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Medium 9788530985882

Capítulo XXXVIII – Responsabilidade do Construtor e do Empreiteiro

Arnaldo Rizzardo Grupo Gen ePub Criptografado

Pelo contrato de construção, combina-se a edificação ou erguimento de um prédio ou qualquer outra obra, mediante o pagamento de certo preço. De um lado, está aquele que será o dono da obra, e que acerta a construção por meio de empreitada; de outro, aparece o construtor, que é a pessoa física ou jurídica devidamente habilitada, que se incumbe de executar e edificar a obra.

A construção levada a efeito pelo proprietário, que a administra e coordena os empregados, faz incidir na sua pessoa a responsabilidade pelos defeitos e danos causados a terceiros. Já ele contratando a construção, procede-se por meio do contrato de empreitada, que se define como o ajuste pelo qual uma das partes obriga-se a executar por si só, ou com o auxílio de outros, mas sem dependência ou subordinação, determinada obra, ou a prestar certo serviço, e a outra a pagar o preço global ou proporcional ao trabalho realizado. Como salienta Arnoldo Wald, “alguém faz ou manda fazer uma obra ou um serviço com autonomia aos seus próprios riscos, recebendo o pagamento pela obra ou pelo serviço, caracterizando-se o contrato pela sua finalidade, pelo resultado alcançado e distinguindo-se do contrato de trabalho, por exemplo, pela ausência de um vínculo de subordinação e de continuidade de um dos contratantes em relação ao outro”.1

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Medium 9788520434628

Adenocarcinoma das Glândulas Ceruminosas, Orelha

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

32

A

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Adenocarcinoma das Glândulas Ceruminosas, Orelha

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Tumor maligno primário mais comum do meato acústico externo, originário a partir das glândulas sudoríferas apócrinas modificadas (p. ex., glândulas ceruminosas).

• Embora seja localmente invasivo, é associado a uma baixa taxa metastática.

IDENTIFICAÇÃO

• Apesar de raro, trata-se do tumor maligno mais comum do canal auditivo em cães e gatos, seguido pelo carcinoma de células escamosas.

• A raça Cocker spaniel pode ser super-representada.

• Idade média — cães, 10 anos; gatos, 11 anos.

• Não há predisposição sexual conhecida.

SINAIS CLÍNICOS

• Semelhantes aos de otite externa crônica e recorrente.

• Aspecto inicial — massa(s) nodular(es) hemorrágica(s), ulcerativa(s), friável(is) e rosa pálida(s).

• Aspecto final — preenchimento do canal auditivo e invasão de estruturas circunjacentes através da parede desse canal por grande(s) massa(s).

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Medium 9788527723879

12 - Lipídios e Membranas Celulares

BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert Grupo Gen PDF Criptografado

12

Lipídios e Membranas Celulares

Uma partícula do HIV sai de uma célula infectada por brotamento da membrana. As membranas celulares são estruturas altamente dinâmicas, que sofrem automontagem es­pon­ta­nea­men­te. Direcionadas por interações hidrofóbicas, conforme ilustrado no diagrama à direita, as caudas dos ácidos graxos dos lipídios da membrana se aglomeram (verde), enquanto as cabeças polares (vermelho) permanecem expostas nas superfícies. [Micrografias de Eye of Science/Photo

Researchers.]

O

s limites de todas as células são estabelecidos por membranas biológicas

(Figura 12.1). Essas barreiras impedem que as moléculas produzidas dentro da célula escapem e também impedem que as moléculas indesejadas do lado de fora se difundam para dentro; contudo, elas também contêm sistemas de transporte que possibilitam à célula captar moléculas específi­ cas e remover as indesejadas. Esses sistemas de transporte conferem às membranas a sua importante propriedade de permeabilidade seletiva.

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Medium 9788520430118

8. Atletas com cardiopatias congênitas

JATENE, Ieda Biscegli; FREITAS, Elizabete Viana Editora Manole PDF Criptografado

Atletas com cardiopatias congênitas

cap.

8

Carlos Alberto C. Hossri

Tópicos relevantes

1. Introdução: A importância da liberação para prática esportiva nas cardiopatias congênitas e o risco potencial do sedentarismo.

2. Classificação das cardiopatias com e sem alterações estruturais cardíacas.

3. Aspectos fisiológicos e classificação das atividades esportivas.

4. Prevalência das cardiopatias congênitas e como prescrever o exercício.

5. Diversos tipos de cardiopatias congênitas, o grande espectro das malformações e implicações clínicas.

6. Avaliação pioneira da capacidade funcional no pós-operatório tardio de diversas cardiopatias congênitas

Um portador de cardiopatia congênita pode realizar uma atividade esportiva?

Se puder... qual modalidade esportiva nosso atleta portador de cardiopatia congênita poderá fazer?

Introdução

Uma situação cada vez mais habitual em nossa clínica é a procura de pacientes que solicitam a liberação para atividades esportivas. Se o ato da permissão para a atividade esportiva de indivíduos sem cardiopatia estrutural aparente ou essencialmente sem maiores riscos cardiovasculares não é totalmente confortável pelo

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Medium 9788527728591

24 Anatoxina-a | Determinação em Amostras Ambientais por Cromatografia Gasosa Acoplada à Espectrometria de Massas

MOREAU, Regina Lúcia de Moraes Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 24

Anatoxina‑a | Determinação em Amostras Ambientais por

Cromatografia Gasosa Acoplada à Espectrometria de Massas

Vania Cristina Rodríguez Salazar

Introdução

Uma das maiores preocupações para a saúde pública é a capacidade que alguns gêneros de cianobactérias têm em produzir toxinas. A anatoxina‑a (2‑acetil‑9‑azabiciclo[4.2.1] non‑2‑eno) (Figura 24.1) é a primeira cianotoxina cuja estru‑ tura química foi elucidada;1 trata‑se de um alcaloide com um anel heterocíclico nitrogenado, de baixa massa molecu‑ lar (165 Da) e pKa igual a 9,4.2 A anatoxina‑a é uma molé­cula relativamente instável em condições alcalinas (menos de 2 h em um pH 9) e na presença de bactérias do gênero

Pseudomonas sp., e sua destruição é acelerada pela luz solar.3,4 De acordo com Smith e Sutton (1993),5 a anatoxina‑a teria meia‑vida de aproximadamente 5 dias nos reservatórios de água.

A produção de anatoxina‑a não se restringe a um único gênero de cianobactéria. Segundo Osswald et al. (2007),6 ela seria específica de cada cepa e dependente de uma série de fatores ambientais, tais como luz, temperatura e nitrogênio.

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