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Medium 9788527732314

Capítulo 1 - Protocolo de Condutas em Dermatologia

MIOT, Hélio Amante; MIOT, Luciane Donida Bartoli Grupo Gen PDF Criptografado

1

Protocolo de

Condutas em

Dermatologia

Abordagem sindrômica das úlceras genitais

Preconizada pelo Ministério da Saú­de1, a abordagem sindrômica das úlceras genitais é caracterizada por:

• Apresentar alto índice de resolutividade e adesão

• Não centrar no diagnóstico, mas no tratamento

• Dispor de cobertura possível para ectima, sífilis, cancroide, herpes simples no imunocompetente e donovanose

• Apresentar falha terapêutica para leishmaniose, paracoccidioidomicose, pioderma gangrenoso, carcinoma espinocelular, eritroplasia de Queyrat, balanite de Zoon, citomegalovirose, antraz, dermatite factícia, liquens escleroso e atrófico, coinfecções herpes e sífilis ou herpes e cancroide.

Diagnóstico

• Quando se suspeitar de doen­ças sexualmente transmissíveis, devem-se:

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Investigar a presença de HIV, HTLV-1, hepatites B e C, e VDRL

Orientar o uso de preservativo e a prática de sexo seguro

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Medium 9788527734226

26 | Diagrama de Ishikawa na Odontologia Legal

VANRELL, Jorge Paulete Grupo Gen ePub Criptografado

No imaginário popular existe uma tendência espontânea a atribuir a um “erro odontológico” qualquer evento infausto ou adverso que possa ocorrer ao longo de um procedimento, dentro da Odontologia curativa. É cediço que este comportamento resulta da ignorância popular do grande número de fatores causais que intervêm ao longo de um único procedimento.

Para os profissionais, entretanto, e a fortiori para o Perito, a análise das diversas relações de causa e efeito que podem agir em um único procedimento é uma tarefa assaz complexa, como foi explicitado por diversos autores.

Para proceder a um exame equânime e isento, a melhor forma de apresentar essa multiplicidade de fatores causais de uma maneira racional é gráfica, sendo o diagrama de Ishikawa a opção mais utilizada em representações de causa e efeito.

O diagrama de Ishikawa é uma representação gráfica que serve para ajudar na organização do raciocínio e discussões de ideias no processo de resolução de problemas. O método foi inicialmente proposto, na Universidade de Tóquio, Japão, pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa, em 1943, para resolver problemas industriais.

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Medium 9788520434628

Tumores Ovarianos

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

1298

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Tumores Ovarianos

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Tumores de células epiteliais (carcinoma), de células germinativas (disgerminoma e teratoma) e do estroma do cordão sexual (tumor de células da granulosa, tumor de células de Sertoli-Leydig, tecoma e luteoma).

• Cadelas — raros (0,5-1,2% dos tumores); 40% carcinomas, 10% tumor de células germinativas e

50% do cordão sexual.

• Gatas — raros (0,7-3,6% dos tumores); 15% de células germinativas e 85% do cordão sexual.

• É comum a ocorrência de metástase.

• Alguns tumores produzem hormônios.

IDENTIFICAÇÃO

• Cadelas e gatas.

• Animais de meia-idade a idosos.

• O teratoma desenvolve-se em pacientes jovens.

SINAIS CLÍNICOS

• Alopecia simétrica bilateral; pancitopenia; masculinização.

• Ascite ou efusão pleural — ocasionalmente.

• Outros sinais associados aos efeitos expansivos do tumor.

CAUSAS E FATORES DE RISCO

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Medium 9788547227890

3. INTERNACIONALIZAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM

MALUF, Sahid Editora Saraiva PDF Criptografado

248

TEORIA GERAL DO ESTADO

Resulta daí a classificação, geralmente admitida, de direitos fundamentais intraestatais e supraestatais. Os primeiros são variáveis em cada

Estado segundo a sua ordem sócio-ético-jurídica, enquanto os direitos considerados supraestatais transcendem para a órbita do Jus Gentium, impondo-se generalizadamente a todos os homens e a todos os povos.

3. INTERNACIONALIZAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM

A doutrina dos direitos fundamentais do homem, violada ou postergada pelos Estados totalitários, projetou-se, depois das duas grandes conflagrações mundiais, para o campo internacional, a ponto de configurar o que

Mandelstam chamou de direito comum da humanidade.

Assim, os direitos fundamentais da pessoa humana transcendem para o plano supraestatal, sob os auspícios da ONU, que elaborou a Declaração

Universal dos Direitos do Homem, em 1948, com o caráter de norma geral de ação para todos os povos e todas as nações, estabelecendo que todos os direitos e liberdades proclamados na presente declaração correspondem a toda pessoa, sem distinção de raça, cor, idioma, religião, opinião públi­ ca, índole econômica ou outra condição de nascimento, de origem nacio­ nal ou social.

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Medium 9788527733229

35 - Os sintomas como linguagem dos órgãos

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

35

Os sintomas como linguagem dos órgãos

Vou abordar nesta carta um tema que torna possível compreender melhor o que se passa com os pacientes quando relatam suas queixas. Refiro-me à interpretação dos “sintomas como linguagem dos

órgãos”.

Diz-se que a linguagem é direta quando o sintoma expressa uma modificação localizada naquele órgão (p. ex., tosse na congestão pulmonar, diarreia nas enterocolites, dor retroesternal na isquemia miocárdica, prurido na tinea corporis, cólica abdominal na obstrução intestinal, e assim por diante). Mas o sintoma pode adquirir um significado simbólico quando é a expressão somática de transtornos emocionais (p. ex., disfagia histérica, tosse de origem emocional, dor precordial na depressão, dispneia suspirosa na ansiedade). No entanto, nosso organismo não se comporta de maneira tão esquemática, pois o ser humano é constituí­do de duas partes indivisíveis

– a mente e o corpo –, inteiramente imbricadas uma na outra; mente e corpo são absolutamente solidários; um não existe sem o outro, apenas ora fica mais aparente o lado físico ora o psíquico. Mas, sempre, para expressar o que se passa conosco na saú­de ou na doen­ça, ambos são indissociáveis. Por isso, é necessário reconhecer que esta

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