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Medium 9788527727495

18 - Anestesia em Procedimentos à Beira do Leito

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF Criptografado

18

Anestesia em

Procedimentos à

Beira do Leito

Nathanael A. Slater e J. Matthias Walz

I. Princípios gerais

A. Manejo da dor na doen­ça crítica.

1. Em procedimentos à beira do leito na unidade de terapia intensiva

(UTI), é rea­li­zada a anestesia intravenosa total (AIVT).

2. A escolha da dose adequada de analgésico é difícil em virtude da(s): a. Dificuldade de avaliar a efetividade do alívio da dor (delirium, obnubilação, intubação endotraqueal). b. Diferenças farmacocinéticas entre pacientes em estado crítico e outros pacientes. c. Alterações fisiológicas associadas ao envelhecimento (diminuição da massa corporal magra, aumento do volume de distribuição de fármacos lipossolúveis, redução das taxas de depuração do fármaco e aumento da sensibilidade a hipnóticos e analgésicos).

B. Considerações farmacocinéticas.

1. O comportamento farmacocinético em pacientes em estado crítico e em in­di­ví­duos normais é diferente pelos seguintes motivos (ver mais detalhes em Dershwitz 2012, no item Leitura sugerida): a. Com fre­quência, os pacientes na UTI apresentam disfunção renal e/ou hepática; portanto, pode haver comprometimento considerável do metabolismo e da eliminação dos fármacos. b. A hipoalbuminemia, comum na doen­ça crítica, pode reduzir a ligação de proteí­nas e aumentar a concentração do fármaco livre (ativo).

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Medium 9788553608973

125. Hipóteses de extinção do crédito tributário

PAULSEN, Leandro Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XVIII

Extinção do crédito tributário

125. Hipóteses de extinção do crédito tributário

O art. 156 do CTN estabelece os modos de extinção do crédito tributário. Tendo em conta o fundamento das diversas hipóteses, vê-se que o crédito se extingue quando for:

• satisfeito mediante pagamento, pagamento seguido de homologação no caso dos tributos sujeitos a lançamento por homologação, compensação, conversão em renda de valores depositados ou consignados ou dação em pagamento de bens imóveis na forma e condições estabelecidas por lei (incisos I, II, VI, VII, VIII e XI), ainda que mediante transação (inciso III);

• desconstituído por decisão administrativa ou judicial (incisos IX e X);

• perdoado (inciso IV: remissão);

• precluso o direito do Fisco de lançar ou de cobrar o crédito judicialmente (inciso

V: decadência e prescrição).

Algumas causas de extinção do crédito são bem mais frequentes do que outras. O ordinário é que os créditos sejam satisfeitos pelo pagamento ou por compensação, quando autorizada por lei. A decadência e a prescrição também são bastante frequentes.

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Medium 9788521630463

PARTE I – 5 - COMPOSIÇÃO DE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

5

C apítulo

Composição de um trabalho de conclusão de curso (TCC)

IRIA APARECIDA STAHL MERLIN E MARINA STAHL MERLIN

HISTÓRICO E DEFINIÇÃO

O uso do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi regulamentado pela Resolução n.º 11/84 do Conselho Federal de Educação com o intuito de proporcionar maior aprofundamento de um tema ao aluno. Este capítulo tratará especificamente de vários aspectos do TCC, do qual a monografia é um dos formatos. É um trabalho geralmente interdisciplinar, realizado no final de um curso para demonstrar o conhecimento adquirido. Cada instituição e cada curso fazem a escolha do trabalho final que seu aluno deverá fazer. A temática estudada no currículo acadêmico pode gerar um trabalho de pesquisa e tornar-se um relatório, um paper, artigo científico, relatório de estágio, trabalho de graduação interdisciplinar (TGI) ou monografia.

A Monografia é o tipo de trabalho mais comumente utilizado nos níveis de educação superior, e se refere a todo trabalho científico que aborda apenas um assunto ou problema, conduzindo o pesquisador a olhar e pensar realidades comuns a partir de uma apropriação de conhecimento. Essa forma de trabalho tem sido exigida como necessária para a concretização e formalização da escolaridade superior, iniciando o estudante no caminho da pesquisa (Sampierre, Collado e Lucio, 2013).

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Medium 9788582713662

Capítulo 10 - Biologia dos Estômatos

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

10

Biologia dos

Estômatos

E

stômatos, termo derivado da palavra grega para “boca”, são estruturas dos órgãos aéreos da maioria das plantas. O termo estômato indica uma fenda microscópica ou ostíolo através da superfície do órgão vegetal, que permite a comunicação entre o seu interior e o ambiente externo, e um par de células especializadas – as células-guarda – que circundam a fenda.

As células-guarda respondem a sinais ambientais, alterando suas dimensões, regulando, assim, o tamanho da fenda estomática. De acordo com o botânico Hugo von Mohl (1856), as alterações de turgor nas células-guarda fornecem a força mecânica para as mudanças na fenda estomática (ver Capítulo 4). As células-guarda estão continuamente intumescendo ou contraindo-se, e as deformações da parede resultantes causam alterações nas dimensões da fenda. Essas alterações de dimensão são o resultado da percepção dos sinais ambientais pelas células-guarda.

Visualize a superfície externa de uma folha a partir da perspectiva de uma abelha (ver Figura 4.12C). Dentro de um mar de células epidérmicas, pares de células-guarda aparecem intercalados, com uma fenda no centro de cada par de células. Em algumas espécies, as células-guarda estão sozinhas; em outras, elas são acompanhadas por células subsidiárias especializadas que as distinguem das demais células epidérmicas.

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Medium 9788547227647

8. Classificação doutrinária

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Faz-se necessário o especial fim de obter vantagem em proveito próprio ou alheio. O elemento subjetivo na apropriação de tesouro é igualmente o dolo, re­ presentado pela vontade de apropriar-se dele, e o especial fim da obtenção de vantagem, constituída pela metade a que faz jus o dono do prédio onde o tesouro foi encontrado.

Na apropriação de tesouro é indispensável que o agente tenha consciência da obri­ gação de dividir, em igualdade de condições, com o proprietário do prédio. O erro ou desconhecimento dessa obrigação — elementar típica — constitui erro de tipo, ao contrário do que afirmou, no passado, equivocadamente, Heleno Fragoso5.

O simples deixar de entregar a coisa achada à autoridade competente no prazo de quinze dias ou de devolvê-la ao proprietário que se tornou conhecido é insufi­ ciente para tipificar o crime de apropriação de coisa achada; é indispensável que a omissão na entrega ou devolução seja orientada pelo animus rem sibi habendi.

8. Classificação doutrinária

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