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Medium 9788565852647

Capítulo 14. Pesquisa clínica

Fernanda Pires Vieira; Camila Fracalossi Rediguieri; Carolina Fracalossi Rediguieri Grupo A PDF Criptografado

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PESQUISA CLÍNICA

Flávia Regina Souza Sobral

Fanny Nascimento Moura Viana

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento de um medicamento, no início do século XX, era realizado de forma bastante simples se comparado aos dias atuais. Além disso, existiam poucos agentes terapêuticos realmente ativos à disposição da medicina naqueles anos, e sua utilização era, muitas vezes, baseada no acaso ou na observação casual. Com isso, a maioria dos fármacos então utilizados era totalmente ineficaz.1

Por volta de 1940, durante a Segunda

Guerra Mundial, houve a “explosão dos fármacos” caracterizada pela pesquisa e desenvolvimento (P&D) de potentes substâncias.

As necessidades e as demandas do mercado geradas no período pós-guerra estimularam a produção de novas terapias. Porém, desastres medicamentosos, como o incidente do elixir de sulfanilamida (o qual, devido ao excipiente nefrotóxico dietilenoglicol, foi responsável pela morte de várias pessoas) e, anos depois, da talidomida (a qual foi associada ao aumento do número de casos de malformações fetais), resultaram em um aparato regulatório internacional mais rígido. Além disso, as

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Medium 9788536307152

Capítulo 7 - Organização do ambiente

Maria Carmen Silveira Barbosa Grupo A PDF Criptografado

Por amor e por força: rotinas na educação infantil

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A organização do ambiente

Definir as diferenças entre os conceitos de espaço, lugar, ambiente e território é uma tarefa bastante complexa, que necessitaria de um estudo abrangente, pois, além de diferentes áreas do conhecimento utilizarem esses conceitos, também vários autores, dentro de uma mesma área, usam perspectivas teóricas diversificadas.

Selecionei o termo ambiente porque é a ele, como afirma Tuan (1983, p.

3), que estamos diretamente ligados: “O lugar é a segurança e o espaço é a liberdade: estamos ligados ao primeiro e desejamos o outro”. Um ambiente é um espaço construído, que se define nas relações com os seres humanos por ser organizado simbolicamente pelas pessoas responsáveis pelo seu funcionamento e também pelos seus usuários. Segundo Frago (1998, p. 78), nós, os humanos:

Não percebemos espaços, senão lugares, isto é, espaços elaborados, construídos.

Espaços com significados e representações de espaço. Representações de espaço que visualizam ou contemplam, que se rememoram ou recordam, mas que sempre levam consigo uma interpretação determinada. Uma interpretação que é o resultado não apenas da disposição material de tais espaços, como também de sua dimensão simbólica. Nada é melhor do que falar; nesse caso, no valor didático do símbolo, um aspecto a mais da dimensão educativa do espaço.

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Medium 9788547212711

Capítulo 16 - QUESTÕES DE CONCURSOS

CHAGAS, Gilson Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 16

QUESTÕES DE CONCURSOS

1. (Cespe/TRE MS/Analista/Contabilidade/2013) No mês de dezembro de 2012, em uma empresa hipotética, ocorreram os fatos descritos a seguir.

ÙDespesa

Ù de janeiro de 2013, paga em dezembro de 2012 = R$1.000,00;

ÙDespesa

Ù de dezembro de 2012, a ser paga em janeiro de 2013 = R$2.000,00;

ÙDespesa

Ù de dezembro de 2012, paga em novembro de 2012 = R$4.000,00;

ÙReceita

Ù de janeiro de 2013, recebida em dezembro de 2012 = R$5.000,00;

ÙReceita

Ù de dezembro de 2012, a ser recebida em janeiro de 2013 = R$6.000, 00;

ÙReceita

Ù de dezembro de 2012, recebida em dezembro de 2012 = R$8.000,00.

