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Medium 9788527731836

17 - Doenças Respiratórias | Pneumonias

FREITAS, Elizabete Viana de; MOHALLEM, Kalil Lays; GAMARSKI, Roberto; PEREIRA, Silvia Regina Mendes (eds.) Grupo Gen PDF Criptografado

17

Doenças Respiratórias |

Pneumonias

Adriana Carvalho

Introdução

A pneumonia é uma infecção do parênquima pulmonar causada por diferentes agentes bacterianos, virais, fungos ou parasitas, formando infecções específicas, com epidemiologia, patogênese, apresentação clínica e curso clínico diferentes entre si.

Nos EUA, ocorrem 5 a 10 milhões de casos de pneumonia ao ano, resultando em

1 milhão de hospitalizações. É a causa mais comum de morte no mundo e a sexta nos

EUA, sendo a doença infecciosa mais letal.1,2 A mortalidade da pneumonia comunitária varia de 1 a 5% nos pacientes tratados em nível ambulatorial, porém aproxima-se de 12% em pacientes hospitalizados, chegando a 40% naqueles que necessitam de internação nas unidades de terapia intensiva (UTI).3

A pneumonia comunitária é definida como aquela que acomete o indivíduo fora do ambiente hospitalar ou que surge nas primeiras 48 horas após a admissão hospitalar.

A pneumonia nosocomial é aquela que se instala 48 a 72 horas após a internação. Uma terceira categoria, designada pneumonia relacionada com os cuidados de saúde, foi anteriormente incluída nas diretrizes mundiais pela crença de que pacientes que desenvolveram pneumonia após hospitalização por pelo menos 2 dias nos últimos 90 dias, pacientes institucionalizados, sob quimioterapia ou cuidados de feridas nos últimos 30 dias e pacientes em hemodiálise teriam maior probabilidade de a infecção ser decorrente de patógenos multirresistentes (MDR), apesar de oriundos da comunidade. Entretanto, verificou-se que, embora realmente exista risco potencial de infecção por patógenos MDR, as características do paciente são fundamentais para estabelecer este risco, e a maioria dos pacientes antes categorizados neste subtipo não apresentava infecção por patógenos MDR.4 Em consensos futuros, esta categoria não constará mais como especial, mas como parte das chamadas pneumonias comunitárias. Há ainda a pneumonia associada à ventilação mecânica, a qual acomete pacientes 48 horas após a intubação orotraqueal e a instituição do suporte ventilatório. Essas distinções ajudam na definição dos agentes etiológicos implicados e na escolha da terapêutica antimicrobiana empírica.

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Medium 9788530982478

CAPÍTULO XXXII – Aplicação da Pena

NUCCI, Guilherme de Souza Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XXXII

Aplicação da Pena

1.

CONCEITO

Trata-se de um processo judicial de discricionariedade juridicamente vinculada visando à suficiência para prevenção e reprovação da infração penal.

O juiz, dentro dos limites estabelecidos pelo legislador (mínimo e máximo, abstratamente fixados para a pena), deve eleger o quantum ideal, valendo-se do seu livre convencimento (discricionariedade), embora com fundamentada exposição do seu raciocínio (juridicamente vinculada).

Consiste na aplicação prática do princípio constitucional da individualização da pena (art. 5.o, XLVI, CF). Na visão de Luiz Luisi, “é de entender-se que na individualização judiciária da sanção penal estamos frente a uma

‘discricionariedade juridicamente vinculada’. O Juiz está preso aos parâmetros que a lei estabelece. Dentre deles o Juiz pode fazer as suas opções, para chegar a uma aplicação justa da lei penal, atento às exigências da espécie concreta, isto

é, às suas singularidades, às suas nuanças objetivas e principalmente à pessoa a que a sanção se destina. Todavia, é forçoso reconhecer estar habitualmente presente nesta atividade do julgador um coeficiente criador, e mesmo irracional, em que, inclusive inconscientemente, se projetam a personalidade e as concepções de vida e do mundo do Juiz. Mas, como acentua Emílio Dolcini,

