Crie suas própias Pastas

Selecione capítulos de diferentes livros e organize-os em sua própria pasta, de forma simples e rápida. Você pode ainda personalizar a capa e disponibilizar o conteúdo em nossa loja para seus alunos ou colegas.

Educação
Pesquisa
Lazer

Capítulos Selecione um ou vários capítulos para montar sua Pasta

Medium 9788553605781

13.10. PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA

COUTO, Reinaldo Editora Saraiva PDF Criptografado

134    CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO

O uso compartilhado de dados pessoais pelo Poder Público deve atender a finalidades específicas de execução de políticas públicas e atribuição legal pelos

órgãos e pelas entidades públicas, respeitados os princípios de proteção de dados pessoais da lei em estudo.

É vedado ao Poder Público transferir às entidades privadas dados pessoais constantes de bases de dados a que tenha acesso, exceto:

I – em casos de execução descentralizada de atividade pública que exija a transferência, exclusivamente para esse fim específico e determinado, obser‑ vado o disposto na Lei de Acesso à Informação; e

II – nos casos em que os dados forem acessíveis publicamente, observadas as disposições da lei ora analisada.

Os contratos e convênios relativos à transferência de dados pessoais a enti‑ dades privadas deverão ser comunicados à autoridade nacional.

A autoridade nacional poderá solicitar, a qualquer momento, às entidades do Poder Público, a realização de operações de tratamento de dados pessoais, informe específico sobre o âmbito e a natureza dos dados e demais detalhes do tratamento realizado e poderá emitir parecer técnico complementar para garan‑ tir o cumprimento das normas da lei em estudo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433416

30. Gestão de Áreas Urbanas Deterioradas

PHILIPPI JR., Arlindo; ROMÉRO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda Collet Editora Manole PDF Criptografado

Gestão de Áreas

Urbanas Deterioradas

30

Heliana Comin Vargas

Arquiteta e urbanista, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – USP

O processo de gestão urbana compreende o planejamento dos proce‑ dimentos a serem adotados, sua implementação e acompanhamento para reorientar as ações em busca da conquista dos objetivos previamente defi‑ nidos. Assim, todo projeto de intervenção urbana de iniciativa do poder público deve ter como finalidade a promoção do desenvolvimento urbano em busca de uma melhor qualidade de vida.

O processo de intervenção urbana, no entanto, deveria estar lastreado na elaboração de um plano de ação definido a partir de diretrizes estabele‑ cidas no processo de planejamento urbano, expresso claramente em seus

Planos Diretores Municipais e devidamente detalhado nos projetos e pro‑ gramas setoriais ou nas legislações urbanísticas deles decorrentes.

Essas intervenções urbanas podem, por sua vez, ser de duas ordens: diretas e indiretas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630159

10. O futuro da corporação empreendedora

DORNELAS, José Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

10

O futuro da corporação empreendedora

Empreender já é um verbo bastante difundido no mundo corporativo, não só no ambiente das start-ups. A palavra empreendedorismo e o conceito de fazer diferente têm sido debatidos nos meios de comunicação e internamente nas organizações. A necessidade de se praticar o empreendedorismo corporativo

é evidente e já bastante aceita por várias organizações. O como fazer, ideias de como implementar estratégias empreendedoras e disseminar o empreendedorismo por toda a organização foram apresentados nos capítulos anteriores. O grande desafio agora é a implementação desses conceitos.

O futuro da organização empreendedora dependerá de executivos ousados, daqueles que não se contentam com resultados imediatos, e que buscam deixar um legado, seu nome na história da corporação. Esses empreendedores sempre foram e continuarão a ser os grandes responsáveis pelas inovações que surgirão nos próximos anos. Não aceitar as coisas como são, as regras predefinidas e a repetição de receitas bem-sucedidas do passado é o primeiro passo para se entrar no mundo do empreendedorismo corporativo. Atualizarse, entender o meio à sua volta, entender como se relacionar e praticar o networking são outros aspectos-chave para aqueles que anseiam ser denominados empreendedores corporativos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713808

Capítulo 12 - Sistema nervoso simpático

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

102

12.1 Funções do sistema nervoso simpático

12 SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO

Sistema nervoso simpático

No decorrer da evolução, foi necessário desenvolver um sistema de controle eficiente para coordenar entre si as funções dos órgãos individuais nas formas de vida de complexidade crescente e permitir uma rápida adaptação às condições ambientais em constante mudança.

Esse sistema coordenador consiste no sistema nervoso central (SNC) com o encéfalo e a medula espinal, bem como duas vias independentes para comunicação com os órgãos periféricos, compreendendo os sistemas nervosos somático e autônomo. O sistema nervoso somático compreende os nervos da sensibilidade superficial e profunda, dos órgãos sensoriais e dos músculos esqueléticos e serve para perceber a situação do ambiente externo e adotar reações corporais apropriadas (se há uma ameaça → reação: luta ou fuga). O sistema nervoso vegetativo, juntamente com o sistema endócrino, controla o meio interno. Eles ajustam as funções dos órgãos internos às necessidades instantâneas do organismo. O controle neural permite adaptação rápida, enquanto o sistema endócrino provê uma adaptação de longo prazo. A atividade do sistema nervoso vegetativo acontece, em grande parte, sem controle voluntário, isto é, funciona de modo independente (por isso também é denominado sistema nervoso autônomo, SNA).

Ver todos os capítulos
Medium 9788527726900

Capítulo 19 - Infecções Virais Diversas

GREENE, Craig E. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 19 | Infecções Virais Diversas 183

em dermatologia humana para uma variedade de indicações, como verrugas e condilomas, CEC superficiais e doen­ça de Bowen.75,82

Entretanto, o fármaco nunca foi avaliado no tratamento das ver‑ rugas caninas. O único estudo veterinário que relatou o uso desse fármaco na infecção por PV de animais enfocou o tratamento de sarcoides equinos, também induzidos por PV, tendo demonstrado alguma eficácia.71 Em um relato,105a cães com papilomas bucais ou cutâ­neos foram tratados com azitromicina (10  mg/kg VO a cada

24 h por 10 dias) e a melhora clínica foi formidável nos animais tra‑ tados em comparação com os não tratados. É necessário investigar melhor essa modalidade de tratamento.

Prevenção

A proteção contra o desafio viral com COPV foi conseguida por meio de doses sequenciais de imunização via liberação do DNA de um plasmídio que codifica a proteí­na L1  principal do capsídio do

COPV ou oncoproteí­nas E1 ou E2 para locais cutâ­neos e da mucosa bucal em Beagles.61,83,84 As se­quências do gene E1 otimizadas pelo códon (mas não as se­quências do gene do tipo selvagem) proporcio‑ naram proteção completa após vacinação com o DNA de cães da raça

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos