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Medium 9788520441459

7. Falta de feedback é fatal

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

7. Falta de feedback é fatal

Sem retorno, não há como conferir a eficácia da mensagem transmitida

“A palavra é metade de quem a pronuncia e metade de quem a escuta.”

Michel de Montaigne

Um dos principais empecilhos para a melhoria da qualidade e produtividade dos projetos e processos de trabalho, identificado por algumas das maiores empresas internacionais de auditorias de qualidade, é a falta de feedback na comunicação humana e corporativa.

A comunicação, antes de ser instrumental, é humana. Necessita de resposta para se realizar, pois a informação sem retorno é uma comunicação falha e incompleta.

Damos feedback para:

aprovar ou reprovar a mensagem recebida; revelar entendimento e compreensão da mensagem enviada; demonstrar inteligência e habilidade; expressar consideração e respeito; repreender ou elogiar o interlocutor; desabafar e sentirmo-nos aliviados; ajudar outra pessoa a alcançar os objetivos dela de maneira mais efetiva.

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Medium 9788502636088

Seção II - Da revogação da doação

LOTUFO, Renan Editora Saraiva PDF Criptografado

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Art. 555

Seção II

Da revogação da doação

Art. 555. A doação pode ser revogada por ingratidão do donatário, ou por inexecução do encargo.

CÓDIGO DE 1916: Art. 1.181. Além dos casos comuns a todos os contratos, a doação também se revoga por ingratidão do donatário.

Parágrafo único. A doação onerosa poder-se-á revogar por inexecução do encargo, desde que o donatário incorrer em mora.

CÓDIGOS ESTRANGEIROS: Sem equivalentes na legislação estrangeira.

BIBLIOGRAFIA: ALVIM, Agostinho. Da doação. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1980. BEVILÁQUA, Clóvis. Direito das obrigações. Bahia:

Oficina dos Dois Mundos, 1896; CARVALHO SANTOS, J. M. Código

Civil brasileiro interpretado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1964, v. XVI;

CHAVES, Antônio. Lições de direito civil. São Paulo: Revista dos Tribunais,

1976, v. III; Enciclopedia del Diritto. Varese: Giuffrè, 1964, v. XIII; Enciclopédia Saraiva do Direito. São Paulo: Saraiva, 1977, n. 29 e 66; Novissimo

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Medium 9788530985905

Capítulo 16 – Procedimento do júri

Guilherme de Souza Nucci Grupo Gen ePub Criptografado

O Tribunal do Júri é regido por quatro princípios constitucionais (art. 5º, XXXVIII, CF): (a) plenitude de defesa; (b) sigilo das votações; (c) soberania dos veredictos; (d) competência para o julgamento de crimes dolosos contra a vida. Devem os princípios prevalecer sobre as normas da legislação ordinária em caso de confronto.

O júri constitui o direito individual de participação no Poder Judiciário, de forma ativa, compondo Conselho de Sentença apto a deliberar sobre casos concretos. Constitui a garantia do devido processo legal para o julgamento de delitos dolosos contra a vida. Eis o sentido pelo qual está inserido no capítulo dos direitos e garantias individuais, da Constituição Federal.

Compõe-se o procedimento do júri de três fases (há quem sustente apenas duas: formação da culpa e juízo de mérito): (a) juízo de formação da culpa, colhendo-se prova para a verificação da admissibilidade da acusação; (b) juízo de preparação do plenário, resolvendo-se questões pendentes e promovendo as diligências requeridas pelas partes; (c) juízo de mérito, quando o Conselho de Sentença será formado e os jurados, conduzidos pelo juiz presidente, em sessão pública, tomarão conhecimento da causa, julgando-a.

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Medium 9788573073164

Capítulo 8 - Votação

Rheta DeVries, Betty Zan Grupo A PDF Criptografado

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VOTAÇÃO

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votação faz parte da atmosfera sócio-moral da sala de aula construtivista. Entretanto, como muitas atividades construtivistas, a mera votação não é suficiente para garantir que esta seja uma atividade construtivista. A votação pode ser conduzida de tal forma que destrói as finalidades construtivistas. Neste capítulo, discutimos os objetivos para a votação. Depois, apresentamos seis diretrizes para transformar a experiência da votação em algo benéfico, em termos desenvolvimentais.

OBJETIVOS

A racionalização por trás da votação divide-se em três elementos fundamentais. Em primeiro lugar, votar é um processo de auto-regulagem. Quando as crianças exercem a iniciativa de tomar decisões no grupo, elas se sentem no controle do que ocorre em sua sala de aula. As crianças sentem-se motivadas para formular e expressar opiniões. Pelo intercâmbio de pontos de vista, as crianças podem ser persuadidas ou fazer novos esforços para persuadir outros. Elas têm a oportunidade de construir a idéia de igualdade, à medida em que vêem que a opinião de cada pessoa é valorizada e recebe peso igual no processo de tomada de decisões.

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Medium 9788520423479

4. Preparo e embalagem dos materiais para a esterilização

Graziano, Kazuko Uchikawa; Silva, Arlete; Psaltikidis, Eliane Molina Editora Manole PDF Criptografado

4

Preparo e embalagem dos materiais para a esterilização

C amila Q uartim

P on ­t os

de

M oraes B runa

a apren ­d er

1. �Realização da inspeção dos instrumentos cirúrgicos.

2. �Identificação das características que impedem o uso de instrumentos.

3. �Como montar caixas cirúrgicas.

4. �Ser capaz de escolher a embalagem adequada para cada material e tipo de esterilização.

5. �Como embalar materiais para esterilização.

P alavras - chave

Enfermagem em Centro de Material e Esterilização, preparo, inspeção, embalagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Inspeção. Acondicionamento. Embalagem. Resumo. Resumo esque­ mático. Pontos a revisar. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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Enf Book 1.indb 92

09/05/17 19:22

P reparo e embal ag em d os mater ia is pa r a a ester iliza çã o

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Introdução

O preparo, que é constituído por uma inspeção criteriosa da limpeza e da funcionalidade dos materiais, é um dos pontos críticos para que um material possa ser reutilizado, pois resíduos orgânicos e inorgânicos podem impedir o contato do agente esterilizante ou desinfetante1-3. Confirmada a limpeza, os materiais precisam ser embalados para garantir a manutenção da esterilidade ao usuário final.

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