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Medium 9788527722858

Capítulo 2 - Nutrição na Atividade Física

PITHON-CURI, Tania Cristina Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

Nutrição na

Atividade Física

Maria Fernanda Cury-Boaventura

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Importância da alimentação, 12

Macronutrientes, 12

Micronutrientes, 16

Água, 17

Metabolismo energético e gasto calórico, 18

Recomendações nutricionais, 20

Resumo, 22

Bibliografia, 22

20.03.13 20:41:04

12

CC

Importância da alimentação

A promoção de saú­de e redução do risco de doen­ças crônicas se dá por meio de uma nutrição adequada e atividade física. As principais causas de morbidade e mortalidade estão relacionadas com uma dieta desbalanceada e um estilo de vida sedentário. Doen­ças cardiovasculares, hipertensão, obesidade, diabetes melito tipo 2, osteo­porose e certos tipos de câncer estão associadas a esses hábitos.

CC

Macronutrientes

Os macronutrientes podem ser divididos em quatro classes: carboidratos, proteí­nas, lipídios e álcoois. Cada um deles tem características específicas quanto à produção de energia e metabolismo. Neste capítulo serão abordados mais profundamente os carboidratos, as proteí­nas e os lipídios.

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Medium 9788530982935

Capítulo IX – Elementos Subjetivos (I)

THEODORO Jr., Humberto Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo IX

ELEMENTOS SUBJETIVOS (I)

§ 23. PARTES. LEGITIMAÇÃO ATIVA

Sumário: 181. Nomenclatura. 182. Legitimação ativa. 183. Legitimação ativa originária do credor. 184. Legitimação extraordinária do Ministério Público. 185. Legitimação ativa derivada ou superveniente. 186. Espólio. 187. Herdeiros e sucessores. 188.

Cessionário. 189. Sub-rogado. 190. Legitimações supervenientes extraordinárias: massa falida, condomínio e herança jacente ou vacante. 191. Terceiros interessados.

192. Desnecessidade de consentimento do executado para o exercício da legitimidade ativa superveniente.

181. Nomenclatura

Partes do processo, na conceituação técnica do direito processual, são as pessoas que pedem ou em face das quais se pede a tutela jurisdicional do Estado.1

No processo de conhecimento, atribui-se à parte ativa (a que pede a tutela jurisdicional) a denominação de autor; e à parte passiva, ou seja, aquela perante quem se pediu a providência jurisdicional, dá-se o nome de réu.

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Medium 9788547228095

7.9. Responsabilidade objetiva

NUNES, Rizzatto Editora Saraiva PDF Criptografado

7.8. Informações cabais

Sabe-se que o direito se utiliza dessas indeterminações quando lança mão, como faz, por exemplo, no direito penal, do conceito de “noite”, bem como luta contra elas, quando, por exemplo, define limites: de idade para a maioridade; de velocidade nas estradas; de tempo para os recursos etc. No caso presente, o tratamento linguístico de potencialidade da nocividade e periculosidade volta-se, então, ao regime normativo, que impõe restrições e condutas aos fornecedores no caso de produtos e serviços potencialmen­ te nocivos e perigosos, determinando que informações especiais, além das regularmente exigidas, sejam fornecidas.

Do mesmo modo que na tentativa de dar suporte à eficácia do dever contido no art. 8º, o legislador criou o tipo penal do § 1º do art. 63, que assim dispõe:

“§ 1º Incorrerá nas mesmas penas quem deixar de alertar, mediante recomendações escritas ostensivas, sobre a periculosidade do serviço a ser prestado”.

Aqui também há dificuldades para aplicação do dispositivo penal, as quais devem ser suplantadas na disciplina do Curso de Direito Penal. Toda­ via, mais uma vez, havendo interesse, nossos Comentários podem ser consultados, especificamente no art. 63198.

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