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Medium 9788527731461

10 - Enzimologia | Cinética, Inibição e Controle da Função Enzimática

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF Criptografado

Enzimologia | Cinética,

Inibição e Controle da

Função Enzimática

Introdução

Enzimas são proteí­nas que catalisam, ou seja, aumentam a velocidade das reações quí­micas. O estudo das enzimas data do

­século 19, quando Louis Pasteur, ao analisar a fermentação do açúcar até sua conversão em ál­cool, concluiu que essa reação havia sido catalisada por “uma força vital”, chamada fermenta, que “estava contida dentro das células de levedura”.1 Pasteur escreveu que “a fermentação alcoó­lica é um processo correlacionado com a vida e a organização das células, e não com a sua morte ou putrefação”.1 Em 1877, o fisiologista alemão

Wilhelm Kühne (1837-1900) foi o primeiro a usar o termo

“enzima”, que deriva do grego énzymos e significa “dentro da levedura”, para descrever esse processo. Mais tarde, enzima foi usada para se referir a substâncias não vivas, como a pepsina gástrica, enquanto “fermento” passou a indicar atividades quí­micas produzidas por organismos vivos. Em 1897, Eduard

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Medium 9788553611324

3 - Microempresa e empresa de pequeno porte

PDF Criptografado

Microempresa e empresa de pequeno porte

3

A microempresa (ME) e a empresa de pequeno porte (EPP) são empreendimentos que “deveriam” ter um tratamento simplificado por determinação constitucional (art. 179 da CF/88) e são diferenciados de acordo com o faturamento bruto anual.

Nesse sentido, o Enunciado 200 do Conselho de Justiça Federal, aprovado na III Jornada de Direito Civil, dispõe: “É possível a qualquer empresário individual, em situação regular, solicitar seu enquadramento como microempresário ou empresário de pequeno porte, observadas as exigências e restrições legais”.

De acordo com a LC n. 123/2006, a ME é aquela que tem o faturamento bruto anual de até R$ 360.000,00, e a EPP é aquela que tem o faturamento bruto anual acima de R$ 360.000,00 e até R$ 4.800.000,00.

Não se inclui no regime diferenciado e favorecido previsto na LC n.

123/2006, para nenhum efeito legal, a pessoa jurídica: “I – de cujo capital participe outra pessoa jurídica; II – que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; III – de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos desta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; IV – cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada por esta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo;

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Medium 9788520440629

8. Psicologia na Vara do Trabalho

SERAFIM, Antonio de Pádua; SAFFI, Fabiana Editora Manole PDF Criptografado

8

Psicologia na Vara do Trabalho

SUMÁRIO

Introdução, 137

Assédio moral, 142

Assédio sexual, 147

Dano psíquico, 149

Intoxicação por metais pesados, 152

Considerações finais, 154

Referências bibliográficas, 154

Introdução

Vara do Trabalho

O direito na área do trabalho se configura como um conjunto de normas que regem as relações entre duas personalidades jurídicas – os empregados e os empregadores –, no tocante aos direitos resultantes da condição jurídica dos trabalhadores.

Os fundamentos que regem as relações de trabalho estão pautados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), além das leis esparsas relativas, por exemplo, à normatização das relações de estágio1-3.

Para Marquez4, o direito do trabalho representa o conjunto de normas jurídicas que, além de regulamentar as relações de trabalho, aborda também sua preparação, seu desenvolvimento, suas consequências e as instituições complementares dos elementos pessoais que nelas intervêm. Para Marquez, essas normas jurídicas englobam da aprendizagem às consequências complementares, como a organização profissional.

137

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Medium 9788580550962

Capítulo 14 - O meio ambiente, a saúde e a segurança

Robert H. Frank; Ben S. Bernanke Grupo A PDF Criptografado

C A PÍ T U L O 1 4

O M E IO AMBIENTE, A

SAÚDE E A SEGURANÇ A

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após ler este capítulo você conseguirá:

1. Utilizar a análise econômica para mostrar como o sistema de assistência médica dos Estados Unidos pode ser melhorado.

2. Comparar e contrastar as maneiras pelas quais os impostos e as licenças negociáveis podem ser usadas para reduzir a poluição.

3. Aplicar o princípio do custo-benefício para melhorar a segurança no trabalho.

4. Mostrar como a análise econômica contribui nas discussões referentes aos gastos com saúde pública e segurança interna.

E

m 1979, logo após a segunda maior crise do petróleo em uma década, os funcionários do governo Carter reuniram-se para discutir políticas de redução de riscos à segurança interna inerente à dependência de petróleo estrangeiro nos

Estados Unidos. A proposta que afinal elaboraram era a de cobrar um imposto na gasolina de 50 centavos por galão. Antecipando as objeções de que o imposto imporia aos pobres um ônus inaceitável, os formuladores de política econômica propuseram devolver os rendimentos do imposto ao cidadão por meio da redução do imposto da folha de pagamento – o imposto sobre os salários que mantém o sistema da previdência social nos Estados Unidos.

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Medium 9788541200844

Capítulo 24 - Materiais odontológicos aplicados à Odontopediatria

DUQUE, Cristiane Grupo Gen PDF Criptografado

Parte 5 - Capítulo 24

Angela Scarparo Caldo-Teixeira | Ana Flávia Sanches Borges | Eliana Rodrigues Rosseli

Fabíola Galbiatti de Carvalho | Regina Maria Puppin-Rontani

Materiais odontológicos aplicados

à Odontopediatria

2w

Duque_6p_24.indd 329

04/04/2013 14:03:32

Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Introdução

A indicação de materiais odontológicos em

Odontopediatria deve levar em consideração a característica finita do dente decíduo, a importância que este apresenta para o desenvolvimento estético-funcional da criança incluindo sua influência sobre a oclusão permanente, bem como o seu bem-estar físico e emocional. Mais ainda, devese atentar para o planejamento da indicação dos materiais em função das necessidades do paciente, baseado na individualidade deste e nas limitações do material. Em Odontopediatria, o uso de materiais odontológicos deve ser cuidadosamente analisado frente às frequentes modificações que buscam o aperfeiçoamento em relação à longevidade (durabilidade), resistência mecânica, estética e propriedades anticariogênicas. Este capítulo refere-se à descrição e conceitos dos materiais mais frequentemente utilizados no atendimento da criança: cimentos de ionômero de vidro, sistemas de união e compósitos odontológicos (resinas compostas).

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