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Medium 9788570066220

36 – CORREÇÃO DAS AMETROPIAS

ALVES, Aderbal de Albuquerque Grupo Gen PDF Criptografado

CORREÇÃO DAS AMETROPIAS

6ª Edição

36

Aderbal de Albuquerque Alves

A correção adequada das ametropias constitui o objetivo de qualquer método de refração. É de toda conveniência lembrar que os fenômenos ópticos predominam tão-somente até a formação da imagem retiniana. Daí em diante, os estímulos das células visuais são traduzidos em impulsos nervosos, influenciados por condições psicológicas, que necessariamente devem ser consideradas nas correções das ametropias.

O enunciado da fisiologia da visão leva-nos a refletir a complexidade do problema, de como a arte de uma simples correção óptica pode contribuir para manter o perfeito equilíbrio destes fatores de tamanha complexidade.

Portanto, o olho não deve ser considerado apenas como um aparelho de óptica, isoladamente e, sim, com relação com às demais estruturas complexas do organismo humano, como um todo.

Qualquer dos inúmeros métodos de diagnóstico que tenha sido usado, deve ter como objetivo principal buscar a melhor eficiência visual e o maior conforto para o paciente. Aqueles que não se preocupam com estes fatores inerentes à criatura humana, constatarão, através de sua própria experiência, que muitas lentes permanecem sem utilização, por não atenderem às reais necessidades do paciente.

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Medium 9788520435953

9. Procedimentos e gestão do tratamento

LEVITT, Sophie Editora Manole PDF Criptografado

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Procedimentos e gestão do tratamento

Treinamento motor

O treinamento motor neste capítulo inclui procedimentos do tipo “intervencionista”, denominados sugestões de fisioterapia e atividades terapêuticas executadas por qualquer pessoa que esteja envolvida diariamente com alguém com paralisia cerebral, o que designamos neste livro como tratamento e gestão. O terapeuta precisa selecionar e supervisionar métodos para as outras pessoas que assistem o paciente, de acordo com o que seja relevante para a situação e a capacidade dos envolvidos. Como foi discutido no

Capítulo 2, o terapeuta elucida o que a criança e os pais ou cuidadores querem alcançar, quais as metas e métodos da terapia conjunta e quais avaliações conjuntas, e de quais métodos, são apropriadas. A seleção de metas e métodos pelo terapeuta baseia-se na estrutura de avaliação discutida no Capítulo 8.

As metas e métodos são para os aspectos inter-relacionados a seguir:

1. As funções motoras necessárias para a tarefa diária escolhida pela pessoa. Há métodos para atrasos específicos na função motora e denominados adiante como atrasos. Essas são as funções que a pessoa não consegue fazer. Contudo, há funções que a pessoa pode fazer. Nesse caso, alguns itens mencionados nos atrasos não são observados nessas pes-

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Medium 9788580551471

Capítulo 2 - Células e Processos Celulares

Hershel Raff, Michael G. Levitzky Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO II

FISIOLOGIA CELULAR

C A P Í T U L O

Células e Processos

Celulares

David Landowne

2

OBJETIVOS

Reconhecer e descrever os tipos de eventos eletrofisiológicos.

Descrever os tipos de canais de membrana e suas funções.

Descrever os sistemas de controle fisiológico.

INTRODUÇÃO

A vida é celular, e as células são as unidades fundamentais da vida. Sem células, não existiriam seres vivos. Todas as células de um indivíduo são fundamentalmente derivadas de um único oócito fertilizado. A maioria das células de organismos multicelulares reside dentro de seus tecidos e órgãos. Este capítulo concentra-se nos processos celulares e deixa a discussão de sua organização de forma mais aprofundada para os capítulos que descrevem os diferentes órgãos e sistemas. Drogas, toxinas e doenças são introduzidas para ilustrarem os processos celulares.

COMUNICAÇÃO

Processos celulares dinâmicos propiciam a percepção sensorial do ambiente, a comunicação e a integração da informação dentro das células e entre elas, assim como as suas expressões ou ações no ambiente. Esses são os processos que habilitam as células a contribuirem para o funcionamento dos tecidos, órgãos e, por consequência, dos indivíduos. Esses processos constituem um dos fenômenos celulares – a excitabilidade. Os outros processos, reprodução e metabolismo, não serão abordados em detalhes neste capítulo. Percepção, integração e expressão podem ser mais bem considerados como eventos fisiológicos em termos de entrada, processamento e saída de informações (Figura 2-1). Os processos complexos podem ser desmembrados em processos

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Medium 9788530983703

Parte Especial - Título X - Capítulo III - Da Falsidade Documental

NUCCI, Guilherme de Souza Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo III

Da Falsidade Documental

Falsificação de selo ou sinal público

Art. 296

Sujeito ativo

Qualquer pessoa (ver Parte Geral, capítulo XII, item 3.1).

Sujeito passivo

É o Estado (ver Parte Geral, capítulo XII, item 3.2).

Objeto jurídico

É a fé pública (ver Parte Geral, capítulo XII, item 3.3, “b”). Trata-se da confiança estabelecida pela sociedade em certos símbolos ou signos, que, com o decurso do tempo, ganham determinada significação, muitas das vezes impostas pelo

Estado. Esse é o papel, por exemplo, da moeda, que possui um valor econômico a ela atrelado. Os signos gozam de crédito público e são, também, meios de prova.

Sem a fé pública não se poderia desenvolver a contento os negócios jurídicos em geral (cf. Muñoz Conde, Derecho penal – parte especial, p. 670).

Nucci_ManualDireitoPenal_15ed_1218469.indb 1049

10/01/2019 14:56:25

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|  MANUAL DE DIREITO PENAL – Parte Especial • N

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Medium 9788597015966

13 - DAS AUDIÊNCIAS

MONTENEGRO FILHO, Misael Grupo Gen PDF Criptografado

DAS AUDIÊNCIAS

13

13.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Várias audiências podem ser designadas durante o processo, cada qual para uma finalidade determinada, sendo algumas informais e superficiais, como a de conciliação, outras formais e profundas no que toca à produção de provas pelas partes, como a audiência de instrução e julgamento, preparando o processo para o recebimento da sentença.

A audiência é, assim, o ato adequado para os debates, as discussões orais e a produção da prova igualmente oral (no gênero, apresentando o depoimento pessoal e a prova testemunhal como modalidades), contrapondo-se às petições apresentadas pelas partes em todas as fases da relação processual, além dos atos escritos praticados pelo juiz (despachos, decisões interlocutórias e sentença) e pelos auxiliares da justiça (laudos periciais, certidões elaboradas e assinadas pelos serventuários, pelos oficiais de justiça etc.).

No capítulo Das provas, anotamos que as modalidades (inspeção judicial, depoimento pessoal, prova documental, prova testemunhal, prova pericial, confissão e exibição de documento ou coisa) apresentam seus momentos, incluindo a propositura, a admissão, a produção e a valoração da prova, por ocasião da prolação da sentença.

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