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Medium 9788521606147

CAPÍTULO 3 - UNIDADE DE ENTRADA E SAÍDA

PRUDENTE, Francesco Grupo Gen PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

3

UNIDADE DE ENTRADA E SAÍDA

3.0

3.1

3.2

3.3

3.0

Introdução

Placa de Entrada Digital (On/Off)

Placa de Saída Digital (On/Off)

Placa de Entrada Analógica

3.4

3.5

3.6

Placa de Saída Analógica

Sinal Analógico Padronizado

Exemplos Aplicativos

Introdução

A unidade de entrada e saída é composta de dispositivos apropriados de modo a permitir o diálogo do PLC com os sinais de entrada e sinais de saída provenientes do campo.

A unidade de entrada opera sob o sinal de entrada proveniente dos sensores da instalação para torná-la compatível com a CPU do PLC.

A unidade de saída trata os sinais emitidos pela CPU para enviá-los aos dispositivos que devem ser acionados, chamados atuadores (motor elétrico, lâmpadas, válvula pneumática e outros).

A construção prática dessas unidades, que são geralmente chamadas de “Placas I/O”, é efetuada com base em sinais que podem ser:

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Medium 9788553605156

2.4. Repersonalização do Direito das Obrigações

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

da economia. No Estado social houve o alargamento da responsabilidade

­solidária das partes e da competência do juiz para revisão dos negócios jurídicos, em razão da mutação funcional do ordenamento normativo numa sociedade dominada pela solidariedade social (1980, p. 598-626).

A emersão do direito do consumidor, nas últimas décadas do século XX, paradoxalmente quando o Estado social entrou em crise, talvez por essa mesma razão, e a do controle do contrato de adesão a condições gerais fizeram despontar a necessidade da prevenção e repressão dos abusos de poder dos fornecedores e predisponentes em detrimento dos contratantes vulneráveis, em virtude de sua proeminência no plano do conhecimento (técnico ou jurídico) ou da economia

(monopólios, informação, superioridade financeira). O direito tradicional encontrava-se mediocremente armado para sancionar os abusos e muito menos para preveni-los. A teoria dos vícios do consentimento não permitia remediar todas as situações injustas, principalmente em face da violência econômica (Mazeaud,

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Medium 9788547222796

CAPÍTULO 4 - BALANÇO PATRIMONIAL

RIBEIRO, Osni Moura Saraiva - UNI PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

BALANÇO

PATRIMONIAL

4.1 Entendendo o Balanço Patrimonial

O que é o Balanço Patrimonial, para que serve e quais informações posso extrair dele?

Respostas: a. O Balanço Patrimonial (BP), é uma demonstração contábil (ou relatório contá-

bil), elaborada com dados extraídos da escrituração contábil da entidade, com a finalidade de evidenciar, quantitativa e qualitativamente, o patrimônio e o patrimônio líquido da entidade. b. Tem por finalidade evidenciar, qualitativa e quantitativamente, em uma determi-

nada data, o Patrimônio e o Patrimônio Líquido da Entidade. c. Olhando para o Balanço Patrimonial, você pode extrair muitas informações so-

bre o patrimônio da entidade.

De imediato e sem embaraço algum, pode-se extrair três informações muito importantes:

1a) O tamanho da entidade, isto é, se a entidade é de pequeno, médio ou de grande porte.

Para obter essa informação, basta olhar o total do Ativo.

2 ) A parte do patrimônio que pertence ao proprietário.1 a

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Medium 9788547223335

Art. 876

MATINEZ, Luciano Editora Saraiva PDF Criptografado

228 | CLT Comparada

Art. 876

Comentários

Como se disse nos comentários ao art. 652, f, da CLT, a reforma trabalhista de 2017 institucionalizou o uso do Judiciário como órgão homologador, e isso aconteceu especialmente por conta da extinção da homologação sindical, mediante a revogação dos dispositivos pertinentes no art. 477 da CLT, e da atribuição de competência às Varas do Trabalho para decidir quanto à homologação de acordo extrajudicial em matéria de competência da Justiça do Trabalho.

A partir da vigência da reforma trabalhista de 2017, portanto, as Varas do Trabalho, nos moldes dos arts. 855­‑B e seguintes da CLT, recepcionarão processos de jurisdição voluntária para homologação de acordo extrajudicial. Empregado e empregador, que não poderão estar representados por advogado comum (vide § 2.º do art. 855­‑B da CLT), distribuirão petição de acordo, que deverá ser analisada no prazo de 15 (quinze) dias com designação de audiência, se o magistrado a entender necessária.

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Medium 9788547211660

SÚMULA N. 211 JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA.INDEPENDÊNCIA DO PEDIDO INICIAL E DOTÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL

KLIPPEL, Bruno Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito Sumular Esquematizado® — TST

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SÚMULA N. 211

JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA.

INDEPENDÊNCIA DO PEDIDO INICIAL E DO

TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL (mantida) —

Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003

Os juros de mora e a correção monetária incluem-se na liquidação, ainda que omisso o pedido inicial ou a condenação.

A Súmula n. 211 do TST, que trata do tema juros de mora e correção monetária, foi mantida pela Resolução n. 121/2003 do TST, publicada no DJ nos dias 19, 20 e 21.11.2003.

Em verdade, a súmula em comento tão somente reproduz o entendimento do

Supremo­Tribunal Federal que, por meio da Súmula n. 254, afirmou: “incluem-se os juros moratórios na liquidação, embora omisso o pedido inicial ou a condenação”.

Entendimento semelhante encontra-se no art. 322 do CPC/2015, que disciplina os pe­didos implícitos, que são aqueles que não precisam ser formulados, por estarem compreendidos em outros. Assim ocorre com os juros legais e, apesar do dispositivo do CPC não fazer menção, também com a correção monetária.

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