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Medium 9788527726276

10 - Coluna Vertebral | Doenças Não Degenerativas

BRANT, William E.; HELMS, Clyde A. Grupo Gen PDF Criptografado

GIL

O2|

OGIA

Capítulo 10   �COLUNA VERTEBRAL | DOENÇAS

NÃO DEGENERATIVAS

Erik H.L. Gaensler e Derk D. Purcell

Neste capítulo serão abordadas as doenças não degenerativas da medula espinal, meninges e tecidos moles paravertebrais. Em diferen‑ tes seções serão discutidos processos inflamatórios, infecciosos, neo‑ plasias, distúrbios vasculares, malformações congênitas e trauma‑ tismo.1‑4 A coluna vertebral é composta por vértebras, que abrigam a medula espinal e os nervos espinais proximais, representando, desse modo, uma “zona de fronteira” entre o SNC (sistema nervoso central) e o sistema musculoesquelético (esta “zona de fronteira” é refletida não só anatômica, mas também politicamente, já que a coluna é um terri‑ tório reivindicado tanto por neurocirurgiões como por cirurgiões orto‑ pédicos). Os processos de degeneração e estenose dos discos vertebrais serão discutidos no Capítulo 11. Os tumores primários que envolvem as vértebras serão abordados na seção sobre radiologia musculoesque‑ lética.

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Medium 9788547230029

GABARITO

MARTINO, Agnaldo Editora Saraiva PDF Criptografado

656 Português Esquematizado®

Agnaldo Martino

c) Na nossa capacidade de escolha estaria a nossa liberdade. d) A resolução desse dilema depende de uma grave decisão. e) As ideias fatalistas conspiram contra as ações libertárias.

9. Considere as afirmações a seguir:

I. Os homens desejam ser livres.

II. Os homens prendem­‑ se ao seu passado.

III. Desejo de liberdade e amarras do passado tornam os homens conflituosos.

Essas afirmações articulam­‑ se com coerência, clareza e correção em: a) Os homens tornam­‑ se conflituosos, tendo em vista que desejam ser livres, porquanto se prendem ao seu passado. b) Por se prenderem ao passado, assim como desejam ser livres, os homens tornam­‑se conflituosos. c) Embora desejando ser livres e prendendo­‑se ao seu passado, os homens tornam­‑se conflituosos. d) O que torna conflituosos os homens é que desejam ser livres estando presos ao seu passado. e) Conquanto querendo ser livres, mesmo presos ao seu passado, tornam­‑se os homens conflituosos.

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Medium 9788547222550

Capítulo I - Dos crimes contra a propriedade intelectual (arts. 184 a 186)

ESTEFAM, André Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo I

DOS CRIMES CONTRA A PROPRIEDADE

INTELECTUAL (ARTS. 184 A 186)

Cuida-se a propriedade intelectual de uma das expressões dos direitos imateriais (ao lado dos direitos da personalidade). Divide-se ela em direitos autorais e seus conexos e propriedade industrial, esta atualmente disciplinada na Lei n. 9.279/96.

ART. 184 – VIOLAÇÃO DE DIREITO AUTORAL

1. �DISPOSITIVO LEGAL

Violação de direito autoral

Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

§ 1º Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

§ 2º Na mesma pena do § 1º incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

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Medium 9788527732895

7 - Peptídios Vasoativos e o Rim

RIELLA, Miguel Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

7

Peptídios Vasoativos e o Rim

Miguel Luis Graciano  •  Irene L. Noronha

INTRODUÇÃO

Quando se questiona por que os nefrologistas devem estudar peptídios vasoativos, a resposta é imediata: porque os peptídios vasoativos estão implicados tanto na fisiopatologia quanto no tratamento de síndromes comumente avaliadas pelos nefrologistas, como insuficiência renal aguda, insuficiência renal crônica, sepse, edema e síndrome nefrótica, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, nefropatia diabética, síndrome hepatorrenal, entre outras.

Os efeitos dos peptídios vasoativos nessas grandes síndromes podem ser de dois tipos: vasomotores e de regulação da excreção de sódio, ligados à regulação da volemia; e celulares, como os efeitos pró-inflamatórios e pró-fibróticos da angiotensina II, ligados ao desenvolvimento histopatológico das doenças.

Neste capítulo, será feita uma discussão geral a respeito do controle da volemia e da perfusão dos tecidos, com o intuito de situar o assunto em uma perspectiva mais global, e cada peptídio será descrito em particular, destacando os principais efeitos hemodinâmicos, efeitos celulares, participação no desenvolvimento da fisiopatologia de doenças e, finalmente, seu uso terapêutico.

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Medium 9788527734929

52 Infiltração

CARVALHO, Marco Antonio P.; LANNA, Cristina Costa Duarte; BERTOLO, Manoel Barros et al Grupo Gen ePub Criptografado

A punção articular compreende uma das práticas do reumatologista que auxilia a abordagem, tanto diagnóstica quanto terapêutica, dos doentes reumáticos. As infiltrações intra-articulares foram introduzidas na Reumatologia em 1951 e permanecem desde então como prática frequente na área.1 Atualmente, a Reumatologia Intervencionista abrange uma série de procedimentos que vão desde as habituais infiltrações intra-articulares apendiculares com corticosteroides, radioisótopos ou ácido hialurônico, passando por infiltrações de articulações mais profundas (p. ex., coxofemoral, ombro e médio pé), infiltrações axiais (p. ex., peridurais, de articulações zigoapofisárias, foraminais e intradiscais), até procedimentos diagnósticos invasivos, como biopsia sinovial, óssea, muscular e de glândula salivar.

Todos esses procedimentos formam um conjunto de intervenções (Quadro 52.1) muito pertinentes à Reumatologia por ter o aparelho musculoesquelético como o mais frequentemente acometido por suas enfermidades e pela habilidade do reumatologista em lidar com a semiologia osteomusculoligamentar. Esses procedimentos “armam” o reumatologista no diagnóstico de casos difíceis e na otimização do seu tratamento.2-4

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