mulher certa para ele. Relata que, ao longo da vida, com frequência se sentiu “no abismo do desespero”, mas também “nas nuvens”. Nega história psiquiátrica e problemas clínicos.

No exame do estado mental, observa-se que o paciente está vestindo uma camisa colorida, com um desenho tropical, e calças cáqui. Ele se inclina repetidas vezes para tocar no braço da entrevistadora enquanto fala, e é cooperativo durante a entrevista. Às vezes soluça por um curto período de tempo quando fala diretamente sobre a namorada. Depois, abre um amplo sorriso ao fazer perguntas pessoais à entrevistadora. Sua fala tem ritmo normal, embora às vezes fale um pouco alto. Descreve seu humor como “horrivelmente deprimido”.

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Medium 9788547203887

7. A violência doméstica e familiar contra a mulherem números

Alice Bianchini Editora Saraiva PDF Criptografado

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Coleção Saberes Monográficos

implementar ações que possam também incluir os homens”

(2008: 83).

As iniciativas supracitadas, quando vistas sob a ótica numéri‑ ca, são muito tímidas, mas, quando analisadas em termos percen‑ tuais, demonstram o quanto tais medidas são eficazes, além de serem, obviamente, muito menos onerosas (custo social e econô‑ mico) do que as de caráter penal.

7.

A violência doméstica e familiar contra a mulher em números

Várias são as particularidades que, por estarem presentes nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, justifi‑ cam o tratamento diferenciado e que representam fatores de alto risco para a vida, a integridade física, moral, sexual e psicológica, dentre outras, da mulher em situação de violência doméstica e familiar. Tais circunstâncias serão analisadas a seguir, com os nú‑ meros que as representam.

7.1. �Formas de agressão kk o principal tipo de violência sofrido pelas mulheres vítimas de violência doméstica e familiar é a física (63%), seguida da moral (39%) e da psicológica (38%) (DataSenado 2013); kk nos registros de recepções da Central de Atendimento à Mu‑ lher – Ligue 180 – balanço semestral de janeiro a junho de

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Medium 9788527727716

1 | Introdução à Avaliação Nutricional

ROSSI, Luciana; GALANTE, Andrea Polo Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução à Avaliação

Nutricional

Sandra Maria Chemin Seabra da Silva, Denise Balchiunas e Lúcia Caruso

Histórico

A profissão de nutricionista surgiu, no Brasil, em 1938, po­ rém, no mundo, a profissão teve início no ­século 17, com a Or­ dem das Irmãs Ursulinas, no Canadá. Da origem brasileira, na década de 1940, até a presente data, a profissão não se prendeu apenas ao setor de Saú­de — determinante comum em outros paí­ses. A evolução da prática profissional em Nutrição, no Bra­ sil, realizou-se sob condições específicas e relacionadas tanto com o processo social como com o setor de Saú­de.

Essa evolução ampliou a formação do profissional, de modo a atender às expectativas sociais nos campos da vigilância nu­ tricional e alimentar, de assistência nutricional ao in­di­ví­duo e aos grupos populacionais, de marketing em alimentação e nu­ trição, entre outros, sem perder de vista sua identidade profis­ sional de origem. Aliada à evolução, a profissão consolidou-se e aspectos legais foram discutidos e inseridos no mercado de trabalho.

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Medium 9788547223335

Art. 134

MATINEZ, Luciano Editora Saraiva PDF Criptografado

CLT Comparada | 95

Art. 134

faltas. Aliás, é vedado descontar diretamente do período de férias as faltas cometidas, como se vê no § 1.º do art. 130 da CLT. Exemplo: um empregado que houver tido 13 faltas ao serviço durante o período aquisitivo (12 meses anteriores à concessão) fará jus a 24 dias corridos de férias, e não a 17 dias, como se poderia erradamente supor diminuindo diretamente de 30 dias

(máximo de dias correspondentes às férias) as 13 faltas ao serviço.

Não se olvide de que o conceito de “faltas do empregado ao serviço” não inclui o de dias destinados a descanso. Deseja-se dizer com isso que a um bancário, por exemplo, que ordinariamente trabalha de segunda a sexta-feira, não podem ser atribuídas sete faltas se não comparece ao serviço de segunda a domingo. Perceba-se que ele somente faltou ao serviço por cinco dias (de segunda a sexta). O sábado e o domingo são, respectivamente, dia útil não trabalhado e dia destinado ao repouso semanal. Ele não trabalharia nos referidos dias, logo, as faltas corridas haveriam de ser contadas unicamente em virtude dos dias de efetivo serviço. Não se confundam, portanto, as situações de “faltas do empregado ao serviço” com as de perda (apenas financeira) do montante correspondente ao repouso semanal remunerado.

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