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Medium 9788527726665

23 - Acupuntura e Dor

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

23

Acupuntura e Dor

Renata Navarro Cassu, Stelio Pacca Loureiro Luna

JJ

Introdução

A dor tem sido alvo de diversos estudos que buscam méto‑ dos eficientes com o intuito de minimizá‑la ou combatê‑la de maneira satisfatória por questões éticas e humanitárias.

Tradicionalmente, muitos fármacos são empregados com sucesso na terapia antálgica; no entanto, podem desencadear efeitos adversos, além do fato de que, para muitos pacientes, o tratamento convencional pode ser insuficiente, sobretudo no tratamento da dor crônica. Desse modo, houve um cresci‑ mento expressivo na investigação de outras terapias, além das convencionalmente empregadas, visando ao melhor controle da dor, tanto em medicina humana quanto em veterinária.

Dentre as técnicas não farmacológicas, ressalta‑se a acupun‑ tura, que pode ser empregada isoladamente ou associada a outras terapias antálgicas e também aos fármacos convencionais.

As principais vantagens da acupuntura para fins analgési‑ cos são:

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Medium 9788547227913

CAPÍTULO XII - DA AÇÃO MONITÓRIA

GONÇALVES, Marcus Vinicius Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XII

DA AÇÃO MONITÓRIA

51 INTRODUÇÃO

A ação monitória foi introduzida no Direito brasileiro pela Lei n.

9.079/95, que acrescentou ao Código de Processo Civil de 1973 os arts. 1.102a, 1.102b e 1.102c. Essa Lei foi publicada em 17 de setembro de 1995 e entrou em vigor sessenta dias depois. O CPC atual não apenas manteve a ação monitória, mas ampliou as suas hipóteses de cabimento.

A doutrina distingue entre o procedimento monitório puro e o documental. Para o primeiro, não é necessária a prova escrita do débito, bastando a alegação do credor. Já o segundo exige documento escrito, como prova da dívida.

O legislador brasileiro optou pelo monitório documental, exigindo que a ação esteja fundada em prova escrita, sem eficácia de título executivo.

A ação monitória é mais um instrumento processual de que pode utilizar-se o credor de quantia certa, ou de obrigação de entrega de coisa fungível ou infungível, de bem móvel ou imóvel, ou de obrigação de fazer ou não fazer, que possua documento escrito sem força executiva, para exigir o adimplemento da obrigação.

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Medium 9788560031474

Capítulo 14. Regressão Linear e Análise de Correlação

Leonard J. Kazmier Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 14

Regressão Linear e

Análise de Correlação

14.1 OBJETIVOS E PREMISSAS DA ANÁLISE DE REGRESSÃO

O objetivo primário da análise de regressão linear é estimar o valor de uma variável aleatória (a variável dependente) dado que o valor de uma variável associada (a variável independente) é conhecido. A variável dependente é chamada de variável de resposta, enquanto a variável independente é também chamada de variável projetada. A equação de regressão é a fórmula algébrica pela qual o valor estimado da variável dependente, ou de resposta, é determinado (ver Seção 14.3).

O termo análise de regressão simples indica que o valor de uma variável dependente é estimado baseado na variável independente, ou projetada. Análise de regressão múltipla (abordada no Capítulo 15) está interessada em estimar o valor de uma variável dependente baseada em duas ou mais variáveis independentes.

As premissas gerais que sustentam o modelo de análise de regressão apresentado neste capítulo são (1) que a variável dependente é uma variável aleatória e (2) as variáveis dependente e independente estão linearmente associadas. A premissa (1) indica que embora os valores da variável independente possam ser controlados, os valores da variável dependente devem ser obtidos através de um processo de amostragem aleatória.

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Medium 9788520430460

7. Pensamento complexo e interdisciplinaridade: abertura para mudança de paradigma?

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

7

Pensamento complexo e interdisciplinaridade: abertura para mudança de paradigma?1

Patrick Paul | �Médico, Centre International de Recherches et Études Transdisciplinaires

Em busca de sua credibilidade científica, as pesquisas se constroem sobre o reducionismo metodológico classicamente vigente. No entanto, a racionali‑ dade que valoriza a objetividade crítica com frequência se encontra em maus lençóis assim que se questiona a multiplicidade dos fatores suscetíveis de in‑ terferir no seio das áreas circunscritas pelos diversos campos disciplinares ou, mais ainda, nas margens de suas áreas. Ocorre o mesmo quando se deve levar em conta a singularidade dos sujeitos ou das populações. À complexidade dos fatores naturais em interação nas ciências humanas se adiciona, particular‑ mente, uma organização social construída sobre um conjunto de hierarquias imbricadas. A isso se soma, sem dúvida, a realidade psicológica dos sujeitos, cuja inteireza sempre nos escapa.

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Medium 9788527723473

42 - Noções de Anatomia e Fisiologia

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 2

Diafragma

Daniel Messias de Morais Neto, Pedro Paulo Teixeira e Silva Torres e Marcelo Fouad Rabahi

42

Noções de Anatomia e Fisiologia

Daniel Messias de Morais Neto e Marcelo Fouad Rabahi

O diafragma separa o tórax e o abdome e, apesar de não ser essencial para a ventilação, é seu principal m

­ úsculo e é formado por duas cúpulas fibro­muscula­res cujas convexida‑ des são voltadas para o tórax. Sua face superior é revestida por pleura parietal, pleura diafragmática; e sua face infe‑ rior, pelo peritônio. A porção central do diafragma é deno‑ minada centro tendíneo, formada por tecido fibroso, em que repousa o coração. Na região abdominal, o diafragma apresenta relações anatômicas com fígado, estômago, baço, rim e glândulas suprarrenais. A porção ­muscular é perifé‑ rica, com três  partes: esternal, costal e lombar. A porção

­muscular é a responsável pela contração e rebaixamento do diafragma durante a inspiração. O diafragma tem três orifícios ou hiatos: hiato aó­r tico, com localização postero‑ central, em que passam a aorta e o ducto torácico; hiato esofágico, anterior ao hiato aó­r tico, ligeiramente à esquerda

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