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Medium 9788547215125

2.2 Cotas de importação

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 2 — barreiras ao livre comércio: esquemas protecionistas  

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2.2 Cotas de importação

Cotas de importação são práticas protecionistas que restringem o livre comércio, limitando a quantidade física permitida para a importação de determinada mercadoria. Semelhantes aos esquemas tarifários, seu objetivo principal é proteger um segmento industrial ou agrícola.

A determinação de cotas também produz efeitos sobre o preço da mercadoria, tendo em vista que, restringindo-se a oferta, ocorre diminuição da concorrência e os preços tendem a aumentar. Há também consequências sobre o balanço de pagamentos e o câmbio. Os efeitos dessa prática protecionista sobre a economia são muito parecidos com os que ocorrem com os esquemas tarifários. Todavia, algumas diferenças devem ser destacadas.

As cotas de importação, por exemplo, não geram receitas diretas para o governo. Outra dessemelhança em relação à tarifa é que o sistema de cotas é mais impositivo, procurando determinar diretamente a oferta do produto, isto é, tendo sido definida a quantidade a ser importada, não se coloca alternativa ao importador

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Medium 9788536315508

Capítulo 22. Sistema Digestório

Elaine N. Marieb Grupo A PDF Criptografado

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Sistema Digestório

PARTE 1: VISÃO GERAL DO SISTEMA

DIGESTÓRIO (p. 773-779)

1. Descrever a função do sistema digestório e diferenciar

órgãos do trato gastrintestinal e órgãos acessórios da digestão.

2. Listar e definir os principais processos que ocorrem durante a atividade do sistema digestório.

3. Descrever a localização e a função do peritônio. Definir retroperitoneal e citar os órgãos retroperitoneais.

4. Descrever a composição do tecido e a função geral de cada uma das quatro camadas do trato gastrintestinal.

PARTE 2: ANATOMIA FUNCIONAL DO

SISTEMA DIGESTÓRIO (p. 779-817)

5. Descrever a anatomia e a função básica de cada órgão do trato gastrintestinal e dos órgãos acessórios.

6. Explicar a fórmula dental e diferenciar dentes deciduais e permanentes.

7. Descrever a composição e a função da saliva e explicar como a salivação é controlada.

8. Descrever os mecanismos da mastigação e da deglutição.

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Medium 9788527724227

97 - Medidas de Restrição e Isolamento

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

97

Medidas de Restrição e Isolamento

Diretrizes clínicas

• As medidas de restrição ou de isolamento somente devem ser aplicadas por meio de prescrição médica (médico). A solicitação inclui o motivo da solicitação, o tipo de restrição a ser empregada e o perío­do de tempo em que deve ser mantida

• As técnicas de enfermagem podem aplicar as restrições e monitorar os pacientes que estejam sob restrição, com a supervisão de uma enfermeira. A equipe de enfermagem que trata de pacientes com restrição deve ser orientada e demonstrar capacidade para utilizar os métodos alternativos de restrição, corrigir a medida de contenção aplicada, monitorar a criança que está com os movimentos restritos e reconhecer quando é necessário o encaminhamento ao médico responsável

• Isolamento é o confinamento involuntário de um paciente colocado sozinho em uma ­área da qual é fisicamente impedido de sair. O isolamento deve ser usado apenas para o controle de comportamento violento ou autodestrutivo (The Joint

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Medium 9788553172771

1. Introdução

GAGLIANO, Pablo Stolze Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XIV

Invalidade do

Negócio Jurídico

Sumário: 1. Introdução. 2. Considerações prévias sobre a inexis­tência do ato ou negócio jurídico. 3. Nulidade absoluta. 4. Nulidade relativa (anulabilidade). 5. Quadro geral comparativo: nulidade absoluta × nulidade relativa. 6. Conversão do negócio jurídico.

1. INTRODUÇÃO

Conforme ensina CARVALHO SANTOS, a nulidade é um “vício que retira todo ou parte de seu valor a um ato jurídico, ou o torna ineficaz apenas para certas pessoas”1.

No mesmo sentido, doutrina MARIA HELENA DINIZ que a nulidade

“vem a ser a sanção, imposta pela norma jurídica, que determina a privação dos efeitos jurídicos do negócio praticado em desobediência ao que prescreve”2.­

Desses conceitos tradicionais, podemos extrair a conclusão de que a nulidade se caracteriza como uma sanção pela ofensa a determinados requisitos legais, não devendo produzir efeito jurídico, em função do defeito que carrega em seu âmago.

Como sanção pelo descumprimento dos pressupostos de validade do negócio jurídico, o direito admite, e em certos casos impõe, o reconhecimento da declaração de nulidade, objetivando restituir a normalidade e a segurança das relações sociojurídicas.

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Medium 9788597015775

Capítulo 9 – Controle e avaliação do planejamento estratégico

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

9

Controle e avaliação do planejamento estratégico

“Administrar bem um negócio é administrar seu futuro; e administrar seu futuro é administrar informações.’’

Marion Harper Jr.

Planejamento Estrategico - Reboucas.indb 257

09/03/2018 18:19:10

Neste capítulo é analisada a Fase IV do processo de planejamento estratégico, que corresponde ao controle e à avaliação, ou seja, à verificação de “como a empresa está indo’’ para a situação estabelecida na Fase III (instrumentos do plano), de acordo com a conceituação geral da Fase II (missão da empresa), respeitando a realidade interna e externa da empresa estabelecida na Fase I

(diagnóstico estratégico).

Toda empresa possui, implícita ou explicitamente, visão, valores, missão, propósitos, macroestratégias, macropolíticas, objetivos, desafios, metas, estratégias, políticas, projetos, planos de ação, e, para alcançar os resultados desejados, é necessário que a empresa, respeitando determinadas normas e procedimentos, decomponha, por exemplo, seus objetivos até que sejam transformados em ações e resultados.

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