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Medium 9788527726764

8 | Ação em Saúde Vocal Docente | Análise de uma Experiência em Goiânia

FERREIRA, Léslie Piccolotto; SILVA, Marta Assumpção de Andrada e; GIANNINI, Susana Pimentel Pinto Grupo Gen PDF Criptografado

8

Ação em Saúde Vocal Docente |

Análise de uma Experiência em Goiânia

Regina Zanella Penteado e Tânia Maestrelli Ribas

Apresentação

A voz do professor tem sido foco constante das pesquisas fonoaudiológicas por causa do elevado risco de a categoria desenvolver distúrbios de voz relacionados ao trabalho

(Ferreira e Martz, 2010).

Entretanto, um estudo de revisão bibliográfica sobre a voz do professor na Fonoaudiologia brasileira (Dragone e Behlau, 2006), que analisou 307 publicações, mostrou que apenas 2,3% delas são referentes à intervenção fonoaudiológica. Faltam, portanto, estudos voltados aos processos de intervenção fonoaudiológica.

Um estudo teórico (Penteado et al., 2005a) cujo objetivo era discutir as concepções subjacentes às ações educativas e preventivas em saúde vocal, com base nos pressupostos da promoção da saúde, concluiu que a práxis fonoaudiológica neste campo, em geral, permanece calcada nos fundamentos higienistas, de modo que os processos educativos não são condizentes com a proposta de promoção da saúde. O estudo aponta como possibilidades para a promoção da saúde as ações amplas, integrais e intersetoriais, orientadas pelas seguintes concepções: de sujeito social; de processo saúde-doença-cuidado relacionado com a subjetividade, historicidade, saberes, cultura e condições de vida das comunidades; e de educação como um processo democrático, participativo, dialógico, problematizador e transformador.

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Medium 9788553602841

3. Análise a Partir das Categorias Jurídicas Próprias do Processo Penal e da Necessária Eficácia do Sistema de Garantias da Constituição

LOPES Jr., Aury Editora Saraiva PDF Criptografado

N. XV    Atos Processuais Defeituosos e a Crise da Teoria das Invalidades (Nulidades)

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desrespeitada, o normal é que tal atipicidade gere prejuízo, sob pena de se admitir que o legislador estabeleceu uma formalidade absolutamente inútil.

Evidente que eventualmente, segue BADARÓ11, a violação de uma forma pode não gerar prejuízo, mas não é necessária a demonstração do prejuízo, pois o correto é o inverso: a eficácia do ato ficará na dependência da demonstração de que a atipicidade não causou prejuízo algum. Ou seja, não é a parte que alega a nulidade que deverá “demonstrar” que o ato atípico lhe causou prejuízo. Será o juiz que, para manter a eficácia do ato, deverá expor as razões pelas quais a atipicidade não impediu que o ato atingisse sua finalidade.

Somente a partir dessa inversão de sinais é que a teoria do prejuízo poderá ser utilizada, sob pena de grave violação do sistema de garantias constitucionais que fundam o devido processo penal.

O que não se pode mais admitir, frise­‑se, é que atos processuais sejam prati‑ cados com evidente violação de princípios constitucionais, sem a necessária repe‑ tição (com vistas ao restabelecimento do princípio violado), e os tribunais chan‑ celem tais ilegalidades fazendo uma manipulação discursiva em torno de uma categoria do processo civil, inadequadamente importada para o processo penal.

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Medium 9788572889919

Capítulo 7 | Proteção Funcional | Recuperação da Guia de Mastigação

SANTOS, Amara Eulalia Chagas; IAZZETTI, G. Jô.; PRIMO, Laura Guimarães (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

7

Proteção Funcional |

Recuperação da Guia de Mastigação

Paulo Ricardo Barros de Campos e Lívia Rodrigues de Menezes

qual É O PrOblema?

A odontologia, durante anos, baseou-se na resistência dos materiais. Era uma época em que predominavam restaurações metálicas diretas (amálgama) e indiretas puras (ouro e outros metais) ou associadas a cerâmicas e resinas: as metalocerâmicas e as metaloplásticas (faces em resina). Isto só não ocorria quando por necessidade estética se utilizavam as resinas compostas para restaurar dentes anteriores.

A partir da requisição cada vez maior de restaurações estéticas, houve aumento nas indicações, que coadjuvado pela melhora na qualidade das resinas e cerâmicas, permitiu praticamente o uso destes materiais para todas as necessidades restauradoras. A questão estética estava equacionada.

Outro aspecto seria a longevidade das restaurações, já que principalmente as resinas talvez não tivessem condições mecânicas de resistir aos esforços mastigatórios. Isto nos leva a uma avaliação mais pautada na função em detrimento de uma odontologia que, ao carregar de importância quase exclusivamente a resistência dos materiais na escolha para se restaurar um dente, deixou de lado perguntar que função seria exercida, como seria exercida e se os mecanismos de proteção funcional – proteção mútua (estabilidade em MIH [máxima

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Medium 9788597003901

6 - O PAPEL DE SELECIONADOR

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

6

O Papel de Selecionador

Objetivos

Após estudar este capítulo, você será capaz de:

•• reconhecer a importância da seleção no contexto da Gestão de Pessoas;

•• definir critérios para a seleção de pessoas;

•• reconhecer vantagens e limitações dos meios adotados para recrutamento e seleção de pessoas;

•• conduzir entrevistas para selecionar pessoas.

6.1  IMPORTÂNCIA DA SELEÇÃO

Como as pessoas constituem o mais importante ativo de que dispõem as organizações, devem ser recrutadas e selecionadas com a maior competência possível, já que falhas nesse processo podem comprometer outras ações de gestão a serem desenvolvidas posteriormente. Ocorre, porém, que, com a nova postura adotada em relação à Gestão de Pessoas, as atividades de recrutamento e seleção em muitas empresas não vêm sendo mais confiadas a um órgão específico, mas

às chefias imediatas. Como consequência, nem sempre as pessoas incumbidas dessas atividades dispõem dos conhecimentos e da experiência necessários.

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Medium 9788597011906

13 - Storytelling: aprendizado de longo prazo

LEAL, Edvalda Araújo; MIRANDA, Gilberto José; NOVA, Silvia Pereira de Castro Casa Grupo Gen PDF Criptografado

13

Storytelling: aprendizado de longo prazo

ALESSANDRA VIEIRA CUNHA MARQUES

GILBERTO JOSÉ MIRANDA

S A M U E L D E P A I VA N AV E S M A M E D E

O professor eficiente é sempre um bom contador de histórias.

NILSON JOSÉ MACHADO

leal miranda_MIOLO.indd 169

06/06/17 17:00

Capítulo 13

1. Introdução

O termo inglês storytelling* é um dos mais antigos métodos de comunicação dos indivíduos.1 Storytelling surgiu com o advento da civilização humana e, com isso, as gerações puderam experimentar o poder das palavras por meio da expressão oral.

Mais tarde, a expressão oral deu lugar à escrita, com o surgimento das pinturas rupestres. Posteriormente, essas pinturas deram lugar às tábuas de pedra, as quais foram então substituídas, já na Idade Média, pela imprensa escrita. Assim, a escrita tornou-se um meio de preservar as histórias, mas, antes desse tempo, contar histórias era o principal meio de instrução.2

Storytelling serve para educar os outros, registrar fatos históricos, ensinar valores culturais, fazer pontes de ligação entre os indivíduos, estabelecer normas e valores, compartilhar experiências comuns. Além disso, contar histórias é a forma originária de ensino que surgiu antes mesmo do desenvolvimento da linguagem escrita.3

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