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Medium 9788582715277

Capítulo 15. Psicoterapia baseada na mentalização

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

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Psicoterapia baseada na mentalização

Christian Kieling

Simone Hauck

A teoria da mentalização foi desenvolvida a partir da integração da teoria psicanalítica com as pesquisas do desenvolvimento e achados da neurociência. A capacidade de mentalizar envolve a compreensão de si mesmo e dos outros de forma implícita e explícita. Baseia-se na ideia de perceber e interpretar o comportamento humano em relação aos estados mentais intencionais (p. ex., necessidades, desejos, sentimentos, crenças, objetivos, propósitos, razões). A habilidade de mentalizar se desenvolve no contexto de uma relação de apego e está diretamente ligada à capacidade do cuidador de dar significado aos estados mentais do bebê/da criança e de comunicar essa compreensão de volta para o bebê/a criança por meio do espelhamento contingente marcado. Falhas na mentalização estão relacionadas a diversos transtornos psiquiátricos que envolvem patologias do self, como os transtornos da personalidade borderline (TPB) e antissocial, os transtornos alimentares, a depressão e o trauma. A melhora da mentalização pressupõe maior capacidade de regulação do afeto, controle de impulsos e assertividade. A terapia baseada na mentalização (TBM) propõe uma estrutura que organiza as intervenções conforme o entendimento do desenvolvimento e adverte claramente sobre técnicas psicoterápicas que podem ser prejudiciais na vigência de patologia central associada à mentalização. Neste capítulo, são revisadas as bases teóricas que deram origem à TBM e seus desenvolvimentos, as características desse tipo de tratamento e sua aplicação, bem como evidências disponíveis e perspectivas futuras.

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Medium 9788521629429

CAPÍTULO 2: MODELAGEM DE PROBLEMAS GERENCIAIS

ANDRADE, Eduardo Leopoldino de Grupo Gen PDF Criptografado

2

Modelagem de Problemas

Gerenciais

Objetivos do Capítulo

Ao terminar o estudo deste capítulo, você estará apto a:

• Identificar, no processo de tomada de decisão de sua empresa, as questões que podem ser modeladas para simulação e análise dos resultados.

• Construir modelos matemáticos para a geração de informações e cenários futuros para a avaliação das consequências das decisões.

• Utilizar a avalanche de informações, hoje à disposição das empresas, para o aprimoramento do processo decisório, com redução da incerteza.

O MODELO NO PROCESSO DE DECISÃO

Como vimos no capítulo anterior, o processo de tomada de decisão de um executivo caracteriza-se por alto conteúdo de racionalidade e é desenvolvido em ambientes especialmente construídos para propiciar as condições adequadas para decisões de qualidade.

Para escolher a ação preferida, ou seja, a que mais se aproxima do objetivo almejado, o executivo procura visualizar as prováveis consequências de cada alternativa possível. É evidente que esse processo é tão mais simples e intuitivo quanto mais simples for a decisão, não importando se se trata de uma decisão doméstica ou empresarial.

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Medium 9788547211578

18 - CULPABILIDADE

ESTEFAM, André; GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

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CULPABILIDADE

JJ 18.1. Introdução

A culpabilidade é entendida, pela maioria da doutrina nacional, como o juízo de reprovação que recai sobre o autor culpado por um fato típico e antijurídico.

Constitui, para muitos, requisito do crime e, para outros, pressuposto de aplicação da pena.

Em nosso Código Penal, o exame das excludentes de culpabilidade permite in‑ ferir quais são os elementos que a compõem. Assim, o art. 21 exime de pena quem pratica o fato desconhecendo seu caráter ilícito (erro de proibição); o art. 22 registra isenção de pena para o sujeito de quem não se pode exigir outra conduta (inexigibili‑ dade de conduta diversa); os arts. 26 a 28 referem­‑se às pessoas que não detêm capa‑ cidade de entender o caráter ilícito do fato ou de se determinar conforme esse enten‑ dimento (inimputabilidade). Conclui­‑se, daí, que a culpabilidade, de acordo com nosso Estatuto Penal, resulta da soma dos seguintes elementos:

JJ

JJ

JJ

imputabilidade; potencial consciência da ilicitude; exigibilidade de outra conduta.

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Medium 9788547216689

Apresentação da 1ª edição

MARCÃO, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

Apresentação da 1ª edição

Desde os bancos universitários fui tomado de encantamento pelo Direito Penal e Processual Penal – o que para muitos acadêmicos é regra – e na medida em que me aprofundava nos estudos o flerte inicial foi se transformando em verdadeira paixão, que ainda hoje domina.

Encerrada a graduação, vieram as gratificantes experiências proporcionadas pela advocacia criminal, interrompida pelo ingresso na carreira do Ministério Público de São Paulo, onde encontrei outro fecundo ambiente para minhas já incontáveis inquietações.

A completa sedução não me permitiu desatender ao chamado, e então vieram as aulas de Direito Processual Penal em cursos de graduação e preparatórios para carreiras jurídicas. Pouco tempo depois, levado pelo avassalador envolvimento passei a ministrar aulas de pós-graduação em ciências criminais, especialmente como professor convidado nas Escolas Superiores da Magistratura e do Ministério Público, em quase todo o território nacional.

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Medium 9788547229474

17.1. Noções introdutórias

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

17 direitos políticos

JJ 17.1. 

Noções introdutórias

JJ 17.1.1. Democracia

semidireta ou participativa

Os direitos políticos nada mais são que instrumentos por meio dos quais a CF garante o exercício da soberania popular, atribuindo poderes aos cidadãos para interferirem na condução da coisa pública, seja direta, seja indiretamente.1

De modo geral podemos classificar os regimes democráticos em três espécies: a) democracia direta, em que o povo exerce por si o poder, sem intermediários, sem representantes; b) democracia representativa, na qual o povo, soberano, elege representantes, outorgando-lhes poderes, para que, em nome deles e para o povo, governem o país; e c) democracia semidireta ou participativa, um “sistema híbrido”, uma democracia representativa, com peculiaridades e atributos da democracia direta, a qual, conforme observação de Mônica de Melo, constitui um mecanismo capaz de propiciar, “além da participação direta, concreta do cidadão na democracia representativa, controle popular sobre os atos estatais”.2

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