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Medium 9788536322117

47 Diabetes mellitus: uma visão psicossomática

Julio de Mello Filho, Miriam Burd Grupo A PDF Criptografado

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DIABETES MELLITUS: UMA VISÃO PSICOSSOMÁTICA

Miriam Burd

O primeiro caso de diabete foi constatado no Egito em

1500 a.C. como uma doença desconhecida. Diabete, em grego, quer dizer “sifão”, devido aos sintomas da doença, que provoca sede intensa e grande quantidade de urina. O termo diabete foi usado pela primeira vez em

250 a.C. por Apolônio e Memphis. Só adquire a terminologia mellitus, que no latim quer dizer “mel”, no século I d.C; Logo a patologia passa a ser chamada de urina doce. (Gama, 2002, citado por Marcelino, 2005).

Entre 1986 e 1988, com o apoio do Ministério da Saúde e do CNPq, realizou-se um censo nacional sobre a prevalência do diabete no Brasil. Este estudo mostrou uma prevalência de 7,6% na população entre 30 e 69 anos. Um dado importante foi de que quase 50% dessas pessoas não conheciam o diagnóstico.

Para mostrar como a doença é minimizada na sua importância, iremos apresentar dados de uma pesquisa recente.

Um grupo de discussões foi realizado para verificar qual seria a percepção dos participantes a respeito da gravidade das principais doenças. Em uma escala de 1 a 10, foi pedido aos participantes desse grupo para classificar a gravidade de vários problemas de saúde, incluindo câncer, doenças do coração e diabete. O câncer e as doenças cardíacas foram classificadas como 9 e 10 e o diabete só ficou em 4 e 5 na escala.

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Medium 9788547215712

Johann Gottlie b Fichte e o Estado forte

CASTILHO, Ricardo Editora Saraiva PDF Criptografado

Johann Gottlieb Fichte e o Estado forte

Fichte foi discípulo de Kant, que o incentivou a publicar seu primeiro livro. No en‑ tanto, contrariando as ideias de liberdade e de direito do mestre, defendia para o Esta‑ do um papel de polícia e de força.

Rejeitava também a ideia da separação dos três poderes – para ele, o governo devia administrar a nação e também cuidar da distribuição da justiça, como forma de garan‑ tir-se como Estado forte.

Entendia que o Estado, tendo a obrigação de realizar os princípios do direito, ficava obrigado a esses mesmos princípios que limitavam a sua atuação. De certa maneira, um conceito que se aproximava do Rechtsstaat de Kant e – depois – de Hegel, apesar de não concordar com a separação dos poderes.

Fichte e suas circunstâncias

Johann Gottlieb Fichte, de família humilde, nasceu em

1756. Estudou teologia na Universidade de Jena. Nunca terminou os estudos.

Para ajudar os nove irmãos, passou a atuar como pre‑ ceptor de filhos de aristocratas aos 28 anos. Por essa época leu as obras de Kant – fato que teria mudado sua concep‑

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Medium 9788527733229

7 - Afinal, o que é olho clínico?

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

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Afinal, o que é olho clínico?

Por certo, vez por outra ainda ouve-se falar em olho clínico. Mas, afinal, o que é isso? É uma antiga expressão aplicada àqueles médicos que tinham a capacidade de identificar, rapidamente, uma doen­ça, mesmo não dispondo de bons recursos para se chegar a um diagnóstico. Esta época já passou, porém, a expressão “olho clínico” pode permanecer, só que precisa ser redefinida.

Então, o que seria “olho clínico”? Um complexo processo cognitivo que tem início quando nos deparamos com um paciente. Se tivermos, de fato, interesse em fazer um diagnóstico correto, ou seja, quando queremos saber o que está ocorrendo com aquela pessoa, entra em alerta máximo todos os nossos sentidos, ao mesmo tempo em que se utiliza, consciente ou inconscientemente, a base de dados que já temos armazenados em nossa mente. Em outras palavras: o que se chama “olho clínico” não passa de um processamento de dados pelo nosso cérebro, só que de modo extremamente rápido, mobilizando conhecimentos em nível inconsciente e experiências anteriores. Mal comparando, é como se o cérebro fosse um computador com vários programas armazenados e prontos para reconhecerem uma situação, igual ou parecida, já vista anteriormente.

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Medium 9788553608294

1. Noções introdutórias e conceito

Eduardo Aranha Ferreira, Daniel Willian Granado Editora Saraiva PDF Criptografado

XXVI

REVELIA

1.

Noções introdutórias e conceito

Já se fez referência, oportunamente, à ideia de que a contestação defensiva representa um ônus para o réu.

Isso significa dizer que o oferecimento da contestação reverte normalmente em exclusivo benef ício daquele que contesta. O não oferecimento válido e tempestivo de contestação por parte do réu acarreta a revelia (o termo “revelia” é normalmente utilizado como espécie do gênero “contumácia”1, que abrange também a inércia do autor, bem como a inércia do réu, tangentemente a outras espécies de defesa que possa oferecer, como a alegação de incompetência relativa em preliminar de contestação, cuja falta, como se sabe, acarreta consequência específica, qual seja a do fenômeno processual da prorrogação de competência).

Se a revelia, como se verá, acarreta (ou pode acarretar) consequências gravíssimas para o réu, não menos verdadeiro é que a contumácia do autor também lhe traz consequências sobremaneira graves, que podem levar até mesmo à extinção do processo sem resolução do mérito, a teor do inciso III do art. 485, desde que, notificada pessoalmente a parte, não supra a falta em 5 dias (art. 485, § 1º). Pode haver, de outra parte, contumácia bilateral, na hipótese em que se verifique a paralisação do processo “por

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Medium 9788553603312

12. FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA

Napoleão Casado Filho, Bruno Klippel, Christiano Leonardo Gonzaga Gomes, Roberto Caparroz, Maira Cardoso Zapater, André Barbieri Souza, Alexandre Aranalde Salim, Clodomiro José Bannwart Junior, Renan Bueno Ferraciolli, Bruno Torquato Zampier Lacerda Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito Constitucional

tração pública, controvérsia atual que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre idêntica questão.

Além de o STF poder, de ofício, editar, rever ou cancelar súmula vinculante, o processo poderá ser, também, iniciado mediante provocação, tanto pelos legitimados autônomos como pelos incidentais (cf. art. 3º, da Lei n. 11.417/2006).

De forma autônoma, sem a necessidade de se ter um processo em andamento, são legitimados os mesmos da

ADI, quais sejam, os previstos no art. 103 da Constituição, bem como o Defensor Público-Geral da União, os Tribunais Superiores, os TJs dos Estados ou do DF e Territórios, os TRFs, os TRTs, os TREs e os Tribunais Militares.

CUIDADO: Os tribunais indicados são apenas os estabelecidos como órgãos do Poder Judiciário (art. 92, CF/88), não incluindo, naturalmente, os

Tribunais de Contas (da União, dos Estados e dos

Municípios, esses onde houver, conforme o art. 31, §

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