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Medium 9788580551068

Capítulo 9 - Sistema cardiovascular

Marianne Chulay; Suzanne M. Burns Grupo A PDF Criptografado

SISTEMA

CARDIOVASCULAR

Barbara Leeper

9

HABILIDADES DE CONHECIMENTO

1. Identificar indicações, complicações e manejo de enfermagem de pacientes submetidos a angiografia coronariana e intervenção coronariana percutânea.

2. Descrever etiologia, fisiopatologia, manifestações clínicas, necessidades do paciente e princípios de manejo de pacientes com doença cardíaca isquêmica.

TÉCNICAS ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO, EXAMES

DIAGNÓSTICOS E SISTEMAS DE MONITORAMENTO

Avaliação da dor torácica

Para obter uma avaliação precisa da história de dor torácica, é importante diferenciar a dor torácica cardíaca de outras fontes de dor (p. ex., musculoesqueléticas, respiratórias, ansiedade).

A dor torácica isquêmica, causada por falta de oxigênio ao miocárdio, deve ser rapidamente identificada para que intervenções terapêuticas sejam eficazes. Os descritores mais importantes da dor isquêmica incluem precursores do início da dor, qualidade, irradiação e intensidade da dor, fatores que a aliviam e data de início do episódio atual de dor que levou o

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Medium 9788580551457

Parte 6 - Conteúdo complementar

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

580  Parte 6  Conteúdo complementar

A primeira etapa do processo de planejamento é a realização de uma análise preliminar do país. O profissional de marketing precisa de informações básicas para avaliar o potencial do mercado de um determinado país, identificar problemas que poderiam isentar esse país de uma análise mais aprofundada, identificar fatores do ambiente que necessitem de um estudo mais detalhado, avaliar os componentes do marketing mix para uma possível adaptação e desenvolver um plano de marketing estratégico. As informações coletadas na análise preli‑ minar são utilizadas como base para elaborar a agenda de um país.

Muitas empresas, de grande ou pequeno porte, têm uma agenda para cada país em que atuam comercialmente. Essa agenda contém informações das quais o empresário deve estar a par ao tomar decisões a respeito do mercado de um país específico. À medida que as infor‑ mações são coletadas, essa agenda é atualizada pelo gerente de país ou gerente de produto.

Sempre que for preciso tomar uma decisão de marketing acerca de um país, a agenda é o primeiro banco de dados a ser consultado. Lançamento de novos produtos, mudanças nos programas de publicidade e propaganda e outras decisões sobre o programa de marketing têm essa agenda como ponto de partida. Ela também serve para informar rapidamente um novo funcionário que estiver assumindo a responsabilidade pelo mercado de um país específico.

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Medium 9788577260669

41. Chrysler Corporation: negociações entre a Daimler e a Chrysler

Bruner, Robert F. Grupo A PDF Criptografado

CasO

41

Chrysler Corporation: negociações entre a Daimler e a

Chrysler

Em janeiro de 1998, Jürgen Schrempp, CEO da Daimler-Benz A.G., entrou em contato com o presidente e CEO da Chrysler Corporation, Robert Eaton, para tratar de uma possível fusão, aquisição ou aliança estratégica entre as duas empresas. Schrempp argumentou:

As duas empresas são uma combinação perfeita de duas líderes nos seus respectivos mercados.

­Ambas têm quadros de funcionários dedicados e qualificados e produtos bem-sucedidos, porém em mercados diversos e em partes do mundo diferentes. Ao combinar e utilizar as forças uma da outra, teremos uma posição estratégica proeminente no mercado global para o benefício de nossos consumidores. Seremos capazes de explorar novos mercados e alcançar melhores retornos e valores para os nossos acionistas.1

Schrempp disse mais tarde:

Apenas apresentei o caso e me retirei novamente. A reunião durou cerca de 17 minutos. Eu não quero criar a impressão de que ele ficou surpreso. Quando a reunião acabou, eu disse, “Se você acha que sou ingênuo e o que estou dizendo não faz sentido algum, é só falar”. Ele sorriu e disse: “Apenas me dê um tempinho. Nós fizemos uma avaliação também e eu ligo para você nas próximas duas semanas”. Acho que ele me ligou em uma semana ou algo assim.2

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Medium 9788536323695

Capítulo 11 | Delineamento de Questionário

Glynis M. Breakwell; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

11

Delineamento de Questionário

Chris Fife-Schaw

11.1 Introdução

11.2 Que informação você quer?

11.2.1 Gerando hipóteses

11.2.2 Desenvolvimento e validação de testes

11.2.3 Estimativa de parâmetro populacional

11.2.4 Testagem de hipótese e modelo

11.3 Formatos de resposta abertos versus formatos de resposta fechados

11.4 Formatos de resposta comuns

11.5 Problemas de formulação verbal mais comuns

11.6 Tipos de informação coletada por questionários

11.6.1 Dados demográficos e background

11.6.2 Relatos de comportamento

11.6.3 Atitudes e opiniões

11.6.4 Conhecimento

11.6.5 Intenções, expectativas e aspirações

11.7 Escalas e medidas existentes

11.8 Display do questionário

11.9 Conclusão

11.10 Leituras recomendadas

Breakwell_11.indd 216

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OBJETIVOS

Este capítulo introduzirá o leitor aos usos e aos problemas comuns associados com os questionários. Ele trata dos tipos de questões de pesquisa que podem ser abordadas através de questionários, da formulação das perguntas e de formatos de resposta, bem como do delineamento dos problemas mais comuns.

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Medium 9788547220655

6.5.10.1. Introdução histórica

RODRIGUES, Marcelo Abelha Editora Saraiva PDF Criptografado

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A Legislação Infraconstitucional de Proteção Ambiental

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Tais situações causaram enorme prejuízo não só à proteção do meio am‑ biente, mas também aos próprios empreendedores, que sempre se viam inseguros em relação a qual ente político se reportar. Espera‑se que a Lei Complementar n.

140/2011 possa resolver esses graves problemas.

JJ

6.5.10.  Novo Código Florestal (Lei n. 12.651/2012)

JJ

6.5.10.1.  Introdução histórica

O antigo Código Florestal (Lei n. 4.771/65) era, até o advento da Lei n.

12.651/2012, um dos diplomas legislativos infraconstitucionais mais importantes

— e por isso mais conhecidos — do ordenamento jurídico ambiental.

Publicado em 15 de setembro de 1965, porém mexido e remexido ao lon‑ go de sua existência, o Código Florestal brasileiro sobreviveu às pressões e opressões capitalistas e constituía‑se, até a promulgação do novo Código, um instrumento imprescindível e decisivo para a proteção da vegetação nativa dos ecossistemas resguardados pelo art. 225, § 4º, da CF/88.35

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