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Medium 9788547231910

3.2 HERMENÊUTICA

VASCONCELOS, Clever Editora Saraiva PDF Criptografado

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CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL

seja, a de garantir o primado da dignidade da pessoa humana, sendo o fundamento essencial das manifestações dos direitos humanos.

“Interpretar é, portanto, reconstruir o conteúdo da lei, elucidá-lo de modo a operar-se uma restituição de sentido ao texto; é a operação pela qual se atribui um sentido ao texto,”2 busca-se atingir o seu verdadeiro significado, sendo preciso, para tanto, entendê-la.

3.2

HERMENÊUTICA

A ciência encarregada da interpretação dos sinais jurídicos é a hermenêutica. A prática de suas regras é conhecida como exegese, sendo o exegeta aquele que delas se vale.

Com efeito, a hermenêutica constitucional tem como função precípua o entendimento e a sistematização dos princípios de interpretação da Constituição, colaborando para sua perfeita aplicação, extraindo tudo o que nela se contém. Assim, o hermeneuta, ao observar a história, as ideologias, as realidades sociais, econômicas e políticas do Estado e da sociedade, conseguirá discernir o real alcance do texto constitucional.

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Medium 9788536322087

2. O caldeirão da conceitualização de caso

Willem Kuyken, Christine A. Padesky, Robert Dudley Grupo A PDF Criptografado

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O caldeirão da conceitualização de caso

Um novo modelo

Sei que deveria conceitualizar com os meus clientes, mas tenho medo de tender a agir só pelo instinto.

Terapeuta

Embora a maioria dos terapeutas ache que existem benefícios na concei­ tualização de caso, muitos não a incorporam com cuidado à sua prática tera­ pêutica. Outros questionam a necessidade da conceitualização de caso: “Se existem manuais de TCC baseados em evidências, por que precisamos da con­ ceitualização de caso? Um diagnóstico não é suficiente?”. Mesmo quando os terapeutas desenvolvem uma conceitualização de caso, frequentemente ela é aplicada de formas que limitam a sua utilidade. Como supervisores e consul­ tores, observamos o seguinte:

• A conceitualização de caso meramente copia a teoria da TCC, com aspectos da apresentação do cliente agregadas às seções do modelo da

TCC. Os aspectos cruciais do caso são “cortados fora”: a abordagem procrusteana.

• A conceitualização de caso integra pouca ou nenhuma teoria da TCC; em vez disso, ela meramente descreve a experiência da pessoa.

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Medium 9788536701950

Capítulo 8 - Estruturação do diagnóstico endodôntico

Carlos Estrela Grupo A PDF Criptografado

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Estruturação do diagnóstico endodôntico

O diagnóstico é a base para a estruturação do tratamento odontológico, especialmente quando a queixa principal do paciente relaciona-se à dor.1-28 O grande desafio de reconhecer o fator etiológico responsável pela origem do processo de dor nas estruturas bucais distingue a etapa de diagnóstico como fundamental ao contexto do tratamento. Durante a verificação da etiologia da dor odontogênica,

é importante que o investigador realize uma minuciosa análise a partir da coleta, tabulação, identificação e interpretação de sinais e sintomas que caracterizam a possível alteração tecidual.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

O diagnóstico da dor odontogênica compõe-se de diversas etapas,que incluem semiogênese (gênese dos sinais e sintomas), semiotécnica

(recursos para a coleta dos sinais e sintomas) e propedêutica (análise, estudo e interpretação dos dados coletados).

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O domínio adequado da técnica semiológica para estruturar o diagnóstico requer o conhecimento e o estudo dos estados de normalidade (saúde) dos tecidos relacionados ao problema, para que, de modo ordenado, se possa determinar a hipótese da patologia.

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Medium 9788547229948

27. Razões e objetivos da demarcação

Humberto Theodoro Júnior Editora Saraiva PDF Criptografado

Mas, mesmo os opositores da confusão de limites como forma de comunhão de imóveis reconhecem que a ação destinada a eliminá-la (a finium regundorum) é uma ação divisória, não só por analogia com a ação de partilha da coisa comum, como também porque a solução da demarcatória pode conduzir à necessidade de dividir o objeto da controvérsia (isto é, a porção confusa do terreno)38.

É certo que a confusão de limites não conduz necessariamente a uma situação de comunhão, com todos os atributos e qualificativos da comunhão ordinária.

Mas é inegável que “pela inexistência, desaparecimento ou confusão dos limites, forma-se na linha fronteiriça uma paragem a que se julgam com igual direito os proprietários confinantes, mas que nenhum deles pode arrogar como exclusivamente sua. É uma zona que, por força das circunstâncias, se torna comum a um e outro; há, portanto, em certo sentido como diz Windscheid, uma real comunhão e a ação que tende a extinguir esta comunhão é, e não pode deixar de ser, uma ação divisória”39.

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Medium 9788530978945

CAPÍTULO 8 – Sujeitos Processuais (Sujeitos no Processo Penal)

CURY, Rogério; CURY, Daniela Grupo Gen PDF Criptografado

8

Sujeitos Processuais

(Sujeitos no

Processo Penal)

Tempo médio de estudo: 30 min.

Juiz

(

)

Ministério Público

(

)

Acusado

(

)

Defensor

(

)

Assistente

(

)

Arts. 5o, incisos XLIX, L, LIV, LV, LVII, LVIII, LXII, LXIII, LXV, 95; 127 e ss;

133 e ss da CF.

Processo_Penal_RogerioCury_616018.indb 127

24/01/2018 14:47:46

128

|

PROCESSO PENAL – Rogério Cury e Daniela Cury

Arts. 251 a 273 do CPP.

Lei 8.906/1994.

https://youtu.be/r9bj3qlafAw

8.1.

DO JUIZ, DO MINISTÉRIO PÚBLICO, DO ACUSADO E DEFENSOR, DOS ASSISTENTES E AUXILIARES DA JUSTIÇA

Segundo Nestor Távora e Rosmar Antonni, citando Fernando da Costa

Tourinho Filho, “sujeitos processuais são todas as pessoas que atuam no processo: juiz, partes, auxiliares da Justiça, testemunhas”, entre outros (Curso de direito processual penal, 3. ed., Juspodivm, p. 429).

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