ÙDe

Ù acordo com os princípios de contabilidade, na situação hipotética acima descrita, o resultado da empresa em dezembro de 2012 foi igual a a) R$12.000,00. b) R$14.000,00. c) R$ 6.000,00. d) R$ 8.000,00. e) R$10.000,00.

RESPOSTA D

2. (Cespe/Analista/TRE/ME/2010) Determinada indústria foi contratada no mês de janeiro/20X3 para montar um computador de grande porte para entrega futura. Em março/20X3, o contratante adiantou-lhe 60% do preço do computador para aquisição de peças e acessórios necessários ao início da montagem dos acabamentos do equipamento. No final de abril/20X3, a contratada já estava com o hardware encomendado em fase de testes e embalagem. No início de junho/20X3, foi feita a entrega do computador ao encomendante, mediante o recebimento de 10% do preço acordado. Os restantes 30% foram pagos pelo cliente no mês de agosto/20X3.

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Medium 9788553604791

4. PODER DE “IMPERIUM”

MALUF, Sahid Editora Saraiva PDF Criptografado

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO ESTADO — III

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dadania. Foi essa transformação que alguns escritores denominaram revo­ lução social da Roma republicana.

O Estado romano, muito semelhante ao Estado grego, tinha suas características peculiares: distinguia o direito da moral, limitando-se à segurança da ordem pública; a propriedade privada era um direito quiritário que o

Estado tinha empenho em garantir; o homem gozava de relativa liberdade em face do poder estatal, não sendo obrigado, praticamente, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; o Estado era havido como nação organizada; a vontade nacional era a fonte legítima do Direito. Tais características são expostas em interessantes detalhes, nas obras de Cícero.

A conquista do mundo, sonho dos imperadores, era a diretriz suprema de sua história. Roma, a cidade eterna, seria a capital do universo.

3. CONCEITO DE “CIVITAS”

Não se deve perder de vista, escreveu Queiroz Lima, que Roma se conservou como Estado-municipal (Civitas) ainda quando se estendeu chegando quase a realizar seu supremo desideratum, que era o domínio do mundo. O número de cidadãos com a plenitude dos seus direitos (cives optimo jure) se estende sobre a totalidade dos habitantes do Império, mas as eleições se realizam somente em Roma, no Campo Marte, única seção de voto. Os que ali não comparecessem não poderiam exercer o direito de voto (jus sufragii) nem o de ser votado (jus honorum).

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Medium 9788580556025

Capítulo 64. Hemorragia e distúrbios trombóticos

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Hemorragia e distúrbios trombóticos

CAPÍTULo 64

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neoplasias malignas disseminadas; (9) insuficiência/substituição da medula óssea – p. ex., anemia aplásica, tuberculose miliar.

MONOCITOPENIA

Contagem absoluta de monócitos < 100/μL.

Causas

(1) Doença estressante aguda, (2) terapia com glicocorticoides, (3) anemia aplásica, (4) leucemia (certos tipos, p. ex., leucemia de células pilosas), (5) agentes quimioterápicos e imunossupressores.

EOSINOPENIA

Contagem absoluta de eosinófilos < 50/μL.

Causas

(1) Doença estressante aguda, (2) terapia com glicocorticoides.

Para uma discussão mais detalhada, ver Holland SM, Gallin JI: Distúrbios de granulócitos e monócitos, Cap. 80, p. 413; do Medicina

Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

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Hemorragia e distúrbios trombóticos

DISTÚRBIOS HEMORRÁGICOS

A hemorragia pode resultar de anormalidades (1) das plaquetas, (2) das paredes dos vasos sanguíneos ou (3) da coagulação. Os distúrbios plaquetários provocam lesões cutâneas petequiais e purpúricas e sangramento das superfícies mucosas. A coagulação defeituosa resulta em equimoses, hematomas e hemorragia de mucosas e, em alguns distúrbios, hemorragia articular recorrente (hemartrose).

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