Crie suas própias Pastas

Selecione capítulos de diferentes livros e organize-os em sua própria pasta, de forma simples e rápida. Você pode ainda personalizar a capa e disponibilizar o conteúdo em nossa loja para seus alunos ou colegas.

Educação
Pesquisa
Lazer

Capítulos Selecione um ou vários capítulos para montar sua Pasta

Medium 9788597017335

7 - A formulação de objetivos

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

7

A formulação de objetivos

A elaboração de um plano de ensino, qualquer que seja o seu nível, inicia-se com a formulação de objetivos. Por essa razão, qualquer planejamento consequente requer primeiramente a definição clara e precisa do que se espera que o aluno seja capaz de fazer após a conclusão de um curso, disciplina, unidade ou aula.

Nem sempre, porém, é o que ocorre na prática dos professores universitários.

Há professores que selecionam tópicos e ao longo das aulas vão “passando a matéria”. Dessa forma, ao final do curso, admitem ter alcançado seus objetivos.

O que seria satisfatório se o objetivo fosse “terminar o curso”. Mas nenhum professor certamente admite ser esse o seu objetivo.

Quem leu o livro Alice no país das maravilhas certamente se lembra da passagem em que ela se encontra diante de muitos caminhos para partir em busca do coelho que fugiu com o relógio. Ao ver um grande gato no alto de uma árvore, pergunta-lhe: “Você pode me ajudar?” Ele diz: “Sim, pois não”. “Para onde vai essa estrada?”, pergunta ela. Ele responde com outra pergunta: “Para onde você quer ir?”. Ela diz: “Eu não sei, estou perdida”. Ele, então, diz-lhe assim:

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290970

Apêndice C

John Hattie Grupo A PDF Criptografado

Apêndice C

Uma lista de influências no desempenho

POSIÇÃO

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

HATTIE_Apendice_C.indd 243

INFLUÊNCIA

Notas autoatribuídas/expectativas dos alunos

Programas piagetianos

Resposta à intervenção

Credibilidade do professor

Fornecimento de avaliação formativa

Microensino

Discussão em sala de aula

Intervenções elaboradas para alunos com transtorno de aprendizagem

Clareza do professor

Feedback

Ensino recíproco

Relacionamento professor-aluno

Prática intercalada vs. em massa

Estratégias metacognitivas

Aceleração

Comportamento em sala de aula

Programas de vocabulário

Programas de leitura repetida

Programas de criatividade no desempenho

Ver todos os capítulos
Medium 9788547204761

Capítulo XXXII - Publicidade da arrematação

SANTOS, Ernane Fidélis dos Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XXXII

Publicidade da arrematação

1. Publicação de editais e outros atos de publicidade

A divulgação da alienação deve ser a mais ampla possível e será providenciada pelo leiloeiro (art. 887, caput). Isto quer dizer que, além das diligências normais de publicação do édito, o leiloeiro pode empregar os meios mais diversos de realizar a oferta, inclusive correspondência particular e fixação de anúncios.

À exceção de alienações que, obrigatoriamente, são feitas em bolsa de valores pelos corretores especializados, todos os demais bens se submetem

à forma de leilão público (art. 881, § 2º).

O leilão, afora a exceção prevista, é feito por leiloeiro público (art.

881, § 1º) e pode dar-se de duas formas: o eletrônico e o presencial. O segundo, conforme já se falou, só ocorrerá se não for possível a realização do primeiro (art. 882, caput).

A oferta pública para a arrematação é feita por edital, cuja publicação fica a cargo do leiloeiro nomeado (art. 884, I). O edital, de modo geral, serve para levar ao conhecimento público a realização de determinados atos, podendo também, em proclamação a interessados, oferecer-lhes oportunidade de exercício de alguma faculdade jurídica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547206321

Quarta Parte: Um projeto para o Brasil (1500 – 2008)

MENDES, Gilmar Ferreira Editora Saraiva PDF Criptografado

tucional de Liechtenstein. Por mais aberta que seja a interação dos quatro ou cinco métodos de interpretação no caso concreto, por mais intensa que seja a forma pela qual o acesso a postulados de justiça tenha que dirigir o pluralismo dos métodos de interpretação, orientando-se para os resultados: essas regras técnicas são irrenunciáveis. O jurista, também e precisamente o “jurista europeu”, ganha assim “autonomia” perante outras ciências, mesmo no contexto das ciências da cultura. A relativa autonomia em lidar juridicamente com textos jurídicos e contextos culturais é preservada – com todas as analogias hermenêuticas ou considerações interpretativas de uma obra (por exemplo, a compreensão de um quadro de

Rembrandt), com todas as semelhanças com a teoria da recepção (por exemplo, nos termos da Escola de Constança de Hans Robert Jauss em matéria de literatura). Também o jurista possui seus pré-entendimentos e paradigmas (p.ex., a “Mesa Redonda” como novo contrato social), conhece as mudanças e mutações destes (em uma projeção de tempo, p.ex., o “Contrato de Gerações”), por vezes a “queda” de paradigmas (p.ex., a abolição da pena de morte como represália “reconstituinte” no Direito

Ver todos os capítulos
Medium 9788597017984

1 - Parcerias estratégicas: impactos na formação e desenvolvimento do potencial humano

KANAANE, Roberto; ORTIGOSO, Sandra Aparecida Formigari Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Parcerias Estratégicas: Impactos na Formação e Desenvolvimento do Potencial Humano

Um bom lugar para começar é onde você está.

Arthur Bloch

youtu.be/HhzKqvrhL9Q

Para este capítulo, veja o vídeo “Parcerias

Estratégicas: Impactos na Formação e

Desenvolvimento do

Potencial Humano”.

Síntese

Este capítulo tem como propósito apresentar uma retrospectiva histórica das formações de parcerias (empresas, CIEE, Sesi, Senai, Sesc, consultorias, universidades) e os impactos nos resultados organizacionais.

Objetiva também focalizar o processo evolutivo dessas parcerias, assinalando a interdependência entre as necessidades de mercado e as contribuições delas para a excelência dos talentos humanos, com ênfase na qualidade, competitividade, produtividade e assertividade diante das mudanças.

Apresenta diretrizes, estratégias e técnicas adotadas pelas organizações pesquisadas.

Tópicos do capítulo:

• Construção e evolução de parcerias estratégicas.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos