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Medium 9788520430064

22. Litíase urinária em crianças

GIRON, Amilcar Martins; DÉNES, Francisco Tibor; SROUGI, Miguel Editora Manole PDF Criptografado

Litíase urinária em crianças

22

Ricardo Jordão Duarte

Lilian Maria Cristofani

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Descrever os fatores envolvidos na formação de cálculos urinários.

2. Conduzir uma investigação sobre a origem dos cálculos urinários.

3. Propor alternativas de tratamento medicamentoso.

4. Instruir os familiares do paciente sobre as medidas preventivas para evitar a formação de novos cálculos.

INTRODUÇÃO E EPIDEMIOLOGIA

Os cálculos urinários são muito frequentes e causam grandes problemas aos pacientes e custos elevados à sociedade. Considera-se que a prevalência de litíase urinária no Brasil seja de, pelo menos, 5%1. Em alguns países, como os Estados

Unidos, até 12% da população é acometida durante a vida. Considera-se que 2 a 3% dos pacientes com litíase são representados por crianças e estudos recentes demonstram que a incidência em crianças vem aumentando por causa de mudanças dietéticas2.

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Medium 9788521626541

10 - Exemplo de Projeto de Instalação Elétrica

NISKIER, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

Exemplo de Projeto de

Instalação Elétrica

10

O

projeto de instalações elétricas é o nosso objetivo final. Deve ser claro (simbologia bem definida), completo (tubulação, enfiação e quadros), compartimento de medição aprovado pela concessionária local, com memória de cálculo e memorial descritivo (materiais a serem aplicados na execução).

10.1  �Elaboração de Projeto

Os diversos assuntos apresentados ao longo dos capítulos anteriores cristalizam-se na elaboração do projeto de instalações elétricas. Conforme repetidas vezes foi mencionado, o autor do projeto deve procurar, inicialmente, tomar conhecimento e obter as normas, prescrições e regulamentos pertinentes ao fornecimento de energia elétrica da concessionária na região em que a edificação venha a ser construída.

Para dar início ao seu trabalho, o projetista de instalações deverá ter em mãos os seguintes documentos:

• Projeto de arquitetura (escala 1:50 ou 1:100), com as plantas dos pavimentos, cortes e planta de situação.

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Medium 9788547223496

15.9. CONDIÇÕES OBRIGATÓRIAS

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

644 Direito Processual Penal Esquematizado®

Alexandre Cebrian e Victor Gonçalves

juiz devem ser realizadas na comarca deprecante, pois apenas estes possuem atribui‑

ção e competência para tomar medidas decisórias no processo. Em suma, o juízo deprecado limita­‑se a notificar o réu e indagar a este se aceita a proposta (elaborada pelo promotor de justiça em atuação na comarca deprecante). Assim, aceita a propos‑ ta pelo acusado, a carta precatória será devolvida ao juízo deprecante para que o juiz dessa comarca homologue o acordo.

É inadmissível a aceitação da proposta quando foi instaurado incidente de insani‑ dade mental do acusado, uma vez que essa manifestação de vontade deve ser livre e consciente. Assim, se o exame concluir pela inimputabilidade do réu, o processo deve prosseguir. A semi­‑imputabilidade, entretanto, não impede o benefício, se ficar consta‑ tado que o réu tem capacidade de entender o teor da proposta e suas consequências.

JJ

Homologação

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Medium 9788527731430

Parte 5 - Seção 8 | 35 - Anatomia da Visão

PEZZI, Lucia Helena Antunes; CORREIA, João Antonio Pereira; PRINZ, Rafael Augusto Dantas; NETO, Silvio Pessanha Grupo Gen PDF Criptografado

35

Anatomia da Visão

Caso 35.1  Avulsão do nervo óptico

Homem, 30 anos, deu entrada no serviço de emergência com quadro de amaurose no olho esquerdo associada a intensa dor local, há 1 hora, após forte trauma ocular. Ao exame oftamológico apresentava ausência de percepção luminosa à esquerda, hiperemia conjuntival moderada com córnea, esclera e lente

(cristalino) sem alterações à observação por biomicroscopia. Pupila midriática à esquerda com reflexo fotomotor direto ausente. A retinografia revelou hemorragia retiniana circundando o disco óptico, com nervo óptico de aspecto deprimido sem a emergência do padrão vascular normal (Figura 35.1.1), sendo feito o diagnóstico de avulsão nervosa traumática. A TC de crânio não demonstrou presença de fraturas.

No segundo dia pós-trauma, após uso de colírio anticolinérgico e glicocorticoide, houve melhora apenas do quadro doloroso e o paciente foi encaminhado para acompanhamento no ambulatório de oftalmologia.

Figura 35.1.1 Retinografia de olho esquerdo evidenciando fase aguda de avulsão de nervo óptico.

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Medium 9788582714621

Capítulo 47. Bloqueadores neuromusculares

James Manica Grupo A PDF Criptografado

708

Anestesiologia

47.

Bloqueadores neuromusculares

Quadro 47.1  Classificação dos bloqueadores neuromusculares

Despolarizantes

Adespolarizantes

Succinilcolina

Duração curta

Mivacúrio

Rapacurônio*

Duração intermediária

Atracúrio

Vecurônio

Rocurônio

Cisatracúrio

Rogério Silveira Martins

Patrícia W. Gamermann

Ana Lúcia Costa Martins

Os bloqueadores neuromusculares (BNMs) foram introduzidos na prática clínica por Harold Griffith e Enid Johnson1 em 1942, no Hospital Homeopático de Montreal. Eles utilizaram um extrato purificado do curare (Intocostrin®), que, mais tarde, originaria a d-tubocurarina, revolucionando a prática da anestesia e dando início à era moderna da cirurgia.

A introdução do curare representou um dos mais importantes avanços na anestesiologia. Antes da sua descoberta, os pacientes muitas vezes tinham de ser profundamente anestesiados para uma cirurgia. Hoje, graças aos modernos BNMs, isso não é mais necessário, tornando a anestesia mais segura e a recuperação pós-operatória mais rápida. Apesar de atuarem como componentes fundamentais na melhoria contínua da prática anestésica e no desenvolvimento de técnicas cirúrgicas avançadas, os BNMs não são isentos de riscos. Podem se acompanhar de complicações graves, como lembranças perioperatórias e paralisia residual pós-operatória.2,3

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