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Medium 9788570065063

Capítulo 7. TÉCNICAS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS

Rodrigo Lambert Oréfice, Marivalda de Magalhães Pereira, Herman Sander Mansur Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

7

TÉCNICAS DE CARACTERIZAÇÃO

DE MATERIAIS

Herman Sander Mansur

7.1 – Introdução

É crescente o interesse pela área de análise e caracterização de materiais devido à necessidade de seleção adequada do material baseado no desempenho do sistema em estudo. Dependendo das solicitações a que este material ou sistema será submetido, a caracterização poderá abranger a avaliação de propriedades mecânicas, elétricas, bioatividade, imunogenicidade, eletrônicas, magnéticas, ópticas, químicas, térmicas e até mesmo à combinação de dois ou mais destas propriedades. Esta caracterização de propriedades visa principalmente estimar o desempenho no período de “vida útil” do material, minimizando a possibilidade de degradação e falhas indesejáveis durante a utilização do produto.

Existem várias definições para caracterização na literatura, dependendo basicamente do enfoque adotado pelo autor. Sob a óptica da Engenharia e Ciências de Materiais podemos conceituar A caracterização descreve os aspectos de composição e estrutura (incluindo defeitos) dos materiais, dentro de um contexto de relevância para um processo, produto ou propriedade em particular (Materials Advisory Board of National Research Council – USA).

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Medium 9788527732437

24 - Protocolo Universal para Simulação Virtual 3D em Cirurgia Ortognática

PRADO, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

24

Protocolo Universal para Simulação Virtual 3D em Cirurgia Ortognática

Fernando Melhem Elias • Bruno Alvarez Quinta Reis •

Felipe Alexander Caldas Afonso

INTRODUÇÃO

O tratamento ortodôntico-cirúrgico contemporâneo das deformidades dentofaciais demanda planejamento e simulação minuciosos para que os resultados sejam otimizados, tanto do ponto de vista funcional como estético, alcançando a expectativa de pacientes e cirurgiões cada vez mais exigentes. Frente a este cenário, característico dos tempos modernos, surge um novo conceito, por que não dizer revolucionário: a simulação virtual tridimensional (3D). Inicialmente tímida e aparentemente inacessível à maioria dos cirurgiões, tanto pela tecnologia envolvida como pelo custo elevado, a técnica vem se tornando cada vez mais popular e não tardará a substituir os métodos tradicionais por completo.

Conceitualmente, os termos planejamento e simulação têm significados diferentes, embora na prática clínica tenham sido por vezes utilizados como sinônimos.

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Medium 9788553603992

Direito Individual do Trabalho

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito do Trabalho

DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO

■■ 1. CONCEITO DE DIREITO

DO TRABALHO

Direito do Trabalho é o ramo da ciência do Direito composto pelo conjunto de normas que regulam, no

âmbito individual e coletivo, a relação de trabalho subordinado, que determinam seus sujeitos (empregado e empregador) e que estruturam as organizações destinadas à proteção do trabalhador.

■■ 1.1. Evolução histórica do Direito do Trabalho

A origem do Direito do Trabalho está vinculada à

Revolução Industrial, nome pelo qual é conhecida a longa série de mudanças tecnológicas, econômicas, sociais e políticas ocorridas no século XIX. O Direito do

Trabalho nasce, assim, com a sociedade industrial e o trabalho assalariado, por razões de ordem econômica, política e jurídica.

A principal causa econômica foi a própria Revolução Industrial (fins do século XVIII, início do século

XIX), que trouxe mudanças tecnológicas que incluíram o uso de novos materiais básicos, tais como o ferro e o aço, a descoberta de novas fontes de energia, tais como o carvão, a máquina a vapor, a eletricidade, os motores de combustão, a máquina de fiar, o tear mecânico. Também o desenvolvimento dos transportes, como a locomotiva a vapor e o navio, e das comunicações, como o telégrafo e o rádio.

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Medium 9788565837774

Capítulo 2 - Tectônica de Placas: A Teoria Unificadora

John Grotzinger, Tom Jordan Grupo A PDF Criptografado

2

Tectônica de Placas:

A Teoria Unificadora

A descoberta da tectônica de placas � 26

As placas e seus limites � 29

Velocidade das placas e história dos movimentos � 37

A grande reconstrução � 42

Convecção do manto: o mecanismo motor da tectônica de placas

A teoria da tectônica de placas e o método científico � 51

48

A

litosfera – a camada mais externa, rígida e resistente da Terra – é fragmentada em cerca de 12 placas, que deslizam, convergem ou se separam umas em relação às outras à medida que se movem sobre a astenosfera, menos resistente e dúctil. As placas são criadas onde se separam e recicladas onde convergem, em um processo contínuo de criação e destruição. Os continentes, encravados na litosfera, migram junto com as placas em movimento.

A teoria da tectônica de placas descreve o movimento das placas e as forças atuantes entre elas. Explica também vulcões, terremotos e a distribuição de cadeias de montanhas, associações de rochas e estruturas no fundo do mar, que resultam de eventos nos limites de placa. A tectônica de placas fornece uma base conceitual para grande parte deste livro e, na verdade, também da Geologia.

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Medium 9788573076295

Capítulo 12 - Sucessão Ecológica

Pinto-Coelho, Ricardo Motta Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

12

Sucessão Ecológica

CONCEITOS BÁSICOS

Uma das mais interessantes características observadas nas comunidades é o fato de que elas mudam continuamente de estado, como, por exemplo, a sua composição específica.

Esse fato é muito evidente quando há um distúrbio externo, como fogo ou enchente. Mesmo quando as comunidades estão em equilíbrio, tal estado é dinâmico. Há uma constante troca de espécies, que estão continuamente saindo e entrando no sistema.

A sucessão ecológica refere-se a uma seqüência de mudanças estruturais e funcionais que ocorrem nas comunidades, mudanças essas que, em muitos casos, seguem padrões mais ou menos definidos. O conceito de sucessão foi inicialmente desenvolvido pelos botânicos, dentre eles Clementes e Warming, este último naturalista dinamarquês que trabalhou em Lagoa Santa, Minas Gerais, no final do século XIX. Trata-se de uma mudança que se superpõe a flutuações e ritmos mais breves, com progressiva ocupação do espaço e aumento da complexidade estrutural. À medida que avança a sucessão, a intensidade dos ritmos e flutuações tende a diminuir.

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